História Herois e Vilões - Capítulo 2


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Super Power, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - A estadia


A noite havia se passado, o tempo estava nublado, o sol aparecia fracamente. Deveriam ser umas 9 da manha, mais ou menos. Era um longo dia pela frente, o patrulheiro pulou da cama e sorriu olhando a janela. A cidade movimentada parecia mais quieta que o comum. Ele vestiu um robe preto e saiu do quarto na sua suíte. Sua casa era luxuosa, também, ele morava em um dos prédios mais caros da cidade, devido ao seu grande esforço e empenho profissional. Ele desceu as escadas, com suas paredes elegantes cor marfim, e pisos detalhados, com esculturas pela sala. Manley o esperava com uma bandeja de café da manhã.

- Bom dia senhor. - Cumprimentou ele

- Bom dia, Manley. - Ele pegou um pedaço de pão e comeu

- O senhor não está atrasado para o trabalho?

- Eu já estou indo.

- Seu carro está pronto.

- E a minha moto? - Questionou Tay

- Ela está sendo lavada senhor. E se me permite dizer, acho que não fica bem o senhor ir para o trabalho de moto.

- Por que? É tão pratico.

Tay trabalhava em uma universidade. Ele era um cientista engenheiro que analisava e criava protótipos tecnológicos. Para ele, a tecnologia era muito importante. Não, era mais que isso, era a sua própria vida. Tay sorriu amigavelmente para o mordomo que cuidava da sua casa e entrou dentro de um carro preto, de vidros escuros e se dirigiu até a universidade.

Enquanto isso, em outro local da cidade, a mulher misteriosa estava parada na frente de um prédio marrom desbotado. O chão tinha poças de agua e havia uma lixeira perto da porta do prédio. Uma velha senhora com um terninho claro entregou uma chave para a mulher.

- Aqui está, senhorita.

- Muito obrigada. Adorei o apartamento. Vou ficar com ele.  - Sorriu a mulher

- Que bom. Que mal pergunte, mas qual o seu nome? Preciso colocar no papel.

- Savannah.

- Bem vinda, senhorita Savannah.

- Obrigada.

Enquanto ela se virou para entrar no apartamento, concidentemente o carro preto passou perto do prédio. Ele freou rapidamente ao ver a mulher do outro dia. Ele olhou para o prédio. Ela o incomodava, mas não sabia porque. Ele balançou a cabeça e dirigiu até o trabalho.

Horas depois, já era noite, e Tay estava voltando para casa, mas não conseguia deixar de sentir incomodado. Dirigiu até o bairro onde tinha visto a mulher. Ele estacionou o carro estrategicamente e desligou. Ele olhava atento para o prédio. Talvez fosse cisma, ele pensou. Mas não, ele não poderia estar enganado quanto a isso. Ele estava com as mãos no volante, enquanto viu a mulher sair do prédio vestindo um sobretudo preto. Ele esperou a mulher se distanciar, e saiu do carro, a seguindo. Ela caminhou até uma rua deserta. Haviam dos homens esperando por ela. Um homem estava com blusa de frio vermelha, e o outro com uma camisa bege. Ela se aproximou um pouco. Tay se escondeu.

- Vocês fizeram o combinado? - Perguntou ela

- Ainda não conseguimos. O lugar é cheio de seguranças. - Respondeu o homem de blusa de frio

- É incrível. Eu contratei só incompetente? Não quero saber quantos seguranças tem, eu quero o serviço feito.

- Sabe moça, você quer demais. - O mesmo homem apertou a arma e Tay arregalou os olhos

- Você não vai querer fazer isso. - Sorriu ela

- Ah, eu quero. Já pegamos o dinheiro mesmo.

- Então será uma pena. - Disse ela calmamente

- Uma pena por que? - Perguntou o homem

Ela sorriu e arma começou a tremer na mão do homem  e se virou para ele.

- Você não quer mesmo ir embora?

Os homens assustados saíram correndo. E a mulher apenas sorriu.

- Não acho que precisava fazer isso.

Ela se virou e um homem com uma armadura azul escura e preta tecnológica estava encarando ela. Não podia ver seu rosto. Ele estava de mascara.

- Quem é você?

- Não ouviu falar de mim? Sou o patrulheiro. Eu cuido de Tecnocity.

- Ah.. O justiceiro. O que faz aqui? Veio me dar as boas vindas?

- Não. Você não deveria estar na minha cidade.

- Acho que você e a sua cidade deveriam se cuidar.

- Qual sua relação com aqueles homens?

- Não é da sua conta.

- Ah é? Entao eu terei que te levar para a delegacia.

- Não. Mas.. Por que você não conversa mais?

Ela sorriu e logo tentáculos negros os agarraram e prenderam em um poste.

- Isso não vai ficar assim.

- Por enquanto vai. - Sorriu ela se afastando.

O patrulheiro apertou as mãos, e o poste explodiu, cortando os tentáculos. Ele saltou.

- Eu vou te encontrar. - Avisou ele

- É. Mas não hoje. Hahaha.

Ela se afastou, indo para uma parte mais escura. O patrulheiro correu na direção de onde ela tinha ido, mas ela não estava mais lá. Ele apertou um botão na armadura, e automaticamente uma moto do mesmo jeito que da sua armadura apareceu. Ele montou na moto e dirigiu até uma casa. Ele subiu as escadas e entrou na casa. A sala era bagunçada. Ted estava sentado vendo tv e comendo salgadinhos. Ele se assustou ao ver o patrulheiro.

- Cara, você quer me matar?

- Hoje não. - Respondeu irônico

- Beleza. O que faz aqui?

- Temos uma ameaça na cidade. Aquela mulher..

- Aquela mulher de novo? Por que não diz que está interessado nela logo? - Interrompeu Ted

O patrulheiro lançou um raio de calor no sofá, queimando um pouco. Ted pulou.

- Ei, não precisava fazer isso.

- Eu decido isso. Então, vai me ajudar?

- Mais do que eu ajudo? Eu só te encoberto. Você é meu melhor amigo, precisa do seu braço direito.

- Ótimo. Eu sei onde ela mora. Vamos lá.

- Agora? Não pode esperar? Estou vendo algo.

O patrulheiro apertou o punho.

- Eu já entendi. Vamos lá então.

Em outro lugar da cidade, em um campo gelado, os ventos balançavam o cabelo de Savannah, e um homem com uma camisa preta apareceu.

- Isso foi arriscado, Savannah.

- Eu sei.

- E se o patrulheiro descobrir onde você está?

- Não se preocupe, eu já sai de lá, ele não vai me achar.

- Ótimo. Não podemos falhar.

- E não vamos.

Savannah abaixou a cabeça e colocou a mão no bolso, com seus cabelos balançando com o vento, olhando uma foto de Hera venenosa.

 

 



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