História He's a fallen angel - vkook - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais
Tags Depressed, Drama, Taekook, Vkook
Visualizações 323
Palavras 1.087
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


What say? This is MY mind

Capítulo 1 - A morning like yesterday - Prólogo


Fanfic / Fanfiction He's a fallen angel - vkook - Capítulo 1 - A morning like yesterday - Prólogo

Enquanto eu falava, a observei de losaio, observava sua agenda em seu colo, com a caneta apoiada em seus dedos pronta pra escrever mas não escrevia nada.

Ela me olhou e balançou a cabeça, como se mostra-se que me entendia, que estava me ouvindo, mas eu sabia que contava os minutos mentalmente.

- E então eu não fiz nada apenas fiquei em meu quarto. -Termino de dizer.

- Você está tomando seus remédios certo? -Pergunta.

Eu viro meu rosto para ela, que observa meus traços. Bate a ponta da caneta em sua agenda 1..2..3..4 vezes, confere o relógio na parede, parecia cansada e aborrecida, apesar de manter seu olhar profissional. Afinal passa o dia ouvindo os problemas de outras pessoas, mas quem escuta os seus?

- Jungguk tome seus remédios conforme o indicado pelo médico, sei que isso não é um problema pra você. -Diz por fim.

- Eu os tomo. Mentira . - Minha vez de verificar o relógio.

- Tem algum compromisso? -Ela pergunta.

- Não só estou fazendo um cálculo mental do tempo que temos aqui, até eu chegar em casa, e quanta hora me sobra pra eu deitar em minha cama e dormir.

Ela faz uma expressão de desapontada, inacreditável, ela acho mesmo que eu tinha um lugar para ir.. Besteira.

- Você precisa de amigos. Precisa voltar às aulas.

- Não brinca comigo!

- Estou falando sério, precisa parar de se isolar, volte pra escola, vou conversar com sua mãe sobre isso. Não tem como parar de ir as aulas assim.

- NÃO! - A última pessoa do mundo que quero se envolvendo nos meus problemas é minha mãe.

- Então toma posição e faça alguma coisa, ou eu faço.

- Sujo.

- Só meu trabalho, e é para ajudar você. Bom acabamos por hoje volte daqui um mês, ou antes se sentir necessidade.

- Depois de hoje não tenho certeza se volto. -Falo sussurrando, enquanto me levanto, mas ela ouve.

- Jungguk! - Ela pede.

- Um mês. -Retruco pra finalizar a conversa.

Me colocando de pé, sinto minhas pernas bambearem um pouco, abro a porta, a luz de fora é um pouco mais forte e machucam meus olhos, pisco algumas vezes e saio.

Faço meu caminho até o ponto de ônibus, as pessoas passam por mim como vultos seguindo seus caminhos, o dia está limpo, ah doce começo de primavera, mas não vejo nenhuma flor nas árvores ainda.

Coloco meus fones de ouvido, mando mensagem para o meu pai avisando que já sai da psicóloga. Meu pai tem me acompanhado bastante, mas desde uns tempos resolvi vir as consultas sozinho. Ele sabe que tenho um problema, mais não sabe exatamente qual, e acho que não tem necessidade dele saber, nem ele nem ninguém. Mas sempre esta pronto para me ajuda, e o melhor sem envolver a minha mãe. 

Meu pai sempre foi bem mais observador que minha mãe, sempre soube indentificar quando eu tinha um problema, quando não estava me sentindo bem, ou quando estava chateado com algo. Ele me ajudava com tudo. Só que ele não sabe o quão grande meus problemas se tornaram, seus olhos observadores que me viam, tem novos problemas para lidar. Ah pai, tudo bem, eu te perdoo.

~

Em casa eu chego, e vou direto para meu quarto. Um processo diário.

Meu quarto tem a luz fraca, as paredes cinzas (Por causa da sujeira do tempo e das marcas das minhas mãos) Minha mãe vive querendo pintar uma nova mão de tinta, mas eu não deixo que mexam num único lugar que posso considerar meu. Minha cama fica no canto direito perto da janela, meu computador que mal uso e meu guarda-roupa. Simples o suficiente para mim.

Jogo minha mochila no chão, deito em minha cama, fechos meus olhos, vários pensamentos que rodiavam minha mente somem, minha mente começa a esvaziar, até que minha mente passa a ficar silenciosa.

Cai um peso sobre meu corpo, um peso invisível e insuportável, ah essa sensação, abro meus olhos minha visão está embaçado, lágrimas, estou chorando? Me encolho na cama até meus braços abraçarem meus joelhos, silêncio. Doi.

Um flexo de luz desafia minhas pálpebras, eu êxito um tempo, mas abro os olhos. 1 Nova mensagem.

- jungguk, não esqueça de tomar seus remédios, e volte a frequentar as aulas.

Eu realmente falo sério, por favor, não ignore minhas palavras.

 

Ah essa pessoa realmente tinha que aparecer na minha vida? Psicologos.. Meu pai achou que seria uma boa ideia frequenta-los, enquanto passo com meu médico. Drogas. Remédios e mais remédios, assim que tentam me curar, só tenho 17 anos e tomo mais remédios que meus avós.

Depois de encarar muito tempo a parede do meu quarto pesando o que deveria fazer. Eu levanto e vou ao encontro do meu pai.

"Pai preciso voltar às aulas"

"Sério?"

"Não é por vontade própria, ordens médicas" 

Suportar o estado de choque do meu pai, e suas perguntas foi angustiante, mas ele ficou de arruma uma nova escola que me aceitasse no meio do ano, ele pareceu bem animado, odeio criar falsas esperanças para ele. Mas está cada vêz mais difícil arrumar uma desculpa para me explicar porque não vou à escola, ou porque de escolher ficar sozinho, ou do porque estar sempre evitando tudo e todos.

Ja faz 1 ano quase que não vou mais a escola, não tenho ideia mais do que é sentar em uma carteira e copiar uma lição do quadro negro, sempre fui aquele que senta na última carteira da fileira, do lado da janela, que passa as aulas olhando o dia passar atras das grades que cercam as janelas da escola. Eu tinha meus "coleguinhas" de sala, eu brincava com eles também, tentava não me transparecer tão anti social, mas eram apenas coisas simples como brincadeira do "Stop", "Polícia, ladrão e detetive", tinha vezes que eu ria das piadas. Tinha vezes que não era nem tão sufocante ter que fazer isso. Quando foi que isso parou?.

Dentro de mim tem um lado que só gostaria de fechar os olhos e dormir (Pra sempre), mas também existe um lado um que quer tentar (viver) fazer coisas que hoje não faço mais.

~

No meu quarto, sinto um grande arrependimento de ter falado com meu pai, bate uma imensa sensação de ansiedade. Só de saber que vou ter que lidar com pessoas, muitas pessoas, me deixa enjoado.

"Você precisa de amigos"

Quem disse que eu não tenho amigo? Eu tenho amigo... As pessoas só não pode vê-lo.

 


Notas Finais


"Quem disse que eu não tenho amigos? Eu tenho amigos" Don't forget this!


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