História Hey, Capitão! - Capítulo 1


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Categorias Capitão América, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Jane Foster, Nick Fury, Steve Rogers
Tags Capitain America, Capitão América, Fanfic, Romance, Steve Rogers
Exibições 159
Palavras 777
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


A única personagem de minha criação, é Helena, sua família e seus amigos também que ao longo da história aparecerão. O personagem principal é o Capitão América, espero que gostem e comentem, haha. Beijoks.

Capítulo 1 - Mudanças.


“Trim, trim, trim”.

O telefone da minha mesa chamava enquanto eu tentava conciliar meu tempo com meu trabalho inacabado. Não era justo, eu tinha muito trabalho para pouco tempo e mesmo assim precisava atender o telefone. Revirei meus olhos quando os outros nas mesas ao meu redor começaram a me fitar de cara feia pelo barulho estar atrapalhando-os.

– Sim? – tentei parecer simpática e feliz com a vida.

– Helena – eu então reconheci a voz grossa e firme do meu chefe – preciso que venha até a minha sala imediatamente. Estarei a sua espera.

– Certo – falei e ele então desligou o telefone.

Talvez ele quisesse um favor, ou algo do tipo, ás vezes ele me chamava para pedir café. Eu não me importava muito, era bom que eu tinha uma desculpa para desenterrar meu nariz de toda aquela papelada. Fiquei de pé e passei as mãos pela minha saia preta de modo que a desamassasse pelo menos um pouco, querendo ou não, o chefe estava me chamando. Balancei a cabeça e então bati na porta, no instante em que ele disse que podia entrar, entrei.

Ele pediu gentilmente para que eu me sentasse e então eu me sentei com um fraco sorriso, o fitando com meus olhos verdes.

– Helena, você sabe que sempre fui muito grato por seus trabalhos, não sabe?

Eu lhe fitei, ele parecia estar se despedindo? Balancei a cabeça assentindo.

– Ótimo. Nossa empresta está contratando novos funcionários, e estamos mandando alguns embora. Não é nada pessoal, são coisas de negócios, precisamos de espaço para os novos e melhores, sinto muito, mas você está na lista de demitidos deste mês.

Foi como se o chão fosse tirado de mim, por mais que eu não gostasse daquele bendito emprego, eu não queria ser demitida e nem podia, precisava do dinheiro para pagar aluguel e sobreviver na grande Nova York, eu então pisquei os olhos diversas vezes o fitando.

– Por que eu?

– Não é nada pessoal, Helena, é só necessário.

– Eu fiz trabalhos aqui que nem precisava – lhe fitei com uma pitada de fúria na voz – eu buscava suas coisas fora daqui, buscava café e nem secretária eu sou – fiquei de pé e apontei pra minha mesa – fico todos os dias com o nariz enfurnado naquela mesa fazendo meu trabalho, eu não incomodo em nada, e...

– Você não é boa o suficiente – ele me fitou com um olhar fixo, ele falava com os dentes trincados – pegue suas coisas, acertamos o resto depois.

– Certo – sussurrei balançando a cabeça e então saí de sua sala, todos estavam olhando para mim como se estivessem escutado toda nossa conversa, mas não me importava, não muito, ainda mais agora que não trabalhava ali mais. Revirei meus olhos e fui até minha mesa, tirei meus sapatos de salto – os quais estavam me machucando – e os joguei dentro da caixa de papelão que já estava na minha mesa. Idiotas. Peguei dois portas retrato que ficavam em cima de minha mesa, onde eu estava na foto com algumas pessoas de minha família e os joguei bruscamente dentro da caixa, eu não tinha muito o que levar dali. Puxei o teclado colorido que eu tinha comprado para aquele computador antigo e o joguei também dentro da caixa, mexi nas gavetas e em todos os outros lugares, fazendo o máximo de barulho possível, de modo que incomodasse todos ao meu redor, mas eles não se sentiam incomodados, já que não estavam trabalhando e sim prestando atenção em meu drama. Peguei a caixa com as duas mãos e sem falar uma única palavra saí dali. Eu realmente estava achando um desaforo, não achava que era necessário ser demitida, não por enquanto.

Entrei no elevador e estava sozinha. Graças á Deus. Assim que cheguei no térreo descalça e furiosa fui para a garagem pegar meu carro, precisava do meu salário para mantê-lo também. John, o simpático senhor do estacionamento, me fitou sem entender, mas no instante em que ele viu a caixa na minha mão ele entendeu, e resolveu não falar nada, apenas parei em frente á cabine onde ficavam as chaves e esperei que ele me devolvesse a chave do meu carro, e foi o que ele fez. Fui caminhando até meu carro e joguei a caixa no banco de trás.

Sentei no volante e saí, indo pro bar mais próximo. Estava quase anoitecendo, e provavelmente algum bar já estava aberto, era o que eu mais esperava no momento, eu precisava tomar um bom drinque, era isso que eu fazia quando algo saía de controle, eu tomava alguns drinques para esquecer, e não, eu nunca chorava quando algo me machucava, era costume. De tanto a vida bater, a gente vai aprendendo.



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