História Hey, Capitão! - Capítulo 12


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Categorias Capitão América, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Jane Foster, Nick Fury, Steve Rogers
Tags Capitain America, Capitão América, Fanfic, Romance, Steve Rogers
Exibições 70
Palavras 1.379
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - Shopping.


– Mary? – segurava o telefone tremula.

– Sim? O que foi?

– Não sei se vai querer escutar isso pelo telefone, mas tenho que fazer umas compras para meu final de semana e se quiser me encontrar no shopping, garanto que não reclamará.

– Tudo bem – ela riu do modo como falei rápido – o que aconteceu? É algo bom?

– É, algo muito bom – ri olhando a hora – encontra comigo no shopping ás três.

– Mas são duas e meia.

– Tchau.

Desliguei o telefone e corri até meu quarto pegando minha bolsa e um dinheiro que não poderia gastar, mas não passaria o final de semana em casa e viajaria depois de amanhã, não tinha muito problema, precisava de algo útil para sábado. Encontrei Mary na praça de alimentação do shopping, estava parada fitando o cardápio do McDonald’s, dei um fraco sorriso e fui andando até ela quem me viu rapidamente, nos abraçamos como cumprimento, e então ela fez a tão aguardada pergunta:

– O que tem pra me contar?

Sorri – Vamos pegar nossos lanches e te conto quando sentarmos.

– Isso não faz bem para nós dois – ela pousou as mãos sobre a barriga.

Eu ri – Claro que faz, pare com o drama e vamos comer.

Mary riu e fizemos nossos pedidos, eu não estava com fome, então pedi apenas um McFlurry enquanto Mary voltou para a mesa com a bandeja em mãos, assim que deu a primeira mordida me fitou para saber qual a novidade que tinha para contar. Pela primeira vez eu quis contar á ela sobre o que tinha acontecido, ela não precisou forçar a barra de modo que falasse, e isso me fazia sentir bem melhor.

– Então – comecei falando – minha mãe me ligou hoje. Convidou para o aniversário do meu irmão no sábado, isso significa que vou ter que ir para Texas amanhã á noite – sorri – Steve estava na minha casa.

– Mas o que ele estava fazendo na sua casa? – Mary me fitou sorrindo.

– Ele me levou para o hospital, lembra? O chamei para entrar...

– Mas é claro que chamou – Mary gargalhou.

A acompanhei na risada – Sou educada, deixe-me contar.

– Desculpa – ela riu fraco.

– Então, no telefone minha mãe disse que meu irmão levaria a namorada e que com certeza eu não estava sozinha aqui, então eu disse á ela que não estava namorando...

Mary fez uma cara estranha, mas obviamente era compreensível, poderia dizer que era uma cara maliciosa o que me fez rir, prossegui:

– E como eu não tinha namorado, acabei falando isso.

Mary levantou seu rosto, agora surpresa, me fitando, dei um fraco sorriso e então finalizei:

– Estou namorando.

Sabia que ela queria gritar, mas segurou o grito por estarmos em local publico, o que me deixou bastante aliviada.

– Ele me pediu assim que desliguei o telefone – finalizei.

– Ai meu Deus! – ela abriu um enorme sorriso – não acredito nisso, Helena!

– Pois acredite – eu ri – nem eu acredito, mas ele é ótimo.

– Sério, estou muito feliz por você! E mais feliz ainda por ter me contado – ela deixou o sanduíche de lado – mas me conte como foi isso, ele simplesmente pediu?

Eu ri – Ele estava na minha casa quando minha mãe ligou e disse que não tinha namorado. Sentei no sofá e ele simplesmente disse “pode dizer á sua mãe que você tem um namorado"...

– E você?

– Apenas sorri – eu ri – mas depois apavorei, você sabe como foram meus relacionamentos anteriores e ele percebeu isso, mas ao invés de ir embora, ele falou várias coisas dele também, e eu percebi que se o deixasse ir, seria uma boba.

Mary somente sorriu e calmamente disse – Você está apaixonada por ele.

– Não vou mentir para você – dei um fraco sorriso fitando meu sorvete que já estava derretido – eu gosto dele.

– Não – Mary sussurrou – você não gosta dele Helena. Você sente algo á mais.

Fitei Mary – Talvez.

Mary sorria – Vá em frente, Hel.

A fitei sorrindo, há tempos que ela não me chamava de Hel, era um apelido da época da escola, mas aquilo me fez sorrir. Ela me chamava assim quando queria me tranquilizar de algo, ou quando queria ser tranquilizada. Há tempos não me chamava assim porque tínhamos deixado de confortar uma á outra, tomamos rumos diferentes.

Eu ri – MaryBoo.

Ela gargalhou – Nossa, quanto tempo não escutava esse apelido.

– Exatamente – sorri empurrando o restante de sorvete derretido dentro do pote para o lado.

– Então Helena está namorando – Mary fez uma dancinha sentada e riu – espero que seja feliz, Hel. Espero mesmo.

– Obrigada – sorri agradecendo.

– Então – ela sorriu mudando o assunto – o que pretende usar nesse final de semana?

– Não tenho ideia – balancei a cabeça – algum vestido, ou alguma coisa do tipo.

– Ah, você vai para o Texas! Nada melhor que botas e chapéu de caubói – ela zombou gargalhando.

– Não cuspa no prato em que comeu – eu ri – você é texana também.

– E sinto falta de lá – ela deu ombros terminando suas batatas fritas.

– Quer vir comigo neste final de semana?

Ela balançou a cabeça negativamente – Obrigada, mas tenho trabalho para esse sábado.

– Oh, boa sorte.

Ela somente sorriu. Esperei ela terminar de comer e ainda ficamos conversando um pouco á mesa antes de sairmos, perguntei sobre o bebê e ela disse que estava tudo bem que dentro de alguns meses já dava para saber o sexo, conversando ainda fomos caminhando pelo shopping olhando as lojas. Eu realmente precisava de um vestido ou algo do tipo, mas comecei a pensar melhor na ideia de comprar um short jeans de cintura alta, sempre quis usar um. Agora não era uma hora ruim para isso.

Provavelmente eu chamaria Steve para ir comigo, e esperaria que ele realmente fosse, para me salvar daquele bando de loucos, chamados: família. A única coisa que talvez interditasse ele de ir, seria Os Vingadores, afinal, ele era o Capitão e provavelmente precisavam dele. Ele estaria longe demais para voltar caso travassem uma batalha em Nova York, o que não era nada bom. Mas assim mesmo, eu tentaria.

Além de comprar um vestido, comprei o tal short, duas blusas e uma saia. Certamente eu precisaria de trabalhar logo na semana seguinte para pagar tudo isso ao final do mês, estava apavorada, mas depois do pedido de hoje parecia que tudo havia mudado, eu simplesmente não sabia explicar, mas estava tudo diferentemente ótimo.

Depois de comprar algumas coisas para mim, Mary comprar roupas novas e pararmos em todas as lojas de bebês do shopping, voltamos para casa. Cada uma em seu carro, mas acima de tudo foi uma tarde agradável com ela, há tempos não riamos tanto e nos divertíamos, em parte, aquela briga que tivemos foi uma boa coisa, nos tornou mais próximas depois de fazermos as pazes.

Assim que cheguei em casa a única coisa que queria era descansar, pelo menos um pouco, cheguei em casa já estava anoitecendo e tinha andando bastante no shopping, experimentado roupas, esperado Mary, realmente estava exausta e só de pensar no final de semana ficava mais exausta ainda. Meu telefone tocou algumas horas depois de ter chegado em casa, por sorte já havia tomado meu banho, lanchado e estava apenas esperando o sono chegar assistindo televisão. Peguei meu telefone sem fio e atendi, voltando para o sofá, era Steve perguntando como havia sido meu dia no shopping, o que me fez rir.

– Foi exaustivo – respondi – experimentei muitas roupas, esperei Mary experimentar, entramos em lojas para bebês, uau.

Ele riu do outro lado da linha – Imagino, só de escutar já fico exausto.

Eu ri – E como foi seu dia?

– Foi normal, não tivemos incidentes urgentes, nem incidentes emergenciais.

Sorri fitando a televisão – Isso é ótimo.

– É, parece que Nova York está em paz. Nada de sobrenatural – ele riu.

Ri fraco – Então, Steve – meu coração estava acelerado – por um acaso, você fica de folga nos finais de semana?

Ele riu – Nunca tenho folga. Por quê?

– Você sabe porque – respondi sorrindo – gostaria de ir á Texas comigo, como meu namorado?

– Eu adoraria.

Suspirei aliviada – Certo meu super herói, amanha á noite pegaremos um avião, tudo bem?

– Tudo ótimo – ele riu fraco pelo telefone – te vejo amanha á noite?

– Com certeza, sim.

– Boa noite.

– Boa noite, Steve.

Sorri e desliguei o telefone. Não tinha nem o que dizer, amanha á noite iria viajar, com meu namorado, para minha cidade natal. Deus! Como isso era estranho! Adoravelmente estranho.



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