História Hey, daddy {TaeYoonSeok} - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 106
Palavras 3.116
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


NÃO ME MATEM
SERIO
JURO QUE QUERIA UM CAP SEM LENCINHOS
MAS
AAAAAA
SO LEIAM

Capítulo 8 - "Você fez sua escolha, Taehyung..."


Fanfic / Fanfiction Hey, daddy {TaeYoonSeok} - Capítulo 8 - "Você fez sua escolha, Taehyung..."

– Eu só queria que fosse mentira. – Disse o Min, pela vigésima vez puxando seus cabelos, enquanto permanecia sentado sobre o chão do banheiro escuro e com poucas pessoas que entravam e saíam, deveras confusas, mas em silêncio; todavia, não tinham a obrigação de saber da vida dos outros. Havia uma aura negra por cima de Yoongi, uma aura, que apenas ele enxergava. O Min estava muito irritado; muito triste; muito frustrado. Era como se de repente, sua vida tivera ficado ao contrário, e ele perdesse seu amigo, por um amor unilateral. Quem sabe se, ele não tivesse se apaixonado pelo professor, tudo estaria bem? Talvez sim, ou talvez não.

O sinal para o intervalo tivera tocado, e ele continuava ereto, encarando um ponto especifico. A porta se abriu, revelando o rosto da ultima pessoa que ele gostaria de ver; Jung Hoseok. O professor arregalou os olhos observando o Min que, rapidamente, limpou as lagrimas teimosas, e se levantou, com uma feição nada boa; os olhos avermelhados, com olheiras e o rosto deveras quente. Apoiou – se sobre a pia de granito bege, e cerrou os lábios, sem contato visual ao mais velho. O professor suspirou e mordiscou o lábio inferior rapidamente, logo indo a pia ao lado do menor, ligando a torneira e enchendo ambas as mãos com água, jogando – a em seu rosto. O Min umedeceu os lábios e permaneceu a olhar um ponto fixo na pia, enquanto respirava pesado.

– Ela me rejeitou. – Pronunciou – se o Jung, secando o rosto com uma toalha que tivera trazido de casa. O Min marejou os olhos e travou o maxilar; desencostou seus braços da pia e passou pelo professor, sem responde – lo ou olha – lo. Sentiu seu braço ser puxado fortemente, e então o calor do corpo de seu amado, se juntar á sua pele fria. Eles estavam deveras perto, e o Min pudera sentir o hálito quente do Jung, colidir contra sua pele. A tentação de beija – lo, era imensa, mas ele sentia ódio, e não poderia, não deveria, se entregar assim, novamente. – Eu quero conversar com você, explicar o que está acontecendo, por que é tão difícil me escutar? – O Min soltou seu braço do professor bruscamente, o fazendo quase colidir contra a pia com o empurrão que tivera tomado. Yoongi permitiu que uma lágrima solitária saísse, enquanto encarava intensamente os olhos do professor, como se pudesse ver sua alma.

– Eu não quero te escutar, eu não mereço passar pelo o que estou passando por vo... – Ele é interrompido por um puxão de nuca, vinda de seu professor. Os lábios se juntaram em um beijo necessitado, entretanto, apenas da parte do Jung; o Min os separou e limpou os lábios com a mão. – Chega Hoseok! – Diz o mais novo, deixando mais lágrimas derramar sobre o chão. – Eu não quero que brinque comigo novamente... Alias, conseguiste o que queria! Taehyung me deixou, preferiu confiar em você. – Ele riu, ironizando, como se suas lagrimas não estivessem presentes. – Parabéns, espero que sejam felizes. – O Min termina sua frase, instalando assim, um silêncio, e em meio a esse silencio, o Min deixa o banheiro. O professor esconde seu rosto por detrás de sua franja que, estava caída sobre os olhos e caminha em passos lentos até onde se encontrara anteriormente o Min. Yoongi havia deixado um chaveiro em meio a suas lagrimas, que mancharam o chão. Jung se agachou e pegou aquele chaveiro do Kumamon, o enroscando por entre seus dedos, enquanto deixava um sorriso fraco sair. Cerrou os lábios e suspirou, guardando aquele chaveiro em seu bolso do casaco.

Taehyung, por sua vez, se encontrava no jardim. Chorava feito criança, todavia, nunca tivera tido uma briga de tamanha seriedade com seu hyung. O Kim se arrependia do que tivera dito, e bem que gostaria de correr, abraçar e se desculpar, mas e se o Min não quisesse vê – lo? E se ele não aceitasse suas desculpas? Ele se sentiria ainda pior, certo? Certo.

“Eu não queria isso...”.

Taehyung sentiu o vento soprar seus fios, como se seu pensamento, tivera sido uma mentira; ele queria o Min longe de Hoseok? Não, pelo menos não assim. Desde sua infância, o Kim tinha muita inveja de tudo que fazia seu hyung, principalmente, quando Taehyung não sabia fazer igual ou nem ao menos, parecido. Sempre teve medo de seu amigo ser melhor em tudo, e no fim, o deixar para trás, como se fosse um lixo. Sua auto-estima era deveras baixa, e ele tinha medo de não ter mais nenhum amigo por ser tão tímido, tão desastrado, tão chorão; Mas o Min, nunca saiu de seu lado, e isso, o fez ver Yoongi com outros olhos.

Taehyung! – O Kim de apenas oito anos, levantou o olhar para enxergar o de cabelos escuros. – Tem uns meninos querendo falar com você, mas eles parecem malvados. – O Kim baixou seu olhar e mordeu o lábio inferior, levantando – se do chão simultaneamente. – Você irá?

– S-Sim! Meu pai disse que... S-Sou homem. – E assim o Kim fez, correndo para onde um grupo de meninos estava. O Min observava de longe, cuidando o mais novo. Os meninos discutiram com o Kim, e logo um deles, tomou a gola da camiseta do mais novo, o levantando do chão. Nessa altura, o Kim já estava a chorar; definitivamente, ele não conseguia segurar. Os meninos debocharam do menor e o jogaram no chão, fazendo sua pele raspar contra o chão. O grupo de mais ou menos quatro garotos se aproximou do Kim indefeso ao chão, prontos para lhe dar uma linda surra, mas o Min intervém, e diz para baterem nele, e não em Taehyung. Os meninos vingaram – se na pele pálida do pequeno Min que, tossia, pelos socos ao estomago. Taehyung ficou com medo e se afastou, correndo para longe dali. Chamou vizinhos, pessoas que passavam pela rua na hora, mas parecia que estava sozinho no mundo; ninguém o escutava. Finalmente, encontrou policiais. Correram para onde antes acontecia a briga, espantando os meninos. Yoongi estava desacordado ao chão, e o Kim se desabou em lágrimas, como se tivesse perdido o amigo. Rapidamente, levaram Yoongi para a viatura, e correram para o hospital; felizmente, o policial era conhecido na vizinhança, e conhecia ambas as crianças. Rapidamente, tiraram Yoongi da viatura, ao chegarem a frente à emergência. Uma maca o levou o mais rápido que puderam. O policial ligou para os pais do Min, e logo para os de Taehyung, que disseram que logo estariam no local. O Kim ainda chorava, desesperadamente em frente à emergência, e sentia suas pernas bambas, desabarem de joelhos. O policial rapidamente se aproximou de Taehyung, o levantando do chão. Foram ambos para dentro, aguardarem noticias, ou ao menos, os pais dos dois menores.

[...]

Uma enfermeira se aproximou do oficial e de Kim, suspirando, após alguns minutos.

– Licença, algum de vocês é algo do menino, denominado... – A enfermeira cerra os olhos, tentando se recordar do nome do pequeno.

– Min Yoongi. – Taehyung completa, soluçando. – Moça, ele vai ficar bem, não é?

– Calma, primeiro preciso saber o que são. – A enfermeira loira responde, enquanto encara – os.

– Sou Luhan, um policial próximo da família, e ele é amigo de Yoongi. – O policial diz, levantando – se da cadeira de espera, e reverenciando.

– Entendo. Bom, o garoto teve que ser levado as pressas para uma sala de recuperação. Estava machucado demais, todavia, perdeu muito sangue. Precisamos de doação de O - para ele, mas pelo o que estou a checar nas doações recentes, não há nenhum tipo O-! E isso é perigoso. Ele pode morrer. – Nesse momento, o Kim levantou o olhar, marejando seus olhinhos castanhos escuro. Taehyung já tivera doado sangue antes, e realmente, era O-. E mesmo que estivesse com certo receio, não iria deixar o amigo morrer.

– Eu posso doar! – Taehyung diz, entrelaçando suas mãos. – O-o meu é tipo O-.

– Okay, mas, seus pais estão aqui? Infelizmente, não posso fazer nada sem sua autorização. – A enfermeira diz, ajeitando seus óculos em seu nariz.

– N-Não... Eles ainda estão vindo... Mas... Eu não quero deixa – lo morrer... Por favor, senhorita! – O Kim implorava, desabando em lágrimas quentes.

– E-EU não sei... – A enfermeira puxa o ar com o canino, e logo suspira. – Ok, vamos comigo! – A enfermeira estende a mão, e Taehyung levanta o olhar, esperançoso e segurando sua mão. Saíram ambos para uma salinha esbranquiçada, onde Taehyung deixaria o sangue.

Após a doação, logo o sangue foi injetado em Yoongi.

[...]

Yoongi já acordara. Passou quase dois dias desacordado, e o Kim não saíra de seu lado. Eles brincavam juntos com bonecos que os pais do Min, tiveram trazido ao filho. Estavam apenas as duas crianças, já que os pais do Min e do Kim, foram trabalhar. Eles lutavam com os bonecos, fazendo sons com a própria boca.

– Hyung, como se sente? – Taehyung pergunta, ainda movimentando os braços de seu boneco para acertar o de Yoongi.

– Muito bem, TaeTae! – Ele sorriu para o mais novo, enquanto ainda guerreavam com aqueles bonecos de coloração diferente.

– Ah, Yoongi hyung, trouxe uma coisa para você! – O Kim sorriu lindamente, tirando de seu bolso um chaveiro. – Sua mamãe disse que você gosta dele, e eu tenho vários lá em casa, então trouxe um para você! – O Min sorriu tão largo, que poderia rasgar seu rosto e tomou o chaveiro de Kumamon das mãos do amigo rapidamente, o grudando em seu peito, pressionando – o ali.

– Aigoo, melhor presente do mundo! – O Min diz, sorrindo. – Obrigado TaeTae! – Yoongi puxa o menor para um abraço desajeitado. Ambos estavam sentados sobre a maca, já que ela era grande, então não havia problema. Taehyung se espantou de primeira, mas retribuiu aos poucos, sorrindo.

– Obrigado a você por me salvar. – O Kim diz, fazendo Yoongi lhe soltar com um bico confuso.

– Yah! Você também me salvou. Minha mãe contou. – Taehyung ri baixo. – Eu te amo TaeTae! – Taehyung cora simultaneamente, e engole seco, enquanto observa o mais velho. – Taehyung, fecha os olhos. – O Min pede.

– Pra que, hyung?

– Só feche – os. – E assim o Kim fez. Taehyung mordeu rapidamente seu lábio, nervoso para o que o Min faria, e logo sentiu uma pressão contra os mesmos. Abriu os olhos rapidamente, para processar o que acontecia, e rosou ainda mais as maças de seu rosto, ao perceber que o Min tivera colado ambos os lábios. Fechou lentamente seus olhos, apenas aproveitando aqueles lábios finos contra os seus. O Min desencostou, e sorriu.

– É molhado, hyung. – O Kim diz, escondendo seu rosto nas mãos. – O Hyung ama o TaeTae?

– Muito, Tae! – Respondeu o Min.

O Min suspirou, ao recordasse de tais momentos. Ele estava na quadra, junto aos amigos, que conversavam entre si, enquanto Seokjin observava atentamente os movimentos do professor Namjoon, que competia contra os alunos, apenas para se divertir a eles. O sorriso de Namjoon era deveras encantador, e Seokjin sentia seu coração palpitar toda a vez que via aquele sorriso esboçado em seu rosto. De relance, o professor viu Seokjin, e sorriu para o mesmo, abanando. Seokjin sorriu largo e abanou de volta, em um transe profundo a aquele sorriso. Jeon e o Park estavam perdidos em seu próprio mundo, manhosos e trocando selares vez ou outra. Seria esse o relacionamento dos sonhos de Yoongi? Talvez.

Os meninos até perguntaram ao Min o porque de seu rosto estar assim, mas ele preferiu não comentar sobre o assunto; Mesmo que de certa forma, Seokjin soubesse.

Yoongi suspirava constantemente, observando aquele jogo sem contagem de pontos ou objetivos, enquanto perguntava – se o que fazia Taehyung, e se pelo menos um pouco, o Kim pensasse em si. Bom, esses pensamentos foram cortados quando o Min se atreveu olhar para a entrada da quadra. O Jung e Taehyung entraram de mãos dadas, sorrindo um para o outro, como se nada tivesse acontecido. O desconforto de Yoongi fez com que Jin percebesse e entendesse.

– NAMJOON! – Jin gritou, e o Kim mais velho deixou os meninos, se aproximando dos meninos.

– Diga querido. – Seokjin rosou suas bochechas ao escutar o “querido”, mas suspirou, tentando concentrar - se no que diria.

– Você não quer se juntar a nós mais tarde? Vamos levar Yoongi para se divertir, em um café ou sei lá. – Yoongi que, estava quase a chorar, encarou ambos os Kim’s.

– Vão é? –  O Min questiona, rindo fraco. Jeon se mete.

– Comida de graça, já to indo. –  JungKook diz, rendendo risadas.

– Na verdade, você vai pagar o próprio lanche, bonitinho. É só o Yoongi que está mal aqui, então farei esse sacrifício para ele. –  Jin diz, sorrindo cínico.

– Injustiça! – Jeon reclama, cruzando os braços. Todos riem, e Namjoon se pronuncia.

– Bom por mim tudo bem.

– Oi gente. – O Min escuta uma voz reconhecível adentrar sua audição; era Taehyung, e ele carregava em sua expressão, um sorriso. – Yoongi... Nós podíamos conversar com você? – Yoongi rapidamente levantou o olhar.

– Para que? – Jin pergunta, indignado e se levantando da arquibancada. – Quer machuca - lo ainda mais... – Seokjin olha o Min, interrompendo as proprias falas, que se levanta com a franja sobre os olhos.

– Estou indo agora. Parece que temos um novo casal, não quero atrapalha – los... – Ele diz, e sorri, deixando uma lagrima atrás da outra escapar. Caminha para sair, mas para ao lado do Kim. – Espero que não se arrependa, Taehyung. Mas se, se arrepender, eu estarei aqui. – O Min diz, e sai de perto dos meninos, sendo seguido por Jeon e Jimin que, até então, estavam estáticos.  Seokjin lançou um olhar confuso á Taehyung e logo pegou a mão de Namjoon, o puxando para fora dali. O Kim que antes chorava no pátio, foi encontrado por Hoseok; Hoseok estava com a consciência pesada, e resolveu falar a Taehyung, para falar com Yoongi, pensando que Yoongi poderia agora, aceitar que ele era uma boa pessoa. E deveras ele era alguém bom; Mas estava confuso, e queria organizar seus sentimentos.

O Min chegou ao pátio, percebendo Mark, observando do lado de fora, o Jung e o Kim juntos. Ele cerrava vez ou outra seus lábios, até o Min se aproximar e lhe assustar.

– Mark... – O Tuan travou a respiração pelo susto, mas logo suspirou. – Desculpe, não queria lhe... – Yoongi percebe o que tanto olhava o Tuan e também suspira.

– Eu não consigo acreditar. Eu o perdi, Yoongi... Por quê? – O Mark liberou suas lagrimas, que escorriam simultaneamente. – O que eu fiz de errado? – Aquilo cortava o coração do Min; Alias, não só ele. Os meninos estavam ali também, todos confusos, mas ainda assim, ver uma pessoa chorar é doloroso.

– Calma menino que não conheço! Eles não assumiram nada. – Jin diz.

– É, todavia, eles não podem! – Jimin intervém. – Aish, não gosto de ver pessoas chorarem.

– Poxa, eu estava chorando e você não fez nada! – O Min diz e forma um bico aos lábios, fazendo Jimin rir.

– Desculpa hyung, mas eu nem sabia que você estava chorando. – Jimin responde, rindo, fazendo Yoongi permanecer com um bico.

– Enfim. Vamos sair hoje? Pode ir com a gente menino... Huh... – Jin espera que complete.

– M-Mark Tuan! – Ele completa e reverencia rapidamente, enquanto ri.

A manhã pode ter começado complicada, mas à tarde, eles se divertiriam, pelo menos, era o que pensava o Min. Taehyung e Yoongi, permaneceram a aula toda sem trocar contatos visuais, mesmo que Taehyung quisesse falar algo, o Min sempre arrumava um jeito de ignora – lo.

Ele estava muito machucado.

Ao fim da aula, o Min arrumou seu material o mais rápido que pode, e já ia sair, mas fora puxado.

– Podemos conversar? – O Kim pergunta, segurando o pulso do Min firmemente.

– Estou ocupado. – Ele responde friamente, e força o braço para poder sair, mas o Kim o aperta ainda mais.

– Yoongi, por favor, eu realmente... – Yoongi puxa seu braço, antes que ele pudesse terminar percebendo o quão seu pulso pálido, havia avermelhado, por conta de Taehyung te – lo apertado.

– Não estou com tempo e nem paciência para te escutar falar besteiras... – A sala se instalou em um silencio. A maioria da turma, tivera ido embora, restava somente ambos. – Se me der licença. – O Min atravessou a porta, mas parou, ao escutar o Kim se pronunciar. Ambos estavam com uma escuridão sobre os olhos, por conta das franjas.

– Você irá acabar com a nossa amizade? É isso que você quer Yoongi?

– Não, Taehyung, é o que você quer, você mesmo disse que nao liga para nossa amizade, e que me odeia... – Ele responde, suspirando e segurando as lagrimas. – Ah, e diferente de você... – O Min gira os calcanhares para enxergar melhor o mais novo. – Eu ainda amo você. – Taehyung arregala os olhos, e entreabre a boca para dizer algo, mas Mark aparece sorrindo e coloca seu braço sobre o pescoço do Min.

– Vamos Yoongi? – O Tuan profere, enquanto sorri. Olha de relance, Taehyung, que estava estático e baixa o olhar. Yoongi vira – se para o amigo.

– Vamos sim, onde estão os meninos? – Yoongi responde, forçando um sorriso. Ambos seguem para a direção contraria da saída para poder se encontrar com os amigos e no caminho, Yoongi passa pelo o professor, com a expressão baixa, esbarrando com sua destra no corpo do Jung. O cheiro do shampoo do Min, adentrou as narinas de Hoseok que, após Yoongi passar, virou os calcanhares para vê – lo. O Min sequer olhou para trás; mesmo que seu peito doesse, mesmo que estivesse louco para chorar, não iria demonstrar fraqueza, não agora.

Foi despertado de seus devaneios, quando enxergou os meninos.

– Vamos! Estou tão ansioso. Joonie disse que nos levará em um café novo! – Seokjin fala, dando leves saltos e batendo palmas; ele estava realmente animado. Detrás de si, desciam Jeon e Jimin, enquanto conversavam.

– Oh, casal do ano, tão nesse mundo ainda? – Perguntou Mark, rindo. O casal riu e assentiu.

– Pra comida, to aqui sim! – Respondeu JungKook, rindo. Logo Namjoon se juntou a eles, e todos foram em direção ao estacionamento; iriam no carro do professor. Seokjin sentou ao lado de Namjoon, e Yoongi, na janela do lado direito, enquanto Jungkook, Mark e Jimin se ajeitavam. Por fim, Mark e Jungkook, ficaram no meio de Jimin e Yoongi. Jimin e Jeon estavam melosos um com o outro, e mesmo que causasse náuseas ao Min, ele se sentia feliz, por saber que seus amigos não passavam pelo o mesmo que si.

– Yoongi, tudo bem? – Perguntou Mark, encarando o amigo com preocupação, já que o Min, tivera quieto e olhando a janela.

– Sim, tudo. – Novamente o Min força um sorriso, mas volta a fitar um ponto fixo na rua, que agora, estava ficando mais visível; estavam a finalmente sair do estacionamento.

“Você fez sua escolha, Taehyung...”.

Pensou e suspirou, tentando se concentrar em Mark, que delirava com conversas aleatórias e de vez em quando uma piada. Deveras, esse dia, será longo. 


Notas Finais


PROMETO QUE MELHORO AINDA
JURO
AAAAA NAO ME JOGUEM PEDRAAAA
TO INDO EMBORA, FUI - MEEEEEEE
*CORRE*
*VOLTA*
NAO ESQUECE DE DEIXAR O COMENTARIO
*CORRE DNV*


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