História Hey, Este Uke é Meu! - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias One Piece
Personagens Boa Hancock, Cavendish, Dracule Mihawk, Eustass "Captain" Kid, Franky, Jewelry Bonney, Koala, Makino, Monkey D. Luffy, Nefertari Vivi, Nico Robin, Portgas D. Ace, Rebecca, Roronoa Zoro, Sabo, Sanji, Scratchmen Apoo, Shanks, Tashigi, Trafalgar D. Water Law, Trafalgar Law, Usopp, Viola
Tags Acelu, Etcs, Kidlaw, Kidlu, Lawlu, Lubarto, Luffy, Luffyxgeral, Lusan, Rona, Saboala, Yaoi, Yuri, Zolu, Zosan
Exibições 122
Palavras 1.800
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Um pedido; não matem a autora.
Um aviso; contém yuri no fim do capítulo - Apenas não leia tal parte se não gosta.

Capítulo 6 - Experiência


Fanfic / Fanfiction Hey, Este Uke é Meu! - Capítulo 6 - Experiência

Ace andava frustrado pelas ruas, sem rumo, apenas com um único objetivo em mente; não xingar Luffy mentalmente. Tudo o que este queria, era proteger o irmão e guarda-lo para si. O jovem sentou-se num banco de praça, bufando de ódio e decepção. Pegou seu celular e começou uma conversa com certo amigo loiro.

[Ace: E ai, Marco.].

O sardento enviara a mensagem e esperou breves segundos, de imediato, o amigo o respondera.

 [Marco: E ai?]
 [Marco: Tudo na paz?]
 [Ace: Não, o Luffy saiu e sequer me disse sobre isso pessoalmente!]
 [Marco: Poxa... Eu o conheci ontem, por acaso ele te avisou?]
 [Ace: Hm, sobre?]
 [Marco: Que eu passei lá no seu dormitório, porém você não estava e pedi pra ele te dar o recado.]
 [Ace: Não, ele não me avisou.].

-Infelizmente. – Pensou ele, revirando os olhos.

 [Marco: Poxa, isso foi mancada.]
 [Ace: Ele deve ter esquecido]
 [Ace: É típico do Luffy.].

 

...

Já era tarde, quase madrugada. Law ainda observava seu amado dormir em sua cama tranquilamente, enquanto este permanecia ao chão. Seus pensamentos não eram nadinha... Delicados e ainda se arrependia de não ter feito sexo com ele, nem que fosse apenas o oral, já seria fantástico para si.

-Luffy-ya tem uma boca tão macia e delicada... – Pensava o moreno. – Abocanhando o meu pênis então, seria fantástico...

A porta se abriu, seu ‘querido’ colega de quarto, X-Drake havia chego e observava o local escuro, procurando pelo interruptor. Trafalgar levantou-se, pegou uma lanterna e avançou rapidamente para perto do ruivo.

-Não ouse acender a luz. – Law acendeu a lanterna bem aos olhos do ruivo, o deixando perplexo e assustado por um tempo.

-Urgh! Por quê?

Trafalgar colocou dois dedos nos lábios e pronunciou um “Shh”.

-Ele está dormindo.

Drake fitou a cama do moreno, observando o garoto dormindo.

-Quem é ele?

Law colocara a luz em sua face novamente.

-Não te interessa.

O ruivo o olhou malicioso.

-É aquele guri que você assedia, não é? – Perguntou com o mesmo sorriso ainda em seus lábios. – Seu doente.

-Eu não assedi-

-Você tem que cuidar melhor de quem ama.

-Mas eu cui-

-Doente.

-Me deixa falar, porra!

Com o berro altíssimo deste, Luffy esfregou seus olhos e sentou-se na cama, os observando curioso.

-Torão?

Este correu até o garoto e o impediu de ficar em pé.

Luffy virou-se para Drake.

-Quem é esse?

Law deu de ombros.

-Ninguém importante.

O ruivo grunhiu, cerrando os punhos.

-Sou colega de dormitório do “Torão” – Começou este. -, chamo-me X-Drake, garoto.

O mais novo sorriu largamente.

-Prazer em conhecer! – Exclamou. – Eu sou Luffy, amigo do Torão.

Trafalgar desviou os olhos dos dois, afinal, estava indignado por ser apenas amigo do amado, porém um dia, talvez este o conseguisse apenas para si, não?

-Okay, Okay. – Chamou-os este. – Agora que já se falaram, que tal irmos dormir, sim? Está tarde.

Luffy negou imediatamente com a cabeça.

-Não! – Exclamou. – Eu quero conhecer o seu amigo, vamos jogar alguma coisa!

Drake assentiu.

-Claro, eu não tenho compromisso algum amanhã.

Trafalgar buscou contradizer as pressas, falhando miseravelmente.

-Mas o Luffy-ya tem que dormir ce-

-Aqui! Vamos jogar este? – Perguntou o garoto.

-Pode ser. – Confirmou o ruivo.

-Não me ignorem! – Exclamou Law.

Ambos o fitaram.

-Você é tão chato. – Disseram em uníssono.

E fora esta confusão pelo resto da noite.

...

Eustass Kid estava em um compromisso sério de zerar três jogos em uma única madrugada, e não estava distante disto. Já eram quatro horas da manhã e ele estava quase finalizando seu segundo jogo, trocara as pilhas do controle pela segunda vez e continuara seu serviço.

Os olhos sequer piscavam e seu celular vibrava, porém ele o ignorava, distrações eram desnecessárias. Quando menos esperou, morreu em um momento completamente inusitado e este olhou para o celular; era Apoo.

-Que foi, caralho? – Indagou o ruivo, jogando a frustração e stress no colega de quarto.

-Você está em casa? – Perguntou este.

-É claro que estou.

Ouviu um bufo do outro lado.

-Por que você está ai?

Kid arqueou as sobrancelhas.

-Pois o dormitório também é meu e eu posso habitar ele quando eu quiser? – Perguntou ironicamente. – Fala logo à merda que tu fez, vai trazer outra putinha aqui, é?

Apoo permaneceu mudo.

-É isto, não? – Perguntou novamente.

Este riu histericamente, provavelmente nervoso.

-É. Quase isso...

Eustass fixou seus olhos no aparelho eletrônico, xingando mentalmente por ter morrido tão insignificantemente depois de tanto tempo.

-E então? – Indagou novamente.

-Eu só queria saber se eu posso trazer ela ai.

Kid pensou por um tempo.

-Tá, mas se trouxer, não vai fazer nenhuma merda durante a minha presença.

-Tudo bem. – Disse por fim.

A ligação se encerrou.

-Eu hein... – Resmungou o ruivo. – É doido.

Suspirou fundo, pegou o controle de seu Xbox e reiniciou a partida.

...

-Droga! – Reclamou este.

Roronoa Zoro estava frustrado, sentado em sua cama e encostado ao travesseiro; suas ideias eram terríveis e nunca conseguiria convidar Luffy para um encontro da forma correta. Bem, pelo menos era isto que ele pensava.

Para a sua sorte, podia gritar o quanto quisesse, afinal, Sanji não estava em casa e o dormitório de ambos era solitário, não tinham vizinhos muito próximos, nem aos lados, nem à frente. Apenas nos outros próximos quartos, que muito provavelmente não chegariam a escutar-lhe.

-Já sei! – Exclamou como se pudesse gritar um “Eureca” pela conquista. – Vou chama-lo para comer, perfeito!

Continuou com as anotações bem descritas, sua barriga roncou, porém ele ignorou a própria fome, estava ocupado demais com o próprio plano.

-Shopping, depois da aula, perfeito.

Finalizou os planos e buscou por saquê, tomando a garrafa inteirinha em segundos.

-Onde será que foi aquele cozinheiro maldito? – Indagou em preocupação, não necessariamente com Sanji, e, sim com a própria barriga que pedia por comida.

O loiro sempre trancava a geladeira com um cadeado muito forte e tenebroso, portanto não tinha o que comer além de pão seco e suas garrafas de saquê não geladas que este havia comprado no mesmo dia.

-Espero que ele chegue logo, preciso comer.

Deitou-se a cama, observando sua lista e bebendo saquê, e, é claro, pensando em Luffy.

...

Cinco horas da manhã, Eustass já havia zerado o outro jogo e estava um pouco distante de zerar o próximo e ultimo jogo. Escutou a chave abrir sua porta e obviamente sabia que era Apo.

-Oi ruivo! – Exclamou o amigo.

-E ai? – Cumprimentou-o com as palavras, sem retirar os olhos do jogo e piscar a momento algum. – Trouxe a guria?

Apoo permaneceu sem responder, apenas conversando aos sussurros com Basil Hawkins.

-Ela? – Indagou o loiro para Apoo, sussurrando.

Ele assentiu.

-Quando conversei com ele pelo telefone, ele tinha cismado que eu traria uma garota pra casa, portanto deixei que este pensasse de tal forma – Disse este, em sua defesa. -, Kid é muito cabeça dura e teimoso.

Basil concordou, compreendendo.

-Bem, então tudo bem, eu acho.

O ruivo morreu em seu jogo, pegou uma almofada e gritou. Gritou tantos palavrões e xingamentos que chegou a ficar vermelho pela força exigida para tal ação.

-Eu estava tão perto, porra! – Grunhiu. – Aquela desgraça cai do céu, vai se ferrar!

Scratchmen começou a rir, deixando o ruivo ainda mais zangado e o lançando um olhar mortífero.

-P-Pronto Hawkins, ele já parou de jogar.

Este apenas assentiu. Kid o fitou, arqueando as sobrancelhas.

-Quem é esse?

-Meu er.. – O moreno buscou por palavras, em vão. – O que nós somos mesmo?

-... Amigos. – Respondeu este.

Eustass sorriu.

-Um relacionamento não sério? – Perguntou-lhes, os deixando vermelhos como pimenta e desviando o olhar. – É, pelo visto é isto mesmo.

...

No dia seguinte, em pleno domingo, certa garota ruiva levantou-se bem cedo para ir tomar um bom banho e acordar. Nami Orange era uma mulher muito dedicada e estudiosa, esta garota cursava humanas em sua faculdade, mais especificamente Geografia.

Como nunca foi herdeira de fortunas e seus pais não eram lá muito ricos, nem pobres, ela tinha que pagar o próprio dormitório que dividia com Vivi, sua amiga de cabelos azulados. Trabalhava em um café boutique as quartas, sextas e domingos, recebia um salário considerável e ótimo para sustentar-se.

Saiu de seu banho, vestiu roupas mais simples e levou o uniforme do local dentro de sua bolsa. Despediu-se de Vivi, que dormia e seguiu até seu trabalho. Para a sua sorte ele era extremamente perto, apenas duas quadras de distancia e não precisava pegar um taxi, nem metrô ou ônibus, podia seguir facilmente a pé.

Chegou à loja e cumprimentou a todos, seguiu para o vestuário e colocou o uniforme básico e um tanto extravagante, porém fofíssimo. Um vestido na cor nude e curto, com mangas e rodadinho. Como a jovem possuía um corpo avantajado e esbelto, este lhe caia muito bem.

-Oi Nami. – Chamou-a uma mulher altíssima e morena que também trabalhava ali.

A ruiva sorriu para esta.

-Olá Robin. – Cumprimentou-a com um ‘High Five’.

A morena olhou-a com um ar preocupado; Nami não parecia feliz.

-Como foi o seu ultimo encontro ontem? – Perguntou-a com o cenho franzido.

Nami suspirou.

-Não sei como dizer, foi péssimo. – Respondeu com um semblante muito triste. – Ele foi tão bruto, indelicado e ridículo. Tratou-me como um objeto completo, apenas um troféuzinho; “Olha só a garota com que estou saindo, não é uma gracinha?”.

Robin lhe ofereceu um abraço, esta não negou.

-Homens são brutos, você sabe. – Disse-lhe, afagando seus cabelos ruivos e macios. – Não é tão fácil lidar com eles.

A ruiva assentiu tristemente, para a sorte de ambas, faltava meia hora para abrir a boutique. Nico a levou para uma das cadeiras atrás do balcão, sentando-se na outra. A ruiva então lhe explicou tudo o que acontecera, desabafou o máximo que conseguia e marejou seus olhos diversas vezes.

Quando se acalmou, esta fitou a amiga fixamente e decidida.

-Robin. – Chamou-a Nami.

A morena olhou-a nos olhos e sorriu.

-Sim?

Seu rosto adquiriu certo rubor indiscreto e fofo, róseo.

-Eu cansei deles – Começou ela. –, quero tentar outra coisa.

Robin franziu o cenho com um misto de preocupação e curiosidade.

-É uma boa ideia, acho que possa a ajudar, não?

A ruiva assentiu.

-Quero tentar com você, Robin.

A morena congelou, fitando a amiga em um estado de choque, porém não recusou a proposta. Por fim, ela sorriu.

-Tudo bem então, você quer experimentar agora?

Ela assentiu, puxando a morena para os seus lábios e os selando doce e tranquilamente. Robin enlaçou sua cintura e correspondeu ao beijo desta, que durara bastante tempo, porém não tivera ação da língua.

Nami abriu os olhos e se separou, fitou a amiga com um sorriso bobo e gentil.

-E então? – Perguntou-lhe a morena.

A ruiva demorou um pouco para responder, porém o fez.

-É bom, eu gostei. – Disse com um sorriso ainda em seus lábios.

Robin a beijou novamente, desta vez um pouco mais devoradora e rapidamente.


Notas Finais


_Farei uma promessa que (talvez) faça com que eu me arrependa_

Prometo não demorar dois meses para postar os capítulos, portanto tenham esperanças com a autora.

OBS: Nos avisos da fanfiction já mencionei que haveria Yaoi, Yuri e Héteros, é uma estória liberalista.


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