História Hey, Fica Mais Um Pouco - Capítulo 62


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren
Visualizações 119
Palavras 3.539
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey baby's, como estão? Espero que todos bem! Ahhh prestem atenção na divisão dos quartos para a competição que se aproxima, as coisas vão ficar quentes!
All along it was a fever a cold sweat hot-headed believer i threw my hands in the air and said show me something he said, if you dare come a little closer round and around and around and around we go, ohhh, now tell me now tell me now tell me now you know

Capítulo 62 - Estrela Cadente


    Para desespero de alguns e felicidade de outros, o dia 8 de dezembro chegou trazendo a tão esperada viagem do estadual para o campeonato de lideres de torcida. Foram longos dias de treinos pesados, suor, determinação, empenho e muita concentração por parte de toda equipe, chegando a exaustão no final de cada dia, mas também nos sentíamos extremamente bem com nosso desempenho, arisco até dizer, estávamos confiantes de que as coisas dariam certo para o Golden nesse fim de semana mais uma vez, não entraríamos soberbas, isso de forma alguma, mas a outras equipes entenderiam o motivo de termos sidos campeãs no ultimo ano. Como de costume, teríamos de ter um casal de pais como nossos tutores naquela viagem, os pais da Mani seriam os responsáveis nesta ocasião, junto aos professores e nosso querido, histérico, diretor Simon. Acho que posso dizer que essas ultimas três semanas foram boas ou mesmo tranquilas, não tive nenhum problema no colégio, ou mesmo em casa e muito menos com minha namorada, que alias, me disse agora pouco que iria querer uma massagem quando chegássemos no hotel porque ela estaria acabada por ter de ficar muito tempo numa só posição, não me veriam reclamando de ter de fazer isso por ela, acho que meu pai estava certo quando me disse que após as nuvens sempre há um céu azul. Seriam três horas e meia dentro daquele ônibus cheio de adolescentes ansiosas e com hormônios a flor da pele, uma loucura, só de pensar nisso me sinto tentada a ir em meu carro e fugir das inevitáveis confusões que vão acabar acontecendo, pra logo em seguida acabarem com todas com caras de choro e pedido de desculpas sendo ditos a plenos pulmões. No entanto conversei com Dinah ontem pela noite, para que organizássemos alguns games para nossa viagem, iríamos nos distrair e evitar essa confusões quase inevitáveis, ao menos enquanto estivéssemos num lugar fechado seria providencial as evitar. Eu levaria um violão e ela ficou encarregada de pegar algumas barras energéticas, além de relaxantes musculares pra quem estivesse com alguma dor por ter de ficar tanto tempo em só uma posição. Saímos da porta do colégio por volta das cinco da tarde, chegaríamos e iríamos para os quartos, descansaríamos o máximo para o evento do dia seguinte, será um grande dia para todas nos.

    --- Ok, vamos lá, estão todas acordadas? – as chamei e elas logo olharam pra mim no fundo do veiculo, tendo minha namorada a minha direita e as outras garotas das quintas a sua direita, nos cinco bancos do fundo do ônibus – Tenho um plano pra não ficarmos no tédio ou sairmos nos tapas. – algumas riram, mesmo parecendo piada, elas sabiam que existia mesmo essa possibilidade – Dinah, trouxe os post-it que lhe pedi? – ela pegou em sua bolsa e jogou pra mim – Certo faremos um jogo e quem perder ficará sem essa chave. – mostrei a chave que abriria o cadeado que ficaria na porta do frigobar que teríamos cada uma em seu quarto – Quem não fizer o que foi combinado, perde o direito aos meus presentes. – não diria em voz alta que pretendia dar chocolate e algumas bebidas a elas caso ganhássemos aquela competição, ou mesmo se não ganhássemos iríamos beber, talvez até mais nessa possibilidade.

    --- Certo, qual o game capitã? – claro que Miley seria a mais animada pra ter aquela chave, ninguém aqui bebe mais do que ela, expliquei que jogaríamos um jogo de perguntas e respostas, cada uma faria uma pergunta, relacionada aos acontecimentos dentro do grupo para que qualquer fofoca que existisse dentro daquela equipe sumisse de uma vez, ninguém devia se identificar e se alguém acusasse a outra de saber de quem era a letra estava fora do jogo e consequentemente sem a chave – Ok, depois que todo mundo escrever uma pergunta, vc vai embaralhar e fazer a pergunta? – assenti – Então só vc vai saber quem escreveu. – neguei e lhe disse que mesmo que quisesse só poderia reconhecer minha letra e a da minha irmã, por termos letras parecidas, elas pareceram meio desconfiadas, mas acabaram aceitando – Ta, perguntas feitas, agora vc lê uma por vez e respondemos ou vc vai ler todas e vamos respondendo na ordem pra lermos depois? – expliquei a todas que como as perguntas seriam direcionadas a assuntos nossos, quem se sentisse atingindo pela pergunta devia responder, sem mentir ou esconder quaisquer detalhes, seria nosso jogo de confiança para aquela viagem e o que era dito ali, ficaria ali.

    Regras devidamente explicadas, começamos todas a escrevermos nossas perguntas, cada uma faria duas perguntas para essa primeira rodada, pude notar que algumas pareciam com dificuldade pra escrever, deviam estar querendo disfarçar a letra, mas a verdade é que pra mim pouco importa de quem partiu a pergunta e sim como será respondida, além da recepção que ela terá. Mesmo que fossemos um grupo unido ainda havia certas briguinhas e intrigas, seja por algum garoto ou por qualquer coisa que pode acabar por irritar uma adolescente com hormônios tão vividos como os nosso, por isso aquele jogo mais do que apenas um passatempo, seria pra todas se abrirem de uma forma segura e sem julgamentos, ninguém sairia dali queimado, confiaríamos umas nas outras, era essa a verdadeira intenção. A primeira pergunta que peguei no boné, que antes estava na cabeça da Dinah, tratava sobre Ally estar mesmo saindo com o Nial, mesmo não sendo intencional acabei pegando minha própria pergunta, me segurei pra não rir da cara da minha amiga quando terminei de ler, eu já sabia a resposta, porém de todas nos ali, eu era a única a saber, e quando notei que Kathryn estava parecendo interessada, achei melhor questionar minha amiga se aquilo era mesmo algo que ela queria que fosse serio, pois se não fosse eu daria força pra Dean, quem sabe sair com meu amigo oxigenado. A resposta da baixinha pegou até mesmo eu de surpresa, eles estavam saindo a serio, com direito alguns encontros e passeios de mãos dadas pelas ruas próximas de sua casa e de um parque próximo a casa dele, fiquei felizes por meus amigos e tranquila quando Kathryn deu de ombros com meu olhar sobre ela, afinal eu sabia desse possível interesse dela no rapaz, Nial arrasando corações.

    Novas perguntas foram sendo feitas, umas um pouco pesadas outras nem tanto, os assuntos variavam sobre quem tava pegando quem, quem gostava de quem, pra coisa como algum boato espalhado, sua autoria e veracidade, como por exemplo, quem havia espalhado pelos corredores que o filho da Perrie não era do namorado e sim de um colega de time dele, me lembro de Zayn bravo quando ouviu isso e ainda mais quando descobriu que não passava de uma fofoca, descobrimos que quem iniciou isso foi Cara, ela estava chateada com a amiga e acabou falando alto de mais no meio de uma briga delas, que ela nem podia dar certeza quem era o pai do bebe. Cinco turnos de perguntas depois paramos e fomos cantar algumas canções, as meninas pareciam animadas e eu admito estar também, mas quando Lucy comentou sobre minha voz ser bonita me lembrei quando Bradley disse algo semelhante, ele havia me elogiado na nossa volta pra casa, após o divisional, pouco depois que me confidenciou sua sexualidade, pensar nisso me fez ver com as coisas mudaram de lá pra cá. Depois de muita cantoria e risadas entre nós, o ônibus parou para que pudéssemos comer alguma coisa ou mesmo ir ao banheiro, desci do veiculo e comprei um energético, fiquei mais afastada das meninas jogando Mario no celular, parei de jogar quando minha namorada veio me abraçar, retribui o abraço e lhe dei um beijo na testa, claro que ela tinha notado minha mudança.

    --- Vou precisar perguntar o que te deixou assim toda quieta e querendo ficar sozinha? – me deu um outro beijo no rosto – Ou vai ser uma boa namorada e me dizer sem que eu precise insistir muito pra saber o motivo de eu não estar vendo meu sorriso preferido nesse rotinho lindo? Tenho vontade de morder vc as vezes sabia?! Principalmente quando fica assim, toda seria – acabei sorrindo e disse que ela podia morder, ela mordeu meu lábio e acabamos num beijo – Agora sem me enrolar, diz o que foi Lolo.

    --- Acabei pensando do Brad enquanto tocávamos violão, lembra de da ultima vez ele e os garotos estavam com a gente? – ela assentiu e me fez um carinho no rosto – Foi naquela viagem que ele me contou que gostava do Tristan, eu fiquei surpresa, mas curiosa pra saber como ele conseguia disfarça tão bem e ainda sim se sentir bem com tudo isso. – a treinadora foi entrando no ônibus, passei meu braço pelo ombro da Camz e começamos a caminhar até o veiculo – Acho que ainda vai um tempo pra me acostumar com a falta que ele vai fazer.

    --- Leve o tempo que precisar meu amor. – ganhei um beijo na ponta de meu nariz e sorri com seu jeito doce de lidar com minha repentina falta de animação – Só não me afaste, pode ficar calada e até deixo vc me privar do teu sorriso por um tempo, mas me prometa que vai ficar do meu lado, pra quando quiser pegar na minha mão não seja preciso de muito esforçou, ou mesmo quando quiser que eu cuide de vc não precise dizer alto que quer que eu o faça assim ninguém nota que esta mal e eu posso cuidar de vc sem um monte de garota histeria por causa da tristeza da capitã delas.

    --- Fica ainda mais linda quando tenta organizar minha vida e cuidar de mim – lhe dei um selinho e parei na porta do ônibus – Tudo bem se eu for ouvindo musica? – ela assentiu sorrindo de leve – De mãos dadas ok? Gosto da sua mania de brincar com meus dedos quando ta entediada. – ela sorriu e trocamos outro selinho, entramos no ônibus e eu me senti o mais extremo do lado esquerdo do veiculo colocando meus fone e pegando na mão da minha namorada.

    Fiquei a próxima hora com meus fones e de olhos fechados apenas sentindo aquela mania gostosa de minha namorada em minha mão, ela foi questionada sobre o motivo da minha quietude pelas meninas, pude a ouvir respondendo que eu estava querendo me concentrar e limpar um pouco a mente antes de toda a loucura da competição, tomar conta completamente do ambiente, não era mentira suas palavras no fim das contas, eu precisava me livrar mesmo de pensamentos ruins e me concentrar, só não se tratava da competição que terei no dia seguinte, ouvi em seguida as outras concordarem que deviam fazer isso também e notei quando tudo a minha volta ficou silencioso e tranquilo. Fechada em meu mundo novamente, me deixei dizer a mim mesma que não tinha parado realmente pra pensar no peso que o suicídio de Bradley podia acarretar em minha vida, tudo o que tinha passado em minha mente desde que ocorreu, era a culpa por ter feito ele ter coragem de ir atrás de quem gostava, depois a compreensão de que não era minha a culpa e sim dessa sociedade cheia de preconceito que o levaram a atos tão radicais e irreversíveis. Eram esses meus pensamentos sobre o que aconteceu e não como a falta que aquele garoto iria causa em minha vida, eu tinha pensando em seus atos, não nele e me sinto uma péssima amiga por isso. Mesmo que pareça estranho eu dar tanta importância ao rapaz assim, é até bem fácil de entender meus motivos para isso quando pensamos bem, eu passei pelos mesmos medos que ele, eu sentia toda angustia que ele tinha por ser e querer ser diferente, nos entendíamos por nossas escolhas, por nossos gostos, por nossos pesadelos, por nossos medos tão iguais. Tínhamos historias de vida parecidas com a importante de diferença que minha família me apoiou quando precisei, já o rapaz foi instruído a deixar de querer chamar a atenção, com a ameaça de que não seria perdoado pelo pai.

    Bradley foi como uma estrela cadente que surgiu pra mim no momento em quem mais precisava fazer um pedido para que minha vida voltasse a caminhar bem, meu pedido foi para ter coragem de ir até o fim com minha historia com Camila, de não ter medo das consequências que isso poderiam me trazer, meu pedido era para que conseguisse ser eu mesma, não apenas na frente de quem sei que não me julgaria, mas sim na de quem eu tinha medo de ser julgada apenas por não ser como todos esperavam que eu fosse, mesmo que isso realmente não importe no fim das contas. Com ele do meu lado e me dando conselhos, eu me sentia preparada, mesmo que ele dissesse isso pra mim e pra ele ao mesmo tempo, tínhamos os mesmo medos, só tomamos rumos diferente e infelizmente o dele não tinha volta. Éramos amigos de curta data, mas a forma que ele me marcou, a forma que chegou quando me defendeu dos babacas do colégio, e claro a forma que saiu, se matando por não aguentar mais o bullying, estariam sempre em minha memória, de um jeito bom e de um jeito ruim, talvez em algum momento só de um jeito bom. É muito fácil pensar naquele dia apenas como o dia que um louco armado entrou no colégio, feriu uma aluna e se matou em seguida, talvez daqui um tempo essa historia seja contada exatamente assim, com frieza e sem detalhes que a deixem com um sentindo real, mas pra mim ao menos não era assim que seria lembrada, pra mim seria o dia que um grande amigo tinha sido jogado pra fora de um segredo que o mesmo tinha o direito de manter ou não em sigilo, pra mim também era o dia que tive medo de perder Camila e que a ouvi dizer que me ama uma primeira vez, por fim aquele também era um dia que alguém importante partiu, de uma maneira inesperada, abrupta e dolorosa demais pra se ficar pensando, por isso achei que agora eu precisava me apegar apenas as risadas, aos carinhos e a atenção que ganhei daquele grande garoto, ele seria apenas o meu amigo Bradley da ultima viagem das lideres, sem mais classificações, sem mais sinônimos e adjetivos, bons ou ruins, ele seria apenas Bradley. Depois de mais um tempo pensando fechada em meu mundo, olhei pra o lado e minha namorada dormia com a cabeça levemente inclinada em minha direção, beijei a ponta do nariz e ela sorriu abrindo os olhos em sequência.

    --- Eu te amo. – disse antes de colar nossos lábios, eu precisava dizer aquilo a ela, não por meramente dizer, eu queria que ela sentisse e por isso a beijei em seguida, Camila estava entrando em mim de tantas formas que me sentia assustada com uma reles possibilidade de não a ver durante o dia ou pior, não poder passar um tempo ao seu lado, seu perfume, seu toque, seu beijo havia se tornado as melhores recompensas que meu ser podia receber após um dia longo e cansativo – E eu incrivelmente me apaixono por vc sempre que te olho, que sinto seu toque, que noto seu perfume tomar conta do ar a minha volta. – segurei seu rosto com minha duas mãos – Deus, eu realmente te amo Camila. – ela me olhou parecendo preocupada, mas sorriu e isso de um jeito mágico aqueceu meu coração da maneira que eu mais precisava depois de pensar tanto no que havia acontecido com meu amigo, não, eu não havia dito que a amo apenas por dizer, eu apenas precisava dizer, mesmo sem motivo, mesmo sem razão, amar é isso certo?!

    --- Sei disso e adoro quando escuto me falando isso, mas me falar assim, após tanto tempo calada me faz ter medo do que podia estar se passando dentro dessa sua cabeçinha ai. – ela acariciou meu rosto e eu fechei meus olhos sentindo seu toque, quase a agradecendo por ter feito isso, qualquer mal que caísse sobre mim sumiria apenas com aquele toque delicado sobre minha pele – Também te amo Lauren e não duvide disso, estarei sempre aqui ao seu lado, mesmo quando não me notar, mesmo quando achar que não estou, eu estarei por perto.

    --- Possibilidade nula de isso acontecer senhorita Cabello. – lhe dei um selinho e ela sorriu – Apenas quis te lembrar de como me sinto em relação a vc, não quero que quando a gente chegue vc fica dando trela para aquelas lideres bonitonas das outras equipes. – fiz um bico ela se controlou pra não gargalhar, mas sorriu e me mandou falar serio – Quero apenas que tudo fique bem aqui. – apontei para minha cabeça – Porque aqui – apontei meu coração – Está melhor do que qualquer dia sonhei que poderia estar, vc é meu pedido a uma estrela cadente Camila.

    --- Deixe de ser tão encantadora. – ela colou nossas testas e eu fechei meus olhos – Preciso que pare com isso ou será impossível me manter um minuto sequer que seja longe de vc. – sorri e ouvi ela suspirar – Eu devia te dizer algo lindo agora, mas eu ficaria repetindo seu nome sem parar. – abri meus olhos e sorri – Vc consegue ser a pessoa mais linda que já conheci, é não to falando do que posso ver, digo pelo a forma que é, que vc pensa, a forma que encara as situações, como se porta, como se importa, vc é especial Lauren e eu me sinto honrada de estar com vc.

    --- Olha, eu bem acho o casal super fofo. – olhamos pra Normani e notei que as outras lideres também tinham os olhos sobre nos três ali no fundo do ônibus – Mas acho uma sacanagem vcs ficarem jogando na nossa cara esse relacionamento perfeito, cheio de declarações e frases fofas na cara de pessoas encalhadas como eu. – nos rimos e ela se levantou batendo palmas – Gatas, olhem pela janela, estamos chegando e aqui começa uma nova parte da vida de vcs, se preparem as coisas aqui vão ser quentes. – as meninas soltaram gritinhos e bateram palmas animadas.

    --- Hey. – já tínhamos descido do ônibus e todas nos pegávamos suas malas na parte de baixo do veiculo quando a Camz me chamou tocando meu braço – Pronta pra retornar? – olhei sem entender – Na ultima vez vc só estava nos bastidores, agora vai competir e apesar dos dramas terem diminuído, ainda podemos ter problemas. – acho fofo quando ela se preocupa, por isso lhe dei um selinho e sorri a tranquilizando dizendo que tudo ficaria bem – Espero o mesmo Lo – ela se abraçou em meu braço – Ah, estou de olho em vc, muitas lideres gatas lá dentro, ouvi alguém me dizendo isso.

    Tive de rir do ciúmes da minha namorada, mas eu sabia que no fundo o problema não eram todas as outras linda lideres de torcida andando na minha frente com shorts minúsculos, o motivo do seus ciúmes era o mesmo do de Dinah na ultima competição, afinal Bella Thorne e sua equipe se classificaram, o quanto masoquista eu sou de pensar em ir dar um oi a uma velha conhecida?! Uma pequena reunião no hall do hotel para falarmos sobre o cronograma do dia seguinte, teríamos de ir pela manhã ao ginásio, apesar de só competirmos pela tarde, por ser um numero considerável de equipe seriam 4 pela manha e 4 pela tarde, seriamos as ultimas, afinal todos esperariam ansiosos para verem as campeãs nacionais do último ano. A entrega das chaves foi feita com um momento de ameaça sobre mim em relação a dormir com minha namorada, a treinadora faria vista grossa, mas nos também podíamos ajudar a não deixar ninguém sacar que dividiríamos o mesmo quarto ou que éramos um casal, não fui contra seus avisos, afinal podíamos nos prejudicar e não era essa a idéia, apenas queria dormir no lugar mais confortável que conheço, que no caso é os braços da minha namorada. Cada dupla foi para seu quarto, ficamos no andar 7, quartos de duas camas de casal e com portas de acessos aos quartos ao lado, tendo uma tranca de segurança claro, a nossa esquerda ficariam Taylor e Ally, já que a pequena tinha algo “serio” pra falar com minha irmã, a questionaria sobre isso mais tarde, Mani e Dinah ficaria juntas do nosso lado direito, quase bati na morena quando ela me pediu pra não fazer escândalo, já que iria querer dormir bem aquela noite. Fomos jantar quando a treinadora passou nos avisando que estava servido, mesmo querendo, não caminhei de mãos dadas com minha garota, afinal tínhamos de evitar problemas, ela não pareceu incomodada com isso e por isso apenas trocamos sorrisos na mesa do jantar, claro que ouvindo muitas piadinhas por conta disso, estou no meio de idiotas. Ficamos mais um pouco na área de laser jogando ou sinuca ou algum jogo de baralho, nos encontramos com lideres de Daytona e Orlando, elas pareciam animadas com a competição, nos avalizavam, mas nos também fazíamos o mesmo com elas, era um campeonato afinal de contas, não importa se vc é legal e nobre, o que importa, é quem sai com o troféu e a bolada em dinheiro no anuncio final do dia de amanhã.


Notas Finais


Então? Me diga o que acharam ok? Vcs andam deixando de comentar e galerinha isso faz diferença, não que seja obrigação de vcs, mas me estimula, então quem se lembrar e tiver vontade, deixe sua opinião ai em baixo ok?!
Not really sure how to feel about it something in the way you move makes me feel like I can't live without you it takes me all the way i want you to stay


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...