História Hey, Hands Up! - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Tags 2jae, Jinson, Markjin, Markjinson, Markson, Yugbam
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Palavras 3.062
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Agradecemos aos 139 favoritos e a todos que comentam!!! :D

Para mais informações ou se quiserem bater um papo com as autoras,
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O capitulo de hoje perde música!
House of Cards - BTS
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Boa leitura :D

Capítulo 26 - Capítulo 26


Jackson não entendeu o porquê estar recebendo uma carta sem remetente. O envelope amarelo parecia inchado e o chinês o analisou por um momento antes de o abrir. Para a surpresa do loiro, haviam várias folhas dobradas dentro do invólucro e Wang as puxou com cuidado. Logo o que chamou sua atenção, foi um pedaço de papel, que estava solto e por isso foi a primeira coisa que escapuliu das mãos do chinês e acabarou na mesa de madeira do seu escritório.

 

Jackson,

Estou mandando essas coisas para você, pois és a única pessoa que confio.

Provavelmente estarei morta quando você receber isso. Tudo bem, sempre soube que não duraria muito. Mesmo assim, agradeço por me tirar daquele inferno. Meu filho está vivo graças a você.

Obrigada por tudo e peço que não se arrisque tentando novamente ser herói. Por favor, entregue isso para seus amigos policias ou alguém quem confia.

Ahn Heeyeon

 

O primeiro instinto do loiro foi afastar os papéis de perto dele. O que era aquilo? Uma piada doentia? Jackson não queria olhar aquelas folhas; estava com medo da verdade ou sei lá o que fosse aquilo.

O loiro respirou fundo e resolveu desdobrar os papéis e os olhar. Em pouco tempo percebeu que a maioria eram escritos de punho da moça, que parecia contar algumas coisas que deixara fora do testemunho para a polícia. Por que ela fizera aquilo? Claramente ali tinham mais provas e que levariam mais pessoas para a prisão.

Por último, haviam algumas fotos impressas, mas não em papel fotográfico e sim em folhas sulfite, as deixando sem qualidade, mas o loiro constatou que Heeyeon havia tirado aquelas fotos com o celular e pareciam estar repletas de policiais por elas. Ele teve vontade de bater na mesa, pois ali estavam as provas do que o chinês desconfiava há um tempo.

Rapidamente, Jackson observou imagem por imagem e mesmo sendo óbvio, se viu aliviado de não ver nenhum dos seus amigos nelas.

Jackson parou por um instante, se apoiando na cadeira. Onde Heeyeon havia tirado aquelas fotos? Na casa que supostamente estava protegida? Tentando responder essas questões, o loiro se debruçou sobre o bloco escrito à mão.

O bloco de folhas amarelas estava quase completo e nele haviam alguns relatos corridos e um pequeno número de novos nomes, mas a moça se desculpava por não saber os nomes de todos os policiais que estavam nas fotos. Ahn também informou que o chefe da organização criminosa havia mudado, pois o outro estava velho demais. Ele teria por volta dos trinta e cinco anos, escrevera a mulher. Mas, ainda segundo ela, o homem era a inteligência de tudo e quase não sujava as mãos.

O chinês esfregou os olhos por um momento, com a cabeça a mil. Tantas coisas que Heeyeon havia informado e ela havia se arriscado e provavelmente morrido para que aquilo chegasse nas mãos do loiro e o mínimo que ele poderia fazer era tentar juntar os pontos. Seus amigos, mesmo sendo todos confiáveis, iriam o deixar fora da investigação e Jackson não queria aquilo.

Ainda absorto em pensamentos, o chinês mal notara uma presença no seu escritório. Assim que levantou o olhar, deu de cara com Lee Ji Eun, que exibia uma expressão irritada no rosto, mas ao mesmo tempo um tanto cínica.

– Como você entrou aqui?! – perguntou Jackson, se levantando da cadeira, com uma expressão séria. – Tenho que pedir para a senhorita se retirar.

– A porta estava aberta… Tenho que dizer que você foi mais simpático da primeira vez que nos vimos, senhor Wang. – A mulher tentava soar agradável, mas seus olhos não negavam a malícia por detrás de seus gestos simples. – O que me faz pensar… que talvez você tenha descoberto algo sobre minha filha que não queria me dizer.

– Senhorita Lee, quando eu devolvo um caso, esqueço dele por completo. – Jackson afirmou, querendo aquela mulher fora do seu escritório. Mas que merda! Já havia esquecido daquele problema. – Não descobri nada da sua filha. Por favor, se retire.

– Não faz sentido o senhor devolver o caso em tão pouco tempo. Não é tão difícil assim encontrá-lo quando eu lhe dei todas as informações necessárias. – O tom de voz da mulher já estava mais alto e ela já não fazia questão de esconder sua irritação de maneira alguma. – Me diga, Jackson… Você o encontrou não foi?

Ji Eun era perigosa de alguma maneira, todos os instintos do chinês o alertavam sobre isso e mais, ela já descobrira tudo o que precisava sobre Mark sem a ajuda dele. Aquilo estava indo longe demais.

– Por que precisaria dos meus serviços especificamente, então? Como me disse você deu todas as informações necessárias qualquer um poderia encontrar sua filha. Até mesmo a polícia. – O chinês parou subitamente, um sorriso malicioso brincando em seus lábios finos. – Ah… é verdade, você não poderia ir à polícia, afinal abandono é crime.

– Venda de artigos roubado também é. – A mulher usou a expressão mais singela do mundo para proferir aquelas palavras enquanto o loiro prendia a respiração. – Achou que eu não ia descobrir? Ah… Nesse mesmo local, não era? Got-less 7, uma ótima loja, por sinal.

– Meus crimes foram perdoados… Parece que sua pesquisa não foi tão longe assim. O que me traz de volta a pergunta: qual o seu interesse comigo, quando suas habilidades são assim tão boas?

– Sabe… achei que você era um bom detetive, mas infelizmente, tentou me enganar e eu tive que procurar mais sobre você… – Ji Eun acertou o cabelo atrás da orelha e levantou um dos ombros, em uma espécie de charme. – Foi engraçado, sabe? Não lembro de te ter contratado para foder Mark.

Todo o corpo do chinês tencionou ao ouvi-la mencionar o nome de Mark com tanta naturalidade. Ele quis sumir dali e levar sua família consigo para qualquer lugar longe daquela mulher. Aquilo realmente estava saindo do controle e o detetive não soube o que fazer. Nem como reagir e se odiou por saber que sua expressão facial o condenava, principalmente ao notar o cínico sorriso que brotara nos lábios rosados de Ji Eun.

– Você. Saia já daqui e não se atreva a chegar perto da minha família.

– Ah, por favor. Família? – A risada de Lee Ji Eun ecoou por todo o escritório. – Família? O que vocês têm ali é nojento! Três homens? E a minha menina? Que tipo de lar é esse? Que exemplo vocês acham que estão dando a ela?

– Um exemplo melhor do que você jamais seria capaz! Você perdeu todo e qualquer direito a Haneul no momento em que a abandonou! – Jackson estava gritando e sabia disso. Seus nervos estavam à flor da pele a àquela altura, mas a mulher à sua frente não aprecia nem um pouco abalada, da mesma maneira fria que entrou, ela permaneceu. – Haneul é amada por nós três e nós jamais iriamos abandoná-la como você fez.

– Ah, querido. Você realmente acha que a justiça não vai tirar Haneul… Obrigada pelo nome, essa informação eu não sabia. – Jackson respirou fundo e apertou os punhos com força, querendo quebrar alguma coisa. – Então, três homens? Eu consigo a guarda dela em um instante… Principalmente pelo fato deles preferirem as crianças com pessoas do próprio DNA.

– Por que agora? Por que você quer Haneul agora? Isso é sobre ela? Sobre o que é melhor para ela ou sobre você e seu ego? Seja sincera consigo mesma!

– Eu sou… E sabe? Eu quero minha menininha de volta. – A mulher parou por um segundo e as lágrimas começaram a rolar pela face dela, enquanto ela infantilizava a voz. – Eu era muuuuito nova e com muuuuuito medo. Era uma vida nas minhas mãos! Por favor, eu só quero minha Haneul para poder dar amor e carinho.

– Você é uma psicopata! – O loiro puxou Ji Eun pelo braço, a arrastando para fora. – Não se aproxime de nós! Se não vou pedir uma ordem de restrição contra você!

– Oh, tão fofinho! Acha que seus quatro amiguinhos na polícia podem fazer algo por você? Ou o outro lá… Jinyoung? Só porque está se formando, vai conseguir me impedir de ver minha filha?

– Eu vou avisá-la pela última vez: se afaste da minha família. Você não está interessada no bem Haneul ou sua postura seria completamente outra. Se afaste.

A mulher sorriu mais uma vez de maneira cínica, fazendo o sangue do chinês borbulhar nas veias de tanta raiva que sentia.

– Eu vou embora, não seu preocupe. Mas eu não vou desistir da minha filha. Você pode avisar isso ao Mark, ou não. Pelo visto você é muito bom em guardar segredos, não é?

Sem dar chance de resposta, Lee Ji Eun recolocou os óculos escuros e deu as costas a Jackson, indo sabe-se lá para onde. O chinês esperava que para o Inferno.

Jackson retornou para dentro do escritório e se jogou na cadeira de couro escondendo o rosto por entre as mãos. Ele estava completamente arruinado! A vida de Mark seria colocada de ponta a cabeça a qualquer instante e ele era fraco demais, medroso demais para ao menos alertar o namorado.

Daria tudo errado, ele conseguia pressentir. Não sabia como, mas era bom nessas coisas e o loiro percebia todo um ar sinistro envolto do seu futuro. Ele tinha que falar, mesmo que seus namorados não entendessem o dilema que o chinês passara. Sim, contaria tudo após a formatura de Jinyoung, que seria em dois dias. Ela não iria se movimentar antes disso, não é? Jackson realmente esperava que não, pois se Mark descobrisse tudo por ela e não pelo namorado, não o iria perdoar.

O chinês ainda se encontrara perdido em pensamentos e lamentações, quando se sentiu o celular vibrar perto, na mesa. O pegou rapidamente e quase se socou quando viu o nome no visor.

 

MarkJinSon

 

Haneul’s Dad

Só queria dizer que amo vocês.

Já estou com saudades.

 

ParkPuppy

Amor, também estou com saudades.

E, claro, te amo.

Ah! Novidades!

Taek me contratou! Tipo, integralmente.

Não sou mais estagiário!

Ele disse que sou um ótimo advogado!

 

Haneul’s Dad

Parabéns, anjo!

Ele usou “A Voz”?

 

ParkPuppy

Ah, usou T_T

Me deixou fraco.

Desculpa amores.

Não resisto.

 

Haneul’s Dad

Tudo bem, Puppy.

Pelo o que você fala, seu chefe

deixa qualquer um bambo…

 

ParkPuppy

Pena que é hétero :/

 

Haneul’s Dad

Aí você forçou, né, amor?

Tá querendo uma punição? (6)

 

ParkPuppy

Mas… eu sou um bom Puppy!

 

Haneul’s Dad

Quem não te conhece que

te compre, Park Jinyoung!

Eu preciso voltar ao trabalho.

Amo vocês!

 

ParkPuppy

Calúnias!

Ok, eu também vou voltar ao trabalho.

Minha formatura é em dois dias!

Espero que vocês tenham planejado meu presente!

E que ele envolva vocês dois nus!

Amo vocês!

 

– Eu… também amo vocês.

Jackson se sentia a pior pessoa do mundo naquele momento. Ele realmente amava os dois, não tinha dúvida disso, mas lá estava o chinês, sabotando tudo. Como ele sempre fazia isso, em qualquer relação? Não importava se era de amizade ou outra coisa, o loiro sempre estragava e depois não encontrava forças para se reerguer e se desculpar. Só ficava lá, esperando a próxima coisa boa que iria quebrar. Precisava contar, iria contar, mas como? Ele precisava de ajuda, precisava que alguém lhe dissesse o que fazer. Então fez a coisa mais lógica.

 

Gracinha

 

Gracinha!

Eu preciso de você...

O que aconteceu?

Eu estraguei tudo!

Eu não mereço Jinyoung ou Mark

Muito menos Haneul.

Jackson, se acalma!

Quer que eu vá até o escritório?

Quer vir ao restaurante?

Eu não tenho forças para sair daqui

Jin… eles vão me odiar, eu sei que vão!

Jack, meu amor

Ninguém vai odiar você.

Fica calmo, eu estou indo para aí, ok?

Quinze minutos.

Eu também não te mereço.

 

Depois de alguns minutos olhando o aparelho, notou que Jin não responderia, provavelmente a caminho dali. Jackson tentou se levantar da cadeira, mas parecia ter sido drenado. Estava exausto!

Novamente olhou para a mesa e viu as provas que Heeyeon havia mandado. Sua vida estava tão bagunçada e ele ainda tinha aquilo para resolver. A vontade, agora, era mandar tudo para Namjoon e esquecer aquilo, porém pareceu errado. O chinês tinha uma dívida com a moça e iria pagá-la.

Jackson resolveu colocar os papéis de volta no envelope antes que Seokjin chegasse. Parecia o certo a fazer; não queria o amigo se preocupando mais do que o necessário.

O que ele estava fazendo com a vida? Nunca pensou que teria a chance de amar e ser amado daquele jeito e lá estava ele, estragando tudo e o chinês sabia que o amigo diria o mesmo; diria que era para ele informar Mark imediatamente, mas algo o impedia. O loiro estava sendo covarde e sabia disso.

Uns minutos depois, o chinês escutou a sineta se mexendo e se forçou a levantar para recepcionar Seokjin, que sorria, mas parecia preocupado. Assim que se aproximaram, o cozinheiro lhe deu um abraço, rapidamente levando os dedos ao cabelo do outro, fazendo um leve carinho.

– Ah, Jack… O que houve?

Jackson suspirou fundo e passou pelo outro loiro, indo trancar a porta e colocando a plaquinha que indicava ‘fechado’. Logo depois seguiram para o sofá preto que o detetive tinha no escritório, logo se sentando. Jin ainda olhou em volta, antes de imitar o gesto.

O cozinheiro ainda continuava o mesmo, mas exibia um ar mais alegre, o que não era mentira, ele estava mais feliz. Jackson se deixou distrair por um momento nas feições do outro e se lembrou de Jinyoung. Seokjin havia apresentado os dois e foi uma das melhores coisas que poderia ter acontecido com ele e agora estava prestes a acabar.

– Jackson, você parece tão abatido. – Jin puxou a mão do outro e por um momento se lembrou de quando era ele que ficava naquela situação, com Jackson cuidando dele. Quase dois anos haviam se passado e o cozinheiro se via em completa felicidade ao lado do marido e agora queria que o melhor amigo sentisse o mesmo. – Me fala, vou tentar te ajudar.

Jackson respirou fundo e falou. Contou tudo, desde o momento que a mulher havia aparecido pela primeira vez e mesmo ele sabendo que era de Haneul que ela falava, ele tinha pego o caso, mas depois contou como tentou despistá-la, pois Mark lhe contara que ela sempre havia sido uma pessoa desprezível e que eles namoraram por uns três meses e o americano não aguentou mais a personalidade dela. O chinês também falou como Lee Jin Eun voltou mostrando as garras e ameaçando que tiraria a menina de Mark e como ele era um covarde completo que sabendo disso desde o início, não contara nada ao namorado.

Quando terminou o relato, o chinês se sentia uma pouco melhor, mas sabia que o amigo estava pronto para jogar verdades na sua face e foi isso que aconteceu logo em seguida.

– Jackson, você tem que contar imediatamente! – Seokjin ainda apertava a mão do outro, mas sua expressão facial era preocupada e exibia um pouco de medo. – A vida de uma criança está em jogo! Não importa se você for perder seus namorados. Jack, isso é maior que tudo.

– Eu sei…

– Não, não sabe! – Jin respirou profundamente duas vezes, os olhos fechados. Quando os abriu outra vez encontrou o loiro enxugando os olhos bruscamente. Não fora para isso que Jackson o chamara ali, ele precisava de um amigo e não de alguém que o condenasse. – Vem aqui, Jack. Me desculpa. – O cozinheiro se aproximou do amigo, o abraçando apertado outra vez e acariciando suas costas lentamente. – Eu sei que você pensou que a situação não fosse chegar a esse extremo, mas Mark é pai e ele merecia saber que essa mulher estava próxima. Você vai contar, não é? Antes que ele descubra da pior maneira…

– Eu vou. Só queria ser mais corajoso, Gracinha. – O detetive fungou, tentando conter as lágrimas, o que desencadeou leves soluços. – É só que… eu estou apavorado com a ideia de perdê-los.

– Se você contar, as chances de vocês conseguirem encontrar uma solução juntos é muito maior, Jack.

– Gracinha, eu sou péssimo nisso tudo. Eu só queria eles felizes. – Jin ainda tentava consolar o outro. – Eu… os amo tanto. Eu nunca pensei que algo assim pudesse acontecer e eu pensei que talvez Haneul precisasse de uma mãe. Eu não sei bem como são essas coisas, eu nunca tive uma, mas todos dizem que é importante, então eu acreditei.

– Jack, não é para mim que você deve falar essas coisas.

– Eu vou perdê-los, não vou?

– Se você for sincero com eles, não. – afirmou o cozinheiro, suspirando. – Jack, você está agindo como se fosse o único que precisasse deles, mas eles irão precisar de apoio para enfrentar isso tudo, principalmente Mark.

– Você tem toda razão. – Jackson disse, deitando a cabeça na curvatura do pescoço do outro. É, realmente os papéis estavam invertidos. – Mesmo assim, estou confuso e apavorado.

– Eu sei, eu sei. – O mais alto esticou um dos braços e puxou o outro mais para perto, em uma espécie de abraço. – Namjoon e eu estamos aqui por você, não se esqueça disso.

– Obrigado… Por tudo. – O chinês suspirou fundo quando sentiu o celular vibrando no bolso da sua calça. – Ui, tá tremendo.

Seokjin deu um pequeno sorriso e se afastou do outro, checando o próprio celular e avisando a Namjoon que depois explicava o que tinha acontecido. O policial também estava preocupado com o amigo.

Jackson olhou o visor e suspirou fundo. Mark estava acertando os momentos de se comunicar, pensou sarcasticamente o detetive.

 

Haneul’s Dad

 

Amor, vamos fazer uma surpresa

para Jinyoung hoje?

Hum… O que?

Não sei, mas estou animado!

Vou tentar sair mais cedo do bar.

Tudo bem.

Está tudo bem, Jack?

Sim.

Não parece.

Aconteceu alguma coisa?

Só um caso.

Nada demais.

Então tá.

Te amo.

Também te amo.

Enrole nosso Puppy

até eu chegar.

Okay.

Até mais tarde.

Tchau, bebê.

 

– Você vai contar, né?

– Vou, vou sim. Eu provavelmente irei estragar qualquer surpresa que ele tenha planejado para a formatura de Jinyoung, mas… eu vou contar.

– Esse é o Jackson que eu conheço e adoro, corajoso! 

– Até parece…

– Está duvidando do meu carinho agora?! Ai, magoou!

– Não! Ah, você me entendeu, Gracinha!

– Entendi, seu bobinho. – Seokjin voltou a abraçar o outro de lado. – Vai dar tudo certo.

Jackson abanou levemente a cabeça e resolveu se apegar aquelas palavras. Daria tudo certo. Ele pedia a divindade que sim. 


Notas Finais


House of Cards - BTS: https://www.youtube.com/watch?v=5TWXH5eILC0

Ps¹.: Falei que gosto do número 27? ;)
Ps².: Para quem não leu "Hey, Thief" ( https://spiritfanfics.com/historia/hey-thief-8131639 ) ocorreram uma série de acontecimentos que fizeram com que Namjoon e Jin (BTS) fossem melhores amigos de Jackson.

Gostaram do capítulo?
Por favor, deixem comentários com as suas opiniões; amamos lê-los.
Até amanhã ;*


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