História Hey Juliet! - Capítulo 3


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, ChiNoMimi, Dajan, Dakota, Debrah, Iris, Jade, Kentin, Leigh, Lysandre, Nathaniel, Personagens Originais, Rosalya
Tags Amor Doce, Confusões, Julie, Sweet Amoris
Exibições 12
Palavras 1.624
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Festa, Hentai, Romance e Novela, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OE OE OE
Olá pessoas, sejam bem vindos a mais um capítulo da nossa saga da Julie.
@OokamiShoujo, eis aqui (adoro essa expressão!) nossa querida Lizzy.
Espero que gostem!
Boa leitura seus lindos! (・ω・)ノ
Até as notas finais.
#CapitaToddynhoemHeyJuliet

Capítulo 3 - Elizabeth, Castiel e Ambre


 

Eu gostaria de deixar registrado que boboca não é xingamento. Ninguém se ofende sendo chamado de boboca, a pessoa no máximo vai rir da sua cara. No caso, a pessoa que riu fui eu e a babaca (viu que esse xingamento até soa melhor?) que tentou me xingar, me chamando de boboca, foi a Ambre. Isso está bem confuso. Vou voltar um pouco e explicar. 

Rosalya estava me levando para o refeitório com ela, quando demos de cara com Lysandre e uma menina baixinha (não sei que moral eu tinha pra falar que ela era baixinha, porque se duvidar era maior que eu) também vestida ao estilo vitoriano. 

– ELIZABEEEEEEEEEEETH! – A albina correu e abraçou a menina, que retribuiu. – Quando você voltou pra cidade? 

– Acabei de chegar, Rosa. Leigh e Lysandre foram me buscar e viemos direto pra escola. Ele não te avisou? – A menina, Elizabeth, olhou para o albino e revirou os olhos. 

– Você realmente esperava que esse cabeça de vento te falasse alguma coisa? 

– Pra falar a verdade, não... –  Rosa lembrou que estava ali. – Ah sim, Julie, essa é a Elizabeth, prima do Lys. Lizzy, essa aqui é a Julie. 

– Pode chamar de Lizzy tá? Elizabeth é muito grande... 

Eu ia abrir a boca pra responder quando uma loira nojenta (aposto que você sabe quem é...) surgiu no meio corredor. 

– Entre as duas novatas, não posso dizer que tivemos sorte, né meninas? Duas anãs! E feias, ainda por cima! – Disse a loira, rindo, pra duas garotas do lado dela.

– Quem não teve sorte foram seus pais quando você nasceu. – Eu disse. 

– E feias? Já se olhou no espelho, projeto de cacatua? – Lizzy completou. 

Aposto que ela não estava acostumada a ser respondida, porque ficou vermelha e  gaguejou. 

– Q-quem v-vocês acham que são pra falar assim comigo? 

– Nós não achamos, temos certeza. – Lizzy disse 

– Agora, dá pra sair da frente? Nós queremos passar. – E eu completei. Gostei dessa garota nova.

A loira se virou e foi embora com suas duas acompanhantes, deixando o caminho livre. 

– Bem, vocês acabaram de conhecer a Ambre. Um amor não é? – Disse Rosalya, sarcástica. 

– Adorável. – Respondi.

Depois da interrupção, fomos para o refeitório da escola, que estava lotado, provavelmente por culpa da chuva. Lysandre e Lizzy foram escolher algo para comer enquanto eu ia com Rosa para a mesa onde seus amigos estavam. Fui apresentada a Íris, Kim, Melody, Violette, Dajan e Jade... Até aí, todos fofos. Mas claro, tem que existir um ser emburrado e esse é Castiel. Eu ignorei a existência dele, esperando Lys e Lizzy para eu poder ir buscar minha comida. 

Eles chegaram e fui correndo com Rosa pegar nosso lanche. No caminho, tive a impressão de ouvir uns gritos e ofensas vindas da nossa mesa, incluindo "poste", "tomate" e "anã de jardim", mas ignorei. Peguei uma Coca (sim, de manhã. Só tomo isso o dia todo, se acostume) e um pacote de M&M's, não estava com muita fome. A albina escolheu sanduíche natural e um suco de laranja, o que ia totalmente contra os meus princípios. Quem comia coisas saudáveis com um sorriso daqueles? 

Voltando pra mesa, sentei ao lado na ponta da mesa, ao lado de Lizzy e de frente para Rosalya. Pelo visto, era a morena que tinha discutido com Castiel. Como eu sei? Os dois estavam lançando olhares de ódio um pro outro. Resolvi puxar conversa com Elizabeth, e há maneira melhor de fazer isso do que oferecendo comida? 

– Hey, Elizabeth, quer uns M&M's? – Disse e sorri.

– Quero sim, brigada. Aliás – disse ela sorridente, com de boca cheia de chocolate – boas respostas pra tal de Ambre. Menina idiota. 

– Você também é muito boa e... 

Minha resposta foi interrompida por uma uva voadora, vinda de sei-lá-onde (meu palpite é que foi a Iris) que acertou o meio da testa de Rosalya. Todos rimos, incluindo a albina, e a conversa da mesa passou a uma discussão sobre frutas e sua capacidade de voo. O pessoal era realmente legal e eu estava gostando de conversar com eles, mas novamente o sinal estragou minha alegria. 

Além do sinal, quem mais surgiu pra estragar minha alegria? Se você chutou Ambre, a vadia, acertou. Ela estava no corredor e começou a gritar, pra chamar atenção, 

– Olha, suas duas bobocas, vou falar só uma vez. Fique longe do MEU Castiel, ouviram bem?  – O ruivo tinha misteriosamente se mascarado na multidão, o que era surpreendente com aquela cor de cabelo. 

– Primeiro, eu fico longe se eu quiser. – Disse Lizzy.

– Segundo, boboca? Sério mesmo? Não tinha nenhum xingamento melhor que esse não, ô vassoura? – Falei. 

Um tumulto havia se formado, todo mudo querendo assistir. É claro que o que está ruim sempre pode piorar então quem surgiu? Sim, a diretora, acompanhada de Nathaniel, com uma cara de decepção. Ah, que ódio dessa guria. Eu achava que tinha feito uma amizade aí vem essa piranha fazer o representante me achar uma encrenqueira. Tá certo que eu era e parecia ter encontrado minha dupla anti-Ambre, mas já no primeiro dia? 

– Meninas, eu poderia saber que baderna é essa no meio do corredor? 

– D-diretora, elas começaram a gritam comigo no corredor... – A falsa estava se fazendo de coitadinha, com lágrimas nos olhos. Só deixando claro, ela era uma péssima atriz. 

– MENTIROSA – Alguém do corredor gritou e o resto do pessoal concordou. 

– Bom, não quero saber quem começou, só não quero mais confusões. Voltem todos para suas salas! – Disse a Sra. Shermansky e o grupo começou a dispersar. Ambre me lançou um olhar de raiva e foi embora. 

Eu estava quase indo pra minha sala também quando Nathaniel me chamou. Rosalya e Lizzy trocaram olhares e me deixaram ali pra sofrer a ira do representante sozinha. Vou ter uma conversinha com essas duas sobre abandonar as amigas.

– Julie? – Ah, lascou. 

– Sim, Nathaniel? 

– A Ambre te ofendeu ou coisa assim? – Aehoo! Ele não parecia estar com raiva de mim, apenas preocupado. 

– É preciso mais que uma piranha dessas pra me ofender. – Ele deu um sorriso cansado. 

– Eu sei que ela é difícil, mas você poderia evitar chamar minha irmã de piranha? – Se eu estivesse tomando alguma coisa eu teria cuspido tudo. 

–  SUA IRMÃ? TU TÁ DE SACANAGEM? 

– Não, Julie. Ambre é minha irmã gêmea. Sou o mais velho por uns minutos. 

– Ai meus deuses... Você aí todo legal e ela brigando comigo por causa de um Castiel que eu nem falo. – Assim que citei o nome de Castiel o rosto do rapaz se tornou frio. Acho que eles não se gostam muito não.  

– Ah, Castiel. – Disse ele com um tom de desprezo. – Deveria ter imaginado. 

– Bom, agora já foi né. Inclusive, acho que minha aula de agora já foi também. 

– Duas aulas perdidas por minha culpa... – Ele não parecia se sentir muito culpado não. – Bom, já que te fiz perder mais uma aula, quer fazer um tour pela minha área preferida de escola? 

– Quero! – Ele estendeu o braço como um cavalheiro e eu aceitei. 

Te surpreenderia se eu falasse que a área preferida dele é a biblioteca? O garoto me explicou que aquela área só era permitida aos alunos que faziam trabalhos escolares, mas ele, como representante, tinha alguns benefícios. O local, vazio no momento, era bem agradável, com várias estantes cheias de livros e pufes espalhados pelo chão. 

Eu acho que deveria explicar as fotos. Meu querido celular tem um problema na câmera, então ele tira fotos em momentos bizarros, como eu deitada em um pufe, observando Nathaniel escolher um livro da estante. Eu faço um álbum impresso com essas fotos, todas elas, não importa o quão constrangedoras ou esquisitas sejam. Essa foi a primeira em Sweet Amoris, mas com certeza não seria a última. 

Fiquei imaginando qual seria a relação entre Nathaniel e Castiel, mas achei melhor não perguntar, porque não queria aquele tom frio de novo. Com a biblioteca vazia, conversamos mais bobagens aleatórias, sem noção do tempo. Mais uma vez, o sinal (estou aqui a menos de um dia e já odeio esse sinal dos infernos) fez questão de acabar com a minha alegria. Me despedi de Nathaniel, que ficaria ali e sai da sala. 

Estava no quase chegando na minha próxima aula, quando dou de cara com a diretora. Ótimo. Sempre pode piorar não é? 

– Senhorita Hawthorne? Que sorte encontrá-la! – Isso normalmente quer dizer que ela não vai me dar uma advertência. – Eu preciso falar com a senhorita sobre os clubes da escola. 

– Clubes? 

– Sim, como novata, a senhorita deve escolher entre Jardinagem e Basquete. Ao longo do ano, você pode entrar em outros de acordo com a disponibilidade. Então, qual é a sua escolha? 

– Eu escolho jardinagem. – Eu realmente gosto de mexer com terra.

– Ótimo! Se quiser, já pode ir para clube. As aulas do primeiro dia são apenas apresentações.

– Certo! Já vou para lá, mas você poderia... – De novo, não terminei minha frase porque a velha ninja já estava várias salas a minha frente. Ela se teletransporta, não é possível. 

Fiquei com a missão de encontrar o clube sozinha. A chuva havia parado, então fui para o pátio e para a minha surpresa, encontrei Castiel lá.  

– Oi? – Meu oi saiu como uma pergunta, meio hesitante. 

– Oi. O que você quer? – Grosso idiota.

– Saber como alguém com um gosto musical tão bom pode ser tão chato. – Respondi ríspida, olhando para sua camisa.

– Conhece Winged Skull baixinha? – Ele parecia surpreso, mas de uma forma boa.

– Estranho seria se eu não conhecesse. 

– Tudo bem então. Só por isso vou ter ajudar. O que você quer? 

– Saber por que diabos a diretora se teletransporta. E onde fica o clube de jardinagem. 

– Sobre a diretora eu não sei. Mas posso te mostrar o tal clube.

– Sério?

– Sério. Vem, eu te levo lá. 

– Obrigada! – Dei um pulinho de alegria e segui o bad boy. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Favoritos? Comentários? Sempre bem vindos.
Até o próximo capítulo!
Kissus (・ω・)ノ


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