História Hey my brother (imagine D.O) 1ª temporada incesto. - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, D.O, Kai, Personagens Originais
Tags Álcool, Baekhyun, Exo, Incesto, Kai, Sexo
Exibições 188
Palavras 1.487
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Josei, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá fanáticos de plantão! 👋

Me desculpem por não ter postado o capítulo ontem, na verdade ontem não escrevi nada, estava muito ocupada, cansada e com um mau humor dos infernos. Para que a história não terminasse em morte, resolvi me dar um folga, mas hoje consegui escrever um. Não garanto qualidade, pois ainda estou um pouco cansada, mas fiz com carinho.

Boa leitura! 😘

Capítulo 8 - Mixed feelings.


Fanfic / Fanfiction Hey my brother (imagine D.O) 1ª temporada incesto. - Capítulo 8 - Mixed feelings.

Adivinhem meus amores quem estava na porta? Isso mesmo!!!

__ CADÊ ELA?? _Kyung-Soo entrou no quarto feito um furacão e gritando, ao me ver sentada na cama só com a camiseta do Kris ele não ficou vermelho, ele ficou roxo de raiva. __ MAS QUE P**** É ESSA? _apontou para mim e olhou para o amigo que tinha os braços cruzados.
__ Sua irmã! _respondeu simplista deixando o menor ainda mais furioso.
__ ISSO EU SEI! QUERO SABER O QUE ELA FAZ NA TUA CAMA E USANDO TUA CAMISETA?
__ Ela não podia dormir com aquele vestido. _Kris respondeu e eu assistia aquela discussão quieta, mas controlando um sorriso de satisfação no rosto.
__ ELA IA… _virou para mim. __ VOCÊ IA DORMIR AQUI S/N? _afirmei com a cabeça. __ AH! NÃO IA MESMO!
__ Pára de gritar D.O, já estou ficando com dor de cabeça. _o loiro massageou as têmporas. __ S/N é uma mulher adulta, ela pode fazer o que quiser.
__ Não enquanto eu estiver por perto. _Kyung caminhou na minha direção e me puxou pelo braço. __ Vamos embora! _saiu me arrastando, mas Kris ficou na frente barrando a passagem.
__ Isso é ela que decide! _ele disse.
__ É melhor que saia da minha frente, ou vou quebrar essa tua cara. _os dois ficaram se encarando com ódio, então tive que interferir.
__ Já chega os dois, ninguém aqui vai brigar. _disse depois de soltar do aperto de Kyung. __ Tudo bem Kris! Vou com ele. _olhei para o loiro que suavizou o rosto me olhando com ternura.
__ Queria que dormisse comigo…
__ Nem fodendo! _Kyung resmunga e o outro revira os olhos.
__ Se cuida baixinha! _sorri e então fico de ponta de pé beijando o canto de sua boca, mas sou surpreendida quando ele agarra minha cintura dando um beijo desentupidor de pia.
__ Já chega! _sou arrancada à força dos braços de Kris e arrastada para fora do quarto usando somente calcinha e a camiseta dele.

Kyung andava em passos pesados me puxando pelo braço, ele resmungava coisas que não podia compreender, sua fúria era visível, principalmente porque me apertava com força e aquilo doía demais. Me debati algumas vezes, porém só piorou minha situação, ele era forte e eu não, mas uma coisa era certa, consegui pegar o primeiro coelho e logo o segundo seria pego.

E falando no diabo!

Quando descemos para o hall eu e Kyung não tínhamos dado uma palavra sequer no elevador e para nossa surpresa, Kovu estava tentando se comunicar com a recepcionista para descobrir com quem eu havia entrado, sorri vitoriosa. Logo ele nos avistou e seu cenho estava franzido, Kyung parou bruscamente e apertou meu braço mais ainda enquanto meu agora ex namorado caminhava em nossa direção.

Kovu tinha no rosto um misto de confusão e raiva, principalmente por me encontrar semi nua, ele caminhou em passos largos em nossa direção e Kyung me colocou atrás de si.
__ O que está acontecendo S/N? _ele gesticulou. __ Mas que pouca vergonha é essa? _apontou para minhas vestes, saí de trás do Kyung.
__ Isso não é da sua conta. _respondi.
__ Não é da minha conta? Você é minha namorada e sem respeito nenhum sai com um cara como se fosse uma vadia.

Como ele ousa me ofender? Aquele traidor safado não tinha o direito de pedir respeito.

__ Do quê esse cretino te chamou? _Kyung perguntou.
__ Então é com esse zoiudo que você anda transando S/N? _apontou para meu irmão que havia cerrado os punhos. __ Sabia que ele não era seu irmão, é uma vadia sem escrúpulos mesmo. _quando levantei a mão para desferir um tapa, Kyung ficou na frente e socou a cara de Kovu.
__ NUNCA MAIS OUSE CHAMÁ-LA ASSIM SEU DESGRAÇADO FILHO DE UMA P***. _ele gritou chamando atenção de todos que estavam no hall. __ E A PARTIR DE HOJE NÃO VAI MAIS CHEGAR PERTO DELA.
__ Meu assunto não é com você, é com essa p***. _apontou para mim que estava escondida atrás de Kyung.
__ Já disse para não chamar ela assim. _meu irmão iria para cima dele de novo quando eu segurei seu punho.
__ Deixe ele Kyung! _fiquei entre os dois. __ Como ousa me chamar assim? Sendo que vi com meus próprios olhos você praticamente comendo duas mulheres, DUAS! _dei ênfase a última palavra, o que surpreendeu Kovu. __ Então não tem o direito de exigir nada! Eu confiei em você Kovu! _meus olhos já estavam cheios de lágrimas.

Comecei um choro descontrolado, finalmente estava colocando pra fora a dor da traição, Kovu pra mim era um ser de luz, mas logo lembrei que o diabo também era e podia facilmente enganar alguém. Meu coração estava partido, até aquele momento eu tentava esconder a dor, mas ouvir suas acusações só me fazia lembrar da cena na boate, aquilo doía muito.

Ele tentou se aproximar de mim, mas o empurrei para longe, Kyung que antes só observava a cena pegou novamente em meu pulso me arrastando para fora do hotel. Ainda chorando fui colocada dentro do carro e meu irmão deu a partida arrancando com tudo, em nenhum momento ele falou comigo e eu nem queria, aquele assunto estava fora de cogitação para mim.

Quando chegamos em casa nem esperei Kyung abrir a porta para mim, saí correndo feito uma desesperada para dentro de casa, subi no escadas e entrei no quarto trancando-o. Escorreguei na porta sentando no chão e abraçando meus joelhos, mais uma vez estava sofrendo, a vida era muito cruel comigo, pois quando acho que as coisas estão indo bem, elas se tornam um desastre.

Ouvi passos em frente a porta, sabia que poderia ser o Kyung-Soo, ele parou e ouvi um ruído como se estivesse sentado também.
__ Sinto muito! _sua voz era fraca e melancólica. __ Eu juro que não sabia que aquele… aquele desgraçado estava te traindo. _fiquei quieta apenas deixando as lágrimas descerem.

Minutos depois ouvi um longo suspiro e meu irmão se levantou saindo de perto da porta, me arrastei até a cama deitando sobre ela em forma de feto, chorei ainda mais e dormi inalando o cheiro másculo da camisa de Kris.

Não sabia que horas eram, mas acordei no meio da noite saindo do quarto, desci as escadas indo para a cozinha comer alguma coisa, já que não me alimentei. Ao chegar lá dei de encontro com Kyung devorando uma torta, era uma cena um tanto fofa, pois sua boca estava toda suja de glacê, cruzei os braços e fiquei observando.
__ Vai ficar me olhando por muito tempo? _levantei as sobrancelhas com o flagra, ele me encarou e sorriu. __ Também está com fome? _assenti. __ Pois vem! Eu divido a torta com você. _sorri fraco e andei até a bancada da cozinha me sentando de frente para ele.

Aquela foi a primeira vez que tivemos uma conversa amigável, sem insultos, sarcasmo ou ameaças, apenas dois irmãos comendo torta e contando histórias engraçadas. Na verdade foi ele que falou mais, eu apenas o ouvia atendente e ria das coisas que falava, talvez finalmente fosse me dar bem com meu irmão, tudo seria esquecido e seríamos bons amigos.

Depois que a torta acabou, limpamos os pratos e seguimos o caminho de nossos quartos, mas quando chegou no meu, respirei fundo e virei para ele que ainda estava parado atrás de mim.
__ Posso te pedir uma coisa? _se fosse fazer aquilo não tinha mais volta.
__ O que seria? _ele respondeu sério, uma atitude que não esperava.
__ Não estou com sono, poderia ficar comigo até eu dormir? _minhas bochechas esquentaram por estar pedindo aquilo para ele.
__ Tudo bem! _ele respondeu frio. __ Mas quero te pedir que tire essa camisa. _se referiu a camisa de Kris, me deu vontade de perguntar, mas apenas assenti.

Entramos no quarto e peguei um pijama comportado e bem nerd para ser exata, fui ao banheiro deixando Kyung no quarto, tomei um banho, vesti o pijama e voltei para o quarto. Ele usava uma calça moletom e uma camiseta, estava deitado olhando para o teto com as mãos atrás da cabeça, timidamente deitei ao seu lado na mesma posição.

Kyung ficou daquele jeito até que eu me cansasse, então puxei o lençol me cobrindo dando-lhe as costas, de repente meu corpo é virado e ficamos com os rostos quase colados.
__ Por que me odeia tanto? _tive medo, mas perguntei mesmo assim.
__ Eu te odeio, porque me faz sentir coisas que não devo. _responde com os lábios cada vez mais próximos.
__ O que sente? _meu coração palpitava, não apenas com a aproximação, mas com o que responderia a seguir.
__ Deixe isso pra lá S/N… vá dormir, velarei seu sono. _respondeu ríspido, então fechei os olhos me deixando ser levada ao mundo dos sonhos com o delicioso cheiro de Kyung-Soo.


Notas Finais


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