História Hey my brother (imagine D.O) 1ª temporada incesto. - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, D.O, Kai, Personagens Originais
Tags Álcool, Baekhyun, Exo, Incesto, Kai, Sexo
Exibições 183
Palavras 1.500
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Josei, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá fanáticos de plantão! 👋

Voltei e espero que gostem desse capítulo.

Boa leitura! 😘

Capítulo 9 - I would love you if I did not hate you so much


Fanfic / Fanfiction Hey my brother (imagine D.O) 1ª temporada incesto. - Capítulo 9 - I would love you if I did not hate you so much

Quando acordei pela manhã, Kyung não estava mais no meu quarto, suspirei aliviada, alguém poderia nos ver dormindo juntos e pensar bobagem, sentei na cama pensando em tudo que aconteceu entre nós.

Será que agora seremos irmãos comuns ou ele vai voltar a ser o mesmo demônio de sempre?

Minha mente viajava com essa possibilidade, nunca entendi ao certo o por quê de me odiar tanto, mas ele disse que eu o fazia sentir sentimentos errados, aquilo não fazia sentido.

Agora deu! A culpa e minha?!

Tomei um banho quente e quando sai do banheiro vi meu celular tocando, havia algumas mensagens da Tânia preocupada comigo e querendo saber quem foi o boy que saiu comigo da festa, mas o que me chamou atenção foram as do Kovu.

KOVU: Amor me perdoa!
KOVU: Eu te amo!
KOVU: Não sei viver sem você!
KOVU: Por favor me responda!

Em um ato de raiva joguei o celular no chão e o pisoteei com fúria, uma atitude meio louca, mas a vida não estava colaborando, quando vi o que fiz caí de joelhos chorando. Mas chorei de raiva, raiva de Kovu e sua traição, raiva por ser tão ingênua e acreditar em um lobo com pele de ovelha e raiva de mim mesma por ter quebrado o celular que custou meu suado dinheirinho.

Depois de vestida desci para o café da manhã, minha mãe preparava a mesa e meu pai lia distraído seu jornal de domingo, olhei para o lado e Kyung-Soo estava sentado concentrado no celular.
__ Bom dia filha?! _mamãe disse depositando um beijo em minha cabeça.
__ Bom dia! _respondi fraco.
__ Que cara é essa querida? _ela me encarou preocupada e mostrei os restos mortais do meu celular. __ O que aconteceu?
__ Deixei cair. _menti descaradamente.

Vou para o inferno por isso.

__ Está parecendo que você pisou nele. _Kyung respondeu com um sorriso cínico no rosto sem tirar os olhos de seu celular.
__ Vou pegar o dinheiro da minha poupança e comprar outro depois do café. _ignorei as palavras dele virando para minha mãe.
__ Mas você estava poupando esse dinheiro para pagar as primeiras parcelas do apartamento. _me senti péssima, por causa daquele maldito traidor, o sonho de morar sozinha está mais distante.
__ Junto o dinheiro de novo. _dou de ombros. __ Peço a diretora Kim mais duas turmas. _minha mãe arregalou os olhos.
__ Mas filha, você já tem cinco turmas, assim vai deixar de viver.
__ Não me importo. _respondi.
__ Ouviu isso querido? _chamou atenção do papai que levantou os olhos por cima do jornal.
__ O trabalho edifica as pessoas querida. _balancei a cabeça afirmando.
__ Mas não quero que depois fique doente de tanto trabalhar. _fiz um xis no peito jurando. __ Vamos tomar café.

Aquela manhã estava muito estranha, se antes meu relacionamento com Kyung era resumido em brigas, agora se resumia em indiferença, durante o café ele não disse sequer uma palavra, nenhuma provocação ou piadinha.

Estava enganada em relação que nós dois nos daríamos bem, mas pelo ao menos o silêncio dele me deixou tranquila, mas vindo daquele zoiudo, coisa boa não era, de rabo de olho observei todos os seus movimentos e ele parecia alheio.

Depois do café peguei a bolsa e saí para ir no shopping comprar outro celular, pretendi que iria andando, uma boa caminhada nunca era demais, então calcei uma tênis e segui meu caminho. O dia estava muito agradável para um domingo, o trânsito era menos conturbado, isso me lembrou de Tânia, ela sempre me dizia que em seu país os domingos o trânsito também era ruim porque as pessoas iam para a praia.

Suspirei desejosa, queria ter crescido no Brasil com meus pais verdadeiros, assim iria para a praia todos os domingos, sempre quis ir para uma, mas infelizmente não tive esse prazer.
Fui desperta dos devaneios por uma buzina de carro atrás de mim, virei dando de cara com Kyung no carro do papai e esbanjando aquele maldito sorriso cínico.
__ Quer carona? _chamou e minha vontade era de jogar o sapato nele.
__ Prefiro ir andando. _dou um sorriso forçado.
__ Se prefere assim, bye babygirl. _ele arrancou com tudo me deixando confusa.

Ele me chamou de quê?

Depois de quarenta minutos de caminhada cheguei no shopping, passeei pelo lugar procurando lojas de eletrônicos, mas os preços não queriam colaborar, estavam um absurdo, eu nunca compraria um celular daquele preço, eram mais caros que minha alma.

Cadê o black friday quando precisamos dele?

Já estava cansada de procurar um celular com o preço acessível, então desisti e fui para a praça de alimentação, quando houvesse promoção eu compraria, enquanto isso ficaria sem celular mesmo, assim não teria o desprazer de receber mensagens do Kovu.

Fiz meu pedido em uma das lanchonetes e esperei, enquanto isso fiquei observando os casais, senti um pouco de inveja da felicidade deles, um dia fui tão feliz ao lado de alguém que jurava que me amava, a velha rotina, os velhos hábitos e os diversos momentos tediantes foram deixados para trás, minha vida nunca mais seria a mesma e tudo mudou depois que Kyung-Soo apareceu.
__ Sentindo inveja dos outros mana?!

Falando no diabo.

__ Isso não é da sua conta. _respondi ríspida e voltando a olhar as pessoas.
__ E voltamos a estava zero! _sentou ao meu lado me encarando, desconfortável com seu olhar sobre mim respirei fundo virando para ele.
__ O que foi agora Kyung?
__ Ainda está pensando no almofadinha? _nossos rostos estavam próximos, olhei para os lados para ver se não havia alguém olhando.
__ Kovu é página virada. _dou um sorriso forçado e tento recuar. __ Na verdade estava pensando no Kris.

Provocar nunca é demais.

__ Como é? _ele franziu o cenho fazendo uma cara nada agradável.
__ Sim! Ele é incrível e muito bom de cama. _suspirei fingindo estar apaixonada.
__ Olha aqui S/N! _de repente ele aperta meu braço e vejo em seus olhos fúria. __ Nunca mais vai se aproximar dele.
__ Porquê? Você não manda em mim! _agora eu parecia uma criança mimada.
__ Sou seu irmão mais velho, então tem que me obedecer.
__ E se eu não quiser? _dessa vez foi eu que me aproximei com um sorriso no rosto, pude sentir a respiração dele e alternou entre olhar nos meus olhos e olhar meus lábios.
__ Quer pagar pra ver? _ambos mantinham um sorriso malicioso no rosto.
__ Duvido! _respondi me afastando novamente.
__ Você que sabe… mas como sou um bom maninho pra você, te trouxe uma coisa. _o encarei confusa e de dentro de uma sacola ele tirou uma caixa de celular.
__ O… o quê… o quê é isso? _meus olhos se arregalaram.
__ Não é óbvio? Um celular. _não entendi sua atitude, mas não podia esperar boa coisa.
__ Qual sua real intenção?
__ E preciso ter segundas intenções para presentear minha querida irmã? _ele sorriu cínico.
__ Vindo de você, espero qualquer coisa.
__ Sei que quebrou seu celular em um acesso de raiva e tenho quase certeza que foi por causa do almofadinha. _Kyung era um metido mesmo. __ Então resolvi presentear você, já que é uma mão de vaca.
__ Sou mão de vaca porquê?
__ Porque rodou esse shopping inteiro atrás de um celular na promoção e aposto que desejou estar no black friday.

Como ele sabia?

__ Como… como você soube? _estava muito confusa, desde quando Kyung lia mentes?
__ Te conheço bem e meio que te segui. _meus se arreagalaram.
__ Como assim me seguiu? Por que me seguiu?
__ Porque eu quis ora! _ele cruzou os braços revirando os olhos.
__ Você é um doente Kyung-Soo. _respondi.
__ Deixa de bobagem e aceita logo. _ele arrastou a caixa até mim.
__ O que eu tenho que fazer em troca? _um largo sorriso em forma de coração se formou no rosto daquele diabo.
__ Não precisa fazer nada, AINDA.

Eu sabia que tinha coisa.

Logo nossos pedidos chegaram e fiquei supresa que ele pediu depois que pedi, graças ao bom Deus Kyung não falou mais comigo, estava concentrado demais no seu lanche, mas depois de alguns minutos em silêncio, resolvi quebrá-lo.
__ Você sabia que coloração acaba com o cabelo?! _ele levantou a cabeça me encarando. __ Não tem medo de ficar careca?
__ Tanta coisa pra você comentar e resolveu falar do meu cabelo? _apontou para a cabeça e eu apenas dei de ombros. __ Chega ser engraçado sua burrice. _dá um sorriso de lado.
__ Como é que é?
__ Nada S/N!
__ Sou muda, não surda Kyung-Soo. _aquela ofensa eu não levaria pra casa.
__ Ainda bem, porque se falasse, só diria asneiras. _levantei bruscamente pegando o resto do meu lanche e sai de perto daquele metido. __ SEU CELULAR! _ele gritou segurando a caixa, mesmo morrendo de raiva, voltei pegando a caixa e lhe dei as costas. __ TAMBÉM TE AMO!

Kyung-Soo eu te odeio!


Notas Finais


E aí, gostaram??
Acho que saiu meio bosta, mas são vocês que decidem.

💋💋💋 no ❤


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