História Hi boy, I like you - Capítulo 8


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Hopemin Namjin, Jangi
Visualizações 11
Palavras 605
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, voltei após um tempinho para atualizar essa bagaça, yeah! Obrigada pelos comentários (são poucos mas me ajudam!) pelos favoritos (que também são poucos mas que também me ajudam!) e por todo o resto.


Nome do capítulo: Não há nada como nós.

O próximo capítulo já será o dos tão esperados ''dias atuais''! Enfim, boa leitura! xoxo :3

Capítulo 8 - There's nothing like us.


Fanfic / Fanfiction Hi boy, I like you - Capítulo 8 - There's nothing like us.

                                  [Coréia do sul - Busan, 15 de outubro de 2011]

Aos 16 anos disse ''oi garoto, eu gosto de você!'' e teve que arcar com as amargas consequências desse sentimentos que tinha pelo amigo. 

Aquilo parecia tão errado, mas parecia a coisa mais certa para os dois naquele momento. Hoseok e Jimin, deitados e aos beijos, aquilo era a coisa certa para eles naquele momento. 

Hoseok havia vindo morar em Busan com sua família há alguns meses e a aproximação com Jimin nesse sentido, havia evoluído. Eles não sabiam bem ao certo onde essa situação os levaria. Estavam percorrendo um caminho totalmente desconhecido, mas o quê importava era que percorriam juntos.

No meio de um beijo intenso, onde Jimin estava sentado no colo de Hoseok, Jimin resolveu que aquela era a hora de dizer o que sentia por Hoseok. Então, separou os lábios dos do garoto à sua frente e colou suas testas. Hoseok encontrava-se ofegante e parecia fora de órbita naquele momento. Jimin então sorriu da forma mais sincera e singela que poderia.

— Oi garoto. — Chamou Hoseok, que ainda parecia estar em outra galáxia. — Eu gosto de você! — Sussurrou, fazendo o maior abrir os olhos e sorrir abertamente.

— Repete minnie... — Disse.

— Eu gosto de você. — Disse no ouvido de Hoseok.

— Eu também gosto de você, Jimin. — Segredou ali, naquele quarto.

                                                                                             

                       ...

— Isso é brincadeira, não é? — Disse Kwan, pai de Jimin.

— Não appa.. — Disse Jimin.

— Não me dê esse desgosto Jimin! — Levantou-se do sofá.

— E porquê isso seria um desgosto? — Perguntou.

 A verdade era que Jimin já esperava essa reação do pai, então não estava surpreso mas o silêncio que vinha de sua mãe era uma coisa que ele não esperava. 

— Você é um garoto, Jimin. E é gay, gosta de homens! — Disse aumentando o tom de voz.

— Agora me diga algo que eu já não saiba! Eu ser gay, ser hétero, ser bissexual, ser transsexual ou qualquer outra coisa não me torna menos seu filho. Eu gostando de garotas ou gostando de garotos não me fará ser menos humano, ou deixar de ter o seu DNA em meu sangue. Eu ainda sou o mesmo appa, isso não me torna outra pessoa, eu só peço que não me ame menos ou que me odeie por causa da minha sexualidade. — Disse sem qualquer emoção. Ele encontrava-se inexpressivo como nunca na vida. Jimin estava tentado ser confiante, mas por dentro chorava, estava com medo.

— Jimin, eu não quero saber. É isso mesmo que você quer? — Perguntou Kwan.

— Isso não nada a ver com o que eu quero, tem a ver com o que eu sou. —  Respondeu firme.

— Okay. Sem problemas. Eu espero você arrumar as suas malas e ser quem ''você é'', desde que seja fora da minha casa. — Respondeu, sentando-se ao lado da mulher, que se levantou e seguiu até o lado de Jimin.

— Não. — E pela primeira vez, a voz de Sun Hee ecoou pelo cômodo.

— ''Não'' o quê? — Perguntou Kwan, confuso.

— Ele não vai embora. —Disse firme e autoritária.

— Como assim? Eu não irei permitir um gay dentro da minha casa! — Disse irritado. 

— Os incomodados que se mudem Kwan! — Disse abraçando o filho. 

 E foi aí que Kwan subiu as escadas e logo após as desceu com malas nas mãos, passou pela porta e se foi. Essa seria só a primeira consequência que Jimin teria que lidar para ser feliz... Essa é sua vida agora Jimin. Conforme-se!



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