História Hi Cat - Capítulo 45


Escrita por: ~

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Categorias Chandler Riggs
Personagens Chandler Riggs
Tags Chandler Riggs, Norman Reedus
Visualizações 188
Palavras 643
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ira conter cenas inapropriadas para algumas idades

Capítulo 45 - Temp.2


   No outro dia acordo com uma dor de cabeça infernal. Chamo os meninos pela casa mais nenhum sinal de vida foi dado. Me sentei no banco do balcão da cozinha encostando minha cabeça no mármore. A porta foi aberta e uma discussão foi ouvida e vida e Diego entra de carinha feia enquanto Chan joga as coisas no balcão. 

- O que houve meu amor? (Perguntei abraçando Deigo)

- O papai disse que não ia comprar chocolate branco

- E por que está com raiva? Ele falou não e pronto (falei beijando sua bochecha gorda)

- Mas eu quero (esperneou e se soltou de mim indo para a parede)

- Vai começar Diego?  (Chandler perguntou)

- Diego, deixa a mamãe dar um banho  você?  (Perguntei tocando em suas bochechas e minha mão foi empurrada com força)

- VOCÊ NÃO É MINHA MÃE!  MINHA MÃE É A CLARE 

   Ele saiu correndo. Não consigo expressar a dor dessas poucas palavras. Eu sei que não sou sua mãe, mas eu o amava como meu filho. Senti um nó se forma em minha garganta e com a dor de cabeça piorou. 

- Agora esse moleque vai me escutar (Chandler falou indo até o quarto do filho mais o impedi)

- Não... ele está certo... Não sou mãe dele então... (Meus olhos marejaram)

- Oh meu bem (seus braços rodearam o meu corpo pequeno) não chora (ele começou a beijar todo o meu rosto me fazendo rir)

- eu tenho que sair agora... vou com o Mingus fazer o exame

- Não quer mesmo que eu vá? (Perguntou botando uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha e olhou para minha boca)

- Tenho (falei me aproximando e mordendo o seu lábio inferior)

- Menina... Não faz isso! Se não eu esqueço que o meu filho pequeno está aqui e te faço gritar meu nome (sussurrou no pé do meu ouvido)

- Para (bati no seu braço)

   Passei o braço pelo seu pescoço e fiquei na ponto doa pés para meus lábios tocaram nos dele. Seus braços fortes  me apertaram contra ele. Sua língua entrou em uma brincadeira com a minha fazendo gemidos serem soltos entre o beijo. A sua mão direita foi até minha bunda dando uma leve apertada. 

- Para que seu filho está aqui

- Seu filho também K

- Ele é filho da Clare... Nós dois sósomos amigos. Agora tchau que eu vou tomar um banho

- Posso tomar com você? 

- Sem safadeza? 

- Tentar

   Nos subimos e entramos no banheiro. A água quente caia sobre os nossos corpos colados. Ele começa a beijar meu pescoço fazendl eu inclinar minha cabeça para trás dando-lhe mais espaço. 

- Você é linda

   Ele voltou a me encarar e ataca minha boca com um beijo feroz e selvagem. Sua mãos caminhavam pelo meu corpo e as minhas no seu. Ele decidiu desligar o chuveiro que encheu a banheira. Ele se senta e o encaro com um sorriso sacana. Sento em seu membro devagar fazendo os dois protestarem

- Senti falta de nós dois assim

- Você tem sorte que essa sensação é maior que a minha dor de cabeça

   Os movimentos foram acelerando fazendo barulhos roucos saírem doa nossos lábios. Ele me colocou em baixo dele e me beijou enquanto me penetrava rápido com um objetivo traçado. 

   Após acabarmos a nossa sessão nos enxugamos e vesti um moletom rosa com uma calça preta e um cachecol.  Entrei no carro e me dirigi a casa da minha mãe. 

- VAMOS MINGUS (gritei e depois de um século ele apareceu)

- Vamos... mas eu dirijo

   Chegamos no hospital e depois de uns minutos me encaminharam a uma sala onde uma médica me esperava

- Não precisa ter medo

   Coloquei a roupa e uma toca prendendo meu cabelo nela e logo entrei dentro do batedor de raio-x

   Ficar lá era tão agoniante sem poder se mexer só encarando aquela coisa branca com luza azul em cima de mim


Notas Finais


Não corrigi
Desculpas os erros


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