História Hi Cat - Capítulo 48


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Categorias Chandler Riggs
Personagens Chandler Riggs
Tags Chandler Riggs, Norman Reedus
Exibições 124
Palavras 921
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 48 - Temp.2


   A tarde fui com o Chandler para o hospital pegar o resultado do exame. Ao chegar lá a recepcionista nos mandou para a sala onde a medica nos aguardava.

- Sentem (ela deu um sorriso amarelo)

- Ta tudo certo doutora? (Ele perguntou apreensivo)

- Para começar eu quero falar eu quero lhe dizer que temos uma ótimos profissionais para esse tipo de tratamento

- Então é verdade?

- Kare, está com um começo de um câncer no seu fígado por causa de uma grande quantidade de bebidas alcoólicas que você bebeu 

- Já sabia que isso iria acontecer mais cedo ou mais tarde

   Me levantei sentindo tudo em minha volta girar logo sai daquela sala. O caminho até o carro foi a cada passo que eu dava era uma lagrima que descia. Entrei no carro e escorei minha cabeça no cofre do carro e comecei a chorar.

Chandler on

- Como é o tratamento?

- Ela mal começou o câncer e isso é ótimo! Quero lhe falar que ela começara a sentir anciã de vomito, náusea, perda de apetite, dores abdominais, perda de peso, inchaço e caso se agrave o seu figo ira aumentar e as veias de sua barriga ficaram expostas

- Tudo bem

   Ela começou a me explicar o tratamento com cuidado e falou que se tudo ocorrer como ela espera daqui a 3 meses a Kare estará imune. Agradeci a doutora e sai dali. Eu só pensava em minha noiva, como esse 3 meses será complicado para ela e principalmente com as coisas do casamento para ser feitas. A vi soluçando dentro do carro e se debatendo com raiva lá dentro. Assim que entrei eu a puxei para mim e depositei um beijo demorado em sua testa

- Não se esqueça que tudo acabara bem

-Não vai (limpei seu rosto molhado e lhe dei um selinho)

- confia em mim... vai ficar tudo bem

- Espero que esteja certo

- Meu bem, quando eu não estou certo

- Quer 6 exemplos que você fez ou a lista que eu fiz?

- Corrigindo, meu bem, nessas ultimas horas quando eu não estive certo?

   Ela deu um sorriso fraco e segurei sua mão enquanto dirigia para casa. Ao longo do caminho eu percebia que ela estava inquieta

- Está tudo bem?

- Não

   Ela simplesmente abriu a porta do carro me fazendo frear bruscamente e começou a vomitar. Os carros logo atrás começaram a buzinar. Abaixei o vidro e estirei o dedo do meio para eles

- SEUS MERDAS, MINHA MULHER TA PASSANDO MAL! ESPERA AI

   Ela limpou a boca e fechou a porta. Ela estava pálida e não parava de fechar os olhos

- O que está sentindo?

- To tonta e com o estomago embrulhado

- Você está pálida, sua pressão baixou... vamos parar em algum lugar para comer

   Parei em um restaurante e passei seu braço envolta do meu pescoço e segurei firme sua cintura a levando para nossa mesa. A sentei e o garçom veio nos atender

- Nos traga carne com batata frita rápido e se não der tempo me traga um suco de laranja rápido também

   O garçom assentiu e saiu apressado

- Chan (ela murmurou mais não dei ouvidos) Chandler (nada) Biggs? (nada) Riggs se você não olhar para mim eu desço esse sapato por sua garganta (a encarei e ela acariciou meu rosto) fica calmo, eu to bem...

- Deu para ver (falei debochando)

- Eu vou ficar nervosa se continuar assim

- Foi mal

   Toquei em seus dedos e fiquei brincando com eles enquanto a comida não chegava. Ela pegou seu celular e começou a gravar um snap

- Fala “oi” seu babaca (falou gargalhando)

- A babaca é você (ela me mandou um beijo e parou de gravar enviando)

   Ela ficou mexendo no celular e a comida chegou. Percebi que ela mal tocou na comida

- Amor (falei com a voz manhosa e ela me olhou fazendo uma careta) come algo

- To sem fome

- Por favor?

   Chegamos em casa e fiquei assistindo o jogo com o Norman e o Mingus. A Kare se senta ao meu lado e pega a bebida para da um gole mais tomo de sua mão

- Ta maluca? Você não pode beber! Ta doente por causa disso

- Você está doente? (Norman perguntou)

- To com câncer

Kare on

   Me levantei emburrada saindo de casa. Estava nevando o que me dava mais um motivo para não ter saído. As grossas camadas de neve me faziam andar com dificuldade. Conseguia ver minhas respiração e sentindo meu nariz ficar avermelhado. Parei no meio do caminho para tentar respirar e comecei a olhar ao meu redor observando onde eu estava. Era em um parque. Me joguei na neve sentindo meu corpo afundar e a neve me cobrir fazendo eu rir. Escutei meu nome ser berrado e levantei meu corpo o fazendo gargalhar ao encontrar neve no topo da minha cabeça. Ele correu até mim e se jogou sobre o meu corpo fazendo eu soltar uma gargalhada alta.

-  But I crumble completely when you cry
                It seems like once again
                You've had to greet me with goodbye
                I'm always just about to go and spoil a surprise
                Take my hands off of your eyes too soon

 

...

Mas eu desmorono completamente quando você chora
             Parece que mais uma vez
             Você teve que me cumprimentar com o adeus
             Eu estou sempre a ponto de acabar com a surpresa
             Tirando minhas mãos dos seus olhos cedo demais

 


Notas Finais


A musica do final é "505" de Arctic Monkeys
compositor: Alex Turner


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