História Hidden Criminous - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Magcon, Shawn Mendes
Personagens Cameron Dallas, Kendall Jenner, Shawn Mendes
Tags Assassinato, Kendall Jenner, Policial, Shawn Mendes
Visualizações 138
Palavras 857
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


MEU DEUS DO CEU DESCULPA PELA DEMORA
ME PERDOEM
MAS EU SOU UM PORRE NA HORA DE SEGUIR HORÁRIOS
boa leituraaaa

Capítulo 3 - Capítulo Dois


Fanfic / Fanfiction Hidden Criminous - Capítulo 3 - Capítulo Dois

 

Capítulo Dois –– Ponto de Vista: Shawn Mendes

 

–– Brooklyn, conseguiu rastrear o cartão de crédito? –– Perguntei assim que cheguei no departamento.  

–– Sim, Shawn. O álibi confere. –– Ela suspirou. –– Mas, ele tirou uma grande quantia de dinheiro. Cinco mil dólares. No mesmo dia do assassinato, um pouco antes de comprar os ingressos para o jogo de hóquei. 

–– Cinco mil dólares? Isso é muito dinheiro. –– Concordou. –– Converse com ele, tenho que conversar com o Grier. –– Assentiu. 

–– Agente Mendes? –– Me chamaram. –– Tenente Holmhook. –– Cumprimentei-o num aperto de mão. –– Não quero perturbá-lo, visto que me parece com pressa. Mas preciso que saiba que Victoria Stockes teve a avaliação mental, psíquica e psiquiátrica e não demonstrou nenhum trauma ou doença. Nós temos apenas 48 horas por lei para deixá-la sob custódia. No momento ela está no presídio Franklin County, mas logo será trazida para interrogátorio aqui. 

–– Certo, obrigado por me informar. Farei o possível para encontrarmos mais evidências. Foi bom te ver. –– Sorri e entrei no elevador. Apertei o subsolo e desci até o necrotério. 

 –– Shawn! –– James, o legista que era um bocado velho, gritou meu nome enquanto mexia no corpo morto de alguém. Coloquei as luvas e a toca, me aproximando.  

–– Bom dia. Essa é a Hope? –– Assentiu com a cabeça. Não havia visto a vítima ainda, a cabeça dela estava totalmente desconfigurada e a dor que ela teve com certeza não foi pouca.  –– Uau. Que estrago. 

–– A coitada com certeza foi pega de surpresa, que pena, não? Ela era muito jovem. –– Ele negou com a cabeça, entristecido. –– Pela tamanha brutalidade, quem fez isso com certeza estava com muita raiva. 

–– Encontrou alguma coisa de diferente? 

–– Ah, sim! –– Ele pegou alguns papéis do lado da maca de necropsia. –– Ela tinha um alto uso de anfetaminas no organismo, e pelo que constatei, era como rotina. A garota tomava altas doses por dia.  

–– Anfetamina? Por que diabos ela tomaria anfetaminas? –– Arqueei a sobrancelha. 

–– Isso já é com você, Shawn. –– James soltou um riso.  

–– Muito obrigado, James. Você é um gênio! –– Levantei as mãos para cima, saindo do necrotério. 

Voltei ao térreo do departamento, vendo finalmente Nash chegar. 

–– Amém? –– Resmunguei para o mesmo assim que parou na minha frente, me cumprimentando.  

–– Babaca. Eu perdi o voo, me respeita. –– Revirou os olhos. –– Pelo menos estudei mais o caso. Bi-zar-ro. –– Silabou. 

–– De fato. –– Tive de concordar. –– Cadê o Gilinsky?  

–– Falando com a garota, ué. –– Falou como se fosse óbvio. Franzi o cenho, do jeito que eu conheço Jack ele deve estar provavelmente com uma arma apontada para a menina e obrigando ela a falar alguma coisa. –– Ops. –– Nash provavelmente pensou o mesmo. 

Gilinsky é fantástico, um excelente profissional, porém se ele tem algum defeito, é persuadir demais alguém. Ele praticamente obriga os suspeitos a falarem algo, e isso já causou diversos problemas para o lado dele, até porque ninguém é obrigado a falar sem ter um advogado por perto.  

Suspirei e andei até a sala de interrogatório, entrando naquela salinha aonde você pode observar tudo.  

–– Olha aqui, garota! –– Gilinsky gritava, a mesma olhava-o com desprezo. –– Eu não me importo com a tua vidinha pessoal, não me importo se você é a capitã do time de hóquei ou mesmo se você é formada numa das mais difíceis universidades! Eu não me importo! –– Ele bateu com as mãos na mesa. –– Sabe de quantos anos será a sua pena por homicídio? Pode apostar que terá três dígitos. E sabe qual a pena para quem é cúmplice de assassinato? Porque está bem visível que você está acobertando alguém! É bem alta também. Então, é melhor você me dizer alguma coisa sobre o dia em que Hope foi assassinada, ou as coisas ficarão no mínimo feias para o seu lado. 

–– Shawn? –– Brooklyn entrou. –– Peguei a lista de pessoas que visitaram a Victoria no hospício. –– Me entregou.  

–– Obrigado, Brook. –– A loira sorriu e saiu. 

''Madeline Stockes [01/05/2015] 

Sarah Villmersook [03/05/2015]  

Sarah Villmersook [04/05/2015] 

Madeline Stockes [04/05/2015] 

Johnson Stockes [04/05/2015] 

Shawn Mendes (DP) [05/05/2015] 

Sarah Villmersook [05/05/2015] 

Jack Gilinsky (DP) [06/05/2015] 

Shawn Mendes (DP) [06/05/2015]'' 

Sarah Villmersook? Quem é ela? 

–– Desculpe-me, policial, mas eu só falo com a presença do meu advogado. –– Sorriu sarcástica. 

Sai da sala de observação e entrei na do interrogatório, a morena sorriu ao me ver, tendo sempre sua feição despreocupada e irônica.  

–– Quem é Sarah Villmersook? –– Indaguei sem dizer nada antes. 

Jack olhou para mim com o cenho franzido. Sussurrei um ''depois eu explico''. 

–– Minha amiga. –– Falou sem êxito. –– Ela se meteu em problema? Eu avisei que se ela continuasse fazendo aquilo ela ia se ferrar. 

–– Aquilo o quê? –– Arqueei a sobrancelha. 

Céus, esse caso é provavelmente o mais confuso que eu já lidei. 

–– Ah, nada. –– Ela falou, mexendo as mãos algemadas. –– Essas algemas são doloridas.  

–– Por que ela te visitou tantas vezes no hospício? 

–– Porque ela é minha amiga, oras. –– Falou óbvia. 

Que inferno! Nunca conseguimos alguma coisa com Victoria. É em vão perguntar algo para ela. 

–– Cheguei. –– O advogado apareceu. –– Você falou alguma coisa, Victoria? –– A morena negou. –– Ótimo.  

–– Filho de peixe, peixinho é. –– Victoria murmurou, baixinho, quase inaudível.  

–– Jack, continua? –– Assentiu. Saí da sala, sem antes reparar nas diversas pastas que o advogado carregava. 

''Pietro Fischer'' 

Bingo? 

 


Notas Finais


cuidado gente, nem tudo é tão óbvio
rsrsrrrrrss
comentem <333


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...