História Hidden Criminous - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Magcon, Shawn Mendes
Personagens Cameron Dallas, Kendall Jenner, Shawn Mendes
Tags Assassinato, Kendall Jenner, Policial, Shawn Mendes
Visualizações 91
Palavras 1.049
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


me xinguem
eu deixo
gente que demora do cão!!!!
mas eu amaria se vocês entendessem que eu tô numa correria pq:
1) EU VOU PARA OS ESTADOS UNIDOS aeeho o/ e por conta disso eu to correndo pra lá e pra cá que nem louca pra comprar o que falta pra levar, arrumar mala, marcar reposição de provas e lalalala
2) E que por conta disso novamente irei demorar para postar, como vou estar viajando :((

boa leitura mores amo vcs

Capítulo 6 - Capítulo Cinco


Fanfic / Fanfiction Hidden Criminous - Capítulo 6 - Capítulo Cinco

''Estatisticamente, se você vai ser assassinado, seu assassino vai ser alguém que você conhece. Um amigo, um conhecido, um membro da família, seu amor...'' 

Ponto de vista: Shawn Mendes, Columbus, Ohio 

 

 

Tomei o sétimo copo de café dessa madrugada. Às vezes, ser do FBI implica em algumas noites sem dormir. Era um padrão. Quem matou Hope matou diversas outras. 

Todas morenas, dezessete anos, mesma escola. O crânio de todas exposto. Pegas de surpresa, porém, sem sinal de arrombamento na casa. Todas no quarto. Apenas com a Hope apareceu Victoria. 

Por que diabos ela apareceria? Se entregaria assim?  

Nenhuma delas têm sinal de abuso sexual. Nenhuma delas percebeu que ia morrer. Era alguém de confiança ali.  

Contraí todo o meu corpo ao ouvir o som chato do despertador. Eu havia passado a noite acordado e eu nem sequer tinha de fato percebido. Claro, eu sabia que já não eram mais oito da noite, mas ao meu ver, pensei que não passassem das três horas. 

Recolhi todas as fotos das meninas que estavam espalhadas pelo chão. Catei minhas coisas, passei a mão no cabelo, ajeitando-o. Saí do quarto de hotel e fui até meu carro. 

Não muito tempo depois, já estava no departamento. 

–– Shawn, Shawn! –– Gilinsky gritou assim que me viu. 

–– Quantas saudades, Jack. –– O moreno revirou os olhos. –– Já conseguiram colocar o Thomas Fischer no interrogatório? 

–– Bom... –– Ele desviou o olhar por um tempo. Aí vem coisa. –– Ele está morto. 

–– O quê?! 

–– É, ele está morto. Mortinho. Bateu as botas.   

–– Eu sei a definição de morto, Jack. –– Ele revirou os olhos de novo. –– Ele se matou? 

–– Não. Foi morto, e pela mesma pessoa que matou Hope. –– Suspirou. –– Mesmas táticas, tudo igual. 

–– Mas era um padrão... –– Murmurei para mim mesmo. Oras, qual a lógica de matar um homem, loiro, que não tinha nada a ver com o padrão de meninas morenas?  

–– Como assim um padrão? –– Arqueou as sobrancelhas. 

–– Eu descobri um padrão, Jack. –– Puxei da minha mochila a pasta com todas as fotos das meninas e com as evidências do assassinato delas. 

–– Hum... –– Ele lia interessado. –– E se talvez Thomas fosse contar quem é esse assassino? 

–– Mas a gente nem divulgou para a imprensa sobre o fato de que íamos colocá-lo no interrogatório. –– Estralei meus dedos, isso ficava mais difícil a cada dia. 

–– É alguém que a gente conhece, Shawn! –– Ele falou correndo para o laboratório. Segui ele. –– Hey, Nash! –– Jack cumprimentou o de olhos azuis que estava concentrado no conteúdo do computador.  

–– Hey. –– Respondeu ainda digitando com rapidez. 

–– Você tá dizendo que a gente conhece o assassino? –– Repeti, para mim, não me parecia bem isso. Mas de fato tinha um fundamento.  

–– Gente, acabei de rastrear a localização da Victoria. Não foi ela que matou. Está faz dois dias com a família em Nebraska. 

–– Nossa, que momento mais importuno de ir viajar. –– Citei. 

–– Se não me engano os avós dela são de Nebraska. Devem ter ido para lá para esfriar a cabeça. –– Jack disse. –– Shawn, você estava dizendo o que sobre aquele padrão? 

–– Padrão? –– Nash levantou as sobrancelhas. 

–– Sete meninas foram mortas exatamente como Hope foi. Um bastão de hóquei com todas. Elas eram morenas e tinham dezessete anos. 

–– E se o bastão de hóquei da cena da Hope foi implantado ali? –– Nash diz.  

–– Hum... uma boa teoria. Isso explicaria o fato de tentar incriminar Victoria.  

–– Ok, Shawn, a gente tem só mais três horas para examinar a cena do crime de Thomas. –– Jack disse. 

Assenti e saímos do laboratório – vulgo, covil do Nash –. Entramos no carro do Jack e no caminho paramos num posto, já mais retirado da cidade, já que a casa de Thomas era afastada. 

–– Vai querer alguma coisa? –– Perguntei para Jack. 

–– Expresso. 

Concordei e saí do carro, com o dinheiro no bolso da calça. 

–– Bom dia, o que deseja? –– A atendente falou de boa vontade.  

–– Bom dia, dois cafés expresso para viagem, por favor. –– Assentiu. 

Como sempre, dei aquela averiguada no ambiente. Isso havia se tornado um hábito comum desde que saí da academia. Vivia prestando atenção em tudo. 

Enquanto alguns clientes pediam comidas, como croissant, outros preferiam cafés, deixando explícito que era sem espuma. 

–– Aqui. 5 dólares. –– Paguei e saí, pelo vidro do carro, via Jack mexendo nas câmeras que usamos para fotografar o que achamos necessário nas cenas. 

Entrei no carro e dei seu café, coloquei o meu no porta copos e Gilinsky fez o mesmo.  

Ao chegar na cena, alguns policiais já escoltavam. Mostramos nossas carteiras do FBI e entramos na casa, indo diretamente para o quarto de hóspedes, aonde havia acontecido toda a matança. 

A primeira coisa que eu olhei na cena foi a parede do quarto, escrita com sangue ''você não vai contar para eles''. 

Suspirei fundo e catei a câmera, tirando fotos. No chão, o corpo totalmente dilacerado.  

–– Eu sei muito bem os meus direitos! –– Alguém começou a berrar –– Eu quero entrar! Eu quero ver o meu filho! 

Vi Jack revirar os olhos. O advogado dos Stockes estava aqui e ele é o pai de Thomas. 

–– Por que essas coisas só acontecem quando a gente chega? –– Bufou. –– Vou lá.  

Continuei vendo a cena. Se quem escreveu isso na parede usou o dedo, como dá para ver, o DNA está ali. Me aproximei, colocando as luvas de látex. Porém, uma onda de decepção me atingiu ao ver um dedo jogado mais para o cantinho. Soltei um suspiro frustrado, como alguém poderia cometer tantos assassinatos e nem sequer deixar pistas? 

Observei a mão esquerda de Thomas, vendo que estava sem o dedo indicador. 

–– Ah meu Deus! –– Pietro entrou no quarto e gritou ao ver o filho totalmente deformado ali. Jack começou a empurrá-lo para fora. 

–– Senhor, você não pode entrar aqui, é uma cena de crime e você pode estar atrapalhando-a. Se você quer que encontremos o assassino, coopere, por favor. –– Disse.  

''Você não vai contar para eles''. Observei novamente para a parede cheia de sangue. Thomas sabia quem era o assassino. E foi morto por isso. Victoria sabia que Thomas sabia disso, por isso citou enquanto ainda estávamos visitando-a no hospital psiquiátrico. Logo, Victoria sabe quem é o assassino? 

Tirei mais algumas fotos e alguns antropólogos forenses entraram. Retirando o corpo para levá-lo ao necrotério.  

E mais um dia chegava ao fim e eu não sabia quem era o maldito assassino.


Notas Finais


HEEY
FALTA POUQUÍSSIMOS CAPÍTULOS PARA VOCÊS SABEREM QUEM É O/A ASSASSINO/A
EBA
comentem mores amo vcs viu


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