História Hidden Powers - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Palavras 1.219
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Luta, Policial, Romance e Novela, Super Power, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey, cake! Demorei pra postar? Sim! Mas como meu pai trabalha em restaurante, tive que ajudá-lo! Espero que entendam o motivo da demora e sem mais delongas, aqui está o capítulo! Espero que gostem e boa leitura para todos, volto nas notas finais!

Capítulo 2 - Surprise


Fanfic / Fanfiction Hidden Powers - Capítulo 2 - Surprise

Rebecca's POV

 

Meus passos pela rua deserta eram lentos, apesar da vontade de voltar logo para casa seja grande. Marnie estaria me esperando provavelmente com muita fome. Eu consegui apenas um pouco de comida e era assim a semana toda. Eu estava fazendo a coisa que minha detestava quando eu fazia: Roubar. O que, obviamente, é nossa única opção. Ainda me sinto culpada pelo desaparecimento repentino de minha mãe semana passada. Os pesadelos eram constantes e a energia subia de forma descontrolada, quase causando um incêndio em nossa casa já destruída. Marnie já não ficava mais tão próxima a mim depois daquele dia, mas ainda continuávamos inseparáveis. Tínhamos que estar, para ser sincera! Não sabemos quem é nosso pai e quando perguntávamos mamãe parecia ficar tristonha, logo nunca mais tocamos no assunto. 
Eu estava chegando perto de casa, com um capuz preto e roupas usadas da mamãe. Não gostava de usá-las, mas ao mesmo tempo gostava, não sei ao certo. Ao chegar a casa, ela me esperava sentada no chão mexendo em um ursinho marrom e velho, do qual ganhou em seu aniversário de nove anos. Agora, com 13 anos, minha irmã está bem mais madura do que como era antes.

 

A me ver, ela se levantou e olhou para sacola plástica em minhas mãos trêmulas por culpa do frio. Ela pegou a sacola de minhas mãos e colocou encima de uma pequena mesa improvisada, como tudo naquela casa e a abriu.

- Onde conseguiu? – ela perguntou, pegando uma embalagem de leite, bolachas, salgados.

- Naquele posto de gasolina. A atendente nunca está lá. A não ser pra dar encima dos motoqueiros.

- Machucou alguém desta vez? – Marnie perguntou, colocando tudo na sacola novamente e cruzou os braços, virando-se pra mim.

- Lógico que não. Será que pode parar de bancar a nossa mãe? – eu disse,.

- Você não pode demonstrar seus poderes, Becca. Eu só estou preocupada com você, já que não tem juízo. – Ela olhou para mim, com seus olhos castanhos e sua estatura baixa para idade dela.  Eu a encarei de volta. De certa forma, me senti um pouco ofendida, devo dizer.

- Vamos ficar bem! – eu disse, passando as mãos em seus braços.

- Mas eles podem voltar, não podem? – ela disse, com uma expressão tristonha.

- Sim, podem. Mas não temos para onde fugir.

- E o que vamos fazer? – Marnie me olha nos olhos e vejo um pouco de desespero.

- Vamos comer primeiro, depois a gente pensa nisso. – eu falo me soltando de seus braços magros. Marnie me olha irritada.

- Pare de fugir do assunto. Você só foge de uma conversa quando não sabe o que fazer. – como ela me conhece tão bem?

- Olha, a única coisa que vamos fazer é ser sigilosas e achar outro lugar para morar.

- Mas onde? – ela perguntou.

- Marnie, eu estou aqui! Estou aqui pare nos proteger! – eu disse a abraçando.

- Becca, você não pode. Não pode usar seus poderes. Temos que achar a... – ela parou de falar e olhou para a porta fechada. Uma sombra pairou na porta e bateu levemente três vezes.

Eu entrei na frente de Marnie, com as mãos trêmulas e o coração acelerado. Minha irmã estava assustada e sua respiração ofegante. Seria nosso fim. Devíamos ter saído antes. De repente, mais três batidas na porta, mas desta vez mais forte, que indicava que a pessoa que estava batendo na porta já estava ficando impaciente. A casa estava caindo aos pedaços por isso a porta não havia tranca! Mas acho que percebi tarde demais, ao ver a maçaneta girar. A porta se abriu e revelou um homem gordinho que usava terno. Marnie soltou sua respiração parecendo mais relaxada.

- Rebecca e Marnie Morgan? – o homem gordinho falou, com um papel na mão.

- Não. – falei secamente. Ele passou os olhos por mim e logo depois por Marnie. – Você está na casa errada.

- Eu acho que são vocês, sim.  – ele disse, colocando o papel no bolso.

- Como pode ter tanta certeza? – eu disse, cruzando os braços. Marnie deu um beliscão em meu braço.

- São vocês na foto, não? – ele disse, entregando uma foto. Arranquei de sua mão e o olhei desconfiada.  Ele andou nos espionando? A energia se manifestou dentro de mim, caso alguma coisa acontecesse. Marnie segurou o outro lado da foto e olhou assustada. Eu estava sentada no chão riscando-o com uma pedrinha, que por acaso, continuava ali. Minha mãe olhava para a comida e minha irmã dormia no sofá. Pela perspectiva da foto, vejo que foi tirada do lado de fora da única janela que tínhamos em casa. Era a noite em que mamãe havia sido pega.

- Foi você que tirou? – perguntei, lhe devolvendo a foto.

- Não, foi um de nossos agentes.

- O que vocês querem da gente?

- Está em perigo, senhorita Morgan.

- Como assim?

- Explicaremos isso depois na Torre Stark. – ele disse, atravessando a porta e indo em direção a um carro preto. Ele pegou a chave e apertou um botão, que fez os faróis do carro piscarem.

- Torre Stark? – eu perguntei, seguindo-o em direção ao carro. – Aquela que tem um cara milionário?

- Bilionário. – ele me corrigiu.

- Que seja. Mas o que ele quer com a gente? – perguntei, apontando para Marnie e eu.

- Ele sabe de suas anomalias genéticas!

- Anomalia? Mas que... Ah, tá! – os poderes, óbvio! - Não entendo. O que ele tem a ver com isso?

- Senhor Stark está interessado em seus poderes. – ele olhou para mim, que neste momento estava meio confusa. – Entrem no carro.

- Não! – eu disse. O homem revirou os olhos.

- Você vem? – ele perguntou para Marnie. Ela assentiu e saltitou até o carro, feliz. Eu a encarei perplexa. O homem olhou com deboche para mim e eu revirei os olhos, sentando ao lado de minha irmã no carro. Ele se sentou no lugar do motorista e ligou o carro.

- Se você fizer alguma coisa com a gente, eu te mato! – eu disse.

- Becca! – Marnie me deu um tapa no braço.

Logo, o carro já estava andando pelas ruas em velocidade média.  Eu observava a paisagem pela janela de vidro escuro. Marnie se inclinou para frente e resolveu puxar assunto:

- Então, qual é o seu nome?

- Harold Joseph Hogan, mas pode me chamar de Happy.

- Para alguém com o nome Happy, você é bem mal-humorado. – eu disse, logo recebendo outro tapa de Marnie. – Quer parar com isso, querida irmã? – pelo retrovisor percebi que “Happy” estava com a mesma cara de tédio, provavelmente a única que ele tinha.

- É culpa sua estarmos aqui agora, sabia? – sussurrei para Marnie.

- Becca, seja menos pessimista, ok? – ela disse. – Ele pode estar falando a verdade. Você não precisa ser tão durona toda hora!

- Se ser durona é querer nos proteger, então eu vou ser toda hora, sim! Assim como Happy pode estar falando a verdade, ele pode estar mentindo também. – eu disse. – Vamos chagar lá, falar com quem quer que queira falar conosco e iremos embora. Talvez, só pelo esforço de sair da nossa casa e ir até aquele lugar, eu peça uma casa e depois um bilhão de dólares.

- Você complica muitos as coisas.

- Você facilita demais.


Notas Finais


Bom, é isso!
E aí, gostaram?
Espero que tenham <3
Comentem, favoritem!
Beijos no core <3


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