História Hidden Secrets - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Gigi Hadid, Justin Bieber
Personagens Gigi Hadid, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Drama, Romance, Sexo, Suspense, Violencia
Exibições 118
Palavras 2.186
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Chapter XIII


P.O.V Justin Bieber 

   - O que achou? – Falei alto, pois Anabel ainda se concentrava em olhar para os lados, analisando cada pequeno detalhe, como se fosse algo muito extraordinário. Seus olhos se focaram no horizonte, onde podia se ver o sol, mesmo que o resto da paisagem fosse branca pela geada. 

   Tirei minha blusa, cobrindo seus ombros. Eu estava com muitas roupas, não sentia tanto frio quanto pela manha, e não poderia, de jeito nenhum, deixá-la descoberta. 

   - Não precisa. – Ela disse, mas eu podia ver seus lábios tomarem uma coloração azulada. 

   - Sem essa Anabel, você está congelando. – Disse sério, ela não poderia recusar até mesmo isso de mim, não mesmo. 

   Não entendia o que estava acontecendo, Anabel sempre foi tímida e fechada, mas isso estava ultrapassando os limites hoje. Até semana passada, eu sentia que ela estava começando a se abrir comigo, mas pelo jeito, isso havia regredido novamente, e eu nem sabia o por que. 

   - Anabel, o que está acontecendo? – Perguntei enquanto me aproximava, tentando tocar em seu rosto, mas vi quando desviou de meu toque. Isso me entristeceu mais do que esperava. – Me fala o que está acontecendo, eu quero entender, eu tento, mas você sempre consegue me deixar ainda mais confuso, entende isso? Porque está me afastando? Se eu fiz algo, qualquer coisa que tenha te deixado mal, eu quero que me conte, pois realmente não sei mais o que pensar. – Minha voz carregava todos os sentimentos que tentava retrair e esquecer, mas que a cada dia me atormentavam mais. Seus olhos estavam assustados, e isso me deixava ainda pior, não queria que ela tivesse esses sentimentos negativos por mim. 

   Sem conseguir me segurar, a puxei pra mim, abraçando seu corpo enquanto aconchegava meu rosto em seu pescoço e sentia sua essência natural, completamente maravilhosa e viciante aos meus olhos. 

   - Me conte Ana. – Sussurrei perto de seu ouvido. E pela primeira vez no dia, senti seu corpo relaxar. Seus braços me envolverem, e apenas esse contato teve uma reação instantânea em meu corpo. O frio havia se dissipado. 

                   P.O.V Anabel Hayes 

   Seus braços fortes me acolhiam de uma forma tão gostosa e aconchegante, que era impossível continuar tentando evitar esse contato. Eu poderia ficar aqui para sempre que não me importaria, era isso que ele me passava. 

   Ele não havia feito nada de errado, estava sendo injusta tratando-o dessa forma, o problema era apenas comigo, e os medos que não conseguia esquecer em momento algum. Eles estavam comigo desde que me entendo por gente, e ainda não sabia lidar com isso. 

   Não conseguia olhar em seus olhos sem me lembrar do dia que havia me beijado, e cada vez que essa lembrança brincava minha mente, sentia-me constrangida, com vergonha de estar perto dele. Não sabia lidar com meus sentimentos do modo que qualquer outra garota lidava, era impossível pra mim. 

   Sentia sua respiração pesada em meu pescoço, arrepiando todos os pelos de meu corpo. Sabia que ele ainda esperava uma resposta, e eu tentava formular uma em minha mente, mas não conseguia, por mais que tentasse. 

   - Não sei lidar com isso Justin. – Sussurrei como ele sempre fazia. 

   - Ainda não entendo Ana, o que é tão difícil assim? – Tentou se afastar para olhar em minha face, mas não deixei, apertando seu corpo ainda mais para que permanecesse no lugar, eu não teria coragem de falar se estivesse focado em mim. 

   - Eu... Eu não sei o que fazer quando você me abraça assim, ou toca no meu rosto, ou, quando me beijou no outro dia. – Senti meu rosto corar quando pronunciei as palavras que tanto me envergonhavam. – Não fazem nada parecido a tanto tempo, nem sei mais como reagir a um abraço. – Quando terminei, Justin ficou em silencio por longos minutos, e isso só contribuía para que meu nervosismo aumentasse ainda mais. 

   - Acho que você está enganada. – Seu timbre me acalmava de uma forma diferente, eu gostava de ouvir. – Você sabe sim corresponder a um abraço do jeito certo, ou eu não estaria adorando estar desse modo com você. – Senti quando seu sorriso se abriu, pois seus lábios estavam colados ao meu pescoço, e mais uma vez os tremores pelo corpo me atingiam. 

   Se afastou de mim, mesmo que eu resistisse de todos os jeitos, e me olhou nos olhos, tocando suas mãos nas laterais do meu rosto, para que não pudesse desviar o olhar. Suas orbes castanhas me passavam tranqüilidade, paz, e mesmo que pouco, fez meu estado de estresse diminuir, esse era o efeito que tinha sobre mim. 

   - Você não precisa ficar envergonhada Ana, tudo bem. Não irei fazer nada que não queira, e mesmo que se sinta desconfortável, pois sei que isso é novo pra você, pode confiar em mim e me falar quando estiver envergonhada, que eu vou te ajudar. – concordei com a cabeça, sem forças para contrariá-lo. 
 
   Sorriu largo, e seu sorriso era tão bonito, quase me tirava o ar. 

   Depois disso, fomos para uma pequena parte onde havia uma cobertura, nos abrigando da neve que caia calmamente. A visão que tinha era incrível, fazia tanto tempo que não saia, ou via algo interessante fora esse prédio velho, que foi revigorante poder respirar ar puro novamente. 

   Justin me abraçou de lado, e dessa vez, não fiz questão de afastá-lo como das outras vezes. Apenas deixei meu corpo cair para o lado, recostando a cabeça sobre seus ombros, enquanto sentia-os indo para cima e para baixo, acompanhando sua respiração relaxada. Justin estava completamente concentrado na vista, olhando fixamente para frente, enquanto eu apenas observava-o. As lufadas de vapor que escapavam por seus lábios a todo momento, a pele ainda mais pálida que o normal, que contrastava com suas bochechas levemente coradas por conta do frio intenso que ainda nos rodeava. 

   Eu gostava de observa-lo, mesmo que fosse estranho. 

   Quando percebi que já estava a tempo demais apenas o olhando. Fechei as pálpebras e relaxei o corpo, quase pegando no sono por conta do silêncio que havia se instalado no local a uns minutos. 

   - Você fica muito bonita quando me encara, sabia? – Ouvi sua voz, com o tom risonho sempre presente. Isso me fez corar, tenho um sério problema com vergonha. 

   - Não sabia que você tinha percebido. – Escondi meu rosto em seu ombro. 

   - Era quase impossível não perceber. – Dessa vez, soltou uma gargalhada. Achando graça do meu constrangimento. 

   - Você disse que eu não precisava ficar com vergonha, mas agora está rindo. – Fiz um pouco de drama, era ótima nisso, desde pequena, por ser a mais jovem da família. 

   - Não acredito no que estou ouvindo. – Fingiu surpresa. – Anabel está tentando me incriminar de algo tão terrível assim, eu não seria capaz. 

   Pela primeira vez em muito tempo, ri, mas verdadeiramente, me divertindo com cada palavra que saia de sua boca. Justin fazia piada e me contava coisas idiotas que já tinha feito na adolescência. Eu não conseguia evitar as gargalhadas escandalosas cada vez que o imaginava naquelas situações. Não pareciam condizer com a personalidade séria do Justin de agora, queria ter o conhecido antes. Mas isso era impossível, até porque, eu era uma criança na época. Muitas vezes esquecia a grande diferença de idade que tínhamos, ele havia me contado sobre isso em uma das consultas. Mas Justin era tão bonito e elegante, que eu nunca diria que estava quase chegando aos trinta anos. O daria vinte e um, no máximo. 

   Não sei quanto tempo passamos daquela forma, mas aposto que já haviam se passado algumas horas. Eu não me importava com isso, e aparentemente, ele também não. 

   - Já está ficando tarde. – Disse de repente. Vendo que o sol já se escondia sobre os grandes prédios. Estava anoitecendo. 

-    Sim, mas eu ainda quero ficar aqui mais um tempo. A conversa está boa. Eu já te contei muitas coisas sobre mim hoje, que tal falar alguma coisa também? – Olhei para Justin de modo desconfiado, não gostava de falar sobre minha vida desse modo. – Não me leve a mal, não tem nada a ver com consulta ou trabalho agora, se não quiser falar nada, tudo bem, eu só perguntei por que tenho curiosidade. – Se enrolou um pouco com as palavras. 

   - Uhmmm.... – Coloquei a mão em meu queixo, fazendo a típica expressão de quem estava pensando. – Ok, vou tentar falar algo. – Me dei por vencida. – Quando era criança, adorava ver qualquer tipo de desenho animado, até mesmo alguns japoneses. Brincava com minha irmã quase todo o tempo no parque perto de casa, e meus pais sempre foram amorosos comigo. – Disse enquanto as lembranças me atingiam, algumas boas, outras nem tanto, mas que eu guardava como se fosse algo precioso pra mim. 

-    Eu sei que deve ser difícil.... 

   - Sim, mas não podemos voltar no tempo, não é mesmo? – Tentei fazer piada, mas minha voz falhou quando tentei forçar um pequeno riso. Eu era muito emotiva em tudo que era relacionado aquela época. 

   Seu rosto se focou em mim, e senti quando seu dedo percorreu a pele da minha bochecha, onde enxugou a lagrima solitária que tinha escorrido sem eu mesmo perceber. 

   Fechei os olhos, tombando a cabeça para me deleitar ainda mais de seu toque suave e tranqüilizador. Mas antes que eu pudesse formular qualquer palavra para agradecê-lo, senti sua textura sobre minha boca, e congelei. Seus lábios estavam colados aos meus novamente, pela segunda vez nos últimos cinco dias. 

   Percebendo que eu continuava parada. Levou sua mão até meu rosto e pescoço, fazendo um carinho gostoso em minha pele. Seus lábios continuavam intactos sobre os meus, como se pedisse autorização para prosseguir. E no final das contas, Justin não me assustava mais como antes, eu até poderia dizer que aos poucos, bem aos poucos mesmo, estava começando a confiar nele. E foi com esse pensamento em mente, que entreabri os lábios, dando finalmente a liberdade que ele queria. 

                 P.O.V. Justin Bieber 

   Estava sentindo ela comigo novamente, e se na primeira vez já havia achado muito bom, nosso segundo beijo estava infinitas vezes melhor, com toda certeza Anabel pegava rápido o jeito das coisas. E isso fazia mais um milhão de pensamentos nada puros vagarem por minha mente, que eu rapidamente tentava ignorar. Não era hora pra isso. 

   Eu apenas queria te-la de um modo mais intimo. Uma coisa que pudesse dizer que apenas faríamos juntos, e que mais ninguém saberia. Era errado, enlouquecedor, e extremamente eletrizante. Sentia meu corpo corresponder a cada suspiro, ou gemido manhoso que escapava por sua boca. 

   Sentia a textura macia de sua língua se mover na mesma velocidade que a minha. Enquanto se tocavam e degustavam de cada movimento e carinho trocados. Seus beijos eram uma coisa que eu não conseguia comparar a mais nada que já tinha provado antes. Era delicado, lento, profundo e extremamente sensual. Sim, Anabel conseguia facilmente ser sexy mesmo não se esforçando pra isso, era algo natural para ela, tão fácil como respirar. E todas essas qualidades me deixavam entorpecido, sem conseguir ter um raciocínio limpo. Eu só conseguia pensar na garota complementar entregue a minha frente. 

   Envolvi meus braços em sua cintura, puxando o corpo para mais perto do meu, até colá-lo em meu peito. 

   O frio já não me incomodava mais, pra falar a verdade, agora o calor me consumia, meu corpo estava febril, e eu sabia que era resultado da linda garota colada a mim. 

   - Justin... – Falou baixo, quase como um pequeno gemido. 

   - O que foi Ana? – Separei meus lábios dos seus quando fui pronunciar as palavras, mas logo levei meu rosto até seu pescoço, beijando delicadamente o local, com selinhos longos e leves, apenas sentindo seu calor. 

   - É melhor pararmos. – Conseguiu falar. E nesse momento, tomei consciência do que estava fazendo, me separando dela rapidamente, um pouco assustado. Estava me deixando levar pelas sensações. 

   - Eu fui muito agressivo? Me desculpa Anabel. Eu realmente não que... – Antes que continuasse as palavras, senti seu indicador sobre meus lábios, me silenciando. 

   - Não se preocupa Justin, você não foi rude, só acho que devemos parar por aqui, ainda não estou acostumada, e já está tarde. – Sorriu de leve, mesmo que eu soubesse que ainda não gostava de pronunciar coisas do tipo. 

   - Eu posso esperar o tempo que for. – Disse por fim. Pegando em sua mão e a levando até as escadas novamente. 

   A passagem pelo corredor foi tranqüila. Mas quando já estava saindo pela porta de seu alojamento, ouvi sua voz me chamando. 

   - O que? – Perguntei calmante. E como resposta, recebi algo que não entendi a princípio. 

   - 764 863 0264. – Falou a sequência de números calmamente. Enquanto me olhava com os olhos carregados de seriedade. 

   - O que? – Perguntei confuso. 

   - Boa noite Justin. – Disse antes de se virar e deitar na cama. No minuto seguinte, ouvi baterem na porta. 

   - Ainda está ai? Seu horário de expediente já terminou, vá pra casa. – Um dos seguranças me falou. Tentei dizer que precisava de mais alguns minutos com ela, mas fui praticamente enxolato do recinto. 

   E mais uma vez me encontrava perdido em pensamentos. O que diabos aquilo poderia significar?


Notas Finais


Sobre a sequencia de numeros, vcs irao entender no proximo capitulo, eu coloquei numeros aleatorios ok? nem sei se a sequencia está correta, mas isso nao tem muita importancia, ja que voces irao entender de qualquer forma.

Obrigada pelos favoritos e comentarios, leio todos e isso me deixa muito bem.

Até a proxima pessoinhas


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...