História Hidden Shadows - Percy Jackson - Capítulo 10


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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Tags Caos, Percy, Sombras
Exibições 105
Palavras 865
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Por enquanto vou postar de uma a três vezes por semana. Eu tinha parado de escrever porque o gaz tinha acabado mas agora ele voltou com tudo.

Capítulo 10 - O que é o tempo?


Escuridão, apenas a mais pura escuridão, esse era todo o meu presente. Eu não me importava em estar mergulhado nas trevas naquele momento, a tristeza que me assolava era tudo que o meu cérebro conseguia registrar, a dor pela perda dos meus amigos... De novo. Ter sido o único dentre os membros da profecia a sobreviver me quebrou, eu ainda me pergunto o que teria acontecido se eu estivesse lá no dia em que, como em um passe de mágica, o fim começou, o dia em que aquele ser desprezível atacou, o dia em que o maior herói que já existiu... Morreu.

Como não houveram sobreviventes, tudo o que eu sabia eu descobri através do que restou para contar história, corpos e escombros. Como eu sei que realmente eu era o único sobrevivente? Bem, ele deixou isso bem claro, aquela cena ainda me aterroriza, os corpos de cada um dos meus companheiros crucificados em meio ao campo de batalha, todos, menos o de Percy, tudo o que sobrou dele foi sua espada, cravada no centro daquela exposição de corpos com seu colar de contas amarrado no cabo, porém, a última coisa que eu vi antes de vir para cá me fez duvidar dessa última parte.

Ele realmente estava morto? seria ele o vilão que exterminou toda a vida da terra? e se fosse, por quê? era nisso que eu estava pensando quando de repente um feixe de luz surge, ficando cada vez maior, até que eu percebo que são os meus olhos se abrindo e vejo o teto de um lugar que eu conhecia muito bem, um lugar a muito esquecido, o teto do Hotel e cassino flor de lótus.

 

Depois de um tempo olhando para o nada eu percebi que mesmo que não tivesse saído tudo como planejado, o plano tinha dado certo, eu tinha conseguido voltar no tempo. Eu levantei com um pulo da cama e reparei que estava no quarto meu e de Bianca, e ao pensar nisso eu lembrei, Bianca, minha irmã estava viva, e nem mesmo o que tinha acontecido anteriormente impediu que lágrimas de felicidade escorressem pelo meu rosto.

Depois de enxugar as lágrimas com as mangas da minha blusa eu sai correndo feito um louco a procura de minha irmã, que provavelmente estaria vidrada em algum videogame por ai.

Eu estava andando em meio a uma mistura um tanto bizarra de videogames de última geração e máquinas antigas de arcade, já faziam uns vinte minutos que eu estava à procura dela quando a vi em frente a um jogo de tiro ao alvo. corri até ela e tentei chamar a sua atenção, mas ela apenas me ignorou e continuou jogando. 

Depois de varias tentativas falhas de chamar sua atenção, eu arranquei a arma da mão dela e a virei bruscamente, fazendo ela olhar para mim. Eu me arrependo disso, de verdade, porque tudo que eu via era uma casca vazia, um fantasma do que ela um dia já foi, e eu não tinha o poder necessário para mudar isso, o único que tinha... era o meu pai, que só viria nos buscar daqui a 2 anos.

Antigamente, ver Bianca naquele estado seria o suficiente para me fazer chorar, chorar e gritar por ela, mas eu não tinha tempo para isso, me virei na direção da saída e dei uma última olhada por cima do ombro para a minha irmã, que já tinha voltado para o jogo, e comecei a andar lentamente até a porta. Aparentemente os funcionários do hotel perceberam isso, pois começaram a olhar para mim com um semblante triste, como se soubessem que eu estava de saída, o que me fez questionar se aquele lugar era mesmo uma armadilha para semideuses, se eles não eram apenas um grupo de pessoas que queriam poupar aqueles jovens da vida difícil que teriam lá fora.

Quando eu já estava quase chegando à saída um homem que eu reconheci como o gerente me abordou com uma cara triste.

-- Já de saída?

-- Sim, eu preciso ir -- falei olhando nos olhos dele, me perguntando se ele simplesmente deixaria eu ir embora.

-- Tem certeza? Acabamos de registrar o sistema Plantinum, junto com um novo andar de jogos de última geração, já temos o seu novo cartão -- Disse oferecendo o cartão para mim.

Mas eu sabia, dava para sentir, se eu pegasse aquele cartão eu nunca sairia dali. Eu apenas levantei minha mão e olhei para a porta, o que foi o suficiente para ele entender, eu estava indo embora, e nada mudaria isso.

-- Que pena, boa sorte então.

Fui até a saída, esperei as portas se abrirem e olhei para o céu noturno. Se eu tinha conseguido voltar era porque eu tinha algo para fazer, e se eu tinha algo para fazer, só podia ser em um lugar, o Acampamento Meio-Sangue.

 

-

Dentro do hotel uma funcionária fala com o gerente.

-- Ele é o primeiro em 70 anos, por que alguns vão embora do nada?

-- Por que é o destinos deles.

-- Deles quem?

-- Dos heróis.

-- E então por que você sempre tenta fazer eles ficarem?

Antes de responder a pergunta ele olhou nos olhos da mulher e apontou para a grande cicatriz que se encontrava no seu olho.

-- Porque a vida dos heróis nunca é fácil. 

 


Notas Finais


Então... com quem vocês querem que o Percy faça par? :3


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