História Hidden Sides - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Assassinato, Bangtan Boys, Jungkook, Psicopata
Exibições 145
Palavras 1.612
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


SIM, já atualizei, podem me amar shuaushauhsa
Gente, me digam o que estão achando da fanfic, por favor, sempre que eu posto algo novo eu fico insegura de não estar agradando vocês, então comentem por favor, criticas construtivas são ótimas também, ok?
Boa leitura.

Capítulo 2 - Do you wanna play?


 

P.O.V Brooke

Eu estou quase entrando em uma crise de panico interior. Desde que cheguei ao laboratório não consegui achar nada que me ajudasse nesse caso, apenas que os cortes foram precisos e sem hesitação, o cara tem sangue frio. A garota era uma prostituta, o que não ajudou muito. Eu creio que esse não vai ser o primeiro assassinato dele, foi tudo perfeito. Sem evidencias, sem sinais, sem suspeitas... quase eu.

Uma coisa que está me incomodando é esse novato me encarando. Ele não tira os olhos de mim, seria uma pena se alguém arrancasse os olhos dele, não? Eu preciso manter a calma e não fazer nada com a cabeça quente.

O que Dexter faria em uma hora dessas? Manteria a calma e observaria as poucas evidencias com o ponto de vista assassino. Os cortes foram precisos e sem hesitação então ele não tinha nenhuma ligação sentimental com a vitima e era experiente. A vitima por ser prostituta pode ter sido escolhida aleatoriamente. Como não tem sinais de ferimentos em nenhuma parte, creio que ele a matou com um corte no pescoço e por fim, quando ele retirou o sangue da vitima, obviamente estava em algum lugar refrigerado. Observando pelo lado assassino e perito, o cara é foda.

 - Pare do olhar pro nada e trabalhe Audrey. - Sargento Minhyun chegou interrompendo meus pensamentos.

 - Tudo bem.

 - Você realmente é igual ao Dexter, aceita tudo que as pessoas dizem - ele começou e eu o olhei - Eu sempre tive uma desconfiança nele e agora tenho a mesma por você, só que pior. Ainda me lembro da garotinha repleta de sangue saindo daquela casa no colo dele. Eu não sei o tipo de sujeira que vocês escondem, mas eu vou descobrir. - ele saiu da sala com raiva

O mais engraçado é que diante de um departamento cheio de pessoas, Minhyun sempre desconfiou de Dexter e, agora, de mim. Eu queria realmente saber onde ele esta, ou pelo menos os motivos pelos quais ele me deixou. Mesmo que eu fosse normal, nenhum medico ou terapeuta conseguiria tirar essa dor de mim. A dor está lá no fundo, aonde ninguém consegue ver ou sentir, a não ser eu, é claro. 

 - Pode ir descansar - me assustei com Tenente LaGuerta chegando a minha sala - Minhyun foi duro com você, vou conversar com ele.

 - Não precisa. Eu estou muito empenhada nesse caso, é melhor eu ficar.

 - Ok então. - ela saiu da sala

Eu odeio ser tratada como coitadinha, eu poderia simplesmente sair e ficar o resto do dia em casa, mas pra que? Pra mostrar que aquilo me machucou? Não, muito obrigado.

Foquei minha atenção na tela do computador. Kim Nayum, 45 anos, professor e um bom homem para o sociedade, mas não pra mim. Três de suas alunas foram encontradas na floresta mortas e com sinais de abuso ano passado e mais duas estão desaparecidas. Eu investiguei esse caso e todos sabem que foi ele, mais no julgamento, ele foi absolvido. Nem as mães das vitimas achavam que eram ele.

Boa aparência, dinheiro, influencias, ninguém nunca desconfia de caras assim, ninguém exceto eu.

Quando olhei as horas e assustei, já eram sete da noite. É, parece que eu fiz hora extra. 

Me levantei e fui pegar um pouco de café antes de ir embora, foi quando eu esbarrei em alguém e quase cai. 

 - Bom reflexo. - a pessoa disse e eu vi que era o novato.

 - Não era pra você ter ido embora?

 - Primeiro dia, queria deixar uma boa impressão. - ele disse sorrindo. Por que diabos ele sorria tanto?-  O que você ficou fazendo até agora?

 - Coisas - falei e tomei um gole do café - E você?

- Coisas.

 - Ok, vou embora. Até amanhã. - sai sem esperar resposta.
                                         

   (...)

Já eram onze da noite e eu estava dentro do meu carro observando Kim Nayum. Ele estava sentado no lado de fora de um barzinho normal. Eu preciso matar alguém hoje, e ele foi o escolhido. Certamente Dexter não aprovaria essa atitude, mortes que não foram premeditadas com muita antecedência tem tendencia de deixar evidencias. Mas hoje eu vou ter que esquecer um pouco esses princípios.

Vi que o professor foi pra dentro do bar, provavelmente pagar a conta.É hora de usar o que eu aprendi. Peguei um grampo e consegui abrir a porta traseira do carro dele. Me escondi lá atrás e passou um tempo ele entrou e ligou o carro. Depois de certa distancia, me levantei cuidadosamente e passei a corda pelo pescoço dele.
 

- A partir de agora vai fazer o que eu mandar. - ele ia retrucar, mas eu apertei mais a corda - E quietinho, entendeu? - ele assentiu - Vira a direita.

Depois de certo tempo pela estrada, chegamos ao meu lugar. Minha cabana. 

 - Agora, ouça. Você vai descer quieto e sem nenhuma tentativa de defesa. Coloca as pernas pra fora do carro. - ele colocou e eu pulei pro banco do passageiro, ficando atrás dele - Agora desce - ele desceu e eu desci em seguida - Agora você vai dormir. - injetei sedativos nele e o arrastei com dificuldade pra dentro da cabana.

Fiz meus procedimentos padrões, plastico em todos os lugares, luvas, facas limpas, serras, maca e claro, meus amados sacos de lixo.

Depois de um tempo ele acordou assustado e eu destampei a boca dele.

- Por que você ta fazendo isso? Eu... eu sou só... - ele começou
 

- Um professor estuprador e assassino.- completei
 

- Eu não fiz nada com elas, eu juro.
 

- Kim Se‑jeong- mostrei a foto da menina - ela era bonita, foi bom? - fiz uma careta e ri - Jung Chae‑yeon, quinze anos - mostrei a foto dela - Nem vou perguntar se foi bom, porque olha o corpo da garota. - ri de novo - Jane Sparks - mostrei a foto - apenas treze anos, a garota exemplar da turma, por que ela? Porque ela gostava das suas aulas e sua mente nojenta pensou que ela tinha segundas intenções? - ele balançou a cabeça negando. - Agora, Zhou Jieqiong e Zhang Jieqiong, irmãs gêmeas, dez anos - mostrei uma foto das duas juntas - O que você fez pra se aproximar mais delas? Ofereceu doces? Porque elas eram só crianças. O pior de tudo, é você dar fim no corpo delas sem nem dar a chance de ter um enterro digno. - eu dei um sorrisinho maldoso - Mas eu não vou falar muito porque você também não vai ter. Só que diferentes delas, você não é uma criança e muito menos inocente. 

Peguei uma faca e me curvei até o ouvido dele e sussurrei:

 - Eu até poderia te dar a chance de dizer as suas ultimas palavras, mas sua boca é nojenta demais pra essa oportunidade.

Passei a faca brutalmente pelo seu pescoço e sorri vendo o jato de sangue sair pela sua artéria. Liguei a pequena serra e comecei a despedaça-lo. Primeiro cabeça, depois mãos, pés,  braços, pernas e mais algumas separações, coloquei tudo nos sacos e o lixo já estava no seu devido lugar. Juntei todo o plastico do local e coloquei nos sacos de lixo também. Limpei tudo com desinfetante e por fim, coloquei todos os sacos no carro e tranquei a cabana.

Fui dirigindo e cantando até a casa do professor, era numa rua deserta bem perto da bar que ele estava. Deixei o carro na garagem, caminhei até o bar, peguei meu carro e voltei até a casa dele, complicado, não acham?

Transferi os sacos pro meu carro e o deixei estacionado lá. Fui ate o porto onde meu barco fica e coloquei os sacos lá. Me dirigi até a mesmo corrente marítima de sempre e joguei todos os sacos lá. Depois disso fui até um ponto mais deserto, fiquei só de lingerie e pulei na água. 

A água era leve e linda mas pode matar alguém que não sabia lidar com ela em minutos, assim com eu. Há dias que ela está agitada, outras que está calma. Ela faz pessoas flutuarem e a admirarem, assim como faz alguns morrerem e outros a odiarem. No fim, Ninguém sabe realmente como ela é inteiramente, nunca visitou todos os lugares que existem nela e não se sabe onde é o fim daquela imensidão. É talvez eu seja como a água, só que minha imensidão não é linda, é sombria.

Voltei até o meu barco, vesti a minha roupa e fui até a superfície. Fiz os procedimentos com o barco e fui embora. Cheguei em casa, tudo na mesma organização. Peguei a gota de sangue daquele ser nojento que eu acabei de matar e guardei junto com os outros. É minha coleção, antes de matar alguém, eu guardo uma gota do sangue. Doentio, eu sei. Mas me da um orgulho indescritível olhar todas aquelas gotas de sangue seco, tantas vidas que eu vinguei e em compensação, tantas vidas que eu tirei. Mas não eram vidas inocentes, e isso é o que importa.

Tomei um banho demorado, coloquei um pijama e fui pra cozinha algo. Peguei a jarra de suco na geladeira e quando abro o freezer para pegar gelo, tive a maior surpresa desses últimos dias. 

Uma boneca esquartejada, exatamente igual a garota sem sangue de hoje. Amarrada com uma fita vermelha com um lacinho. Eu sorri ao ver isso.

Não, eu não levei isso como um insulto. Isso é como uma trégua, um pedido de amizade. Um pedido do tipo ''Ei, você quer brincar?'' E a minha resposta? ''Sim, eu quero. Eu realmente quero brincar.''
 


Notas Finais


Gente, me digam o que estão achando da fanfic, por favor, sempre que eu posto algo novo eu fico insegura de não estar agradando vocês, então comentem por favor, criticas construtivas são ótimas também, ok?
ALGUNS AVISOS;
* Essa fanfic vai ser movida a comentários, então se gostou, comente.
* Não vai existir metas para os comentários.
* E se não gostou, comente também pra eu melhorar.
Então, ta ficando boa? Posso continuar?


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