História Hidden Sides - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Assassinato, Bangtan Boys, Jungkook, Psicopata
Exibições 124
Palavras 1.438
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ae galera, espero que gostem e comentem o que acharam! <3

Capítulo 3 - Psycho


 

Fechei o congelador sorrindo. Corri até meu quarto e me joguei na cama sem tirar aquele sorrindo idiota - ou não - do rosto. Eu tinha que descobrir quem era ele, o porque de estar fazendo isso. Me ajeitei direitinho na cama e consegui dormir.

- Corre Broo, eu vou te pegar - Dexter gritava correndo atrás de mim no parque.

- Você nunca vai me pegar - eu ria e corria.

- O monstro está se aproximando - ele disse.

Antes da minha resposta, Dexter já havia me pegado e me girado no ar. Ele me colocou no chão e então eu perguntei

- Por que você disse que o monstro iria me pegar? Quem me pegou foi você - ele se abaixou e me abraçou - Hein, por que você disse isso? - disse me separando dele

- Broo, nem todos os monstros são iguais aos dos seus pesadelos. Nem sempre eles são sobrenaturais.

- Mas então você é um monstro? - perguntei confusa

- Sim - ele disse triste

- Então eu também sou um monstro - eu disse convicta 

- Claro que não Brooke. Por que diz isso? 

- Porque eu quero ser igual a você Dex, se você for um monstro, eu quero ser um também. 

Ele apenas sorriu e me abraçou.

Acordei suada e ofegante, eu não gosto muito de sonhar com o Dexter. Me deixa pra baixo e eu não gosto disso. Olhei as horas e vi que eram oito da manhã. Eu teria o dia de folga, só iria trabalhar se acontecesse algum assassinato, já que eu não era muito útil no caso do meu caro amigo. Acabei sorrindo só de lembrar.

Levantei, tomei banho, escovei os dentes e resolvi que iria pra academia. Coloquei uma roupa apropriada e fui. 

O transito da Coréia é horrível, eu estava parada em um congestionamento. Liguei o rádio e estava tocando musicas eletrônicas, não eram minhas preferidas, mas eu gostava. Na verdade eu prefiro um rock, ouço com bastante frequência os mais pesados também. 

Enfim consegui chegar na academia, quase tinha perdido a coragem de malhar. Me aqueci, fiz alguns minutos de esteira e logo fui treinar boxe, minha paixão. Enfaixei minhas mãos pra evitar os hematomas, o que era quase em vão, já que eu sempre me machucava. Comecei com golpes mais simples e com força média, mas depois me veio a maldita lembrança daquele dia, um dos piores dias da minha vida.

Comecei a descontar minha raiva naquele saco de areia, senti uma mão no meu ombro, parei e me virei.
 

- Você tem força - vi que era Jungkook.

 - Um pouco - voltei a dar socos - O que esta fazendo aqui?

 - Eu estou em uma academia, o que eu estaria fazendo? - vou matar esse garoto

 - Não sei, você é estranho

 - Eu sou estranho? - ele apontou pra si mesmo - Você estava quase matando esse saco.

 - Tenho meus motivos, então fica quietinho

 - Ok - ele tirou a camisa e, nossa, ele tinha um corpo bonito, por mais que não fosse um "bombado", como os outros caras da academia - Pratica boxe a quanto tempo?

 - Comecei com dez anos.
 

- Algum motivo específico pra isso? 
                                                   

  P.O.V Jungkook

- Pra controlar a raiva. - ela respondeu sem dar importância 

Aquela resposta tinha muita importância pra mim, tinha a leve impressão que conhecia ela. Aqueles olhos verdes misteriosos, lembro de ter visto eles em algum lugar, o que seria impossível, já que passei a vida trancado em um orfanato idiota. 

 - Por que está olhando fixamente pra mim? - ela colocou as mãos na cintura e me olhou séria

 - Ah, nada não. Só estava pensando.

 - Precisava pensar olhando pra mim?

 - Eu estava pensando em como você ficaria bonita sem essas roupas - mentira, mas seria ótimos pensamentos

 - É, acho que você até ficaria bonitinho sem roupa - ela me analisou completamente e ergueu uma sobrancelha. - Pena que eu não gosto de coisas 'bonitinhas' - ela finalizou fazendo aspas.

 - Gosta de coisas feias então? - cheguei mais perto dela e ela chegou mais perto ainda, levantou os pés pra ficar da minha altura e sussurrou no meu ouvido.

 - Não, eu gosto de coisas perfeitas. Sem nenhum erro - senti que ela não estava falando só do assunto anterior, ela se afastou e já na porta

- A gente se esbarra por ai, Jeon.

Ela foi embora e eu continuei parado, raciocinando o que acabou de acontecer. Aquilo era quase uma confissão. Peguei minhas coisas e fui embora também. Cheguei na minha casa, tomei um banho e fui dar uma volta na floresta. Sim, eu morava ao lado de uma floresta, é sempre mais fácil matar por lá. Andei em meio as árvores um tempo e ouvi passos na minha frente, os segui e me deparei com uma garota vestida com roupas de marca e sapatos de salto.

 - Está perdida docinho? - achei meu passa-tempo 

 - Sim, você poderia me ajudar? 

 - Vem comigo.

Cheguei com ela até a minha casa e disse pra ela esperar no sofá que eu só iria pegar as chaves do meu carro. Subi até meu quarto, coloquei sedativo em um pano e desci devagar pra ela não ouvir meus passos. Passei por detrás do sofá e apertei o pano sobre seu nariz e boca, ela começou a se debater mas logo apagou. Peguei ela no colo e a levei até o porão. Deixei ela só de lingerie e a pendurei pelas mãos, agora é só esperar a princesinha acordar.

Fui até a cozinha e fiz um sanduíche pra mim, já estava na metade quando comecei a ouvir os gritos de desespero dela, dei um gargalhada e terminei de comer. Peguei algumas facas e desci até o porão. Cheguei lá e vi ela se debatendo e gritando, eu comecei a rir e me sentei em uma cadeira que havia na frente dela.

 - Você sabe quem meu pai é? - ela perguntou parando de gritar e eu comecei a rir de novo

  - Não sei e nem quero saber. Ele não te ensinou a não falar com estranhos? - perguntei a encarando - Não tem importância, já que você vai morrer do mesmo jeito.

 - Sexo, é isso que você quer? Eu te dou, pode me usar - ela disse no auge do desespero 
 

- Sexo? Por que diabos eu ia querer sexo contigo, garota? Tu é quase uma criança. E olha pra mim - apontei pra mim mesmo - As garotas se matam pra ficar perto de mim. De você eu sou quero sangue e gritos de pavor.

Ela me olhou assustada e começou a gritar por ajudar, peguei uma amordaça e passei pela boca dela.

 - Olha que dedos lindos - passei um alicate pelos dedos da mão dela- Unhas bem feitas, seria uma pena se.. - apertei o alicate na dobra do dedo indicador dela e arranquei metade dele fora - Opa - ri e passei o dedo que cortei dela pelo seu rosto - Viu como seu dedo é macio docinho?

Taquei o dedo longe, me vire pra ela e comecei a roçar a ponta da faca pelo seu rosto.
 

- Eu realmente queria brincar mais com você, mas eu estou cansado hoje e sabe, eu preciso descansar. Então bom sonhos - dei uma facada da sua barriga e vi o sangue saindo pela sua boca - E mande lembranças pro diabo - tirei a faca de dentro dela.

Peguei o corpo morto dela e levei até uma casinha que há no quintal da minha casa, meu paraíso. Coloquei ela na maca e peguei minhas serras, cortei o corpo dela em pedaços e levei até algum lugar mais reservado da floresta. Cavei uma cova funda e joguei o resto daquela menina lá. Joguei a terra por cima e coloquei algumas folhas secas por cima.

Voltei e comecei a tomar banho, ouvi meu celular tocar. Desliguei o chuveiro, enrolei uma toalha na minha cintura e fui atender, numero privado.

  - Alô - eu atendi

- Nossa, que menino sério - reconheci a voz, era a Brooke

- O que foi?

- O cara que assassinou a prostituta ontem matou de novo - notei um tom de felicidade na voz dela - Vou te mandar o endereço por mensagem, tchau

 - Não desliga - quase gritei - Esse numero é seu?

- É sim, por que?

- Vou salvar então - dei um risinho e desliguei

A pergunta é; Quem é esse cara que consegue matar de um jeito tão exótico? 
 


Notas Finais


Gente, e esse Jungkook psicopata? Amo.
Me digam quais são as teorias que vocês tem sobre a fanfic; (Se tiverem alguma)
ALGUNS AVISOS;
* Essa fanfic vai ser movida a comentários, então se gostou, comente.
* Não vai existir metas para os comentários.
* E se não gostou, comente também pra eu melhorar.
Então, ta ficando boa? Posso continuar?


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