História Hifor o Traidor. - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.169
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Crossover, Ficção, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpa pelo título, não sabia mais o que pensar.

Capítulo 3 - Life goes on.


Fanfic / Fanfiction Hifor o Traidor. - Capítulo 3 - Life goes on.

 Baravan foi retirado e enterrado no cemitério um local perto da "árvore mãe" onde seus entes queridos e amigos se reuniram em luto.

Hifor foi levado e alimentado, Tharo antigo líder e ancião e oficial de Baravan e acompanhado de Nasvius um homem rápido e forte seu estimo por artes marciais, o rendeu o título Nasvius a irá da serpente, A Varla uma jovem com cabelos loiros e seus olhos azuis e seu espírito aventureiro, levou seu apelido, Varla a Heremita e por final Rathor um estudioso mas foi chamado de Rathor o sábio ele mora na biblioteca da vila onde se esconde junto de sua sabedoria.

 —Hifor você está bem? Pergunta Tharo quando suas mãos pousaram  em meus ombros.

 Meu corpo não parava de tremer, já não tinham mais lágrimas e meu rosto mudava de roxo a vermelho quando lágrimas tentavam escapar ou a imagem de meu pai vinha a tona.

—S-sim...

— Rapaz sabe alguém que quisesse fazer mal a seu pai? Dando um passo a frente Nasvius.

— Não!!! meu pai era amado por todos. Minha raiva superou minha fraqueza, pois se meu pai está morto, alguém tem seu sangue em sua mão, o pouco distante pensamento de que ele seria seu "irmão" o enojava tanto que quase vomitou.

 Os oficiais se olharam e sabiam que o garoto era inútil 

Deixe o menino em paz, ele passou por muita coisa esses dias, diz Rathor.

—Hifor, você sabe o que acontecerá com você?

—Eu irei me tornar um monge? Certo?

Oh claro Hifor, porém você deve ter uma supervisão de um adulto, diz rapidamente Nasvius.

Hifor tudo que tinha se perdeu em um dia, seu amado pai... e sua mãe ao nascer.

Rathor se aproxima.

— Eu preciso de ajuda na biblioteca que tal você, meu jovem, pode ficar sobre minha proteção.

Os oficiais se entre olharam, pois se um monge está sobre proteção isso quer dizer que Rathor está tomando Hifor como um aprendiz.

—Muito obrigado. Uma responda rápida desliza de meus labios.

Todo o alvoroço se esvai deixando Hifor com suas emoções se acumularem no seu coração.

 Os oficiais deixaram no em uma sala vazia e escura igual ao seu coração, levantou e seguiu em direção a casa, o dia se tornou cinza ao seus olhos mesmo o sol não estava se pondo.

 Sentiu sua barriga se revirar ao avistar a casa e ao perceber estava se dirigindo ao grande templo feito de mármore polida com uma arquitetura parecida com os chineses, está era sua primeira vez como um membro a entrar, o cheiro de incensos invadia suas narinas a baixa luminosidade fazia um lugar confortável, todos os cantos se via monges desde silenciosos em sua meditação até barulhentos e sorridentes, o grande templo é um lugar onde se encontra a sua paz de espírito e neste momento Hifor implorava por está mesma paz.

 Uma garota de cabelos brancos e olhos claros se aproximava com um rosto cauteloso e demonstrando empatia por minha perda logo percebe que é Nastra um menina totalmente o oposto de seu irmão Gilor, os dois lado a lado pareciam sol e noite, preto e branco diferentes mas que se atraem.

—Você está bem Hifor?

—Eu supero. Algo nela me atraia, ou aquele sorriso que pode ser algo a mais, mas não sai da minha cabeça.

—se você quiser conversar vou estar aqui. Um sorriso me escapa facilmente.

Pergunto sem jeito, o que está fazendo Nastra?

—Ah Gilor está fazendo uma daquelas tatuagens e depois iremos dar uma volta, se quiser pode nos...

—Não, ele não pode. Ele sai de uma sala escura como se estivesse sempre ali nos olhando, nunca gostei muito de Gilor, ele sempre parece distante das outras pessoas, mas mesmo assim ele é um gênio em qualquer coisa,.

—Gil!!! Não seja rude desse jeito.

—Tudo bem Nastra, eu não posso ir mesmo. A felicidade de estar a sós com ela foi estragada por ele.

—Bom sendo assim estamos indo, Gil você terminou tudo por aqui?

—Sim, tudo pronto Nastra. Assim ela segue seu caminho junto de Gilor.

 Andando pelo templo, entro na mesma encontro sala escura de onde Gilor saiu, onde um homem está sentado no canto direito, atrás de uma mesa de madeira com diversas ferramentas em sua mesa, Caleb um tatuador, nós os shomei acreditamos na sorte em lutas trazida por meio das tatuagens, mas este pensamento começou a se tornar uma lenda por causa dos novos tempos.

O homem se levanta com a sua pele escura da cor de obsidiana e seus cabelos e barba brancos e o começo de um sorriso se forma na cara do homem.

—Venha se junte a mim garoto. Caleb sempre me viu como um mero garoto que nunca irá crescer.

—Eu sou um adulto já, eu já sou um membro do shomei começe a me tratar com mais respeito, deixei um orgulhoso sorriso me sair.

—Você acha que isso te faz homem garoto? Um caminho longo você deve andar para isso. Sua risada resoava por todo o comodo.

 Caleb com certeza é uma pessoa que fala o que pensa, isso o fez ter um dos oito assentos do conselho.

—Que bom que eu te dirvirto.

—Ei talvez um treino seja bom para esvaziar seus pensamentos, pirralho.

—Mas Estien disse para descansar...

—Bobagem se você quisesse realmente descansar estaria em uma cama. Seus olhos negros analisava o garoto, Hifor sentiu aquele olhar atravesa-lo.

—ok, talvez você tenha razão. Devolvendo o mesmo olhar com suas esmeraldas escuras.

 Caleb o levou para um pátio aberto onde alguns ainda em seus treinos.

—Bom você ainda não consegue utilizar o Paiki, certo?

 A vergonha emoldurou seu rosto, pessoas treinadas desenvolvem o poder cedo antes de seus 15 anos e está idade já fora atingida por Hifor, todas as tentativas o feriram.

—Hmmm começe pelo básico garoto. Sentando ao chão com suas pernas cruzadas em baixo de uma árvore.

 Hifor lembrou das palavras de seu pai "Paiki significa poder da respiração então é natural que você tenha que respirar, agora inspire o ar para seus pulmões e solte-o devagar pela sua boca, talvez você possa fechar os olhos para se concentra". Comecei puxando o ar, sentindo meu peito se encher, até não conseguir mais, seguro poucos segundo até soltar por minha boca, sinto uma energia surgindo, sinto como se meu corpo estivesse em fogo.

—Então os boatos erram mentira? Bom que tal você me mostrar esse poder, venha me acerte.

—Mas o conselho o conselho proibe o uso em outras pessoas.

—Não se preocupe, lembra eu sou do conselho.

Concentrei minha força em minhas mãos com toda a energia acumulada, elas pareciam queimar desta vez.

Avancei contra Caleb, e desferi um soco em sua barriga, mas ele já estava preparado e usou sua própria energia, endurecendo a barriga.

—Bom soco pirralho, quem sabe em 1 mil anos você consiga me machucar.

—Cala a... As palavras não saíam da minha boca, e logo me encontro com o chão.

—e-ei garoto você está bem? Ei chamem Estien, droga...



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