História High Dive - Capítulo 5


Postado
Categorias Supernatural
Personagens Castiel, Dean Winchester, Jensen Ackles, John Winchester, Mary Winchester
Tags Bottom Castiel, Bottom! Dean, Castiel, Castiel Novak, Dean Winchester, Destiel, Drama, Horror, Jensen Ackles, Jensen X Dean, Lemon, Mistério, Romance, Sexo, Suspense, Terror, Top Dean, Top Jensen, Tortura, Violencia, Yaoi
Exibições 259
Palavras 4.146
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Tio Matty: HELLOOOOW MEUS LINDOS PUTOS DE PLANTÃO ü
Voltamos p continuar essa fic q já tava ficando empoeirada ü
Nos amem u.u

Tia Soph: MINHAS PRINCESAS ❤
(Eu ñ sei se vcs repararam, mas princesa se aplica tanto a homem quanto a mulher aki ü)
QUEM AKI TÁ PRONTO P MAIS PUTARIA?!
DIGA SIM, CAPITÃO!
Nós trazemos hj mt mais q um pornô Jeans
SUAS PRECES FORAM OUVIDAS
Podem nos chamar de Deuses e rezar pra gente 💅
Tia Soph garante q vcs vão perder a virgindade no primeiro dia ü

Tia Mih: FALA AI SEUS LINDOS PUTEIROS QUE AMAM UM PORNÔÔÔÔÔ (ainda mais pornô né seus safadenhos 🌚)
NÃO ESTAMOS MORTOS
Por incrível que pareça, não estamos morritos 😊
E essa demora vai valer a pena porque...
SUAS PRECES FORAM OUVIDAS POR NÓS E HOJE TROUXEMOS MAIS UM CAPÍTULO
UUHH~
E nela tem uma surprezinha u.u
AEEEEEEE! (applause applause ~dançando Lady Gaga rebolando o popo)

Tio Matty: Ent meus lindos
Como uma fênix, nós retornamos das cinzas ü
Esse capitulo pode surpreender algumas pessoas
Pelo simples motivo de q
ELE REALMENTE TEM CONTEÚDO \o/
Sem mais enrolação c porno Jeans u.u
Sim, eu sei q o Dean sendo estuprado pelo Jensen é lindo ;-;
Mas a gente precisa seguir em frente c a trama ;3;

Tia Soph: Eu axo q as princesas tão é jogando confete por ñ ter mais pornô msm
Mas uma coisa...
Td q aconteceu de enrolação foi essencial
Eu sei q ñ faz sentido nenhum agr
Mas deixa xegar ü
Vcs vão ver q td foi metodicamente planejado
~mentira, mas boa parte sim~
Enfim
Soph espera q vcs tenham uma boa leitura
E q aproveitem tdinho
Dica de amg (;
O futuro é negro
Huhuhu

Tia Mih: Quase que a Tia Mih coloca um pornozinho pra descontrair a enrolação e tbm pq estava com sdds de ver Dean sendo estuprado ;3;
Mas como a gente tem que seguir com a trama deixamos o pornô de lado (por enquanto ü) e trazer o quê?
CONTEÚDO.
Agora chega de enrolação e vamos pro capítulo!
JOGUEM SUAS CALCINHAS NO AR
JOGUEM SEUS VIBRADORES NO AR
JOGUEM ATÉ MESMO O CU PRO CÉU
PQ HJ TEM HD
~applause applause applause~
Esperamos que vocês gostem e que tenham uma boa leitura =)
LET'S GOOOOO~

Capítulo 5 - Disposable Heroes


Dean mal se lembrava de como havia ido para o seu quarto. As lembranças da tarde anterior estavam embaralhadas em sua mente e tudo que conseguia recordar era que Jensen havia lhe acordado assim que chegaram a sua casa e Dean mal tinha forças para ficar em pé. O resto era um borrão de Jensen lhe ajudando a chegar a seu quarto... E bem, provavelmente havia caído em um sono profundo assim que seu corpo tocou no colchão confortável e macio — por sorte a casa já estava sendo arrumada antes de se mudarem, e agora só faltavam uns poucos objetos.

Gemeu de dor quando se levantou da cama, sentindo seu corpo inteiro dor por completo com o menor movimento que viesse a fazer. Sentia todas as suas articulações e músculos gritarem até mesmo se viesse a piscar. Mas não podia esperar menos, levando em conta tudo o que Jensen havia feito na tarde anterior. Chegou a pensar no que seus pais poderiam estar achando, mas não tardou em lembrar-se que seu gêmeo era um bom mentiroso e provavelmente já havia inventado uma desculpa plausível.

Foi para frente de um espelho que havia em seu quarto — colocado em uma das portas de seu guarda-roupa e que o campo de visão cobria seu corpo todo — e sentia-se meio nojento com todas as marcas que Jensen havia deixado em si. Retirou sua blusa — tentando não fazer movimentos bruscos por causa da dor que se alastrava por cada átomo de seu corpo — para dar uma olhada nos machucados que havia em suas costas — de quando Jensen havia transado consigo em cima de cacos de espelhos — e não se surpreendeu em ver uma crosta de sangue seca por cima de sua pele. Por Deus, aquilo ardia.

Também havia outros líquidos secos em sua pele, o sêmem de Jensen e o seu próprio — mesmo que Jensen provavelmente antes de chegarem a casa havia limpado o melhor que podia para disfarçar — e o suor.

Suspirando, tratou de procurar o banheiro do segundo andar para tomar um banho. Não se importava muito com as horas, já que nem se o implorassem iria para escola sentindo-se como se sentia — nojento, repugnante, ultrajado. Além do mais, se ninguém ainda havia ido acorda-lo, era porque não deveria ser tão tarde assim ou poderia faltar o primeiro dia de aula. Sinceramente, Dean no momento não se importava qual das opções era.

A água quente do chuveiro fazia um bem enorme ao seu corpo. Podia sentir um alivio quando o fervor da água batia contra suas costas e parecia renovar seu ser. Os cortes em suas costas ardiam, mas nada que não pudesse ser esquecido quando seus olhos eram fechados e sua cabeça era mergulhada contra a água. Pegou o sabonete e começou a esfregar em seu corpo.

Por mais que a água quente tivesse ajudado a melhorar boa parte de suas dores e angustias, ela não conseguia apagar as marcas psicológicas que Jensen havia deixado. Queria esfregar o sabonete em sua pele até que a mesma soltasse, queria ficar em baixo da água quente até que sua pele fosse queimada e desprendesse de seu corpo. Queria de alguma forma sentir-se limpo dos toques pecaminosos que Jensen havia espalhado por seu corpo inteiro. Queria... Queria se livrar de tudo.

Enrolando a toalha em sua cintura, foi em direção ao seu quarto. Ainda sem mudar a roupa por completo — só com uma boxer em seu corpo — procurou seu celular para conferir as horas. Ainda tinha uma hora para poder se arrumar para ir para a nova escola. Ponderou se deveria voltar a dormir, mas seu sono havia desaparecido há muito. Resolveu então simplesmente colocar uma roupa para ir para escola e descer. Talvez pudesse ajudar sua mãe com o café da manhã.

***

Quando desceu, Dean podia ver sua mãe na cozinha começando a preparar o café da manhã. Mary ficou levemente surpresa assim que viu a figura de seu filho mais novo.

— Está se sentindo melhor, querido? — Dean não tinha ideia do que a mulher estava falando, mas tinha quase certeza que Jensen havia inventado que estava doente. Sorrindo meio nervoso, Dean concordou levemente com a cabeça, fazendo sua mãe sorrir em alivio. — Deixa-me só conferir então. Vem cá ‘pra eu ver se você tá quente. — Dean aproximou-se da mulher, que tomou a temperatura com a mão. — Não parece estar alta. Mas não acha que deveria ficar em casa e relaxar? Você tem ficado muito doente nesses últimos dias. — comentara, como toda a boa mãe preocupada. Dean sorriu-lhe gentil, achando adorável o jeito de sua mãe.

— Não precisa mãe. Sério. Eu ‘tô bem, só deveria estar cansado. — Dean se sentia meio mal em mentir para sua progenitora, mas nada poderia fazer. Tinha vergonha do que ela poderia dizer caso descobrisse sobre tudo o que ocorriam em suas costas. Dean sentia vergonha só de pensar. Tinha certeza que sua mãe o odiaria. Muito.

Mas tentou não pensar nesses assuntos e somente ofereceu a mulher ajuda na cozinha. Mary riu, comentando que ele e Jensen não a ajudavam na cozinha desde que eram pequeninhos, e por fim, aceitou a ajuda de seu garotinho.

Dean se atrapalhou com algumas coisas, como cortar o dedo com a faca, ou derrubar farinha no chão. Em algum momento, quase que um ovo caiu de sua mão. Mary em momento algum brigou com o seu filho mais novo. Muito pelo contrário, ria de seus desastres, fazendo Dean rir junto com ela.

Quando o café-da-manhã estava quase pronto, Mary abraçou sua criança — porque não importava o tamanho de seus filhos, eles sempre seriam seus pequeninos.

— Fazia tempo que não passávamos um tempo juntos, Dean. Você tem andado tão fechado ultimamente, estava com saudades. — a mulher segredou-lhe, parecendo realmente feliz com aquilo tudo. Dean teve que segurar as lágrimas e apertou sua mãe bem forte contra seu corpo. — Eu sempre vou lhe amar, meu menininho. — separaram-se e Mary deu-lhe aquele sorriso de mãe, que só uma poderia dar. Dean sentiu-se acalentado.

— Eu não sou mais um garotinho. Sou maior que a senhora, baixinha. — brincou, sem conseguir tirar o sorriso dos lábios.

— Eu posso ser baixinha, mas ainda posso te impedir de raspar a massa crua do bolo de chocolate! — com isso, Mary passou o dedo no pote onde havia o creme cru do bolo e levou aos seus lábios. — Muito bom. — provocou.

— Você é tão má. — Dean tentou pegar o pote, mas sua mãe bateu em sua mão com a colher de madeira, fazendo-o recuar. — Muito má. — repetiu, fingindo magoa. Mary riu mais uma vez, balançando a cabeça negativamente, antes de dar liberdade para Dean roubar as sobras do recheio cru.

— Quem é má? — Jensen entrou na cozinha, com um sorriso lateral em seus lábios e os olhos verdes tão afiados como de um predador. Dean sentiu seu corpo paralisar e o sorriso em sua boca morrer aos poucos. Jensen adorava ver a reação que causava em seu irmãozinho. — Fico feliz que esteja melhor, irmãozinho. — falou, chegando bem perto do menor, que teve que controlar até o último átomo de seu ser para não tremer por completo.  

Mary estava um pouco alheia, mas uma coisa ela pode reparar: qualquer felicidade que havia em Dean morria instantaneamente quando Jensen chegava. Ela chegou a pergunta-se se os dois estavam brigados ouse havia acontecido algo mais grave. Iria perguntar mais tarde a Dean quando estivessem juntos e sós mais uma vez — o que havia se tornado algo bem raro com o passar dos anos.

Logo John também havia se juntado a cozinha para poderem comer, e o café-da-manhã desenrolou-se na maior parte com John e Jensen falando sobre qualquer assunto de esportes que Mary ou Dean não tinham interesse algum.

Logo Jensen e John haviam voltado para o segundo andar da casa para terminarem de se ajeitar e Dean estava quase subindo também, quando Mary segurou seu pulso.

— Tem certeza que está bem? — indagou, parecendo preocupada. Dean não gostava de vê-la assim, ainda mais por ele. Não merecia aquilo.

— Sim. — sorriu tão verdadeiramente que pode até mesmo enganar sua mãe.

Não era só Jensen que sabia mentir quando queria, a diferença era que Dean só fazia e realmente necessário.

Mary retribuiu o sorriso e deixou Dean ir. Logo, logo Jensen estaria esperando o mais novo no Impala para que pudessem ir para a escola e Dean não gostava muito de atrasar seu irmão — afinal, um Jensen irritado nunca era bom.

***

Dean logo arrependeu-se de não ter obedecido quando sua mãe o perguntou se queria ficar em casa. Ao menos não seria obrigado a aturar Jensen andando consigo para cima e para baixo. O mais velho simplesmente havia decidido quando desceram do carro:

— Melhor eu andar com você hoje. É o primeiro dia, não posso arriscar que algum babaca te faça alguma coisa.

Jensen falou aquilo de uma forma tão convincente que Dean quase acreditou que ele realmente se importava. Mas que bobagem a sua, como se seu irmão se importasse com alguma coisa. Ao que sabia, Jensen poderia vê-lo sendo espancado, assaltado, estuprado ou, até mesmo, perto de ser assassinado e não moveria um músculo.

— Jensen, eu não preciso disso! Sai de perto de mim, eu não aguento mais! — o mais novo aumentou o tom de sua voz sem perceber, o que irritou seu gêmeo. Mas a última coisa que Dean queria agora era Jensen ao seu lado, e vinte minutos já era o suficiente.

O mais velho apenas encarou Dean com um olhar inexpressivo, face fechada e olhos semicerrados. Ele não havia gostado nem um pouco daquela resposta.

Dean podia sentir seu estômago revirar ao ver Jensen o olhando tão intensamente — aquilo só acontecia quando seu irmão estava realmente muito puto, e a partir daquele momento Dean sabia que estava fodido. Queria sair correndo antes que Jensen fizesse qualquer coisa — principalmente ao lembrar-se de que estavam no meio do corredor da escola com dezenas e mais dezenas de pessoas passando por eles a todo segundo; felizmente, ninguém havia percebido nada, por enquanto.

Porém, sentia-se congelado. Não conseguia mover um músculo, embora sua mente e suas pernas tentassem desesperadamente fazer alguma coisa.

— Desc~ — sua fala foi interrompida quando Jensen agarrou — apertou — seu pulso e o puxou pelos corredores, até encontrar o armário de limpeza.

O mais velho abriu a porta com força e empurrou Dean para dentro, fazendo-o tropeçar em um esfregão encostado na parede e derrubar alguns de seus livros no chão.

— J-Jensen~ — sua voz estava trêmula. Dean estava com medo, Jensen não ficava tão bravo assim há algum tempo. Droga, Dean deveria ter se lembrado de que Jensen simplesmente detestava ser dispensado.

O mais velho agarrou o menor pelos braços e o jogou contra a parede, tão forte que fez Dean cair no chão e começar a derramar lágrimas de dor e puro medo. Jensen repetiu o ato novamente, jogando seu irmão contra a parede oposta, e, em seguida, o jogando contra a porta — alguns alunos que passavam pelo local na hora chegaram até a se assustar com o barulho, mesmo não sabendo de onde vinha.

A essa altura, Dean já tinha seu nariz escorrendo sangue e seu braço dolorido. Seus materiais escolares estavam todos espalhados pelo chão, e Jensen não dava a mínima ao andar pisando em cima de tudo. O maior aproximou-se de Dean devagar, fazendo-o tremer-se todo, assustado — o fato de Jensen não dizer uma palavra enquanto fazia tudo aquilo era o que mais o amedrontava; significava que ele estava realmente irritado.

— J-Jen... Por favor~ — Dean teve o ar retirado de seus pulmões quando Jensen lhe deu um soco na boca do estômago, o que o fez gemer de dor e começar a chorar.

Contudo, o mais velho não lhe deu muito tempo para se recuperar antes de empurrar Dean de joelhos à sua frente. Ele lentamente desabotou e desceu o zíper de sua calça, calmamente abaixando sua cueca e puxando seu sexo para fora. Sentindo seu corpo tremular, Dean apenas abriu a boca, querendo evitar mais confusões.

Jensen socou seu membro para dentro da boca de Dean, propositalmente fazendo-o engasgar, antes de começar a fodê-la de modo agressivo e rápido, o que machucava a garganta do mais novo e fazia as lágrimas em seus olhos aumentarem. Dean não conseguia corresponder aos atos do mais velho — mas isso pouco importava a Jensen; o que ele queria mesmo era que Dean aprendesse uma lição.

Estando perto do orgasmo, Jensen retirou seu pênis da boca do menor e grudou a glande em seu rosto, deixando-se gozar sobre a face assustada e entristecida de Dean — e vendo também como seu sêmen se misturava com as lágrimas e o sangue que ainda escorria de seu nariz.

Dean estremeceu de medo ao ver Jensen abaixando-se, ficando a sua altura.

— Espero que você não me dispense de novo. — foi a única coisa que disse antes de agarrar Dean pela nuca e o empurrar com tudo no chão. — Vadia. — murmurou para si mesmo, saindo do armário e nem se importando em fechar a porta para que ninguém visse seu irmão.

Dean abraçou suas pernas contra seu peito e começou a soluçar — por um segundo, havia até se esquecido da sujeira que Jensen havia largado em seu rosto; não, aquilo agora não importava. Dean somente se sentia estúpido e idiota por não se lembrar da última vez que seu irmão havia ficado bravo dessa forma, e ainda pelo mesmo motivo.

Por sorte, aquele andar era quase deserto a essa hora do dia, mas Dean, evitando ser pego, logo se recompôs e foi para o banheiro, lavar seu rosto — fazendo o possível para evitar olhar-se no espelho. Retornou ao armário para guardar seus materiais e saiu.

***

Retornando ao andar de baixo, Dean preparava-se para encarar a multidão. Não gostava de ver ninguém após as humilhações de seu irmão, era como se todos ficassem olhando para si e o julgando com olhares. Talvez, se passasse correndo...

Dean não pensou muito, correr só pareceu uma brilhante ideia. Mas foi só ele virar uma esquina que esbarrou em um garoto, que arrumava suas coisas em seu armário. Os livros que ambos seguravam foram ao chão.

— M-Me desculpa~ — Dean sussurrou, evitando contato visual com o estranho e abaixando-se para pegar seus livros, apressadamente.

— Tudo bem. — o garoto apenas sorriu e abaixou-se para ajudar o loiro.

Foi nessa hora que Dean arriscou um olhar para cima e pôde vislumbrar a aparência do desconhecido: cabelos negros em um penteado bagunçado — quase como se tivesse acabado de sair da cama, apesar de que não estava feio —, pele extremamente clara, delicada, e o par de olhos mais azuis e lindos que Dean já havia visto.

O loiro despertou do pequeno transe ao ouvir o sinal ecoar pelo corredor, apressando-se ao guardar seus livros em sua mochila.

— Desculpa. — falou mais uma vez, antes de sair às pressas pelo corredor até a sala de aula — deixando o outro adolescente com uma expressão de estranhamento no rosto.

Seus passos eram longos e rápidos, desviando de alguns corpos que encontrava pelo corredor tentando não esbarrar em mais um aluno. Procurou novamente pela sua sala de aula, rezando por tudo que era mais sagrado que não encontrasse seu irmão durante aquele tempo, só por alguns minutos, por pelo menos alguns minutos. Mesmo sabendo que aquilo era completamente inútil. Sempre foi inútil, e não seria hoje diferente.

Não demorará muito para Dean, enfim, encontrar o cômodo. Curvou-se um pouco diante da porta aberta onde os alunos entravam, indicando que o professor ainda não aparecerá. Era uma pura sorte no momento. Respirando fundo tomando fôlego entrou na sala atraindo olhares de poucos individuos, lhe deixando corado. É normal um novato, um estranho, despertar curiosidade entre os outros, mas isso não tirava o fato que incomodava profundamente o loiro.

Sentou-se numa carteira qualquer no meio da sala retirando o material que teria que utilizar para essa lição; o professor adentrou o local chamando a atenção de todos, retirando todo o barulho que preenchia a sua volta. Disse algumas coisas que nem ao menos chamou a atenção de Dean antes de iniciar a chamada, sua cabeça se enchia de perguntas que nem possuía uma resposta concreta. Teria que suportar todos os dias com Jensen lhe abusando no colégio, testando novos métodos para lhe calar a boca? Eles se veriam nas aulas? Sua cabeça começava a doer somente de imaginar alguém lhes pegando no flagra e seus pais descobrirem, era coberto de gente aumentando a facilidade de Jensen se aproveitar.

Ele queria ter a chance de voltar no tempo e mudar tudo. Começando por se recusar a vir pro colégio.

— Winchester, Dean. — ergueu a cabeça sentindo todos os olhares caírem encima de si. Todos podendo o julgarem com os olhos, sem ao menos piscar as pálpebras. — Você é novo na classe, certo? — assentiu mordendo o lábio pela sensação ter aumentado mais e mais. — Poderia, por favor, se apresentar para nós? — segurando a leve tremedeira que iniciou pela sua espinha seguindo-se por toda a extensão do corpo, assentiu novamente antes de levantar-se da cadeira, apenas mantendo o olhar encima do professor — que julgou ser o de inglês.

— Eu... — respirou fundo colocando os punhos dentro do jeans, para esconder seu nervosismo que se tornava cada vez mais visivel. — Meu nome é Dean Winchester, tenho dezessete anos e vim de Lawrence. É um prazer conhecê-los.

Sua maior vontade no momento era se jogar pela janela ao constatar que os olhares não pararam, incluindo quando os alunos começaram a fofocar ao seu respeito, lhe deixando completamente envergonhado, o obrigando a se sentar rapidamente.

— Certo, certo! Silêncio todos, agora! — o professor não tomou esforços em fazer com que as vozes parassem rapidamente. Sorriu pela sua vitoria em chamar a atenção de todos e voltou sua atenção pro jovem, sem retirar o sorriso simpatico do rosto. — Seja bem-vindo a Topeka, Dean, esperamos que você sinta-se em casa.

"Queria saber qual é a sensação de se sentir em casa...", pensou num suspiro relaxando em sua mesa abrindo o livro enquanto o professor continuava a chamada até parar num nome conhecido:

— Winchester, Jensen.

O loiro virou-se rapidamente na direção do som da cadeira se arrastando, encarando o irmão gêmeo, presente no fundão junto com outros alunos. O mais velho olhou para o outro, dando um sorriso cinico retornando a sua atenção para o educador. Todas as células de seu corpo morriam só de visualizar a imagem de Jensen Winchester sentado longe de si, porém sempre se mantendo perto de Dean.

Quando ele pensava que podia ter um minuto de paz, tudo desmoronava só com a menção do nome do mais velho.

E as horas daquela maldita aula se passaram — tão lentas aos olhos de Dean —, entre um minuto e a outra o menor olhava por cima de seu ombro encontrando o maior, como uma fera, lhe vigiando. Não conseguia nem ao menos se concentrar na matéria por conta das incontáveis minutos que Jensen lhe enviava olhares. Enquanto o loiro somente esperava que aquele tempo acabasse e eles pudessem ir para salas diferentes.

Mas Dean sabia que Jensen iria lhe procurar, iria atrás de sua presa sem que ao menos desse tempo para respirar.

***

O relógio marcou meio dia deixando que o sinal apitasse, preencheu todo o local com aquele som estridente e irritante. Intervalo. Os alunos nem ao menos esperaram que a professora de literatura desse alguma palavra e todos saíram disparados, enchendo o corredor de multidão. Dean aguardou que a movimentação diminuísse antes de ir para seu armário pegar os próximos materiais para as ultimas aulas, observando a sua volta procurando Jensen — desde que se separaram após a aula de inglês não se encontraram mais, era algo estranho aos olhos do loiro menor, pois o mais velho sempre aparecia de surpresa quando tinha a oportunidade.

Guardou tudo em sua mochila e seguiu-se disparado na direção do refeitório, encontrando uma grande quantidade de alunos já em seus lugares se alimentando, outros só conversando entre si. Olhou envolta não encontrando Jensen, estranhou novamente, porém fora em direção ás bandejas pegando uma e começando recolher alguns alimentos, ao pegar o necessário saiu do refeitório seguindo-se para a área aberta onde, possivelmente, tenha algum lugar vazio aonde possa ficar sem que tenha que invadir o canto dos outros.

Estava cheio, não tanto quanto por dentro, mas o necessário para Dean perder a esperança de achar um lugar vazio. Continuou a sua caminhada até, enfim, não encontrar nenhum lugar em que pudesse se sentar. Irritado desistiu e seguiu-se para longe de todos os alunos, qualquer pessoa que estivesse por perto.

Chegando-se a área da quadra de futebol americano sentou-se atrás das arquibancadas, sem ter uma alma viva presente ali além da sua. Isso lhe trazia paz. Pelo menos tinha um minuto de sossego para ti.

Sem Jensen, sem pessoas, sem professores, além de si mesmo. Com esse pensamento finalmente pode comer em paz, engolindo calmamente o almoço sem se preocupar em ser achado.

***

Por fim, seu corpo pode relaxar após a aula ter terminado minutos depois do horário indicado, por conta de uma confusão onde a professora tivera que fazer todos os alunos fazerem um trabalho, fazendo com que perdessem boa parte da hora do intervalo. Sua respiração se encontra demasiada ofegante por conta da correria, tentando encontrar seu armário assim como os outros. Odiava quando isso ocorria — ainda mais numa segunda-feira.

Deu um longo suspiro abrindo seu armário retirando os matérias que teria que utilizar, não daria tempo para comer algo, teria que ir para a aula de química antes que o professor lhe impedisse de adentrar na sala. “Tudo culpa da professora de biologia”, pensou se sentindo completamente estressado e incomodado, demonstrando ao fechar com força a porta.

Afastou-se tentando ajeitar os livros guardando dentro da mochila parando instantânea ao seu deparar com um livro de história — ele não fazia aulas de história. Franzindo os olhos abriu encontrando o nome do dono. Dean C. Winchester, turma B-2. Logicamente a primeira pessoa que veio em sua mente fora o garoto loiro de olhos verdes e o rosto coberto de sardas.

Olhou o seu relógio vendo que faltavam alguns minutos para o intervalo terminar, se não corresse logo daria tempo de achar o loiro e conseguiria chegar á aula de química a tempo. Sem levar falta. Não tardou de começar a correr pelos corredores procurando o aluno novo, que nem deve estar sentindo falta do livro.

Correu por metade da extensão do colégio em direção ao refeitório encontrando o local cheio, porém sem ao menos um vestígio de quem ele realmente queria que estivesse ali. Droga, aonde um maldito novato iria? Foi então que, ignorando o cansaço, correu para fora do local indo em direção a área aberta onde ficavam as tão conhecidas arquibancadas. Sem precisar mais correr caminhou calmamente encontrando o loiro, três centímetros mais alto, concentrado em seu livro enquanto terminava de comer uma maça, era uma bela visão aos seus olhos.

— Com licença — chamou a atenção do outro o vendo dar um leve pulo de susto, riu baixinho o deixando extremamente envergonhado pela aquela ação. — Nos esbarramos no corredor e, sem querer, acabamos trocando de livros. Acredito que você não deu muita falta.

Dean não resistiu e teve que rir junto com o moreno mais novo, confirmando com a cabeça, estendeu a mão para pegar o livro.

— Realmente, nem tinha pensado nisso e ainda é o livro de... merda, história. Parece que você me salvou de eu me ferrar no meio da aula.

Ambos gargalharam com isso, Dean ficou observando o garoto de cabelos negros e olhos azuis tão brilhantes como o céu da manhã sem nuvens. Passou tanto tempo o encarando que somente voltou à realidade quando escutou a barriga do mais baixo roncar.

— Se quiser minha maça pode comer, não estou mais com fome — sugeriu oferecendo a fruta para o outro, que se sentava confortavelmente ao seu lado no gramado.

— Vou aceitar só porque estou com tanta fome a ponto de comer as arquibancadas — gargalharam novamente enquanto o moreno, enfim, pegou o alimento comendo com gosto. Dean segurou a risada mais uma vez por conta da rapidez que o menor comia. Isso era estranho, já que o mesmo não ria tanto como antes. — Obrigado. Por culpa da professora de química acabei perdendo á hora do almoço.

— Sei como é isso. — o clima ficará silencioso, podendo-se apenas se ouvir o som dos dentes brancos do moreno mordendo a pele dura da maça, preenchendo ao redor de ambos. Levando-se alguns minutos ele, enfim, terminou de comer a fruta, na mesma hora em que o sinal tocou chamando a atenção de todos. — Pelo visto temos que ir, garoto sem nome.

— Desculpa não me apresentar: meu nome é Novak, Castiel Novak. — e o garoto de olhos azuis sorriu de novo, fazendo com que seus olhos brilhassem a ponto de Dean acreditar que estava no céu invés da terra.


Notas Finais


Tia Mih: Piriririri piririri piririri
Hell-o hell-o hell-o
Tell me what you want, right now
(tô viciada em kpop putaquepariu)
Ent pessoal,
Valeu a pena a demora? O que acharam da aparição (FINALMENTE) de Castiel Novak? \o/
Mano
Esse capítulo tivemos que enrolar PRA K7 até chegar a parte do Cass ü
O QUE VOCÊS ACHARAM?!

Tia Soph: Agr eu só lembrei da musica
Piriri Piriri Piriri
Alguém ligou pra mim
Sou eu, Bola de Fogo...
E por aí vai
Mas foda-se
MIGS
O q vcs axaram disso td?
Foi um capitulo curtinho só p introduzir o Cass
Essa coisa fofa ✨
Mas ñ se preocupem
O Cass vai aparecer kda vez mais frequentemente
E o mundo vai se tonar um lugar melhor
Pq o Cass na vdd é um Super Anjo Reluzente Gay das Purpurinas Rosa Fluorescente e vai salvar o Dean ü
Mentira
Ele é da Laranja u.u
Hdksbsksjsgay
Enfim
O q axaram, minhas princesas?
Deixem um coment
Um fav
Um doce
Um Dean
Um cartão de crédito sem limites
Ou melhor ainda
O amor d vcs u.u
GENTY
EU SOU MT FOFA
CÊS DEVIAM ME GUARDAR NUM POTE DE NUTELLA
AINW ❤
Enfim ü

Tio Matty: SOPHIA
SUA VACA
PQ VC FICA FALANDO TD O Q EU IA FALAR?!
Agr eu pago de plagiador ;3;
E fico sem nd p falar 🖕🏻
Cuzana 🖕🏻
Enfim ü
Mores
Por hj foi só msm
Mas a gente vai tentar voltar com mais frequência, 'kay?
Espero q tenham gostado da introdução do Cass — sei q mts aki estavam esperando ele aparecer xD
Deixem um comentário pra gente, kay? u.u
Até mais babies 💕


P.S.W.: Eu falo pq eu posso ü
Pq amo te provocar ❤
P.S.*: 🖕🏻
E ah
Só eu q shippei o Dean e a Mary nesse cap? .,.
P.S.**: E uma última coisa. Se eu fosse vcs, ficaria atento aos nomes dos caps e da própria fic. Acreditem, eles vão fazer todo o sentido no final!!!


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