História High School- Fanfic Jariana - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Palavras 1.387
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Suwkeje gente! Obrigada, mesmo, eu pensava que ninguém ia comentar, nem mesmo ler. Eu realmente estou grata por cada comentário e curtida no capítulo! Obrigada mesmo, vocês são uns amores.

Tenham uma boa leitura ❤

Capítulo 3 - Óculos quebrado, e um coração partido.


P.O.V Ariana Grande Butera.

Eram duas horas e meia, ou seja, estávamos saindo da escola para irmos embora, pelo menos quem não tinha treino ou alguma aula extendida. Como não era o dia de ficar para o clube de matemática eu segui o caminho entre as pessoas do corredor, e assim fui até a saída, claramente feliz por poder ir pra casa e poder ficar na internet, para sei lá, escutar Imagine Dragons enquanto leio pela décima quinta vez "Quem é Você, Alasca?" Do John Green. Pensara eu que era apenas a saída, mas, infelizmente me surpreendi quando meu pequeno corpo foi literalmente jogado contra um arbusto da escola por uma cheerleader. Com ela gritando "Onde pensa que vai?!". Pronto, apanhei. 

Eu: ahn... - tentei me levantar, com meus olhos carregados de lágrimas, eu não podia sair dali, ela tinha quase dois metros e eu? Eu só tenho um e cinquenta e oito! Não dá. - o que eu fiz? - indaguei baixinho, sem ter coragem de olhar para aqueles olhos verdes, eram enormes e tentadores, me faziam sentir um medo extremo. 

Anne: Não se mete com o Bieber. - foi a primeira coisa que ela disse depois daquilo, depois pegou em minhas tranças e puxou as mesmas, me fazendo gritar de dor, enquanto ficava na ponta dos pés e deixava as lágrimas molharem minha bochecha, era tão difícil alguém me deixar em paz? Ela riu, riu me vendo chorar, e me soltou. - fala que entendeu, aberração! 

Eu: ma... - pensei em contestar, mas ela tinha me soltado e tinha uma escapatoria, e não, Larry não estava ali para me defender agora. Abaixei a cabeça, secando o rosto com as mangas da blusa rosa, sentindo um aperto no coração. Olhei em seguida para cima e peguei uma grande quantidade de cuspe, qual é, meu aparelho precisa servir pra algo, não?! Em seguida, cuspi em seus olhos e corri, corri tão rápido entre as pessoas que pensei em começar a fazer corrida. Passei entre todos com passos apressados na ponta dos pés e, quando ela ia me pegar, entrei dentro de um ônibus amarelo que levava para qualquer bairro, mas, eu finalmente pude escapar, por hoje. E amanhã? O que ela faria comigo? Eu não sei, mas tenho certeza que não vai ser algo bom. E eu não posso falar pra minha mãe, coitada, ela está preocupada com o trabalho agora e eu não posso interromper ela, nunca pude. 

 P.O.V Justin Drew Bieber. 

Eu?! Estava adorando aquilo. Anne pegava na Ariana como se pegasse em uma boneca, mas uma aberração de filme de terror. Nunca vi uma garota tão feia como ela, uma ridícula. Porém, minha felicidade acabou quando a filha da puta da Ariana cuspiu na Anne, e conseguiu escapar. Eu deveria ter feito com as próprias mãos. Bufei negando com a cabeça e ajeitei a mochila em meus ombros, vendo Anne voltar, cansada. 

Anne: ela corre muito. - explicou-se, limpando o rosto que ainda estava cheia de cuspe, ew. Dei de ombros, pegando o dinheiro no bolso e rodando aquele bolo cheio de notas de cem dólares entre os dedos. 

Eu: eu mandei você dar um jeito nela, Smith, mas você não deu. - suspirei, como se estivesse chateado. - então simplesmente cala a boquinha e esquece que isso aconteceu. - passei os olhos pelo local, estavam indo embora, e agora só restava meus amigos e umas líderes. 

Anne: o que?! Eu não levei cuspida na cara por nada, Justin! Eu quero meu dinheiro, porra! - reclamou, se aproximando de mim. Levantei as sobrancelhas enquanto enrugava a testa e ri, pondo a língua entre os dentes. 

Eu: se toca, cadela! Simplesmente não vai ganhar nada. Smith, Smith... Eu sei muita coisa sobre você. Vai querer que as pessoas saibam? - ela negou com a cabeça, mostrando medo e um arrependimento imenso em sua face. Sorri, levantei a cabeça dela e mandei um beijo, totalmente cínico. - até mais, bebê. - dei um tapinha na bunda dela depois dela se virar e saí dali, enfiando o bolo de dinheiro no meu bolso.

Meninos: vamos onde agora? - disseram em coro, Christian, Ryan e Chaz. Dei de ombros tirando a chave do meu novo conversível e rodei em meu dedo indicador. Passei meus olhos por todos os carros e fui diretamente pro meu, um preto com o capô abaixado. 

Eu: poderíamos ir pra casa do Christian, fiquei sabendo que a irmã gostosa dele chegou do Canadá. - ri movendo os lábios pro lado em um sorriso totalmente malicioso. Dei um pulo entrando no carro e enfiei a chave na ignição, esperando todos entrarem. 

Chris: ah, seu merda! Só não falo o mesmo porque a Jazmyn é pequena. - argumentou, suspirando. Deu o dedo do meio pra mim e pegou um cigarro no bolso, seguido de um esqueiro. Todos riram com aquilo e eu roubei seu cigarro, o coloquei já aceso entre meus lábios e dei uns tragos enquanto dava partida e ia para a casa do Christian, a gente ficava no quarto dele jogando videogame às vezes. Pode até parecer infantil, mas tem uns jogos que me deixam totalmente viciado. E, também, lá é a minha segunda casa, somos muito amigos. 

 (...)

Depois de estacionar meu carro, desci com os meninos e subi o capô do mesmo. Em sequência, segui os passos até a casa de dois andares da casa do Christian, era uma casa legal e bem construída, não mais que a minha mas continua sendo legal. Deixei os caras irem na frente e depois entrei, por último. Fechei a porta da casa e olhei pra irmã dele de quinze anos deitada de bunda pra cima no sofá, com certeza não sabia da nossa visita. Suspirei vendo Caitlin daquele jeito, que garotinha gostosa da porra. 

Caitlin: meu Deus! Christian, como você não diz que seus amigos viriam? - reclamou, se sentando direito, af. A olhei com a risada presa e olhei pra cima, Christian havia ignorando ela, como os outros caras, como eles conseguiam? 

Eu: da próxima não coloca roupa não. - sorri de lado, sem subir as escadas. 

Caitlin: sério, Justin? - riu, cruzando as pernas. Olhou para minha calça e olhei também, notando a marca que ficou na mesma. Suspirei, entre risos e a olhei. 

Eu: nunca julgue a natureza de um homem... - pisquei e caminhei até o sofá. Me sentei do lado dela e olhei para o decote em sua regata, Jesus, que peitos. 

Caitlin: ah, claro. - sorriu irônica e voltou a assistir tv. Depois de uns quinze minutos, ela já nem prestava atenção na tv, eu sabia que ela estava louca para cair de boca. Sorri com descrição e mordi meu lábio lentamente, ela se aproximou de mim da mesma forma discreta e deslizou sua mão sobre meu membro marcado na calça de moletom cinza, qual eu usava sem boxer. Mordi meu lábio de novo, suspirando e olhei para seus olhos claros. 

Eu: não prefere fazer isso em um lugar mais reservado, gatinha? - levantei às sobrancelhas, deixando uma de minhas mãos alisando seu rosto. Ela afirmou com a cabeça e me levantei, em seguida caminhei com ela pelas escadas até o seu quarto e tranquei após nós dois entrarmos. Quem não iria relaxar com uma gostosa daquelas? Um gay, só um gay mesmo. Me aproximei dela quando estávamos apenas nós dois no quarto e levei minha mão em sua cintura, puxei o seu corpo após tal ato e colei os nossos. Encostei meus lábios contra os dela e depois de receber a permissão de passagem, invadi sua boca com a minha língua, provando de seu beijo que era bom, doce e viciante. Fui caminhando até a cama e a peguei no colo, em seguida a deixei de joelhos sobre a cama que não era boxe e separei nossos lábios. - quietinha, ok? - sussurrei e levei a mão em seus fios lisos, os amarrando em um coque mal preso. Em seguida alisei as suas costas e deixei ela abaixar um pouco a minha calça de moletom. Mordi o lábio ao me sentir livre e deslizei a mão até uma de suas nádegas, deixando um tapa ali, porém sobre a camada filha da mãe do seu short.

Caitlin: porra... Bieber... - suspirou, talvez pelo tapa, ou por outra coisa que não será dita aqui.




Notas Finais


Lol, parei. Gente, eu não posso completar o capítulo agora, quer dizer, eu não fico com o celular do meu pai vinte e quatro horas, então aproveitei para perguntar para vocês se continuo detalhando o hot ou se pulo. É da preferência de vocês, prometo que volto logo. Xoxo. ❤


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