História Highway Of Fallen Kings - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias Supernatural
Tags Megstiel, Universo Alternativo
Exibições 19
Palavras 1.253
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Sextou, feriadou 'u'
Como devem ter percebido no título do capítulo: É uma cena deletada do capítulo anterior e não um capítulo oficial da história (Mas que ainda assim se encaixa no enredo). Já que eu ando demorando mais tempo para postar eu também acabo escrevendo um pouco mais e às vezes tem coisas que eu escrevo e não coloco no capítulo, toda vez que eu fizer isso eu estarei postando como cena deletada. Assim ao menos acho que é uma pequena forma de compensar vocês pela demora até que um novo capítulo oficial seja postado.
Boa leitura!

Capítulo 21 - Foulness: Deleted Scene (Hunger)


─ Vocês poderiam falar mais baixo?

─ O quê? ─ Castiel retrucou de boca cheia, buscando o olhar dela em seguida.

─ Você e o pedaço de carne flertando, é nojento. ─ Ela olhou o hambúrguer pingando molho entre os dedos do caçador antes de retornar seu olhar ao semblante satisfeito de Castiel. Ele parecia tão animado com o que comia que Meg precisou desviar sua atenção para outro lugar para evitar admirar por muito tempo a feição suave e atraentemente mais jovem na face dele.

─ Não... ─ Castiel engoliu o grande pedaço que estava em sua boca com um pouco de dificuldade e a encarou com o canto dos lábios sujo de molho. ─ Não é nojento. É somente hambúrguer. ─ Ele resmungou naquele tom imperativo que geralmente professores usavam para corrigir algum aluno enquanto mantinha seus olhos azuis em Meg como se ela houvesse cometido um erro grave. Porém ele logo precisou retornar sua atenção para a estrada ao dirigir com apenas uma de suas mãos quando a outra se mantinha ocupada com seu lanche. Seria até divertido se eles sofressem um acidente por causa da imprudência de Castiel e de fato Meg estava mais concentrada em apreciar o argumento de que ele poderia ser imprudente se quisesse, logo ele que costumava ser tão preocupado com a segurança de ambos.

 A dançarina ergueu uma das suas sobrancelhas ao ver o sorriso de felicidade presente na face dele enquanto ele dava mais uma mordida em seu lanche, fazendo-a revirar os olhos diante da cena irritantemente bonita. Ela poderia o socar com a visão estranha daquele sorriso em sua face.

Ele quase nunca sorria.

 ─ Eles me deixam muito felizes.

─ Sério? ─ Ela debochou e dessa vez Meg se segurou para não revirar os olhos novamente.

O caçador apenas inclinou a cabeça um pouco para o lado e continuou sorrindo. O silêncio que se estabeleceu por alguns minutos se tornou constrangedor à medida que o tempo passava e Castiel apenas encontrou cachos negros caindo nos ombros da mulher ao seu lado quando a encarou.

─ Você está bem? ─ Ele lutou para manter a atenção entre ela e a estrada.

─ Por que não estaria? ─ Ela retrucou ainda olhando através da janela.

─ Acabou de matar alguém a sangue frio. ─ O caçador apertou os lábios após parar diante do sinal vermelho, aproveitando-se desse momento para encará-la melhor como se a analisasse em busca de algum resquício fora do normal no comportamento da dançarina.

─ Não era alguém, era só um maldito monstro. ─ Ela resmungou e seu argumento lembrou as discussões que tantas vezes ele já havia assistido acontecer entre Sam e Dean. Os monstros não eram todos vilões, Castiel concordava com o Winchester mais novo de que alguns deles mereciam uma chance de viver em paz, mas esse não parecia o momento para se discutir com Meg e ele não queria a irritar forçando alguma conversa depois do dia estressante que tiveram.

─ Certo.

─ Então quem era? ─ Meg mudou o tom da conversa abruptamente, atraindo um rápido olhar confuso vindo dele. ─ A sua garota de apenas uma noite?

Castiel ainda mastigava um pedaço do seu hambúrguer e foi visível como a tensão ao redor deles mudou quando seu semblante havia apagado os últimos resquícios do sorriso de felicidade que ele havia dado segundos atrás.

Ele engoliu e a mão que estava presa no volante se apertou mais um pouco.

─ April.

Meg enrugou sua testa enquanto o observava.

─ Não parece ter sido muito feliz. ─ Ela julgou ao vê-lo colocar o resto do seu lanche sobre o painel do veículo como se houvesse desistido de continuar a comer.

─ Ela tentou me matar depois de... ─ Meg arqueou as sobrancelhas e ele suspirou. ─ Depois de termos sexo.

─ Você realmente tem uma queda pelas problemáticas não é? ─ A dançarina sorriu quase diabolicamente diante de sua insinuação e ela mastigou seu lábio inferior ao notar que ele havia dessa vez pegado o sentido de suas palavras.

─ Eu estava bêbado e vulnerável. ─ Castiel começou após desviar o olhar dela como se para ignorar mais eficientemente o seu comentário anterior. ─ Era um dos meus primeiros casos e eu estava descobrindo coisas, experimentando o livre arbítrio e eles me encontraram. Eu lutei e consegui escapar, então fiz aquela tatuagem no quadril como proteção e no fim do dia achei essa loja de bebidas.  ─ A voz do caçador era firme, embora ela pudesse assistir a tensão exposta em sua mandíbula apertada. ─ Eu estava ferido, deveria ter me instalado em algum lugar e tratado o corte com alguns pontos, mas eu apenas fiquei e bebi tanto que não conseguia ficar de pé sozinho depois. Chovia naquela noite e eu estava desistindo de andar, então eu estupidamente decidi apenas permanecer jogado naquele beco até que eu conseguisse caminhar sozinho ou até que me achassem novamente.

─ Mas foi ela que te achou? ─ Meg supôs recebendo um aceno positivo.

─ Sim e eu realmente não esperava ser ajudado, mas ela o fez. ─ Havia um tom desapontado na voz grave de Castiel que a dançarina soube facilmente reconhecer, assim como ela também soube identificar sua frustração quando ele suspirou discretamente.

─ E o que mudou depois?

─ Eu descobri que ela tinha sido paga para isso. Ela era uma caçadora de recompensas, um trabalho paralelo que alguns dos ceifadores aceitam fazer em troca de favores. ─ Castiel encarou o semáforo ainda em vermelho acima deles e continuou. ─ Ela me torturou em busca de informações, queria saber sobre a base dos homens das letras, os caçadores e nosso poder. Ela foi insistente, mas quando eu não disse nada ela tentou me esfaquear.

─ Tentou? ─ A dançarina arqueou uma das sobrancelhas.

 ─ O golpe teria sido fatal, mas algo aconteceu e ela abandonou o corpo.

─ Tipo uma possessão que não deu certo? ─ A dançarina parecia confusa. Castiel já havia lhe dito que algumas das entidades sobrenaturais possuíam o corpo dos seres humanos para caminhar entre os mesmos sem seres percebidos, o que geralmente era mortal para os hospedeiros, e por isso a maioria dos caçadores costumava se prevenir contra possíveis possessões. Principalmente os Winchester; a família Winchester ter tatuado o símbolo contra possessão demoníaca, mesmo depois de todos os demônios terem sido extintos, demonstrava não somente uma representação simbólica, mas também uma maneira de prevenção.

─ Provavelmente ou alguém deve ter a expulsado, mas eu não consegui descobrir o que aconteceu. ─ O caçador balançou a cabeça e em seguida ficou em um silêncio que se arrastou por longos minutos quando Meg não disse nada e apenas olhou através da janela do veículo.

─ Eu não vou tentar te matar. ─ Ela disse depois de um longo instante. Sua declaração imediatamente atraiu um par de olhos azuis curiosos para sua face e eles trocaram olhares por um momento como se estivessem discutindo silenciosamente sobre o que aquilo deveria significar.

Por fim o caçador pareceu ceder, ele não poderia negar que não gostaria de explorar o que havia percebido diante daqueles olhos quase negros o observando com tantas sugestões.

─ Eu sei. ─ Castiel resmungou.

─ Não literalmente ao menos. ─ Meg provocou, assistindo os olhos brilhantes de Castiel entrarem em conflito com os seus mais uma vez enquanto ela lhe lançava aquele sorriso mortal com todos os seus dentes alinhados a mostra que faziam um calafrio percorrer através da coluna do caçador. 


Notas Finais


Ah! Boas notícias para o próximo:
Algumas pessoas estão pedindo cenas quentes e elas estão por vir em seguida.


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