História Highway To Hell - Season 3 - Capítulo 2


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Categorias Supernatural, Teen Wolf
Personagens Abaddon, Castiel, Crowley, Dean Winchester, Liam Dunbar, Lúcifer, Lydia Martin, Personagens Originais, Rowena MacLeod, Sam Winchester, Stiles Stilinski
Tags Ação, Drama, Romance, Supernatural, Teen Wolf, Terror
Exibições 63
Palavras 2.880
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Overdose.


Fanfic / Fanfiction Highway To Hell - Season 3 - Capítulo 2 - Overdose.

 

No meio do bosque escuro e frio, uma mulher estava estirada entre as folhas secas enquanto gemia baixo pedindo por ajuda. Suas pernas estavam machucadas, e seu corpo muito fraco para se levantar e correr. Uma menina de pele branca, cabelos negros e lisos e olhos levemente puxados, chorava abraçada em seus joelhos próxima a uma árvore. Suas mãos estavam sujas de sangue, como sua boca. Toddy entrou no bosque e começou a chama-la, depois de alguns minutos a encontrou exatamente como antes. Ele se abaixou ao seu lado, e a puxou para um abraço reconfortante sem dizer absolutamente nada. Acariciou seus cabelos de leve, e limpou o sangue de sua boca. 

― A ambulância está a caminho. Precisamos ir. ― Toddy disse, ajudando-a a se levantar. Kylie, a menina ao seu lado, ficou de pé com certa dificuldade, e ele a guiou até a estrada. Kylie estava fraca, e sentia suas pernas bambearem a cada passo que dava. A ambulância passou por eles indo diretamente até a pobre mulher no bosque. Continuaram andando até uma cabine telefônica, ela se encostou na mesma e deslizou até o chão, finalmente se sentando e relaxando todo o corpo. Toddy novamente sentou-se ao seu lado, e entrelaçou seus braços em volta do pescoço da moça.

― Eu não tive escolha. Eu tentei, Toddy. Eu tentei. ― Ela dizia, entre lágrimas 

―  Eu sei, vai ficar tudo bem. ―  Falou Toddy, em um tom baixo e calmo. Toddy continuou a acariciar seus cabelos lisos e sedosos, até Kylie se acalmar mais. Seus braços estavam gelados devido ao frio, e seus dentes batiam baixinho. Ela se permanecia abraçada à ele, enquanto tentava acreditar nas palavras ditas alguns minutos atrás. "Vai ficar tudo bem." ―  Pensou, e repetiu esta frase em sua mente, até se convencer. Toddy então se afastou, e Kylie o encarou. ― Vamos, eu vou arrumar aonde dormirmos. ―  Ele disse esticando a mão. Ela segurou em suas mãos, e se levantou ficando se pé ao seu lado. ― Precisamos sair daqui, há pessoas atrás de mim. Precisamos ir antes deles me encontrarem.

― Meio tarde, não acha? ― Ouviu a voz familiar de Dean, e ficou em frente a Kylie. Ao se virar, viu que não era só ele, mas sim Sam e Gabriela, todos com uma P. Semiautomática na mão. 

― Toddy, não vamos te machucar. ― Gabriela disse, caminhando lentamente até ele

― Fiquem longe de mim! ― Gritou

― Você é perigoso, é uma ameaça, e sabe disso. ― Dean falou ― Matou uma mulher, e vai matar de novo, e de novo. Se não vier com a gente por bem, vai vir por mal. ― Destravou a arma, a preparando para atirar

― Dean, abaixa a arma. ― Sam se pronunciou. Dean continuou com a pistola erguida. ― Dean! ― Mais uma vez. Ele a abaixou lentamente, e encarou o irmão com o olhar de reprovação. Sam o ignorou e deu apenas dois passos em direção à Toddy. O olhar do adolescente sobre ele era de medo. Apesar de ser o mais forte ali, não queria machucar ninguém, nem mesmo a eles. Primeiro, Sam colocou sua arma no chão, e continuou a se aproximar lentamente. Levantou as mãos como se estivesse se rendendo, e as abanou mostrando que não iria machuca-lo. ― Me diz, você machucou essas mulheres? ― Lhe fez essa pergunta com base no cadáver encontrado e na mulher carregada pela ambulância momentos atrás. Toddy encarou Sam, e em seguida Kylie. Ela chorava, e tremia, mas desta vez de medo. Toddy não poderia dizer que foi ela e não ele à cometer tamanha barbaridade, se dissesse, Dean mataria Kylie. Ele então inspirou e espirou fundo, e disse:

― Sim. 

Sam suspirou mostrando decepção, e Dean ― por incrível que pareça ― também. Toddy encarou Kylie, sabendo que seria a última vez, e deu um leve sorriso seguido de um sussurro "Vá embora." ― ele disse, mantendo o sorriso. Ela negou com a cabeça, e então, Toddy se afastou indo com os Winchester até o Impala. Ele sentou-se no banco de trás junto com Gabriela, e viu Kylie se distanciar a cada metro percorrido pelo veículo. Insinuou iniciar um choro, mas engoliu toda aquela situação em seco, e enxugou a única lágrima que escorria. Ao chegarem na cabana de Bobby novamente, ele saiu do carro acorrentado, e Gabriela o guiou até a sala. Toddy foi colocado em uma cadeira, e Dean e Sam o rondavam enquanto decidiam o que fazer.

― O que estão esperando? ― Perguntou Toddy, quase em um sussurro, ainda com a cabeça abaixada. Ele fitava seus próprios pés, e se perguntava mentalmente como estaria Kylie, e se ela estaria bem. Dean se aproximou, e destravou a arma em sua mão. Lobisomens eram mortos de uma maneira bem simples e um tanto comum. Um tiro na cabeça bastava para ele falecer de uma vez por todas. Dean colocou a arma na direção exata da testa de Toddy, e o mesmo fechou os olhos. Gabriela saiu da sala, incapaz de olhar aquela cena. Sam não concordava em partes. Toddy era um monstro, mas uma parte dele ainda era um adolescente comum, só querendo namorar e terminar o ensino médio. 

Quando Dean estava pronto para puxar o gatilho, o alarme do seu carro disparou. Toddy sentiu o suor escorrer perante seu testa, e um leve alivio, que não durou por muito tempo. Dean travou a arma novamente, e saiu do casa junto com Gabriela, deixando Sam vigiando Toddy. As lanternas do Impala piscavam freneticamente, e o alarme ainda soava, mas isso não era o maior dos problemas. Um arranhão de um lado ao outro havia sido feito no lado esquerdo. Isso foi o suficiente para Dean gritar um palavrão. 

― Merda, não, não, não. ― Se abaixou ao lado do carro ― QUEM FOI O FILHA DA PUTA QUE FEZ ISSO? ― Gritou 

― Dean, é só um carro. Compramos uma tinta e pintamos de novo. ― Gabriela falou, calmamente 

Seu olhar se voltou para Gabriela, em um tom de raiva misturado com reprovação. Ele se levantou, e neste momento, alguém ― ou alguma coisa ― passou correndo na parte de trás da casa. Ambos olharam, e Gabriela ergueu sua arma, pronta para atirar no que quer que fosse. Uma risada feminina preencheu todo aquele silencio, e novamente, o carro foi arranhado, mas desta vez no lado direito. Dean atirou no ar. O que quer que fosse, era bastante rápido e ágil. Eles entraram novamente correndo ao ouvirem o som de algo se quebrando dentro da cabana. Ao adentrarem no local, encontraram Toddy ainda amarrado, e uma menina com suas garras em Sam. Dean imediatamente apontou sua arma para Kylie, e Gabriela fez o mesmo. 

― Não! ― Gritou Toddy ― Não a machuquem. 

Ela estava com suas garras no pescoço de Sam, e precisava apenas de uma cravada para mata-lo instantaneamente. Seus olhos estavam na cor amarela brilhante, chamas saíam de seu cabelo. Sua expressão era de raiva, e Kylie suava frio como nunca suou em sua vida. Podia sentir toda a adrenalina, mas não conseguia parar. Estava com raiva por eles terem pego Toddy, e mais do que tudo, estava com fome.

― Abaixem as armas, e me soltem. 

― Nem pensar! ― Dean falou

― Ela vai mata-lo. Me soltem, eu cuido dela. ― Novamente pediu, e ao notar que suas opções estavam reduzidas à 0, Dean o obedeceu e ao abaixar sua arma, Gabriela o soltou das correntes. Toddy caminhou até Kylie, e tocou seu ombro de leve, a fazendo o encarar imediatamente. Ela podia senti-lo, e sabia quem era, mas mesmo assim não o soltou. ― Kylie, solte-o. Sou eu. Eu estou aqui. ― Falou

Kylie soltou Sam que caiu no chão tentando recuperar o ar, e em um movimento rápido, agarrou Toddy pelo pescoço e o prensou de contra a parede da sala, suspendendo seus pés do chão. Sua chama se aumentou de tamanho, e seus olhos nunca estiveram tão acesos. Só o cheiro dele a enlouquecia, e então, prestes a morde-lo, encarou seus olhos levemente avermelhados e lacrimejando por falta de ar, e então, o soltou. Suas chamas se apagaram, e seus olhos voltaram a cor normal. Pretos. Ela o encarou, e tudo o que conseguiu fazer foi abraça-lo. Uma lágrima escorreu de seus olhos, e logo outras vieram. 

Kylie se afastou e se virou para Dean, que encarava toda aquela cena.

― São caçadores, não são? ― Perguntou, entre alguns soluços 

Dean assentiu. 

― Meu nome é Kylie Maslow, e tenho 15 anos de idade. Fui mordida à poucos meses também, e ao contrário do Toddy, não tenho auto-controle. Ele não matou nem machucou ninguém, eu as matei. Então, ― Tentava falar, mas o choro a impedia e a voz falhava cada vez mais ― poderiam... me matar? 

― Não, Kylie! ― Toddy gritou 

Ela o encarou, e apenas sorriu de lado como resposta, e então voltou seu olhar à Dean. 

― Eu matei, e irei matar de novo. Como você falou, isso não tem fim. ― Kylie chorava 

― Kylie, daremos um jeito. Deve haver uma cura, não deve, Dean? ― Perguntou se levantando 

― E-Eu nunca ouvi falar de nenhuma. ― Gaguejou 

― Gabriela? ― Toddy a encarou

Ela apenas negou com a cabeça. Kylie caminhou até Dean com passos largos, e tocou suas mãos com suavidade, tirando a arma dele, e a segurando entre os dedos. Em seguida, em um tom baixo e de completa paz na voz, falou :

― Ele nunca matou ninguém, não o matem. Pessoas boas merecem uma segunda chance. 

Dean não a respondeu com palavras, apenas balançou a cabeça e a deixou levar a arma. Kylie voltou até Toddy, e colocou a pistola em suas mãos. Primeiro ele negou com a cabeça, e disse que era incapaz de mata-la. Ela insistiu, disse que queria que ele fizesse isso, e tentou convence-lo de que era para um bem maior. Os olhos azuis de Toddy nunca estiveram tão vermelhos antes, e suas mãos tremiam de completo desespero. Uma coisa dentro dele gritava querendo salva-la de alguma forma, mas ao mesmo tempo, sabia que ela estava certa. Toddy destravou a arma, e ela se inclinou o beijando uma última vez. Seu beijo foi molhado devido as lágrimas presentes, porém o toque de seus lábios eram macios e o beijo tão bom quanto qualquer outro que já haviam dado. Quando se separaram, ela deu um leve sorriso como se fosse um "Até logo" e então, fechou seus olhos se preparando para o que estava por vir. Muito contra sua vontade, destravou a arma e apontou para a cabeça de Kylie. Gabriela foi incapaz de olhar, e virou a cabeça. Momentos depois, ouviu o tiro. 

 

✘✘✘

 

Kylie queimava na fogueira diante de Toddy, Dean, Gabriela e Sam. Os olhos do mais novo se permaneciam úmidos e avermelhados. A dor em seu peito era quase insuportável, e o silêncio reinava em todo quintal. O sol havia acabado de nascer, uma noite fria se transformou em um dia ensolarado e quente. Quando o funeral terminou, Sam fazia algumas ligações, e Dean tentava concertar os estragos feitos no Impala. Toddy estava sentado nos degraus da varandinha que tinha, encarando a estrada de terra mais a frente. Algumas lágrimas ainda caíam, e desta vez seu nariz estava mais avermelhado do que seus olhos. Segurava uma pedra em suas mãos, e assim que se lembrou da cena da noite anterior, a quebrou apenas apertando ao fechar seu punho. 

Gabriela saiu de dentro da cabana, e sentou-se ao lado de Toddy no segundo degrau. Ela suspirou pesadamente, insinuando começar um discurso imenso de "Ela fez o certo. Tudo vai ficar bem. Você vai ficar bem, tudo vai dar certo e etc..." Pelo menos foi o que Toddy achou que ela iria dizer. Mas ao invés disso, duas míseras palavras saíram de sua boca;

― É foda. 

Toddy apenas assentiu, ainda fitando o horizonte.

― Sabe quando uma pessoa diz "eu sei como você sente", mas na verdade ela não sabe, porque nunca passou por uma situação igual ou até mesmo semelhante? 

Toddy novamente assentiu.

― Eu sei como se sente. ― Gabriela falou, e ele a encarou pela primeira vez ali 

― Matou alguém que você ama também? ― Perguntou

― Não. Mas alguém que eu amo morreu para me salvar. ― Falou. Deixou de encarar Toddy e voltou seu olhar para Dean mexendo no carro mais à frente. Seu olhar não estava necessariamente sobre ele, mas sim voltado para o horizonte, exatamente aonde o sol estava firme. ― E a dor... a culpa que vem no final do dia, quando você coloca sua cabeça sobre o travesseiro. As lágrimas são inevitáveis, Toddy. Mas acredite, morrer nem sempre significa dizer adeus. Quando você diz adeus, significa que você vai esquece-la, e aqueles que amamos, nós não esquecemos. Nunca.

Toddy desviou seu olhar de Gabriela, e fitou seus pés, enquanto brincava com o resto da pedra entre os dedos.

― E é verdade o que dizem? 

― O que?

― As coisas fluem, a vida segue, você segue em frente... 

― Não. ― Ela o interrompeu rindo, em um tom divertido na voz ― Quando você sente que perdeu algo que não pode substituir, é como se todos seguissem com a vida, menos você. E ficamos relembrando, e relembrando como se fosse um filme em nossa cabeça, e então, temos uma recaída, e pensamos se vale a pena continuar. 

― Você continuou? 

― Continuei. Mas não por eles, por mim. Tire um dia, e chore tudo o que tiver que chorar. Lembre tudo o que tiver que lembrar. Fale sobre ela, embriague-se dela. Tenha uma overdose dela. Repita o nome dela dentro da sua cabeça mil vezes seguidas. Pense nela antes de dormir, e refaça seus diálogos. ― Riu fraco ― E então, no dia seguinte... siga em frente. 

 

✘✘✘

 

 

No final do dia, um dos amigos de Sam e Dean veio buscar Toddy. Ele se propôs a cuidar do menino e ensina-lo tudo o que deveria saber para se controlar, e melhorar o auto controle. Gabriela se despediu do menor com um abraço, como Dean e Sam. A noite finalmente caiu, e estava tudo exatamente igual. Sem notícias do Castiel, mais dúvidas e relatos na televisão, mais mortes... Sam terminava de ler alguma coisa no sofá da sala, e Dean já estava deitado. Gabriela estava no banheiro. Ela prendeu seus cabelos em um coque, e ajeitou seu pijama, em seguida, foi para seu quarto. Sentou-se na cama, e se deitou aos poucos, repousando sua cabeça no travesseiro macio. Lembrou do que havia dito à Toddy, e então, achou que estava na hora de seguir em frente, de uma vez por todas. 

Lembrou de seus pais sem medo de quantas lágrimas iria derramar, e reprisou cada momento bom e ruim com eles. Seu travesseiro já estava encharcado, mas isso não era importante. Seu choro era alto e grave, tanto quanto seus soluços. Gabriela se lembrou não apenas deles, mas de seus amigos, de sua vida. Uma vida aparentemente perfeita jogada no lixo da noite para o dia. Um simples estalar de dedos, e todos a haviam esquecido. "Aqueles que amamos, nós nunca esquecemos." Lembrou-se. Logo, em sua mente veio Castiel. Às vezes, ela ainda pensava nele. Sem rancor, sem saudade, sem tristeza. Sem nenhum sentimento em especial, a não ser a certeza de que, afinal, o tempo passou. 

As lágrimas ainda desciam, mas a dor em seu peito parecia estar menor. Finalmente estava pondo tudo para fora. Continuou até não ter mais forças. Seus olhos estavam completamente inchados, e sua mão vermelha de tanto apertar o travesseiro. Inevitavelmente se lembrou de Dean, pela primeira vez naquela noite. Seus sentimentos por ele eram confusos, tudo o que sabia era que quando estava ao seu lado sentia-se segura. Uma sensação única, de puro êxtase. A alguns momentos atrás achou que deveria ter ficado ao lado dos seus pais ao invés de ter ido com Castiel, mas então, uma afirmação veio a sua cabeça. "As vezes são as escolhas erradas que nos levam para o caminho certo." Este era o caminho certo? ― Pensou. A resposta veio segundos após a pergunta, quando ela se levantou e correu até o quarto de Dean ao lado do seu, e se jogou na cama em cima dele, o fazendo acordar assustado.

― Gabriela? ― Perguntou, confuso. Notou os olhos vermelhos e inchados e ouviu os soluços baixinhos saindo por sua boca. ― Está tudo bem? O que aconteceu? 

Ela não o respondeu, apenas se inclinou sobre seu corpo, e o beijou. Um beijo tão puro e cheio de desejo, parecia ser um adeus, porém não era. Seus lábios se tocaram, e durante o beijo Dean acariciava seus cabelos, colocando diversas mechas para trás da orelha. Gabriela finalmente havia entendido, e agora, cabia à Toddy entender também que o tempo não é inimigo. E que ele é nosso maior mestre. Que tudo vem na hora que deve vir. Que não adianta espernear nem se esconder da vida. Que a fuga não é a melhor saída. E que no fim das contas a gente sempre acaba agradecendo tudo que passou. 

 

 

 

 



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