História Highway To Hell - Season 3 - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural, Teen Wolf
Personagens Abaddon, Castiel, Crowley, Dean Winchester, Liam Dunbar, Lúcifer, Lydia Martin, Personagens Originais, Rowena MacLeod, Sam Winchester, Stiles Stilinski
Tags Ação, Drama, Romance, Supernatural, Teen Wolf, Terror
Exibições 50
Palavras 2.606
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora



Capítulo 3 - O amor e o ódio andam lado à lado.


Fanfic / Fanfiction Highway To Hell - Season 3 - Capítulo 3 - O amor e o ódio andam lado à lado.

 

O áudio do celular estava no máximo tocando Close do The Chainsmokers. O chuveiro estava ligado, o jato era forte, e a água estava na temperatura ideal. Gabriela cantarolava a música enquanto terminava de lavar seus cabelos. Em seguida, lavou todo seu corpo, e entrou novamente de baixo da água tirando toda a espuma. Ao encostar a cabeça no ladrilho molhado, encarou seus pés e viu no chão junto ao sabão, gotas de sangue. Manteve a calma ─ ou pelo menos tentou ─ e esticou os braços, achando que poderia ser algum corte, mas não. Logo em seguida, sentiu uma dor suportável, porém incômoda nas costas, e entrelaçou os braços em volta de seu próprio corpo tentando sentir algum ferimento, mas ao fitar suas mãos novamente, só enxergou mais sangue. 

Desligou o chuveiro, e saiu do box enrolada na toalha. Gabriela se encarou diante do espelho, e virou de costas, abaixando a toalha na altura do peito. Suas costas estavam vermelhas, e tinha dois arranhões verticais em cada lado. Ela levantou a tolha novamente, e se vestiu, ignorando o futuro problema. Ao sair do banheiro, desceu até a cozinha, encontrando Dean devorando um enorme sanduíche, e Sam olhando alguma coisa em seu notebook.

─ Bom dia. ─ Sam falou e Dean a encarou

─ Bom dia. ─ Ela sentou-se na mesa ao lado de ambos

─ Dormiu bem? ─ Perguntou Sam, sem tirar os olhos do notebook

─ Eu não durmo. ─ Disse, e ele a encarou ─ Não mais. Pelo menos.

─ Está com fome? ─ Perguntou, colocando o prato com sanduíches próximo

─ Eu não como, Sam. ─ Gabriela falou, lhe oferecendo um sorrisinho 

─ Claro. ─ Sorriu da mesma forma

Gabriela encarou Dean, e deu um leve sorriso mordendo os lábios.

─ Dormiu bem, Dean? ─ Perguntou, abrindo um enorme sorriso no rosto

Dean a encarou, e sentiu a primeira gota de suor escorrer de sua testa. Ela estava debruçada sobre a mesa de madeira, tinha as mãos entrelaçadas e mantinha um sorriso cafajeste nos lábios. Dean apenas sorriu da mesma maneira, e quando sentiu o olhar do irmão sobre ele, disfarçou, voltando a comer seu sanduíche. Gabriela voltou a se encostar na cadeira, e cruzou as pernas de baixo da mesa. 

─ Então, alguma coisa? Algum caso? 

─ Sem notícias do Castiel. Mas, tenho um caso. ─ Sam falou ─ Em Wisconsin, um "assassino" em série tem matado vários alunos de uma escola, e sumido com os corpos. 

─ Um Serial Killer. Não é um caso nosso. ─ Dean deu de ombros

─ Amélie foi uma vítima, mas conseguiu escapar. No depoimento ela disse que ele apareceu em alguma de suas fotos, antes de ataca-la. Seguido de queda de temperatura no local, e mal cheiro. ─ Completou

─ Parece que temos um caso. ─ Dean se levantou, indo até sua mochila. Sam fechou o notebook, e ia colocar seu casaco, quando todo o ambiente foi preenchido por uma claridade branca e extremamente forte. Todos taparam seus olhos, menos Gabriela, que foi capaz de mante-los abertos. As lampadas da casa estouraram, e quando finalmente abriram seus olhos... Dean não acreditou no que viu. Castiel estava de pé em frente a soleira da cozinha. Seu sobretudo estava sujo de sangue, e seu rosto com marcas como queimaduras. Ele se apoiava no hall da porta, tentando se manter de pé. 

─ P-Preciso de ajuda. ─ Disse, com dificuldade

─ Castiel, o que você fez? ─ Perguntou Dean 

Ele não disse, apenas abriu o sobretudo e a camisa social, mostrando diversas marcas na sua barriga. As marcas eram de mãos, estavam fortemente marcadas ali. Seu rosto estava queimado, e sua casca não iria aguentar por muito tempo. Cas deslizou as costas pela parede, e sentou-se no chão, sentindo suas pernas completamente amolecidas.

─ Como iremos ajuda-lo? ─ Sam perguntou

─ A-A minha casca está se desfazendo. Precisam... abrir a porta do purgatório novamente. Preciso devolver essas almas. Não vou aguentar muito tempo. ─ Resmungou, sentindo uma dor insuportável em todo o corpo. Gabriela o encarava sem reações, ele finalmente voltou seu olhar à ela, e tentou dizer algo, porém sua voz falhou e uma lágrima escorreu. Enquanto Dean e Sam corriam tentando ajuda-lo, Gabriela estava em êxtase o encarando. Suas lágrimas começaram a cair uma atrás da outra, e simplesmente não tinha mais controle sobre elas. Dean ajudou Castiel a se levantar, e estava tudo pronto para abrir novamente o purgatório. 

Cas encarou o símbolo feito com sangue na parede, e enquanto Sam recitava as palavras, Castiel apenas encarou Gabriela e Dean mais atrás, e juntou todas suas forças restantes para  lhe dizer míseras 3 palavras.

─ Eu sinto muito. ─ Ele disse. Suas lágrimas desciam inevitavelmente, assim como as de Gabriela. As palavras foram ditas, e o sangue se iluminou na parede, abrindo-o finalmente. Um vento horrível os sugava lá para dentro, mas era capaz de impedi-lo de te arrastar. Castiel voltou seu olhar para frente, e abriu os braços deixando todas aquelas almas saírem de dentro dele em questão de segundos. Sabia que depois disso não restaria nada, apenas uma casca vazia. Sendo assim, após todas as almas saírem de dentro de seu corpo, ele fechou os braços, e entrou naquele clarão. Gabriela não teve tempo de pensar duas vezes, a entrada estava se fechando. Correu e conseguiu passar, ouvindo uma última vez o grito de Dean tentando impedi-la.

 

✘✘✘

 

Horas se passaram, e ela finalmente despertou. Acordou confusa, e nos primeiros segundos se perguntava aonde estava. Olhou ao seu redor, e estava numa espécie de floresta, mas era estranho. Não se ouvia absolutamente nada no local. Era um silêncio ensurdecedor, e uma sensação estranha que tomava conta de você cada vez mais. Gabriela se levantou, e caminhou, tentando encontrar uma estrada.

"Castiel." ─ Gritou, mas não obteve resposta. Andou mais, e encontrou ao longo do caminho um corpo, mas não era de humano, e sim de metamorfo. Ela se abaixou checando o cadáver, e antes que pudesse se levantar novamente, ouviu passos atrás de si. Estava sem arma, sem faca. Totalmente vulnerável. Olhou assustada, mas não encontrou absolutamente nada, ou ninguém. Se levantou, e ao olhar sua direita, foi abortada por uma menina de cabelos escuros e olhos levemente puxados. Ela colocou Gabriela de contra uma árvore, e pressionou sua faca de leve no pescoço da mesma.

─ Quem é você?! ─ Gritou

─ Me solta. ─ Gritou da mesma forma

─ Quem é você?! ─ Gritou novamente

Gabriela a encarou, e em sua cabeça veio o famoso dejavú. Cabelos negros caídos nos ombros, olhos puxados e completamente negros. Pele branca, e idade mais ou menos de 16 à 17 anos. A menina estava suja de terra, como se tivesse dormido entre as folhas. Sua roupa estava ensanguentada, e seu rosto também. 

─ Kylie? ─ Perguntou, e ela ergueu suas sobrancelhas 

─ Como me conhece? ─ Perguntou

─ Toddy. Encontramos o Toddy, e conhecemos você. 

Kylie se lembrou dela, e dos Winchester. E então, a soltou.

─ O que está fazendo nesse lugar? ─ Perguntou, guardando sua faca 

─ Vim, tirar uma pessoa daqui. ─ Ela disse

Kylie não conteve o riso de deboche.

─ Tirar? Nada que entra aqui sai. ─ Disse, e deu as costas, voltando a andar

─ Ouvi histórias. Há uma saída. ─ Gabriela falou, e Kylie se virou novamente

─ Histórias? ─ Riu ─ A maioria delas não é real.

─ Como tem tanta certeza? Está aqui a dois dias. 

Kylie se aproximou com passos largos, e parou cara a cara com Gabriela.

─ Dois dias? Não leu muito sobre o purgatório, não é mesmo? Dois dias. Dois anos. É isso que representa. Passaram-se algumas horas, aqui passaram dias. Olha a sua volta, não tem saída. ─ Ela se afastou, e caminhou até uma árvore, subindo na mesma e sentando-se no galho mais baixo.

─ Eu digo que tem. E vou encontrar. ─ Disse, decidida

─ Boa sorte. ─ Kylie falou, balançando as pernas. ─ Ah, encontre uma arma antes. ─ Sorriu abertamente.

Gabriela sorriu da mesma maneira, e mostrou a faca que antes estava com Kylie. 

─ Eu encontrei uma. ─ O sorriso de Kylie desapareceu. Ela desceu da árvore e caminhou em direção à Gabriela, parando na metade do caminho, e não encontrando sua faca atrás da saia jeans.

─ Como?

Gabriela deu de ombros, abrindo um sorrisinho. 

─ Me ajuda a encontrar o anjo, e eu te ensino. 

Kylie estava considerando a ideia. 

─ Tudo bem. 

 

✘✘✘

 

Sam tentava encontrar em livros e na internet alguma coisa que os ajudasse. Dean estava sentado na mesa, com as pernas em cima de uma outra cadeira. Tomava um uísque barato, enquanto encarava o símbolo ainda pintado na parede da cozinha. Seus olhos estavam vermelhos, e suas mãos machucadas. 

─ Dean. ─ Sam o chamou 

Dean virou seu olhar ao irmão.

─ Descansa. Está a dois dias sem dormir. ─ Falou

─ Não estou cansado. ─ Resmungou 

─ Seus olhos estão vermelhos, Dean. Precisa dormir. 

Dean se levantou, e subiu as escadas indo até seu quarto. Caminhava com certa dificuldade até o mesmo, até dar uma breve parada em frente ao quarto de Gabriela. A porta estava entre aberta, a cama estava feita, e em cima do móvel de madeira tinha algumas coisas dela. Poucas, mas tinha. Seu celular, um caderno e uma foto dela com seus pais. Gabriela estava no meio dos dois, e deveria ter uns 10 anos de idade. Ela sorria abertamente, enquanto sua mãe e seu pai faziam o mesmo. Ele deixou que um sorriso escapasse de seus lábios, e então derramou a primeira lágrima. Sentou-se na cama dela, e foleou o caderno em mãos, parando na página aonde estava escrito o seu nome. 

"Julho, 09. 

Aconteceu. Eu esperava por isso a alguns dias. Tinha breve visões na minha cabeça que mostrava claramente ele sendo morto, porém, não queria acreditar. Só em encostar minha cabeça no travesseiro, vinha aquela cena horrível. Apesar de saber o que iria acontecer, não fiz nada para impedir. Me sinto tão culpada. É a pior sensação do mundo. Sim. Eu cometi um monte de erros. A vida não vem com manual de instruções. (...) E no final a gente acaba perdendo as pessoas, porque já estávamos esperando por isso."

 

✘✘✘

 

─ Estamos no caminho certo? ─ Perguntou Gabriela 

─ Não há caminho certo. Estamos andando, se ele estiver por aqui, encontraremos ele. ─ Kylie falou

─ Você é tão direta. ─ Revirou os olhos 

Kylie se virou rindo, e neste exato momento, um homem pulou de cima de uma das árvores em cima de Gabriela. Kylie conseguiu fazer um corte em suas costas, mas ele continuou a ataca-la. Kylie cortou sua mão, e parecia não sentir dor alguma, pois continuou a tentar acerta-la com a outra mão. Gabriela esticou o braço, e conseguiu pegar um galho de árvore. Ela afastou o monstro, e o prendeu de contra o tronco. Kylie lhe deu sua faca, e ela colocou contra o pescoço do indivíduo. 

─ Aonde está o anjo? ─ Perguntou, pressionando a faca 

Ele riu.

─ Aonde... está... o anjo? ─ Perguntou pausadamente, serrando os dentes

─ Me mata. ─ Pediu, com tom de deboche ─ Tenta.

─ Não me tente. 

─ Me mata. ─ Pediu, novamente

Gabriela se levantou, e encarou Kylie. Devolveu a faca, e Kylie caminhou até ele, cortando a cabeça do homem com apenas um golpe. O corpo caiu para o lado, e a cabeça rolou alguns centímetros de distância. 

─ Precisamos leva-la conosco. ─ Kylie falou 

─ O que são essas coisas? ─ Gabriela perguntou

─ Leviatãs. São quase imortais. Se não escordemos a cabeça, ela volta rolando para o corpo, e eles se curam. Precisamos enterra-la muito longe daqui. ─ Kylie falou, caminhando até a mesma, e a pegando na mão pelos cabelos do homem. Gabriela fez uma careta de nojo, e continuou caminhando com Kylie. Algumas horas se passaram, e a noite caiu. Elas decidiram parar, e Kylie fez uma fogueira com a maior facilidade do mundo. Não se ouvia absolutamente nada no local, bichos, gritos... somente o silencio, e o barulho da fogueira queimando. Purgatório, significa purificação. Era calmo, e tranquilo. Todos os seres mágicos que morriam iam automaticamente para lá, e segundo lendas, o portal se mostrava apenas para humanos. Gabriela não dormiu, como de costume, e Kylie deu breves cochiladas. Quando amanheceu, continuaram a caminhar. Abortaram mais de uma criatura, mas nenhuma sabia dizer aonde Castiel estava, até encontraram um Wendigo. Wendigos eram criaturas sobrenaturais da mitologia. Ele é formado partir de um humano qualquer, que passou muita fome durante um inverno rigoroso, e para se alimentar, comeu seus próprios companheiros. 

Gabriela o colocou de contra a árvore, e colocou a faca em seu pescoço. Ele estava assustado, e não tentou se defender em nenhum momento. 

─ Aonde está o anjo? ─ Perguntou, serrando os dentes 

─ E-Eu não sei. ─ Disse gaguejando 

─ Não vou repetir. ─ Desceu a faca até a intimidade da criatura ─ Me responde, ou eu te castro. ─ Falou

─ Tudo bem. Tudo bem. Ele está perto do lago. 

─ Para qual lado?

Apontou para a direita. Gabriela o soltou, e na mesma hora ele saiu correndo na direção oposta. Ela devolveu a faca à Kylie, e seguiram na direção indicada. Andaram por alguns minutos, e finalmente chegaram até a fonte. Antes de entrarem no local, viram a silhueta de um homem lavando seu rosto na água. Quando se aproximaram, Gabriela o reconheceu pelo sobretudo. Caminhou até ele, o viu o quão sujo Castiel estava. Ele se levantou confuso ao vê-la, e em choque quando teve a certeza de que era ela. 

─ Gabriela? 

─ Castiel. 

Eles se entreolharam, e ela o abraçou, deixando que alguma lágrimas caíssem. Seu sorriso no momento não era de felicidade, mas sim de alívio. Castiel não demonstrou reação alguma, apenas a abraçou de volta. Porém, não com a mesma intensidade. 

─ Como veio parar aqui? ─ Perguntou Castiel, ainda confuso

─ Quando o portal estava prestes a se fechar, eu entrei. 

─ Por que fez isso? Cometeu suicídio. 

─ Aparentemente você também.

─ Eu mereci isso, Gabriela. Eu, eu tentei ser uma coisa que não era. Que jamais serei. Matei pessoas, magoei pessoas, e ameacei as pessoas que sempre estiveram ao meu lado. Purgatório é pouco para mim.

Gabriela virou a mão na cara dele. 

─ Você mereceu isso. Mas isso? ─ Fez um gesto abrangente ─ Você não merece isso. 

Ele a encarou, sentindo sua bochecha arder devido ao soco.

─ Queria concordar com você. Mesmo que haja uma saída, eu não irei.

─ Você vai, Castiel. Nós iremos voltar. Para casa. 

Ele novamente descordou. Gabriela bufou, e secou as lágrimas que caíam. Pela primeira vez sentiu que precisava tomar o controle. Precisaria não apenas sugerir, ou dizer, precisaria impor. Ela respirou fundo, e deu dois passos à sua frente, se controlando para não lhe dar outro tapa.

─ Eu fui com você naquela noite, eu vi meus pais morrerem diante dos meus olhos. Vi o Dean morrer diante dos meus olhos. Eu curei um demônio, eu matei criaturas, eu entrei nesse maldito mundo atrás de você. Eu lutei por você... E É ASSIM QUE ME AGRADECE, CASTIEL? ─ Gritou a última frase ─ Pode achar que merece isso, mas você ainda é meu maldito irmão, e é a única coisa que me sobrou. Se não está feliz com isso, ou não dá valor, eu não quero saber, mas eu não perder mais ninguém. Você vai vir comigo. E isso não é um pedido. É uma ordem. 

 

 

 



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