História Highway to hell - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, D.O
Tags Baeksoo, Moto!au, Motoqueiros, Sequiço
Exibições 102
Palavras 2.760
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


É isso aí, deixo aí uma fic que me deixou bastante feliz nessa semana pq consegui escrever algo. E eu amo esse mundo de motoclubs e etc <3

Capítulo 1 - Capítulo Único


KyungSoo não deixava ninguém subir em sua moto, ela era sua única paixão e ele nunca trocaria nada por ela. Do KyungSoo costumava à viajar o mundo em sua Harley Davidson, parando em bares pela estrada que sempre tocavam Iron Maiden para beber e passar a noite com alguém. Normalmente ele sempre conseguia arrastar alguém para qualquer motel barato, mas ultimamente ele não estava mais naquele clima. Apenas viajava o mundo. Ele e sua moto.

A vida já não tinha mais tanta graça, já que em pouco tempo teria que ir cuidar da mãe doente. Podia ser um pouco maluco, mas nunca abandonaria sua família quando eles mais precisava.

Mas de tanto ir de bar em bar, encontrou um rapaz com a camisa do AC/DC, uma banda que gostava muito. Ele era lindo também. Os cabelos castanhos claros lhe caíam muito bem, tanto é que KyungSoo tentou lançar uma cantada e o garoto apenas deu risada, se entupindo de bebidas alcoólicas. Ele era um motoqueiro assim como o Do e o baixinho de cabelos pretos ficou ainda mais encantado naquele rapaz. Ele tirou a jaqueta de couro que usava e sustentou com as tatuagens que a regata da tal banda deixava a mostra.

KyungSoo sorriu de canto, sabia que quem tinha uma tatuagem tinha muito mais para mostrar e ele queria ver todas de Baekhyun.

Se aproximou do rapaz e lhe ofereceu um copo da cerveja que estava tomando, o garoto mais que depressa pegou e tomou um gole, agradecendo ao desconhecido com um movimento discreto. KyungSoo pegou o taco de bilhar e esperou o tal do fã do AC/DC fazer sua jogada. Ele fez, esperou que outro cara, um barbudo e alto fizesse e logo foi sua vez, acertando duas bolas no buraco. E era exatamente isso que ele queria fazer com o rapaz.

“É buscador de estradas também?” KyungSoo perguntou para o garoto de cabelo castanho, vendo ele assentir. Era assim que eles conheciam. Buscadores de estradas, pois eles nunca tinham um rumo certo.

“Estava indo para o Sudeste, mas muitos daqui querem ir para o Leste. Então acho que vou seguir a trupe.” Ele disse à KyungSoo e o mesmo abriu um sorriso com acenar de cabeça. “Você os segue?”

“Não, ando só. Procuro por muitos amores enquanto faço minhas pausas. Quantas cidades já foi em suas viagens?” KyungSoo perguntou tomando um gole da bebida e procurando o isqueiro para acender o cigarro que pousava entre seus lábios.

“Umas cinco ou quatro. Não saio por aí contando cidades.” O castanho riu e esticou a mão com o isqueiro para o rapaz da jaqueta de couro e cabelos pretos. “Sou Byun Baekhyun, prazer.”

“KyungSoo.” Respondeu dando uma pausa para acender o cigarro barato e sem filtro. “Do KyungSoo. E eu já passei por mais de treze cidades. Faço isso há muito tempo.” Ele brincou com Baekhyun e o mesmo assentiu com a cabeça.

“Têm planos para essa noite?” Baekhyun sabia que nenhum dos motoqueiros viajava pela noite. Eles costumavam à ir pela manhã para aproveitar a paisagem e que de noite era mais intenso para eles se perderem.

“Não sei, tenho?” KyungSoo soltou o bafo com a fumaça de tabaco no rosto do outro e abriu um sorriso de canto, esperando uma resposta.

“Depende de como você pretende passar a noite.” O maior, por alguns centímetros, provocou e viu um sorriso sacana nos lábios do outro.

“Olha, eu vou ser bem sincero com você. Eu não fodo alguém faz dias, to a fim de saber até onde esse dragão aí no seu braço vai e se quiser mesmo saber quais são os meus planos, é só me encontrar no banheiro, porque olha, essa cerveja me deixou apertado.” Disse todo desligado e do jeito arrogante de sempre. Só estava esperando o outro concordar com a proposta e ir ao banheiro tirar proveito daquilo, já que eles não iam se ver mais depois mesmo

KyungSoo deu graças a  Deus por não ser espancado depois da cantada, pois vivia dando em cima de caras errados e acabava sempre com o olho roxo.

Quando o baixinho entrou no banheiro pode finalmente se aliviar, a música que antes ecoava no salão do bar fora trocada por Highway to hell, música da banda AC/DC. Quando se virou costas pode ver Baekhyun escorado na porta de uma cabine do banheiro. Ele estava com a jaqueta de couro que antes usava, com os braços na altura do peito e um sorriso malicioso nos lábios.

“Achei que não ia vir.” KyungSoo bateu o cigarro com um dos dedos, deixando a cinza cair no chão e voltando com o cigarro para a boca. “Você é muito gostosinho, sabia?”

“Eu só estou aqui para mostrar até onde o meu dragão vai.” Baekhyun disse antes de sentir os lábios do outro contra o seu em uma violência desigual. Por sorte o outro havia tirado o cigarro da boca ou então tudo ia rolar com ele no meio dos dois que às pressas entraram na cabine do banheiro, na qual ninguém usava.

KyungSoo o prendeu na porta fechada e segurou em seu pescoço, aproveitando para morder e chupar a pele dele enquanto empurrava o rosto para cima, quase que machucando Baekhyun. Seus dedos entraram por entre a camisa e fizeram uma carícia em seu abdómen, aproveitando para deixá-lo eriçado. Baekhyun se arrepiou com o contato da língua do outro com o lóbulo de sua orelha.

Felizmente o espaço da cabine era apertado e os corpos tinham que se apertar para caber ou então teriam que enfrentar o sanitário imundo daquele bar de quinta. KyungSoo empurrou Baekhyun contra o vaso e para não encostar ele colocou a mão na parede, se empinando para o outro que aproveitou para desfivelar o cinto e colocar seu pênis para fora, esperando Baekhyun fazer o mesmo e então abaixar as calças.

KyungSoo quase urrou quando viu o ponto rosado do outro, dando dois tapas fortes em suas nádegas e apreciando a tribal que ele tinha na lombar, em cima das covinhas nas quais o garoto atrás dele colocou os polegares.

“Gostei da tatuagem... Tem algum significado?” KyungSoo perguntou provocando, esfregando-se contra ele.

“Fiz quando tinha quatorze anos. Não tem significado algum.” Baekhyun respondeu ofegante, empurrando seu corpo contra o outro e sentindo sua ereção o cutucar.

“Desde pequeno já sabia que ia dar muito a bunda, é?” KyungSoo disse sorridente e se posicionando atrás dele.

Baekhyun soltou um gemido quando ele o invadiu e preferiu nem responder ou então teria que soltar outro ruído constrangedor. Ele vivia indo parar nas cabines dos banheiros de bares, era sempre a mesma coisa e ele nunca achava ruim. KyungSoo também era assim, mas ele curtia foder também e ao ver aquelas curvas e a tatuagem no final de sua espinhal, ele estava muito afim de ficar por cima. Ou por trás como estava.

KyungSoo segurava a cintura do outro com força, empurrando seu quadril contra o dele. Achou magnifico a forma que Baekhyun gemia e implorava cada vez por aquele contato íntimo. Tampou a boca do garoto ao ouvir alguns passos no banheiro e sorriu ao ver o rostinho assustado do castanho o encarando. KyungSoo tragou o cigarro que ainda estava com ele e espetou a ponta acesa nas costas do outro, vendo-o se contorcer inteirinho pela dor.

Ele era um pouco sádico.

“Que bonitinho você tentando não gemer comigo bem atrás de você. Vamos, fique de joelho e termine o trabalho.” Foi o que o Do disse, dando um tapa nas nádegas do outro e vendo e se ajoelhar em sua frente, segurando sua extensão ereta pela base.

Baekhyun movia a cabeça conforme o outro ditava os ritmos com sua destra, o empurrando ainda mais contra seu quadril. Baekhyun conseguiu sentir o piercing que tinha no comprimento do pênis.

KyungSoo fez questão que o Byun engolisse todo o seu sêmen e não deixasse nenhuma gotinha, o outro fez com uma agilidade desigual e o garoto de cabelos pretos sorriu de canto, ajeitando sua calça e acariciando os fios de Baekhyun.

“Quer passar a noite comigo? Dividimos o preço do motel. Prometo não encostar em você enquanto dorme.” KyungSoo deu risada e pendeu a cabeça para o lado esperando uma resposta e Baekhyun apenas assentiu com a cabeça. Não iria fazer nada mesmo.

Os corujas da noite saíram do bar e parecia que havia mais vazio, pois fora uma boa parte continuar a viagem. Os outros grupos de motoqueiros ficaram e passariam a noite no mesmo lugar que Baekhyun e KyungSoo iriam ficar. O Do conheceu a belezura de Byun, achando muito linda sua moto e se gabando com a sua Harley, pois dizia que nenhuma era tão bonita quanto ela.

Os dois foram para o hotel passar a noite, dividiram um quarto com uma cama de casal, pois realmente não se importavam de dormir juntos e quando o dia amanheceu, KyungSoo foi o primeiro a acordar. Ficou assistindo um pouco de televisão e logo sentiu Baekhyun despertar ao seu lado. Sentia-se estranho por ter alguém ali para despertar com ele lhe dizendo bom dia enquanto se entupia de biscoitos amanteigados.

“Você vai sair agora ou pode esperar mais um pouco? Preciso abastecer minha moto.” Baekhyun disse sincero, vestindo a roupa que usava e vendo KyungSoo dar de ombros enquanto estava de boca cheia ainda.

“Posso te esperar, não tenho um rumo certo mesmo. Era para eu ter saído com os corujas da noite, mas uma certa tatuagem me chamou a atenção. Aliás, adorei os passarinhos.” KyungSoo apontou para a própria costela onde tinha uma tatuagem de passarinho no mesmo lugar só que no corpo de Baekhyun. “O que significa aquilo que está escrito?”

Libre comme un oiseau?” KyungSoo fez uma cara de óbvio e Baekhyun riu, levantando a regata de banda de Rock e mostrando. “Livre como um pássaro.”

“Você é todo cheio de mimos. Que nojo.” KyungSoo brincou, atacando um travesseiro no outro que o olhou inconformado, mas com um sorriso no rosto.

“Que nojo? Você não disse isso quando tava me fodendo. Seu falso.” Pulou em cima dele, segurando seus pulsos e começando a fazer cócegas em KyungSoo.

O baixinho começou a rir e tentar empurrar o outro na cama com toda sua força, vendo que apesar de franzino ele era bastante forte. Quando derrubou na cama, ficou encarando seus olhos cor de mel e se permitiu selar seus lábios com os do outro, sentindo o gostinho de cafeína e vento gélido. Baekhyun ficou parado no lugar e KyungSoo se levantou, andando até o banheiro, fechando a porta.

Colocou o dedo entre os lábios e deu risada, pegando sua jaqueta e indo abastecer e dar uma checagem em seu bebê. KyungSoo lavava o rosto enquanto isso e logo recebeu uma ligação inesperada da médica de sua mãe. A mesma disse que ele tinha que voltar para ver sua genitora e ele num desespero se vestiu para voltar para casa, apesar de estar um pouco longe.

Quando ia sair deu de cara com Baekhyun que parecia confuso e trazia consigo um saco de papel com pãezinhos de queijo que ia dar para KyungSoo antes deles saírem juntos para encarar a estrada.

“Sinto muito, aconteceu umas coisas e eu preciso ir urgente para casa.” KyungSoo disse nervoso e com pressa, dando um beijo na testa do outro, mas o vendo o seguir.

“Espera aí, eu disse que iria junto com você. Ainda sim é uma viagem e eu posso conhecer a minha sexta cidade.” Baekhyun foi falando enquanto o seguia. Colocou os pãezinhos em cima do balcão e deu para a recepcionista dizendo que era uma forma de agradecer pela hospedagem.

KyungSoo subiu na moto e colocou o capacete, esperando Baekhyun e vendo-o fazer o mesmo. Ele não iria negar que o outro o seguisse. Nem tinha cabeça para pensar em algo direito.

Quando eles chegaram depois de muito correr entre os carros e dividir espaço com caminhões, KyungSoo foi na frente para mostrar o caminho. Baekhyun sempre acenava para ele quando este o olhava e ele conseguia sorrir com aquilo, pois sempre que aquelas coisas ruins acontecia ele ficava sozinho.

Andar sobre duas rodas não era tão legal quanto parecia. Não para KyungSoo que abandonou tudo para poder pilotar sua Harley Davidson entre estradas bonitas ou não. Ele não tinha amigos para lhe consolar quando via sua mãe em uma cama de hospital morrendo por causa de um enfisema pulmonar. Ele não tinha nada a não ser uma moto cara e uma mãe doente.

Mas Baekhyun estava do lado dele naquele momento e lhe deu a mão quando ele saiu do quarto de sua mãe, suspirando pesadamente e querendo ir para a área dos fumantes para “tomar um ar”. Byun o acompanhou e tentou entender a situação, mas não forçou a barra.

“Sua mãe está doente?” Baekhyun quis se bater com a pergunta óbvia.

“Enfisema pulmonar. Ela costumava a fumar muito quando mais nova.” Ele disse aquilo ironicamente olhando para o cigarro que estava entre seus dedos pronto para colocar na boca. “Ela não tem muito tempo... E eu estou quase desistindo do meu motoclub por causa dela.”

“Você tem um?” Perguntou Baekhyun. O outro deu risada, uma bem nervosa.

“Bem, eu queria.” Ele sorriu e sentiu as lágrimas caírem de seus olhos. “Posso parecer mandão e durão, mas sou bem frágil aqui.” Ele cutucou o próprio peito e suspirou.

Baekhyun tirou o cigarro dos lábios do outro e o abraçou, apenas demonstrar um pouco de carinho pelo outro.

“Eu quero, mesmo, que você fique bem, KyungSoo. Te conheci a menos de vinte horas, mas já gosto muito de você.” Baekhyun sussurrou e o outro assentiu com a cabeça.

“Eu vou ficar bem... Pode me fazer um favor? Se não quiser tudo bem, vou entender.” KyungSoo disse segurando as mãos de Baekhyun que antes estava em seu rosto, como uma carícia.

“Pode falar. Eu vou tentar.”

“Fique comigo. Três semanas é mais que suficiente. Ela não tem muito tempo mesmo, eu só preciso de uma tribal para me acalmar.” KyungSoo disse brincando apesar de estar muito triste naquele momento.

Baekhyun apenas assentiu com a cabeça, não tinha nada demais para fazer.

Eles passaram as três semanas juntos, ficaram na casa de KyungSoo e às vezes conseguiam ir até a praia de Busan para andar um pouco em suas motos, mas logo voltavam com outra notícia péssima. Baekhyun fazia bem para KyungSoo e ele bem para Baekhyun. Eles fodiam, corriam, fodiam, fizeram tatuagens juntos, fodiam de novo e ficavam na praia.

Era isso que fizeram durante as semanas.

KyungSoo o arrastou para um barzinho da cidade onde uma banda de heavy metal iria tocar, era cover, mas deu pro gasto fora que os dois quase transaram na mesa de bilhar, pois KyungSoo empurrou Baekhyun contra ela e não hesitou nenhum pouco para beijá-lo com vontade, chupando seus lábios e movendo o quadril para frente e para trás, insinuando estocadas.

Todos viram aquela cena e eles foram para casa depois da quase foda, para terminar o que começaram. KyungSoo tirou a camisa de Baekhyun e passou os dedos pelas tatuagens, apreciando cada uma enquanto sentia o baixinho desfivelar o cinto de sua calça rasgada. Ele sussurrou que estava louco para ver o piercing que KyungSoo tinha na extensão do pênis e perguntou com toda curiosidade que lhe consumia todas as vezes que transavam, se havia doído muito colocá-lo naquele lugar que todos os homens tinham de sensível. Ele assumiu dizendo que sim, mas logo se acostumou e quase nem o via direito.

Com o calor subindo pelo corpo dos dois, Baekhyun pediu para ficar por cima daquela vez, pois estava cansado de KyungSoo sempre falar sobre a tribal em sua lombar e caçoa-la. KyungSoo disse que sim e não reclamou quando o outro o colocou em seu colo na cama do quarto de sua mãe. KyungSoo cavalgava com vontade no colo de Baekhyun enquanto este marcava a pele branquinha cheia de pintas e tatuagens com suas mordidas e chupões.

KyungSoo era bastante erótico e tudo que ele fazia, independente da posição que ficava na hora do sexo o favorecia. Ele era sexy e quente e gemia de um jeito gostoso que fazia o castanho ir à loucura.

Quando acordaram pela manhã a notícia da morte da senhora Do lhe fora mal vinda. KyungSoo chorou no ombro de Baekhyun e este lhe pedia calma mesmo sabendo que ele nunca a teria.

Depois de tudo, KyungSoo voltou para sua querida Harley Davidson e junto com Baekhyun saíam pela Coréia a fora.

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


E então? O que acharam?


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