História Hilferufe - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Until Dawn
Personagens Personagens Originais
Exibições 19
Palavras 1.014
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ainda sou um horror com títulos

foi mal dnv n ter postado ontem
tava ocupado pakas

Capítulo 6 - Sem saída


[ QUEIMAR OS WENDIGOS ] <                       -                         > [ QUEIMAR BARRIL DE POLVORA ]

 

[ Arwen Abendwind P.O.V ]

 

[ Segunda-Feira 10:52 AM ]

 

Mas que merda! Essa porta tem que abrir, e rapido!

 

- PORRA! – Me virei para ver o estado de Sheeh. Ela esta resistindo bem, mas essas chamas vão acabar alguma hora. – Certo. – Virei-me de volta. – NO TRÊS TODO MUNDO SE JOGA NA PORTA!

 

1...                     

 

Nós nos colocamos em posição.

 

2...

 

Os três Wendigos pularam em direção a Sheeh

 

3!

 

As chamas de Sheeh jogaram os três para trás, mas agora acabou tudo. Nos jogamos na porta, ela abriu! Me levantei, agarrei Sheele, que estava parada em pânico, e a puxei para a sala. Fechamos a porta e colocamos alguns barris na frente.

 

Ok, estamos seguros...

 

E a melhor parte é, aqui tem uma porta que leva pra parte de fora! Bem, e varias paredes quebradas que fazem o mesmo...

 

- AH! – Sheeh correu e se jogou no lado de fora, caindo de cara na neve. – FINALMENTE!

 

- Agora, precisamos chegar no chalé. – Falei. Apontando para o chalé, que podia ser visto atrás de algumas arvores.

 

- E eu acho que nossa visita a esse lugar não foi em vão. – Mark mostrou novamente o livro que achou.

 

- Ladrão. – Nate zombou.

 

- Que? Ah, qual é! – Guardou o livro. – Mas o dono já esta até morto!

 

Eu ri. Sabe, é bom ter um pouco de humor nessas horas pra acalmar.

 

Dentro do sanatório, as três criaturas gritavam.

 

- Ok, vamos. – Falei, empurrando todos.

 

Seguimos pela floresta. Acho que estamos seguros, pelo menos agora que conseguimos deixar três daquelas coisas no sanatório.

 

Enquanto caminhávamos, comecei a pensar sobre tudo o que aconteceu até agora. E como tudo aqui é uma causa do “Efeito Borboleta”.

 

- Vocês já ouviram falar de Efeito Borboleta? – Perguntei.

 

“Claro”. Ótimo.

 

- Então, já pararam pra pensar, o que teria acontecido caso tivéssemos feito outras coisas? – Fui na frente. – Como... Se Nate tivesse aberto aquela portinha?

 

- Que horror. Não lembra disso. – Disse Sheeh.

 

- Tenho certeza que não era algo humano lá dentro. - Respondeu. Enquanto coçava a cabeça.

 

- E se... Sheeh tivesse jogado fogo nos barris de pólvora e não nos Wendigos?

 

- Morte...? – Disse Mark.

 

- Não sou tão burra assim gente. – Disse.

 

Enquanto conversávamos, íamos chegando cada vez mais perto do chalé. Até que quando vimos, estávamos parados na porta. Estava destrancada.

 

- Olá? – Falei ao entrar.

 

Não havia resposta, nem dos outros, e nem dos monstros.

 

- Talvez estejam escondidos? – Disse Sheeh.

 

- É uma opção. – Nate Respondeu. Indo até as escadas.

 

- Bem, vamos procurar. – Mark seguiu.

 

Começamos a procurar pelo chalé inteiro, cozinha, banheiro, e nos quartos. Em um deles, havia alguém.

 

- Ashley...? – Chamei.

 

Sem resposta. Ela esta em sono profundo.

 

- Ela ficou dormindo enquanto o chalé estava sendo atacado?! – Perguntou Mark.

 

- Pelo que parece, sim. – Nate respondeu. Indo até a garota. – Ow, acorda ai.

 

- Que sortuda. – Disse Sheeh.

 

Acordamos a menina e explicamos tudo. O estranho mesmo foi ela ter acreditado.

 

- Temos que dar o fora então. – Não parece nada preocupada...

 

- Precisamos achar os outros primeiro. – Falei.

 

- E onde estão? – Ela perguntou, enquanto olhava pela janela.

 

- Não fazemos a menor ideia! Você é a única aqui no chalé! – Respondeu Sheeh.

 

- Acho que estão na torre. – Disse.

 

- Por que acha isso? – Perguntei

 

- Palpite. – Saiu de perto da janela. Fui até lá.

 

- Palpite uma ova, tem uma luz lá.

 

- Ok, vamos! Disse Mark.

 

Pegamos algumas coisas e saímos em direção a torre.

 

Enquanto andávamos pela floresta, escutamos o barulho das criaturas.

 

- Merda! – Gritei.

 

Ninguém se moveu, ficamos parados, esperando o som ir embora.

 

Qual o problema desses bichos? O que tem na visão deles?

 

Bem, acho que só posso agradecer por isso...

 

Um tempo depois, elas foram embora e nós continuamos. Se continuar assim, vamos chegar na torre amanha.

 

Por sorte, isso não aconteceu novamente, e conseguimos chegar a torre, mas tinha um problema...

 

Ela estava cercada por Wendigos, e sim, eles estão lá encima.

 

- O que vamos fazer? – Perguntei.

 

- Temos que tirar os Wendigos dali. – Nate respondeu.

 

- E como vamos fazer isso?

 

Na mesma hora, acabei sem querer pisando em um galho, e os monstros nos viram. Que bela audição esses merdas tem.

 

As criaturas se viraram para nos, e na torre, era possível ver os outros nos olhando, sem saber o que fazer.

 

Bem, parece que vamos ter que nos separar novamente. Nós cinco começamos a correr dos monstros, mas agora estávamos na floresta, e a área por qual eles podem se mover é muito grande. E isso é um grande problema...

 

Estávamos pensando em voltar para o chalé, mas o que queríamos mesmo era afastar essas coisas do chalé.

 

Enquanto corríamos, quatro deles foram se perdendo, e agora só havia um atrás de nós, que gritava e pulava pelas arvores. Que droga! Quando essa coisa vai desistir?

 

Nós continuamos correndo, teve uma hora em que o monstro chegou tão perto, que tivemos que arrancar um galho e bater na cabeça dele no momento em que ele pulou. Não foi muito eficiente, mas ajudou.

 

- Qual o problema desse?! – Sheeh perguntou. – Por que é tão persistente?!

 

- Bem, esse é o primeiro que vejo, então, não faço a menor ideia. – Disse Ashley.

 

- Não importa! Continuem correndo! – Respondi as duas.

 

Foi ai que merda atingiu o ventilador. Chegamos em um ponto sem saída, a montanha acabava ali, se continuássemos, iríamos acabar caindo, e a criatura, bem, continuava vindo.

 

- Fodeo. – Disse Nate.

 

- NATE VOCÊ TEM UMA BENGALA, FAÇA ALGO! – Mark empurrou Nate um pouco.

 

- MAS TENHO CERTEZA QUE UMA BENGALA NÃO VAI MATAR ESSA COISA!

 

O monstro então, apareceu, estava vindo lentamente em nossa direção, até que resolveu dar um salto, todos em volta de mim se abaixaram, a criatura estava chegando perto, e eu paralisada.

 

Só conseguia ouvir algumas vozes dizendo “Se abaixa!”. Mas eu estava paralisada.

 

[ SE ABAIXAR ] <                      -                        > [ PULAR DA MONTANHA ]

 


Notas Finais


É fácil~


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