História Him - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Guns N' Roses
Personagens Axl Rose, Slash
Tags Axl Rose, Sadomasoquismo, Slash, Slaxl
Exibições 161
Palavras 1.233
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ooooi, meus amores!
Então, ontem eu tive um enorme problema para dormir e acabei escrevendo essa oneshot. Eu não gostei muito dela, mas decidi postar mesmo assim, pois todas sabem que eu tenho uma tara enorme por Slaxl, ainda mais se tiver um possessão por parte do moreno hehehe
Bem, espero que gostem! (e que entendam) e perdão por estar meio estranha!

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Him - Capítulo 1 - Capítulo Único

Medo?

Não, esta não era a palavra certa.

Dúvida?

Não, acho que também não.

Interessante?

Certo. Talvez essa seja a palavra correta.

É, definitivamente era a palavra certa.

Uma cena um tanto interessante. Muito interessante, creio eu. Meus pulsos ardiam de forma incomum, talvez por conta da força que a fina corda exercia sobre eles, prendendo-os para trás.

Creio que, se eu não estivesse tão anestesiado e delirando, possivelmente eu reclamaria da ardência e das leves queimaduras causadas pelas minhas tentativas inúteis em tentar me soltar.

Na verdade, acho que no fundo eu não queria me soltar.

Certo, creio que fosse hora de parar com as dúvidas e o “acho”, pois, na verdade, eu tinha certeza de que eu não queria me soltar.

Meu rosto estava prensado contra a mesa da cozinha, fazendo com que meus gemidos saíssem abafados. Minha calça estava em meus calcanhares e eu ainda vestia meu camisete, mas este se encontrava completamente aberto, permitindo que meu peito exposto tocasse a madeira gelada da mesa.

Meu quadril se movimentava com fúria e brutalidade, enquanto minha bunda era atingida com força e intensidade. Seus movimentos eram precisos e violentos, além de poderosos e potentes. Ele era ótimo com ritmos e ainda melhor com provocações.

Eu gemia.

E gemia alto.

Foi então que, de repente, ele cessou seus movimentos, fazendo com que eu reprovasse com um resmungo. Senti apenas a ponta do seu membro contra minha bunda, fazendo com que meu corpo estremecesse.

— Você não aprende, não é mesmo? — sua voz saiu rouca, sendo banhada por um tesão evidente e por um divertimento sútil. 

Sua mão se prendeu em meus cabelos, puxando-os, fazendo com que eu jogasse a cabeça para trás e soltasse um gemido de dor.

— Argh... olha o que você faz comigo, vadiazinha. — disse, forçando seu membro contra meu corpo novamente.

Gemi.

Oh... Saulie...

— Gosta, hm? — perguntou já sabendo a resposta.

Gemi novamente como resposta.

Pude ouvir um riso fraco e logo meus cabelos foram puxados novamente.

— Eu já não te avisei para ficar longe do Stradlin quando não estou por perto? — questionou com raiva.

Possessivo. Mais uma palavra correta para descrever nosso “relacionamento”.

Senti sua mão livre percorrer minhas costas e descer para então...

— Ah...! — gemi arrastado.

Um tapa delicioso contra minha carne.

Eu nunca imaginei que ele faria com que eu gostasse da dor. Ou melhor, faria com que eu a amasse. Nunca imaginei que permitiria um homem fazer aquele tipo de coisa comigo. O problema é que não era um homem qualquer, mas sim ele.

Por que ele sabia o que fazer, como fazer e porque fazer. 

E eu gostava.

— Se você soubesse como essa visão me deixa louco, Axl. — disse com um tom mais calmo.  — Eu adoro quando você se empina desse jeitinho para mim...

Realmente, como eu disse anteriormente: era interessante.

Eu estava debruçado sobre a mesa com os pulsos amarrados para trás enquanto Slash investia lentamente contra meu corpo. Para ele, que adorava minha submissão, realmente parecia ser uma cena bem vantajosa e excitante, ainda mais quando estava, de certo modo, “me punindo”.

Ele estocava lentamente, fazendo com que eu gemesse arrastado e de forma agonizante. Meu membro, que estava sendo ignorado como parte da punição, latejava de uma forma extremamente torturante e dolorosa, implorando por um alivio que talvez não chegasse tão cedo.

E tudo isso por que passei a tarde conversando com Izzy no quarto dele.

— Empina essa bunda, Axl. — ordenou.

E, como sempre, eu obedeci.

Seus movimentos começaram a ficar mais fortes e rápidos, fazendo com que eu revirasse os olhos de prazer. Eu remexia meu corpo sem parar, tentando procurar por alivio ou por qualquer forma de maior contato.

Mas ele não permitia.

Eu sabia que ele adorava o fato de me ter amarrado e agonizando. Ele adorava isso por que sabia que eu iria acabar implorando.

E, para Slash, implorar era a melhor coisa que eu fazia.

— Está sentindo, hm? — questionou enquanto cessava os movimentos novamente.

E eu gemi em reprovação.

Algumas lágrimas começaram a queimar meu rosto. Lágrimas de desespero e agonia. Eu precisava me aliviar, precisava gozar ou iria acabar enlouquecendo. Porém, eu sabia que estava sendo castigado e sabia que isso não iria ocorrer tão cedo, pelo menos não enquanto ele não tivesse se divertido o suficiente.

— Saulie... — supliquei. — ... por favor...

Ele riu levemente e penetrou todo seu membro em mim, ficando parado.

— Eu não ouvi! — provocou.

Soltei um gemido longo e arrastado.

— Por favor... eu preciso... — implorei, sentindo mais lágrimas caírem.

— Precisa do que, cadela? — sua voz era extremamente sexy.

— ... eu preciso gozar. — gemi arrastado e fechei os olhos com força. — ... por favor, eu preciso...

Ele riu. Um riso cheio de maldade e luxúria.

No segundo seguinte eu senti meus pulsos serem soltos e meu corpo foi virado, fazendo com que eu ficasse de frente para ele e encarasse seus olhos negros banhados em maldade e prazer.

Suas mãos agarraram minha cintura com força e eu fui jogado contra a mesa, ficando completamente deitado e a mercê dele. Sem aviso, ele simplesmente colocou minhas pernas em seus ombros e me penetrou com força, fazendo com que eu gritasse de prazer.

— Geme, vadia. — ordenou enquanto jogava a cabeça para trás. — Geme para mim.

Senti sua mão agarrar meu membro completamente ereto e pulsante, o que fez com que eu gemesse com mais vontade ainda. Ele começou a me masturbar no mesmo ritmo em que estocava, levando nós dois ao delírio.  

Minhas mãos se prendiam nas laterais da mesa enquanto meu corpo se curvava a procura de contato.

Eu estava chegando perto...

... e eu sabia que ele também.

— Vai, Saul... isso... — gemi alto.

Ouvi um gemido mais alto escapando dos seus lábios e em seguida senti seu orgasmo em meu interior, sujando ambos. Apertei a madeira gelada com força e depois de duas ou mais estocadas foi a minha fez de chegar ao ápice, sujando meu abdômen, a mão dele e o chão da cozinha.

Seus movimentos cessaram imediatamente e ele soltou minhas pernas, deixando seu corpo cair levemente sobre o meu, ficando apoiado com as mãos sobre a mesa. Seu rosto estava tão próximo do meu que eu conseguia sentir sua respiração quente e ofegante se misturar com a minha.

Meu peto subia e descia freneticamente enquanto eu tentava achar minha calmaria. Respirei fundo algumas vezes e tomei coragem para abrir os olhos, deparando-me com aqueles belos diamantes negros que brilhavam por conta do seu desejo brevemente saciado.

Nossa troca de olhares foi rápida, pois logo ele deitou sua cabeça sobre meu peito, entregando o cansaço que sentia por conta da violência da nossa brincadeira.

— Saulie... — soltei um suspiro. —... os outros devem estar chegando.

Ele nada respondeu. Ficamos naquela posição por um breve momento até que ele tornou a levantar a cabeça, encarando-me.

— Odeio quando você não me obedece. — confessou com um tom neutro. — Sabe disso!

— Izzy é como um irmão para mim, Saul. — defendi-me.

— Isso não importa. — disse e se levantou, puxando-me para que eu me sentasse.

Suspirei pesado.

Ele era possessivo, sádico e extremamente delicioso.

— Vem. Vamos subir antes que os outros apareçam. — disse enquanto me puxava. — Afinal, não queremos ninguém descobrindo nosso pequeno segredinho.

Um sorriso malicioso se formou em seus lábios.

Ele estava certo. Eu não queria que ninguém descobrisse o que fazíamos, principalmente por que eu nunca arranjaria alguém melhor.

Eu nunca arranjaria alguém como ele


Notas Finais


Perdão pelos erros e por ser muito pequena! ^^
Até a próxima!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...