História Hinata e os Cachorros Voadores - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Deidara, Hinata Hyuuga, Hizashi Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Ino Yamanaka, Jiraiya, Karin, Kiba Inuzuka, Killer Bee, Kurama (Kyuubi), Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Sakura Haruno, Sarada Uchiha, Sasuke Uchiha
Tags Naruhina, Naruto, Revolução Naruhina, Romance
Visualizações 24
Palavras 2.184
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Transsexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Essa fanfic parece ser bizarra, Mas é legalzinha. Vem ler!

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction Hinata e os Cachorros Voadores - Capítulo 1 - Capítulo 1


          Hinata e os Cachorros Voadores
    
                       
                              飛行犬

                            Hikō inu






15 de Janeiro, 2002 - 23:50



Em uma casa de um condomínio de classe média alta, o silêncio dominava. Todos habitantes dormiam. exceto uma doce menininha, que escondida debaixo de sua cama com seus três cachorrinhos, contava as horas para seu aniversário.


Embrulhanda em uma grossa manta, vestia um macaquinho infantil cheio de baleias. A menina era pálida, e tinha seus cabelos lisos com um corte curto Batendo acima da nuca. Os olhos grandes com uma cor extremamente exótica, olhavam com ansiedade para o relógio em sua mão.


- Vamos! Por que demora tanto?


Na outra mão, ela segurava uma lanterna, que iluminava o refúgio apertado.


O filhote que estava no seu colo era Alfredo. Ele era o menor de toda a ninhada, por isso Hinata tinha um cuidado especial com ele.


Do seu lado, brincando com os babados da manta, se encontrava Zenildo. Esse, ao contrário de Alfredo, era o maior da turma. Sempre com muita força e robusto, quebrava e brigava com tudo que via pela frente. O principal responsável por vários brinquedos escangalhados da pequena morena.



- PARA COM ISSO, CLÁUDIA! - Gritou em forma de sussurro, enquanto empurrava o filhote que tentava, a todo custo, morder Alfredo.


Esse aí era o Cláudia. que na verdade era macho, porém Hinata achou mais que adequando. Ai de quem tentasse chamá-lo de outra forma!


Cláudia era o encrenqueiro. Vira e mexe, ele estava perturbando alguém. Seu alvo preferido era Alfredo. Porque além de encrenqueiro, ainda era ciumento. A morena já perdeu a conta de quantos ele já havia tentado morder só por estar perto dela. Até porque ela nem sabia contar direito.



                               23:57



- Isso! Só faltam mais cinco minutos pra meia noite! - Comemorou a pequena criança. Estava tão empolgada, que suas maçãs ficaram vermelhas e o coração acelerou de ansiedade.


       "Daqui a pouco vou poder fazer meu pedido de aniversário!"




- AU! AU! AU! - Latiu Cláudia.



- Cala a boca, Cláudia! - Sussurrou Hinata. - Quer que a mamãe descubra a gente? - se emburrou, e fez bico. Mas por dentro estava desesperada. Se sua mãe descobrisse que ela estava acordada uma hora dessas, ia apanhar ela e os três cachorros, que Hinata chamava de: Os três mosquiteiros.



Sim! Você não leu errado. São mosquiteiros. Hinata era uma criança desatenta. Não sabe nem o que é mosquiteiro, mas viu em uma revista, e achou mais bonito e fácil de falar que "mosqueteiros".



                                23:59



- Ai, meu Deus! Já vai dar meia noite! - Deu um pulo ao olhar novamente o pequeno relógio colorido. - Vamos logo pra janela fazer nosso pedido! Venham! Venham! - Engatinhou para fora de cama com Alfredo no colo. Os outros dois logo trataram de segui-la.



Pulou em cima da cama, pois a janela era encostada na mesma. Ajudou seus três filhotes a subir, e colocou o relógio na quina da grande janela.



- Vai, reloginho! Por favor... - Olhou com os olhos chorões para o objeto eletrônico. As mãos estavam juntas, como se o relógio pudesse atender suas preces.


E atendeu.



                               12:00



Assim que o relógio marcou meia noite. O coração da morena se acelerou. Era como ter uma escola de samba inteira dentro do peito.



Juntou as mãozinhas fofuchas, e levou ao rosto.



- Senhor papai do céu, minha mamãe disse que quando a gente faz aniversário, a gente tem o direito de um pedido. E hoje eu tô fazendo sete aninhos, já sou uma moça. E também fiz tudo direitinho e obedeci os meus papais e o maninho. Então, por favor, papai do céu, realiza meu pedido. - Os olhos se encheram de lágrimas - Eu quero muito, muito que ele se realize. - a voz infantil e doce, era embargada pelo choro. - O senhor não sabe o quanto eu sonhei com isso...



Abriu os olhos devagar e olhou para o céu. Ele estava lindo, iluminado. As estrelas, deslumbrantes, enfeitavam o céu. Era como se tudo estivesse preparado só para ela fazer seu pedido.



Com convicção, olhou para o céu. E novamente seu coração bateu acelerado.



E com toda força e amor que toda criança inocente e carregada de sonhos poderia ter. do fundo do coração puro e ingênuo, ela pediu.



- Eu desejo que os três mosquiteiro pudessem voar.



Foi apenas um sussurro. Mas foi carregado de emoções. O pedido mais fantasioso que uma criança poderia ter.


Sentiu como se um poder mágico os envolvesse.


Havia dado certo! Atenderam seu pedido.


- Isso! Eu consegui! - Olhou para os cães. No seus rosto o mais belo e grande sorriso. - Agora vocês podem voar. - Disse contente.


Os filhotes olhavam com curiosidade. Mas podiam, de algumas maneira estranha, sentir toda a felicidade naquele pequeno quarto.


- Bora testar. - Colocou um dedo no queixo, selecionado quem seria o primeiro. - Você, Alfredo! - Apontou para o cão - Com é o menorzinho, deve saber voar mais alto.



- HINATA! O QUE ESTÁ FAZENDO ACORDADA UMA HORA DESSAS? - A menina gelou.



- E-eu tô f-fazendo meu pedido de a-aniversário!



Foi aí que Marília, mãe de Hinata, percebeu a situação. Ela sabia há muito tempo do estranho sonho de sua filha. E agora olhando para a filha mais nova, via a gravidade da situação.



Hinata segurava o cachorro menor para fora da janela.



- Hinata, largue esse cachorro. - A mãe pediu desesperada.



- Calma, mamãe. Eu já fiz o pedido. Ele já pode voar. - Inocente. Como sua filha era inocente.



- Hinata, meu amor, ele não pode voar. - Era errado dizer uma coisa dessas para uma criança. Mas Marília tentava evitar o pior. Só ela sabia como seu bebê amava esses cachorros. 




- PODEM SIM! - Em um ato rápido, a morena jogou Alfredo da janela, na esperança que ele voasse com um experiente passarinho. - Vai, Alfredo! Mostra pra mamãe do que você é capaz.



Mas ele não foi capaz...



- HINATA...




                
                       
                                    犬 
                        

   



13 de junho, 2017 - 6:35





                                Hinata



Vizinho filho da puta! Já são quase sete horas da manhã, e esse filho de égua não abaixou a porra do som. Tá certo que é início das festas joninas, muita diversão, quadrilha, forró e o caralho a quatro. Mas pense comigo. Esse som de estourar ouvidos começou lá pra seis horas da tarde. Até aí tudo bem... tudo tranquilo, muita curtição, muita cerveja e tal. Até eu tava lá no meio.



Deu meia noite. Deu uma hora. Três horas. Tudo tranquilo, tudo beleza.



Quatro. Cinco. SEIS! DEU SEIS HORAS DA MANHÃ, E NEM PRA BAIXAR O SOM!



E o pior de tudo é que não dá nem pra ligar pra polícia. Mesmo no anonimato, vão saber que é eu. Logo eu, a "chata" da rua. E se descobrirem que é eu, a "chata" da rua. Vou ficar mal falada, e é bem capaz de me darem porrada. Esse pessoa daqui considera festa como filho.



Caminhei até a janela, e abri um pouco a cortina. Olhei para baixo, e os caralhudos continuam a mesma coisa. A rua ainda está cheia, e todos bem espertos. Nem parece que madrugaram passando a noite bebendo que nem camelo se preparando pra enfrentar o deserto.



Vasculhei mais o olhar, e vi em uma esquina um casal suspeito. Muito suspeito. ESPERA AÍ! NÃO ME DIGA QUE...



Rapaz, pessoal daqui é rápido, em! Nem pra esperar chegar no quarto. He! He! He!



Vou olhar mais um pouquinho, porque eu gosto de ver essas putarias. Tenho uma coleção de Hentais, e uma pasta dedicada ao Xvideos. Mas nada substitui o ao vivo.



Se bem que eu conheço essa menina. IH! Já sei quem é. Essa guria tem quinze anos, Meu Deus! Vou falar pra mãe dela!



Quanto ao Xvideos e o Hentai. Só eu e você sabemos disso. Então é melhor ficar de bico calado.


Ouviu o a porta ser arrastada, mas não me assustei. Já sabia que era o Cláudia. Ele sempre vem me acordar. Porém, acho que nem ele conseguiu dormir.



É, ele não dormiu mesmo.



- Vem aqui, meu amor - Todo pimpolho, ele correu até mim. - Como é que tá o meu vira lata mais ciumento do mundo, em? -mal peguei ele no colo, e já começou a sessão do lambe-lambe.



                                 AU! AU!



- Ei! Eu não tinha te visto aí. - Me virei e vi Alfredo.



Ele em sua cadeira de rodas especializadas para cachorros. Alfredo é um milagre. Sobreviveu a uma queda do segundo andar, mas infelizmente nem tudo é prefeito. Ele acabou perdendo os movimentos das pernas traseiras.



Eu lembro que chorei por dias, e não descansei até me deixarem verem ele. Me sinto culpada até hoje, e tudo isso por causa das minhocas que habitavam minha cabeça.



Mas... sabe de uma coisa? Eu ainda tenho certeza que eles vão voar um dia. Pode parecer coisa de criança, ou um sonho bizarro e que eu mereço ser internada. Mas as cadeiras de rodas de Alfredo é um dos motivo que deixou mais forte o meu sonho. E vou fazer de tudo para realizá-lo! Só não sei como, mas vou fazer.



- Ue? Cadê o Zenildo? - Me perguntei. Sai pela casa a procura dele.




Zenildo sempre foi muito barulhento. Mas por incrível que pareça a casa estava em "silêncio".



Fui até a sala com Cláudia mordendo e lambendo minha cara. Mas tudo bem, Isso é normal.



Quando cheguei na sala encontrei o coitado todo desmaiado no sofá.



Tá todo mundo cansado. E eu principalmente. Merda! Ainda tenho faculdade.



Sabe como é, né? Pra ter um futuro e tal.



Resolvi me arrumar. Tô morta, parecendo um zumbi, mas tenho minhas obrigações. 



Temei um banho demorando pra espantar o sono. Coloquei os mil kilos de ração que eles comem todo dia, que aliás tão tudo gordo, e sai.



Eu fui com uma calça jeans normal, e uma camisa grande com a foto dos meus três cachorros estampados.






                                     





Caramba! Esqueci de tomar café. Minha barriguinha tá doendo de fome. 


Atravessei a rua, pra comprar um Hot muito topper no carinha da esquina. Sim, eu falo topper. Eu estava quase chegando quando sinto ser puxada para a esquina.



 
AÍ CARAMBA! VOU SER ESTRUPADA!


Han? É estrupada, ou estuprada?



Não é hora pra isso, Hinata!



- ME LARGA! SOCORRO! SOCORRO! - Me esgoelei que nem uma louca. No entanto foi por pouco tempo. Antes desse filho da puta tampar minha boca.



Como defesa, me mexia que nem uma minhoca para tentar me livrar dele. Mas foi em vão. Parecia que eu lutava contra um muro.


Do nada comecei a chorar por causa do desespero.


Ele me jogou na parede, e me prendeu ficando na minha frente.


- Cadê o meu dinheiro? - Ele me perguntou.


Ata. Era só um mendigo doido.


E muito doido por sinal. Ele usava um chapéu muito estranho. Era tipo daqueles que cara que vão pro deserto. E ainda usava um casaco laranja muito do feio. Eu não conseguia ver seus rosto por causa do chapéu que era grande demais.



- Bora! Cadê meu dinheiro? - Ele perguntou de novo.



- Eu não sei de que dinheiro você está falando!



- Sua burguesa safada! Não me enrola, não! - Ele não olhava no meu rosto. Parecia está nervoso.



- M-mas e-eu não sei do que você t-tá falando!  - Foi quando ele direcionou seu rosto pra mim.



Ele paralisou. Com certeza percebeu que tava extorquindo a pessoa errada.



- AH! ME DESCULPE! E-EU PENSEI QUE F-FOSSE OUTRA PESSOA. - Tá nervosismo, é? Nem parece que tentou me assaltar ainda agora.  - Mas aproveitando que a gente tá aqui. - Gelei. Se não foi antes, ia ser agora. - Passa um trocado aí! Na firmeza. Uma esmolinha pro irmão aqui.



Ele sacudia um copo com algumas moedas dentro, fazendo um barulho irritante.



Dá onde ele tirou esse copo?



- O QUE? TU ACABOU DE QUASE CAUSAR UM MINI-ATAQUE EM MIM, E AINDA QUER ESMOLA?



- Eu não gosto muito de chamar de esmola. Prefiro chamar "ajudinha do coração". - Ele disse coçando a cabeça.



- Mesma merda! -Disse emburrada.



- Olha, se não quiser me dar dinheiro, Pode me dar um beijo. Ou quem sabe levantar a camisa e deixar eu dar uma olhada nas suas beldades albinas. Pode até me fornecer uma rapidi...



                              PAAH!



Não deixei que ele terminasse a frase, e já fui logo metendo a mão na cara dele. Esse cara acha que é quem pra ficar falando essas coisas?




- SEU MENDIGO TARADO! SEM VERGONHA! NÃO TE DERAM EDUCAÇÃO, NÃO?



- C-calm...



- CALMA É O CARALHO! EU VOU TE PROCESSAR POR ASSÉDIO, SEU TARADO DE UMA FIGA! 




- POR FAVOR NÃO FAZ ISSO! EU JÁ FUI PRESO UMA VEZ. FOI HORRÍVEL. FAÇO QUALQUER COISA, MAS POR FAVOR NÃO ENVOLVE A POLÍCIA NO MEIO. - Em um piscar de olhos, ele estava ajoelhando na minha frente de mãos juntas implorando.



Pera aí! Qualquer coisa?




- Qualquer coisa? - Perguntei desconfiada.




- Qualquer coisa!




HE! HE! HE! Acho que já sei como começar a realizar meu sonho






Notas Finais


E aí? Belezinha?


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