História História 08 - EFEITO BORBOLETA - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Bleach
Personagens Aizen Sousuke, Byakuya Kuchiki, Gin Ichimaru, Hinamori Momo, Ichigo Kurosaki, Isshin Kurosaki, Izuru Kira, Karin Kurosaki, Kenpachi Zaraki, Nanao Ise, Nemu Kurotsuchi (Nemuri Nanagou), Rangiku Matsumoto, Renji Abarai, Retsu Unohana, Rukia Kuchiki, Soi Fong "Soifon", Tier Harribel, Toushirou Hitsugaya, Ukitake, Yumichika, Yuzu Kurosaki
Tags Akira, Bleach, Borboleta, Efeito, Efeito Borboleta, Historia 08, Hitsugaya, Hitsugaya Toushirou, Hitsukarin, Karin, Kurosaki, Kurosaki Karin, Toshiro, Toushiro, Toushirou, Tsuruga, Tsuruga Akira
Visualizações 172
Palavras 1.205
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Esporte, Festa, Luta, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, Minna-san! o/

Eu sei que demorei, mas foi por um bom motivo, ok? Além de estar um tantinho sem tempo, eu estava ponderando algumas coisas e, entre elas, o fato deç seguir adiante sem deixar pelo menos um pedacinho "hot", não ia me agradar kkkkk Então, aqui estamos \o/

Espero que gostem do capítulo! =D

Enjoy, Minna-san! o/

Capítulo 18 - Capítulo 18 - CRIME


Aquela, definitivamente, não era a primeira mulher a qual Hitsugaya tocava com tanta intimidade e ele, por sua vez, também não era mais nenhum adolescente inexperiente. Ainda assim, a garota deitada sob ele em sua própria mesa de trabalho lhe causava uma inesperada e estranha excitação, quase como se, de alguma forma, lhe dissesse ser diferente das outras. Contudo, ainda havia alguns fatores que talvez explicassem aquela misteriosa experiência.


O primeiro entre todos os possíveis fatores a serem considerados, certamente era o fato de agora estar tocando a única mulher que logo após  tomar conhecimento sobre sua existência, havia decidido nunca tocar - afinal, aquela era a irmã de um colega de trabalho, motivo, normalmente, mais do que suficiente para sua decisão. Um outro fator que, inevitavelmente e de semelhante forma encontrava-se no topo da lista, era o próprio local. E, por mais casto que um homem pudesse ser, seria biologicamente impossível ignorar a satisfação de poder liberar seus desejos sexuais em seu próprio ambiente de trabalho - porque, obviamente, havia sim prazer nisso. Todo homem, algum dia, já fantasiou com isso, mas, veridicamente, poucos eram os que poderiam ter o privilégio de realizá-lo.


A sensação, indiscutivelmente, era imensamente prazerosa e,  ao mesmo tempo, difícil de descrever. Porém, se o empresário tentasse realmente fazê-lo, provavelmente a descreveria como o prazer de realizar um pequeno crime - mesmo que ele nunca houvesse realmente cometido um, mas se transar com aquela mulher em seu escritório fosse uma infração da lei (e, relativamente, poderia-se dizer que era um, já que era uma clara violação de conduta para com a instituição), ele não teria problema algum em repeti-lo, várias e várias vezes, e sem qualquer remorso real. A sensação de perigo poderia ser, contraditoriamente, prazerosa. Fazer algo que não deveria e ainda possuir a possibilidade se ser flagrado, normalmente, se colocado como qualquer violação, sendo esta banal ou não, certamente que em nada lhe pareceria atraente, mas naquela situação em específico, com aquela mulher em específico, nada lhe poderia parecer mais tentador.


Realizar o proibido, sem dúvida alguma, era algo indescritivelmente viciante. E, uma prova disso, estava naquela indecisão que agora lhe corroía de forma tão torturante.


O jovem grisalho, desde que se entendia por gente, nunca foi do tipo que entrava em pânico ou mesmo precisava se concentrar muito para conseguir tomar uma boa e racional decisão. E isso, nitidamente, se aplicava tanto às decisões mais banais quanto às mais importantes que já precisou tomar. Na sua atual situação, no entanto, já há algum tempo a mesma pergunta perambulava por sua mente, sem sequer ter sombra sobre qualquer solução definitiva. E, ainda que esta fosse simples - e, talvez até banal -, Hitsugaya, de maneira alguma, conseguia decidir o que realmente queria: deveria, por fim, retirar aquele vestido do corpo feminino ou o manteria retirando apenas a peça que realmente lhe atrapalharia?


Em todo caso, suas duas opções lhe eram extremamente tentadoras.


A dúvida, de fato, lhe era algo torturante e, ao mesmo tempo, prazerosa - afinal, ele ganhara o direito de tê-la. E aquele vestido, em seu íntimo, não lhe parecia necessariamente a personificação de um “inimigo”.  Karin havia ficado bastante elegante e, também, provocante com ele. Ele acentuava sua pele, suas curvas e ainda lhe dava aquela saborosa sensação de “fácil acesso”. Se queria beijá-lhe os seios, bastava acariciar levemente a pele dos volumes expostos pelo decote já existente e, de “brinde”, podia provocar a morena ao deslizar seus dedos e língua sobre o limite deste e, por fim, aos poucos, baixar ainda mais o decote, deixando amostra os dois deliciosos volumes para cumprir suas próprias travessuras - as quais, a esta altura, já eram muitas.


E se por acaso seus planos envolvessem a parte inferior daquele mesmo corpo, o vestido, mais uma vez, lhe parecia um verdadeiro aliado. O lado interessante de se ter a impressão de “fácil acesso”, era a provocante certeza de que poderia tocar-lhe em qualquer parte - qualquer parte mesmo - sem nem ao menos precisar arrancar-lhe a roupa - embora não possuísse qualquer real resistência em fazê-lo -, além, é claro, da enorme satisfação que surgia ao ter o prazer de realmente invadir-lhe a vestimenta.


Era difícil explicar, mas era incrivelmente prazeroso sentir o tecido cobrir-lhe a mão e lhe dar a garantia de estar cometendo algum tipo de pequena infração. Havia ainda, de forma não menos importante, o arrepiar da pele quente da morena - que até então se via coberta e protegida pelo tecido - em contato com a furtiva e intrusa mão. E, como a cereja do bolo - e para quem não gosta de cereja, entenda como sendo o último toque para finalizar a obra - estava aquele sorriso.


Karin lhe sorria. De forma travessa, de forma maliciosa e, de forma satisfeita. E aquilo, é claro, o preenchia de satisfação e o enlouquecia de prazer. Um homem não resiste a um sorriso, ainda mais se o sorriso for de prazer. Um prazer causado por ele. Ela gostava que ele lhe tocasse e o deixava fazer, tanto que até mesmo, algumas vezes, o provocava para que o fizesse. E enquanto o tecido do curto vestido se enrolava e, aos poucos, subia-lhe as coxas cada que o rapaz exigia por mais contato, a garota fazia questão de lhe mandar aquele travesso sorriso. Ela sabia da indecisão dele e, por vezes, se aproveitou disso. A última, todavia, foi a pior - ou melhor, dependendo do ponto de vista - delas.


Diminuindo os beijos aos poucos, a morena logo lhe chamou um pouco a atenção e, sem explicar muita coisa, empurrou de leve o peitoral masculino para que se afastasse - ainda que minimamente. E mesmo que estranhando, o grisalho o fez, voltando-se a erguer-se com a coluna ereta e dando um único e curto passo para trás, observando a garota a se levantar, colocar os pés nus novamente no chão e encostar o quadril na mesa. E, com um sorriso misterioso e um olhar negro, brilhante e luxurioso, ela, lentamente e levemente, deslizou as mãos por toda a extensão do musculoso peitoral até que chegasse ao início da negra calça social.


O olhar dela, que percorria o prazeroso e bem esculpido corpo de Hitsugaya ao mesmo passo que as mãos o explorava, parou e fixou-se brevemente no olhar verde-mar do rapaz. Ela gostava de lhe encarar, era quase como se o desafiasse, mesmo que ele não soubesse qual exatamente era o desafio. Ainda assim, aquele olhar mexia consigo e o fazia querer desvendar o mistério por trás dele. E após sustentar a troca de olhares durante alguns silenciosos - e ligeiramente perigosos - segundos, Karin baixou seu olhar novamente, observando enquanto os próprios dedos deslizavam vagarosamente entre a pele quente e firme da barriga masculina e o limite do tecido da calça. E, retornando seu olhar para encará-lo, deixou uma pequena mensagem implícita em seu morder de lábios em meio aquele mesmo sorriso travesso. E, em seguida, de súbito, o puxou-o mais para si utilizando aquela mesma calça que, em realidade, a existência já há algum tempo a incomodava.


O sorriso travesso da morena - aquele mesmo sorriso que Hitsugaya já tinha certeza que ela conhecia o poder que exercia sobre ele -, então, alargou-se, enlouquecendo, permanentemente, o grisalho empresário.


Notas Finais


#Aviso: Gente, eu sou menina, tá? Kkkkkk Uma menina velha ~ atualmente, na versão 2.2 ~, mas uma menina. Contudo, achei interessante colocar esse capítulo na perspectiva masculina, ou seja, do Hitsugaya. Ainda assim, devo dizer que tudo descrito acima é pura verdade, pois é exatamente assim que os homens pensam! Minha fonte: meu marido. Logo, aí está a mais pura ~ ou talvez, não tão pura assim ~ verdade kkkk


Espero que tenham gostado! =D

Até o próximo! o/

Kissus da Tsu-chan/Aki-san! s2


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