História História 12 - MISSÃO - Capítulo 24


Escrita por: ~ e ~RonoroaZoro-kun

Postado
Categorias Bleach
Personagens Ichigo Kurosaki, Isshin Kurosaki, Karin Kurosaki, Rangiku Matsumoto, Toushirou Hitsugaya, Yuzu Kurosaki
Tags Akira, Akira-chan, História 12, Hitsugaya, Hitsugaya Toushirou, Hitsukarin, Karin, Kurosaki, Kurosaki Karin, Missão, Policial, Toshiro, Toushiro, Toushirou, Tsuruga, Tsuruga Akira, Tsuruga Akira-chan
Exibições 122
Palavras 1.184
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Ficção, Ficção Científica, Josei, Luta, Mecha, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá, Minna-san! o/

Estou de volta com mais um capítulo da nossa fic!

Espero que gostem! =D

Enjoy, Minna-san! o/

Capítulo 24 - Capítulo 24 - CONFRONTO


Ao chegar na sala do  setor pedagógico, Hitsugaya novamente teve a difícil tarefa de enfrentar a ousada secretária que, mais uma vez, persistia em lhe mandar olhares indiscretos, bem como também indiretas insinuantes e que lhe fizeram perder um certo tempo para conseguir sair da sufocante sala branca. Finalmente estando livre, seguiu pelo corredor em busca da primeira sala escura e destrancada na qual se encontraria com sua adversária, achando-a poucos instantes depois e que, sem bater, entrou.

- Não acenda a luz, vai chamar atenção. - Ecoou a voz feminina provinda da figura negra sentada frente à janela.

    Hitsugaya obedeceu, pois para si também era desnecessário chamar atenção demasiada e, até mesmo por isso, certificou-se de que a caçula da família Kurosaki fosse afastada. Seu objetivo atual não permitiria plateias.

Fechando a porta atrás de si, adentrou a sala e seguiu até a silhueta que, conforme ia se aproximando, ganhava mais detalhes com a pouca iluminação que vinha de fora da esquadria de vidro. E, em meio à corredores e corredores de mesas contínuas escalonadas, a garota sentada na ponta de uma mesa no final do corredor de degraus, olhava para o lado de fora da sala sem nem ao menos se virar para o rapaz que se aproximava.

- O que quer comigo numa sala escura, Hitsugaya? - Sua voz se manteve neutra como sempre expressou aos outros alunos.

- Não acho que gostaria de conversar em lugares públicos. Esse é um bom lugar para se ter uma conversa reservada. - Respondeu também sem expressar qualquer emoção em sua voz, enquanto subia as escadas e parava de frente para a garota.

- Não acho que preciso discutir um relatório no escuro. - Fêz-se de desentendida.

- Sabe bem que não é sobre o relatório. - Respondeu.

- E sobre o que mais seria? - Rebateu.

    O grisalho quase sorriu. A garota certamente era boa em se manter calma e fingir não saber de nada, mesmo após ter sido indiscutivelmente descoberta. Talvez tivesse qualquer esperança sobre o rapaz realmente  ter se enganado.

- Atuou bem em esconder ser uma perita em  artes marciais. Não aparenta ser do tipo atlética quando vestida assim. - Insinuou.

- Neste lugar falam muitas coisas sobre mim, assim como devem falar de você. Não deveria acreditar em tudo que ouve, as pessoas mentem. - Aconselhou em tom de desdém enquanto o encarava.

- Está dizendo que sua irmã espalha boatos sobre você?

Karin, imediatamente, estreitou seu olhar, mas não daria seu braço à torcer.

- Aulas durante o ensino médio. Mulheres devem aprender a se proteger, é simples. Yuzu é tão boa quanto eu. E em que isso lhe interessa? Pretende abrir algum dojo? Se for, dispenso a oferta. Tenho muita coisa para estudar e não tenho tempo, mas pode tentar ver com a Yuzu. - Sugeriu ainda mantendo seu jogo em campo.

- Não tenho interesse algum nisso, mas admito que suas habilidades de atuação e autocontrole são de alto nível. Mesmo ainda deixando alguns rastros sobre si. - Manteve-se em seu tom calmo. - O perfume que usa é bem peculiar. Uma essência forte o suficiente para esconder completamente o cheiro de graxa e borracha. No entanto, para atingir tais resultados, é necessária uma boa quantidade da essência e por isso o aroma se propaga com facilidade. - Expôs.

- Graxa? Borracha? Desculpe, mas não sei do que está falando. - Continuou a fazer-se de desentendida. A exata análise do rapaz havia lhe surpreendido, mas não deixaria isso transparecer no seu rosto.

    Hitsugaya era um homem habilidoso demais para que Karin permitisse qualquer deslize em seu disfarce. Um erro e ele teria a prova definitiva que necessitaria para acusá-la.

    O capitão se moveu, aproximando da garota e repentinamente lhe puxando o prendedor de cabelo meio frouxo que lhe fez desenrolar automaticamente todos os negros fios, pendendo até a altura da cintura. Karin, em resposta automática, inconscientemente buscou bruscamente a mão que lhe roubara o objeto metálico, fazendo suas costas reclamarem em uma diminuta dor aguda que lhe fizera soltar um involuntário grunhido agonizante, sendo este alto o suficiente para ecoar pela sala escura.

- Não parece estar muito bem. - Analisou o grisalho preocupado pelo grito repentino. A lesão pareceu mais grave do que   garota tentava demonstrar.

    Karin respirou pesado tentando se acalmar e ignorar a dor. Abrindo alguns dos primeiros botões do uniforme, passou sua mão por baixo do tecido e pressionou em pontos específicos com os dedos o músculo lesionado para tentar aliviar a lancinante dor.

- Já estive melhor. - Disse com dificuldade. Embora com dor, a morena logo identificara que seu involuntário grito havia chamado a atenção de alguém, coisa que o rapaz ainda não parecia ter reparado, mas que com certeza em breve iria, mas que talvez ocorresse tarde demais para conseguir se arrumar novamente, principalmente com a irritante dor que sentia no momento.

Karin não tinha paciência para discutir com o grisalho no momento, muito menos para tentar explicar o que acontecia na sala se alguém a visse ferida. Ainda meio curvada, encarou o jovem por cima do óculos de forma feroz.

- Devolva a porcaria do prendedor, não estou com paciência hoje, Toushirou. Tem gente vindo para cá.

    O rapaz se surpreendeu com a súbita mudança de atitude da garota à sua frente. O olhar ameaçador, assim como o tom de voz, além do palavreado que se tornou muito menos requintado do que esta costumava usar - pelo menos, enquanto fingia ser apenas a representante - deixavam transparecer a verdadeira personalidade da jovem.

- Parece saber muito bem do que estou falando agora, Kuro. - Sugeriu o grisalho.

- Depois conversamos, tem gente vindo. Devolve logo a porra do prendedor. Não posso ser vista assim. - Ameaçou novamente em tom baixo. Os passos se aproximaram o suficiente para que o jovem também percebesse a aproximação de alguém e a dor havia lhe tirado a pouca paciência que teria para explicar qualquer coisa a quem quer que fosse.

- O que me garante que não irá fugir? Não é um problema meu se for vista assim, mas tenho algumas perguntas para você. - Condicionou o grisalho tentando negociar com a morena, porém, diferente do que esperava, um sorriso vitorioso surgiu em seus lábios. Karin ajeitou sua postura e puxou o rapaz pelo colarinho.

- Não se ache demais, capitão. Você não é o único que sabe um ou outro segredo. - Afirmou a morena.

    Os olhos de Hitsugaya se arregalaram ao ouvir seu cargo ser pronunciado pela adversária. Ninguém deveria saber sobre ele, nem mesmo deveria saber da existência de um capitão, pois a própria organização era tida como um mero mito. Um blefe? Impossível. Não havia como acertar tão precisamente com um blefe desesperado, além de que a expressão soberba da garota lhe dizia saber bem do que falava.

Novamente, Kuro parecia estar um passo à frente do capitão. Contudo, não haveria tempo para discussões. Seu tempo a sós com a felina havia acabado. Os passos intrusos logo pararam frente à sala e a porta finalmente se abriu. E com o abrir dela, um feminino e estridente grito ecoou pela sala.

Para Hitsugaya, aquele seria o início  de uma longa e inesperada noite.


Notas Finais


Cheguei! \o/

Só lembrando ao povo que acompanha as minhas outras fics ~ #ANJO, #REFLEXO, #INCENDIO, #EFEITO #BORBOLETA ou #ESCOLHA ~ : fiquem tranquilos! Não abandonei nenhuma, ok? Só tive que viajar esses dias e por causa disso, não tive tempo para escrever e revisar os outros capítulos!

Ah, quero dividir também a minha alegria em ver que novas HitsuKarin de outros autores estão surgindo *-* Gente, tenho que lembrá-los que eu também sou #leitora! Comecei a escrever minhas HK justamente porque haviam poucas e eu já havia lido todas. Então, estou super feliz! =D

Vamos dominar o mundo com HK! \o/ Kkkkk

Espero que tenham gostado do capítulo! =D

Até o próximo! o/

Kissus s2


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