História História 12 - MISSÃO - Capítulo 37


Escrita por: ~ e ~RonoroaZoro-kun

Postado
Categorias Bleach
Personagens Ichigo Kurosaki, Isshin Kurosaki, Karin Kurosaki, Rangiku Matsumoto, Toushirou Hitsugaya, Yuzu Kurosaki
Tags Akira, Akira-chan, História 12, Hitsugaya, Hitsugaya Toushirou, Hitsukarin, Karin, Kurosaki, Kurosaki Karin, Missão, Policial, Toshiro, Toushiro, Toushirou, Tsuruga, Tsuruga Akira, Tsuruga Akira-chan
Visualizações 115
Palavras 1.248
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Ficção, Ficção Científica, Josei, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, Minna-san! o/

Acebei dicando um tempinho sem aparecer, mas não foi proposital. ~ Nem preciso dizer, né?

Ainda vou responder os comentários do capítulo anterior, ok?

Enfim, espero que gostem! =D

Enjoy, Minna-san! o/

Capítulo 37 - Capítulo 37 - HÁBITOS


Desde que chegara a cidade e conhecera a felina da noite, Hitsugaya passara por diversas situações em que um único olhar da garota lhe era o suficiente para irritar-se. O motivo inicial, é claro, estava no fato da morena ser uma possível inimiga. Agora, no entanto, mesmo tendo-a ao seu lado, tal sensação nem mesmo dava sinais de que um dia iria findar-se. Em realidade, neste exato momento, fazia apenas aumentar.

 

Na noite anterior, após o pequeno conflito com seu primeiro adversário, o jovem investigou recebeu uma ligeira apreensão por sua conduta na luta. De acordo com a jovem que lhe acompanhava, o problema estava em ser “certinho” demais. Não houveram maiores explicações sobre o significado do comentário - o que ajudou bastante no crescimento da irritação do grisalho -, mas houve um pequeno ultimato: Hitsugaya deveria encontrá-la uma hora mais cedo que o combinado naquele mesmo velho galpão de sempre. O motivo, entretanto, também não foi dito.

 

Assim, impaciente, mas obediente, o rapaz fora ao recinto. Contudo, fora justamente em sua chegada que a situação complicou-se ainda mais…

 

Sem qualquer aviso, logo após passar pelas enormes portas metálicas da construção e situar-se durante algo menor que um mísero segundo, Hitsugaya se viu atacado por qualquer coisa, da qual escapou por muito pouco. E mesmo após o ataque, nem por isso as luzes se acenderam. Ainda assim, o adversário da vez se apresentou e este, por sua vez, nada mais era do que a própria garota.

 

- Que diabos pensa estar fazendo, Kurosaki? - Questionou ele, novamente, enquanto tentava conter os próprios nervos.

 

Um baixo risinho ecoou pelo ambiente, reunindo-se brevemente ao som do repetido circular das pás dos exaustores. Alguns passos lentos, ao longe, também fizeram-se presentes.

 

- Aqui é Kuro, Capitão. - Entoou ela, de forma lenta, porém bastante clara. - Espero que tenha gostado da recepção, pois será assim até que se acostume-se a revidar um ataque de forma definitiva. - Informou ela.

 

Os olhos do rapaz se estreitaram um pouco. Uma notável veia pulsava em sua testa ao mesmo passo que os olhos claros focavam-se na jocosa figura em meio a penumbra.

 

- Não estou interessado em suas brincadeira, “Kuro”. - Alertou ele, no limite de sua paciência.

 

- Isso não é uma brincadeira, Toushirou, é um treinamento. - Rebateu ela. - Embora, realmente, não deixe de ser divertido. - Admitiu. - Em todo caso, eu já te disse isso antes. Você confia demais nas suas habilidades e isso te criou alguns vícios que temos que resolver.

 

- Não tenho qualquer vício e mesmo se tivesse, não vejo como isso poderia resolver qualquer coisa. - Argumentou ele.

 

Um bufar cansado provindo da felina ecoou.

 

- Não sei se é burro ou apenas teimoso, embora eu acredite mais na segunda opção. - Comentou ela.

 

O comentário, é claro, não agradou o ouvinte.

 

- Está tentando me irritar? - Inquiriu ele.

 

- Poderia, mas não é o caso. - Respondeu ela, de modo direto. - Você não anda armado e se acostumou a apenas imobilizar seus adversários. Uma “mania de policial” que, ou vai nos entregar ou vai te matar. - Indicou ela. - Se vai bater em alguém, bata para derrubar. Não há segundas chances ou leis na escuridão da noite, ou acha que ando armada com meu canivete por mero prazer?

 

- Não irei andar armado. - Declarou ele, de maneira firme.

 

Um baixo som novamente ecoou. Hitsugaya não podia enxergar nitidamente, mas considerando que fora algo próximo a um ligeiro riso, poderia facilmente concluir que sua resposta já era esperada.

 

- Vamos nos divertir, então. - Afirmou ela, apenas. Instantes depois, de forma incrivelmente rápida, a morena já estava inacreditavelmente próxima do investigador e, durante um breve instante, um quase imperceptível brilho metálico subiu próximo ao rosto masculino, que desviou no último instante.

 

- Kurosaki! - Protestou ele, mais uma vez.

 

- Me acerte ou irá sangrar antes de correr hoje. - Informou ela, movendo-se nas sombras novamente. - Não vai poder fugir para sempre. - Declarou ela, por último.

 

***

 

Não faltava mais do que alguns minutos para o horário de saída para a corrida da noite quando mais um suspiro cansado ecoou pelo velho galpão. As luzes, agora, permaneciam acesas e o grisalho, por sua vez, a olhar irritado para os cortes superficiais que adquirira pelo tórax. O suspiro, no entanto, nunca chegaram a partir do mesmo.

 

- Pensei ter dito para me derrubar. - Reclamou ela a preparar algumas gazes com álcool.

 

- Já disse que não estou interessado. - Respondeu ele, somente.

 

Karin o encarou de maneira cética, fazendo questão de deixar clara a sua observação pelo peitoral desnudo e ligeiramente ensanguentado.

 

- Não é questão de estar ou não interessado, sabe disso. - Repreendeu ela a pressionar uma das gazes sobre os ferimentos do rapaz. Obviamente, de forma a fazê-lo sentir mais do que o necessário.

 

O capitão, ao sentir o diminuto arder, praguejou em sua mente ao mesmo tempo em que trincava o maxilar. O arder causado pelo álcool em contato com a ferida, é claro, não era algo necessariamente insuportável. Contudo, não se poderia dizer também, ser algo completamente confortável para o grisalho, ainda mais quando ciente ser algo extremamente proposital por parte de sua atual enfermeira.

 

- Tenho meu próprio jeito de fazer as coisas. - Retrucou ele.

 

- Apenas apanhar não é bem o jeito de se fazer algo. - Contra-argumentou ela, cética.

 

Hitsugaya rangeu os dentes ligeiramente, contendo um pequeno praguejar em sua mente.

 

- Apenas desista da idéia. Não irei fazer parte desse treinamento maluco. - Declarou ele.

 

- Tudo isso porque não quer bater em uma mulher… - Disse ela.

 

O olhar do rapaz, então, subiu para encontrar o dela.

 

- Quem você acha que eu sou? - Questionou ela, embora de maneira retórica. - Acha que sou idiota e não reparei que estava se contendo? Moveu-se de forma bem mais ofensiva da primeira vez que nos enfrentamos no telhado da faculdade, mas aquilo, provavelmente, só aconteceu porque te peguei de surpresa.

 

O olhar irritado do investigador, por fim, abaixou-se afim de fugir do contato visual.

 

- Se sabe, desista da ideia. - Afirmou ele.

 

Um pequeno sorriso de canto surgiu na face feminina. Definitivamente, ele não sabia conter-se ao ser pego em flagrante.

 

- Nem pensar. - Respondeu ela, fazendo o grisalho voltar a encará-la, ainda que com uma estampada confusão. - Agradeço o gesto, mas sou bem grandinha e cresci no meio do seus atuais inimigos. Não iria me acertar tão fácil mesmo que tentasse e eu preciso que tente.

 

- Já disse que não irei. - Repetiu ele, de modo enfático.

 

- Então, acho que os próximos dias serão bem divertidos, ao menos, para mim. - Declarou ela a retirar a última gaze e fechar a caixa de primeiros-socorros. Jogando a camisa masculina sobre o rapaz, alertou: - Hora de ir, sr.cavalheiro.

 

O descarado deboche, obviamente, o deixou ainda mais irritado, mas não mais do que a ideia de que, nos próximos dias, os insistentes e perigosos ataques continuariam e a hipótese de apenas evitá-los chegando em cima da hora, certamente, não ocorreriam enquanto sua adversária fosse justamente a motoqueira de cabelos negros.

 

Para aquela primeira semana, além de arriscadas e seguidas corridas que esperavam pelo rapaz, um intenso e involuntário treinamento seriam os pequenos fatores que, em suas doses diárias, levariam o jovem capitão a extravasar sua cumulativa frustração em uma ação impensada num futuro inesperadamente breve.


Notas Finais


Bem, o capítulo originalmente ficou um pouquinho maior do que eu previa, então decidi dividí-lo para já poder postar rsrs'

Espero que tenham gostado! =D

Até o próximo! o/

Kissus da Tsu-chan/Aki-san! s2


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