História História 14 - INCÊNDIO - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bleach
Personagens Gin Ichimaru, Hinamori Momo, Ichigo Kurosaki, Isshin Kurosaki, Karin Kurosaki, Masaki Kurosaki, Personagens Originais, Rangiku Matsumoto, Toushirou Hitsugaya, Yuzu Kurosaki
Tags Akira, Akira-chan, Historia 14, Hitsugaya, Hitsugaya Toushirou, Hitsukarin, Incêndio, Karin, Kurosaki, Kurosaki Karin, N° 14, Toushiro, Toushirou, Tsuruga, Tsuruga Akira
Exibições 92
Palavras 1.249
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Josei, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá, Minna-san! o/

Como sempre, adiantando os que eu posso... Então, segue mais um capítulo! \o/

Espero que gostem! =D

Enjoy, Minna-san! o/

Capítulo 9 - Capítulo 9 - PASSADO


Embora tivesse ouvido perfeitamente o questionamento da tenente, Hitsugaya demorara alguns breves segundos para compreender de fato a pergunta. Para si, esta não fazia qualquer sentido.

- Não invente coisas, Matsumoto! - Respondeu ele, finalmente.

A mulher pareceu se indignar.

- Não estou inventando nada, eu estou vendo! Está com medo que ela se machuque e quer protegê-la, deixou que ela ficasse no seu apartamento apenas para ter certeza de que ficaria bem e por perto. E agora está aqui, preocupado com quando ela acordar e decidir ir embora sozinha. - Expôs ela.

- Está enganada, Matsumoto! Estou pensando de forma lógica. Kurosaki é uma policial e estava envolvida em algo perigoso. O criminoso fugiu. É uma decisão lógica tentar mantê-la protegida até que não existam mais riscos. - Argumentou o grisalho.

A ruiva claramente se irritou com a resposta.

Não lhe parecia realmente que este seria o único motivo, pois do contrário, o rapaz agiria da forma mais lógica. Manteria a família informada e tentaria buscar informações com a própria polícia. No entanto, não era o que acontecia.

Hitsugaya agora agia de forma superprotetora.

- Está tentando proteger ela sozinho. Já se deu conta disso? - Perguntou a mulher séria.

- Não sei do que está falando. Está fantasiando coisas, Matsumoto. - Retrucou o rapaz.

A subordinada, por fim, perdeu a paciência.

- Abra mais os seus olhos! Você não se relacionou com nenhuma mulher desde de que terminou com a Hinamori-chan! Fica o dia todo trancado aqui ou na sua casa e nunca sai para lugar nenhum! E agora fixou sua atenção na Karin-chan! - Disse. - E isso é ótimo! É perfeito! Por que se recusa a apenas pensar nela como uma possibilidade? Vocês são parecidos, tanto no comportamento quanto no trabalho e se entendem bem. O problema principal sempre foi conciliar o trabalho com a parceira e agora encontrou a garota perfeita! Ela te entende! Sempre entendeu! - Argumentou a tenente.

    O grisalho encarou a ruiva irritado.

- Está falando coisas sem sentido. Só pode ser excesso de tempo ocioso. Já cumpriu sua tarefa, apenas volte para sua mesa e termine os relatórios de hoje. - Declarou o rapaz sem interesse na conversa.

Embora o capitão tentasse evitar o assunto e até negar o comentário da subordinada, era um fato que a garota sempre o entendera perfeitamente bem e, tanto seu modo de pensar quanto de agir, sempre foram compatíveis com os seus.

Contudo, Hitsugaya nunca de fato cogitara a ideia da morena como um potencial interesse amoroso.

Karin era, ao menos, 6 anos mais nova que o bombeiro, além de ser filha do antigo capitão da 10° brigada que agora comandava, ainda era irmã de um destacado colega de profissão. E, mesmo com todas as relações indiretas existentes entre ela e ele, o rapaz acabara por conhecer a jovem por um mero acaso.

Certa vez, quando a garota não tinha mais que 11 anos, ao ela perder a bola em um chute acidentalmente forte, a redonda acabou por rolar em direção do grisalho e ele, percebendo a criança ser a dona do objeto, a devolveu prontamente. Depois disso, a jovem acabou por lhe convidar para jogar futebol com seu grupo de amigos sempre que o via, assim mantendo um laço de amizade com o rapaz.

Todavia, mesmo com a pouca idade, a criança sempre demostrara um forte senso de responsabilidade e gentileza, além de um aguçado senso de observação. Hitsugaya, em realidade, nunca gostou muito de se socializar com outras pessoas, preferindo apenas ficar em algum lugar mais isolado e aproveitar seu tempo trabalhando ou fazendo qualquer outro tipo de atividade produtiva. Porém, também era verdade que a presença da menina nunca lhe incomodou, sendo ela quieta e bem compreensiva, tinha apenas o defeito de ser extremamente competitiva, mas ainda assim ele até mesmo gostava da época em que jogava com ela.

E Matsumoto, conhecendo o rapaz desde fora salvo do incêndio da casa em que vivia, tanto conhecia a amizade entre os dois como a facilidade que eles possuíam em se entender. Algo realmente considerável do ponto de vista dela, visto que a facilidade de entendimento ainda existia após anos sem se falarem. E a mulher, agora, tentava deixar isso claro os olhos do próprio capitão.

- Eu posso sair, mas isso não vai mudar o fato de que eu estou falando a verdade. Aquela garota sempre gostou de você, mas o taichou estava ocupado demais com o trabalho e com a Hinamori-chan para enxergar. - Alertou ela.

- Apenas pare de falar besteiras e vá trabalhar, Matsumoto! - Ordenou o grisalho.

- Apesar de dizer isso, tenho certeza que ela consegue mexer pelo menos um pouco com você. Não adianta mentir para si mesmo. - Declarou a mulher. - Tenho certeza que vai concordar comigo quando chegar em casa. Afinal, me permitir emprestar algumas de suas coisas para ela. - O tom da mulher carregava certo mistério e satisfação.

As palavras da ruiva não faziam sentido para si, além da conversa sobre Hinamori não lhe agradar.

- Matsumoto! - Esbravejou o rapaz, mas a tenente apenas deu de ombros enquanto saia da sala.

A mulher já havia dado seu recado.

Há alguns anos atrás, Hitsugaya realmente havia começado um relacionamento com Hinamori, a antiga amiga de infância. Em realidade, o grisalho sempre achou gostar da menina. Era bonita, inteligente, doce e gentil, além da pessoa que ele sempre quis proteger.

Antes de arriscar um relacionamento amoroso com Hitsugaya, a garota já havia tido um outro caso amoroso. Neste caso, com o homem que sempre admirara desde que entrara para a brigada de incêndio. Aizen era o nome do superior por quem ela se apaixonara, no entanto, não era um homem de bom caráter. Pouco tempo depois, a polícia descobriu que o sujeito desviava dinheiro e ainda possuía alguns contratos ilegais com fornecedores. Aizen foi preso e admitiu ter usado a jovem inocente para auxiliá-lo em seus planos.

Após tal caso, Momo entrou em depressão profunda e Hitsugaya alimentou um enorme ódio pelo ex-colega de profissão. Sofrendo ao ver o estado da garota e tentando amenizar o sofrimento da própria, o grisalho se declarou e logo depois iniciou um namoro com a mesma. Contudo, pouco tempo depois se mostrou não ter sido a melhor opção.

O capitão de certo amava a garota, mas como uma amiga ou irmã, e ela, de igual forma, também o amava assim. No fim, Momo não podia esquecer Aizen e ainda tinha esperanças para quando fosse liberado da prisão e, enquanto não acontecia, acabou por se tornar extremamente protetora com o grisalho. Reclamava do excesso de trabalho do amigo, do perigo a que se expunha e do forte senso de responsabilidade que este possuía sem pensar em sua própria vida.

A convivência próxima tornou-se impossível.

Depois do caso, o capitão nunca mais se relacionou ou se importou em entrar em contato com qualquer outra mulher. Sua prioridade tornara-se apenas o seu trabalho, no qual passou a se focar inteiramente: seu dever como bombeiro.

Todavia, nesta noite, acabara por salvar uma amiga distante e agora, a mesma garota encontrava-se acolhida em seu apartamento enquanto ele se preocupava com sua situação e com a segurança da morena.

Era o que Matsumoto acabava de lhe dizer.

    Sem a presença da ruiva em sua sala, o ambiente tornara-se extremamente silencioso, no entanto, o mesmo não acontecia na mente do grisalho.

As palavras de Matsumoto ecoaram mais profundamente do que gostaria...


Notas Finais


Espero que tenham gostado! =D

Até o próximo capítulo! o/

Kissus s2


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...