História Histórias de Acampamento - SOLANGELO - Capítulo 5


Escrita por: ~

Exibições 262
Palavras 1.170
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oii, voltei ❣
Esse capítulo vai ser algo como um "especial de halloween", já que na nossa história, é final de outubro. Mas, está pequenino, não criem muitas espectativas com ele ;-;
(Leiam as notas finais ❤)

Capítulo 5 - V


*WILL POV*
  É vespera de halloween e estamos fazendo os últimos preparativos para a festa de amanhã. Quer dizer, "estamos" é injustiça; os campistas estão fazendo as coisas sob ordem de Nico, já que é o filho de Hades que temos aqui; e eu estou ao seu lado, como que um assistente. Não que eu ajude em algo. Mas eu sou o médico dele, então...
  Connor Stoll está insalando, com ajuda de Harley, "surpresinhas",  segundo eles, para a "corrida dos doces", mais uma invenção de Harley. Os filhos de Hefesto, estão fazendo abóboras que falam, dançam ou alguma coisa assim. Algumas filhas de Deméter fazem enfeites de planta surgirem da terra. Não vou ficar dizendo o que cada campista está fazendo (além de estar querendo nos matar, depois da declaração de Nico para me poupar: "eu preciso de um médico comigo, para evitar acidentes, e, por acaso, Will é meu médico"  ). Com tudo pronto, por volta das 23:00, Quíron faz um último comunicado antes de nos dispensar:
— Espero que amanhã aproveitem o dia, mas não se esqueçam que não é porque se trata de uma data festiva que a regra vai mudar: é proibido que qualquer casal fique sozinho em qualquer um dos chalés. — noto que ele mudou sua frase, que antes dizia "um garoto e uma garota" para "um casal", o que me deixa mais confortável, porém faz com que as ações que desejo fazer com Nico Di Ângelo tornem-se proibidas.
  Deixo ele na porta do chalé 13. Nico equilibra-se na ponta de seus pés, fazendo os músculos de suas pernas, agora com frequência expostas, se contrariem, e dá um selinho demorado nos meus lábios rachados com o frio que anuncia com antecipação o inverno.
— Boa noite, Sol. — ele diz suavemente, olhando em meus olhos.
— Boa noite, Flor. — respondo, me afastando da porta de madeira, que se fecha.
  Quando chego ao meu chalé, meus irmãos ainda estão se arrumando para dormirem, mas o banheiro está disponível. Tomo um banho quente, escovo meus dentes e visto uma roupa para dormir: uma calça de moletom cinza e uma camiseta velha.
--
  Estou ainda de pijama, no banheiro, quando os colegas de chalé gritam por mim:
— Cadê o Will? WILL! — saio do banheiro e os encaro.
— O que? — pergunto.
  Um dos filhos de Apolo está parado no chão, com dor no olhar. Os outros já se dispersaram pelo cômodo, cuidando de si próprios, então, eu mesmo o carrego até a enfermaria. Não é tão fácil carregá-lo como carrego Nico, e veja que este tem 13 anos, não 15.
  Faço os devidos exames para alguém que caiu do beliche e o deixo de repouso na enfermaria, prometendo que mais tarde Kayla ou algum outro enfermeiro virá ver como está e lhe trazer algo. Volto ao chalé 7, quando todos já foram; estou atrasado.
  À porta, está Nico, provavelmente notando que não o encontrei no caminho do pavilhão, como fazemos todos os dias. Ele não está fantasiado ( Humpf!), mas está vestido de maneira exótica: usa uma camiseta do acampamento, bermudas cáqui e chinelos. E também uma asinha cor-de-rosa de fada presa aos ombros.
— Você tá assim ainda, é? — implica Nico.
— Eu?! — retruco, exaltado. — Eu não tive tempo! Mas e você, que não está fantasiado, hein?!
— Estou sim. — ele me responde suavemente, aproximando o rosto do meu, a ponto de respirarmos o mesmo ar, apenas para depois afastar-se.
— De que, então?  — indago, procurando minha roupa de zumbi e a maquiagem que Kayla me emprestou.
— Will Solace. — ele responde, um sorrisinho sarcástico puxa o canto de sua boca. Dá um giro levemente ridículo com as mãos levantadas à altura dos ombros.
  Deuses do Olimpo. O que é isso?
  Bem, então vamos fazer os olhos dos outros saírem de seus rostos de tão gays que estaremos. Desisto de minha fantasia original, e me viro para Nico:
— Ah, é? — me aguarde, Di Ângelo. — Então, eu vou de Nico.
  Ele parece se engasgar com o sorriso que ainda sustenta.
— Como é que é?! — seus olhos estão arregalados. — Mas não vai mesmo! — Ele balança a cabeça em negação.
— Vou sim. — respondo. — uma camisa sua e... Bom, Kayla não vai ligar se eu pegar essa jeans preta.
  Tiro minha roupa e ouço um suspiro de Nico (Então táaaaaaa) e começo a por a calça de minha amiga. Ponho meu braço entorno do pescoço de Nico, e andamos juntos ao seu chalé, onde ele joga para mim uma camisa grande com uma caveira no centro. Calço meu all-star que eu não uso já há um tempo e estamos prontos. Espere, não. Se Nico fantasiado de Will, usa asasinhas, então, eu fantasiado de Nico vou passar um lápis de olho mega dramático. E assim faço.
  Estamos chegando atrasados ao café da manhã temático. Há campistas fantasiados de bruxas, zumbis, mumias e algumas dessas fantasias são muito bem feitas e até, assustadoras, porém somos eu e meu namorado — Não, não me canso de ficar bobo o chamando assim. — que tiramos da boca de Calipso um:
— Eu não acredito...
   — Cara, eu vou ter pesadelos com isso a semana inteira. — compelta Valdez, sorrindo debochado.
  A primeira brincadeira do dia tem como ideal uma coleta de doces mais divertida. Temos obstáculos ao longo da floresta e o objetivo é pegar a maior quantidade de doces; é permitido formação de alianças entre duas pessoas e também roubar doces de outros competidores. O jogo dura uma hora. Típico do acampamento meio-sangue, brincadeiras ou jogos que treinem os semideuses.

*NICO POV*
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  Acho que eu devo ser o campista com a maior quantidade de doces, pois a cesta que recebemos no começo do jogo está cheia de guloseimas. Estou preocupado com meu cosplayer versão loira e morena e linda: não o vi desde que adentrei o bosque. Uma flecha prende o tecido laranja da camisa que uso ao pinheiro atrás de mim. Falando em Will....
  A cabeleira loira cacheada surge a poucos metros de distância. Sua cesta está bem menos carregada do que a minha.
— Se perdeu na floresta, Sol? — o provoco.
— Achei que você que tivesse se perdido. — retruca, me fazendo sorrir.
— Tá. Mas será que você pode tirar esse negócio daqui? — minhas mãos puxam, sem sucesso, a flexa que me prende à árvore.
  Will tira com facilidade. Agora, faltam dez minutos para o fim do jogo, pelo que a ninfa que vi me informou.
— Têm uns doces em um pinheiro perto daqui. Não dá pra escalar, mas eu posso te dar pé-pé... Quer ir lá? — ele pergunta.
  Apenas concordo com a cabeça e Solace nos guia no bosque.

*WILL POV*
  Estou segurando Nico com minhas mãos, enquanto este estica-se para pegar o máximo de doces possível. De repente, não está mais lá. Nico Di Ângelo sumiu como se fosse levado pelo vento.


Notas Finais


Bom, foi só isso mesmo... Eu estou já trabalhando no próximo e deve sair em breve, tipo mesmo.
Eu peço desculpas pela demora a postar e essa coisinha minúscula... Mas realmente não estou podendo.
Beijos, e mais uma vez, me perdoem e não me abandonem ❤


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