História Histórias de Jogos 2 - Five Nights At Freddy's(interativa) - Capítulo 26


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Categorias Five Nights at Freddy's
Exibições 61
Palavras 1.128
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Mutilação, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 26 - Isso...NÃO É NADA BOM!


Fanfic / Fanfiction Histórias de Jogos 2 - Five Nights At Freddy's(interativa) - Capítulo 26 - Isso...NÃO É NADA BOM!

Wade adentra uma sala, tentando se afastar de tais vozes que havia ouvido há pouco tempo. Vozes que o fizeram sentir raiva por anos e anos.

Se encontra em uma sala de ferramentas, com várias peças cheias de poeira espalhadas no chão e em uma mesa de madeira. Parecia que não era uma sala muito frequentada, ou pelo menos, não muito visitada pela equipe de limpeza.

O homem anda até lá, checando os objetos cuidadosamente. No local não havia sinal de câmeras de vigilância. Uma sala privada. Vários tipos de ferramentas se encontravam por lá: chaves de fenda, de boca, martelos...

Quem sabe pudesse levar algo útil consigo?

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Red encara o traje amarelado, nervoso e mais pálido do que já era.

Golden Freddy apenas esperava sua resposta, ou ao menos alguma ação.

Carla acaba respondendo por ele:

- Sim. Precisamos muito de sua ajuda, se possível. Nossa amiga está em perigo….e acabamos nos perdendo de nosso grupo.

Golden Freddy acena com sua cabeça robótica, parecendo entender.

- Ok. Vamos achá-la, primeiro, já que ela pode estar com problemas. - diz o traje, começando a flutuar e brilhar de modo mais intenso. - Tal local é grande. Pode ser uma busca longa.

- Posso dizer onde já procurei. - diz Red, meio ansioso, já que um traje ia começar a segui-lo. Compreensível. - Bem...você saberá o que fazer caso…

- Espero que sim. - interrompe o traje. - Bem, comecemos a busca. Não temos muito tempo, certo?

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Começando a busca, o “trio” peculiar andava pelos corredores, à procura da garota de óculos ou do resto dos jogadores. Bem, só Red andava, com Carla em seu pescoço e Golden Freddy flutuando ao seu lado. Não era uma cena muito comum de se ver.

Red abraçava a si mesmo, tentando se manter calmo. Era o mais calmo do grupo, como se havia visto nos outros jogos. Se ele estava tão ansioso, imagina os seus amigos…

- Noto que está assustado, rapaz. - diz o traje de urso, brilhando.

- Bem...dá para imaginar que qualquer um estaria se estivessem nessa situação, certo? - diz Red, sorrindo trêmulo.

- Vamos conseguir achá-los. - diz Carla, otimista. - Eles tem que estar vivos! Como diz em Undertale...continue determinado!

- Undertale? - repete o traje, parecendo confuso. Obviamente, ele não sabia de tal jogo.

- Não é nada demais. Ignora ela. - diz Red, tampando o colar com uma das mãos. Carla começa a rir.

Então todos ouvem gemidos. Param e escutam atentamente.

Notam uma porta entreaberta. Red se aproxima cautelosamente, abrindo a porta.

Solta uma respiração ofegante.

Ao encarar um traje imóvel, ele logo corre para ele, em choque.

- Fernanda…? - pergunta ele, esperançoso.

Através dos olhos da fantasia, ele vê um par de olhos castanhos atrás de óculos roxos de grau se abrindo, cansados.

- Red...cof...cof… - murmura ela.

- Céus, Fernanda! Você está bem?! E o que é esse cheiro?? - exclama Red, preocupadíssimo, mas aliviado por encontrá-la.

- Eu...não estou bem… - diz a garota, com voz fraca. - Eu não aguento mais...

- Temos que tirá-la daí! - diz Carla. - O problema é entender esse tipo de traje. O que v...

Então os dois ouvem a voz de Golden Freddy, que parecia urgente:

- Temos companhia. E não das boas.

Red se vira.

Alucinações estavam bloqueando a entrada. Atrás delas, estava Springtrap.

"Bem-vindos ao meu show!" saúda ele, com seu sorriso eterno.

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No escritório, o grupo estava agitado. O silêncio ao redor era profundo, e as câmeras não mostravam nada de útil.

- Ainda acho que devíamos ter seguido tal som. - diz Ana Clara, teimosamente. - E se nossos amigos estiverem em perigo?

- Temos que ter paciência. Precisamos nos proteger também. - argumenta Jack.

Sierra brincava que seu ursinho era um guarda de segurança, protegendo o local onde estavam, como um herói. Benjamin não atrapalhava a brincadeira da irmã. Ela realmente precisava de uma distração depois de tudo que havia passado.

- Será que eles estão… - começa o moreno, hesitante.

- Eles estão vivos. Tem que estar! - diz Jack e Ana ao mesmo tempo.

Os dois se entreolham, confusos e surpresos. Afinal, não era algo que costumava acontecer com frequência.

Benjamin ri de leve, parecendo sugerir algo. Jack e Ana Clara notam isso.

- Não! - dizem eles ao mesmo tempo de novo. Se entreolham novamente. - Quer parar de me imitar?!

Benjamin começa a rir mais. Sierra começa a sorrir também, achando aquilo tudo bem engraçado.

Então ouvem barulhos nojentos do lado de fora, onde Clarissa estava a vigiar.

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Alguns minutos atrás, Clarissa estava a vigiar a entrada do escritório de visitas indesejadas, a pensar sobre os anos que haviam passado antes daquela noite.

Ela havia feito tanta coisa. Havia conquistado tanto: família que a deixava feliz, situação econômica sustentável. Agora, para completar, deveria ajudar velhos amigos de muitos anos atrás, que haviam salvado sua vida. Devia isso a eles. Estava na sua cabeça há décadas. Por "sorte", não esqueceu de tal dívida.

Barulhinhos agradáveis interrompem o silêncio que estava apreciando. Fora os murmúrios dentro do escritório, não estava a escutar mais nada.

Se levanta da cadeira onde estava sentada, atenta a qualquer movimento suspeito.

Vê, a alguns metros na sua esquerda, um boneco de urso andando na sua direção, com luzes a piscar.

A mulher anda até o boneco, e o agarra, confusa.

Então sente-se sendo jogada contra a parede de forma rude, com uma mão grossa a apertar o seu pescoço.

- Olá. - diz uma voz grossa, cheia de felicidade psicótica. - Quanto tempo. Você cresceu bastante.

- Wade… - diz Clarissa, que obviamente não estava nada feliz em vê-lo. - Como chegou aqui?? Como escapou do hospício?!

- Foi...preciso...muitos anos. - diz ele, dando ênfase àquelas palavras. - Décadas...de sofrimento...e loucuras…

- Você sempre foi louco…! - sussurra ela, se preparando para gritar por ajuda.

Mas Wade logo tampa a sua boca com força. A mulher tenta mordê-lo, violenta.

- Você precisa se calar, mulherzinha. Não vai mais ajudar aqueles pirralhos por hoje. - diz ele, levantando a sua outra mão, a qual continha um martelo.

Ele começa a golpear a cabeça de Clarissa fortemente. A mulher se debate, mas os golpes a deixavam sem força e enviavam raios de dor para o seu crânio.

Esguichos de sangue começam a sair de sua cabeça, conforme ela era quebrada pelo martelo como um ovo de galinha.

Ao ver a mulher morta, Wade a derruba no chão, de modo nem um pouco agradável.

- Bem melhor. - comenta ele.

O rosto de Clarissa estava uma massa ensaguentada, que não conseguia expressar o horror de seus últimos momentos de vida.

Ela morreu ainda agarrada ao boneco de urso.



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