História The New Olympians - Capítulo 6


Escrita por: ~ e ~itsmelanna

Postado
Categorias Mitologia Grega, Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Apollo, Ares, Frank Zhang, Hades, Hazel Levesque, Jason Grace, Nico di Angelo, Percy Jackson, Personagens Originais, Piper Mclean, Quíron, Zeus
Tags Heróis Do Olimpo, Mitologia, Mitologia Grega, The New Olympians
Visualizações 105
Palavras 1.217
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Espero que gostem. Demorei um pouco para mandar esse porque fiquei com o servidor offline por um tempo. :)

Capítulo 6 - Uma Conversa Com o Pai de Como Morrer


Fanfic / Fanfiction The New Olympians - Capítulo 6 - Uma Conversa Com o Pai de Como Morrer

Uma Conversa Com o Pai de Como Morrer

Gwen

 

 Gwen convidou o seu pai para sentar-se no banco ao lado do sofá, e não tirava da sua cabeça que Hades não queria realmente fazer uma visita a sua única filha (complicado) depois de ela quase morrer por um Minotauro.

  Ela ao mesmo tempo tentava ver como aquele touro gigante entrou no acampamento, pois o lugar todo estava protegido por uma barreira feita através de uma árvore de pinheiro dada por Zeus, que se chamava Árvore de Thalia (deveria ser alguma referência, mas Gwen não sabia de onde) e mesmo que conseguisse entrar, tem vigias que ficam de olho em tudo por vinte quatro horas. É quase como se o monstro tivesse aparecido do nada, e para Gwen só havia uma explicação.

 

 - Foi você. Não foi? – perguntou Gwen a Hades, seu pai. – Você invocou o Minotauro no acampamento.

 

  O deus suspirou fundo, coçou a barba e assentiu para a filha.

  Gwen sentiu muita raiva do pai, o que não era incomum, mas desta vez ele fez um absurdo. Ele deve ter pegado a alma do monstro no Tártaro. É o local mais profundo das entranhas da Terra, localizado muito abaixo do próprio Hades. A distância que separa o Hades do Tártaro é a mesma que existe entre Gaia, a Terra, e Urano, o Céu. O que a fez pensar que o deus do submundo queria realmente matar os garotos, não sabia o motivo, mas tinha que protestar.
 
 
  - Posso saber porque tentou matar meus amigos e a mim? – perguntou Gwen com um pouco de cautela. – E que história é essa que sua fúria falou sobre Eren e Jorge não deverem existir?
 
  - Eles não deveriam existir pelo mesmo motivo que você e aquele...erro – respondeu Hades, e Gwen soube a quem ele se referia falando “erro”.
 
 - Primeiro – falou ela tentando não arrancar a cabeça do pai. – Pare de chamar minha melhor amiga de “erro”. Segundo, devendo ou não existir sou sua filha. Terceiro, você ainda não respondeu direito nenhuma das minhas perguntas até agora.
 
 
  O deus estava impaciente. Ele estava por incrível que pareça preocupado, mas o que poderia fazer fica-lo daquele jeito? Gwen já virá o pai em ação, Hades não era nada fraco, seja o que for deve ser pior do que a garota se quer possa imaginar.
 
 
 - Olha – disse Hades. – Não posso falar muito agora, então só ouça. Estamos enfrentando um antigo inimigo nosso. Um que é muito perigoso. E estamos tentando retarda-lo sem machucar ou interferir nos mortais.
 
  - Até porque nossas vidas vocês já ferraram o suficiente – respondeu a garota ríspida ao pai. – Mas o que isso tem a ver com os monstros que você mandou para Eren e Jorge?
 
  - Bom. Tem aquela recente profecia, não tem? – Gwen assentiu. – Pois é. Só faltava meus sobrinhos chegarem para a missão, mas eu precisava ver se eram capazes já que os outros, inclusive você, já foram testados.
 
 
   Ela viu que ele observava o pedaço do dente de uma das Górgonas que tinha matado em sua ultima missão. Mas aquilo não foi um teste, apenas uma missão com resultados trágicos. Porém para Hades e provavelmente os outros deuses aquilo era o suficiente, mas Gwen se pudesse escolher trocaria o tipo de provação.
  
 
 - Ainda tem mais, preste atenção – disse Hades percebendo que a garota estava distraída. – Ouça, como eu disse estamos retardando o inimigo, porém ele conseguiu ressuscitar alguns dos monstros mais perigosos da história do mundo. O lado bom é que todos estão em um só lugar. Floresta Amazônica.
 
 
  Gwen se esforçou para não rir. Monstros na Amazônia? Não tinha lugar menos irônico para botar?
 
 
 - Então... Vocês querem que nós façamos uma coisa que não conseguem fazer?
 
 - Cuidado com a provocação garota. Só dê essa informação a Quíron para que vocês possam partir em dois ou três dias, porque só temos duas semanas até que os monstros saem de lá e ataquem o Brasil primeiro e logo o resto da América. São apenas monstros, mas perigosos para os mortais e nós do olimpo estamos com alguns problemas a mais.
 
  - Espera um pouco – disse ela como se tentasse analisar o que o seu pai acabara de falar. – “Nós do olimpo”? Como assim?
 
  - Nada demais – respondeu ele. – É só até toda essa situação acabar. Mas por enquanto...sim...estou no olimpo.
 
  - Ah. Que bom para você...quer dizer...sempre foi o que você quis, não é?
 

  - É era sim – falou ele e Gwen não sabia ao certo mas parecia que Hades, o deus do submundo e o mais odiado dos deuses estava contendo um sorriso? – Mas isso não vem ao caso. Precisa dormir, mas antes vou te dar uma coisa que provavelmente te ajudará na missão.

 

 Ele estendeu a mão até a cabeça de Gwen e falou algumas palavras em grego que ela pode entender: Benção das Chamas Negras. Bom, em português é assim, ela não conseguiria pronunciar aquelas palavras em grego.

 

 - Aqui está o mapa com a localização dos monstros – disse Hades entregando um pergaminho aparentemente novo e estava enrolado por uma fita vermelha que possuía uma moeda dourada com uma espécie de estrela como prendedor. Gwen o guardou no bolso da calça – Agora tenho que ir embora.

 

 - Espera – se pronunciou Gwen segurando a mão do deus. – Sei que deve ser difícil para você. Mas Alanna já sofreu muito por causa do que fez, e ela tinha realmente razões para te odiar, mas não odeia. Ela só quer que você admita que errou e peça desculpas.

 

  - Fora de questão. Mas tem uma coisa nisso – Hades apontou para o papel. – que vai ter uma forma dela...como vocês dizem hoje mesmo? “Extravasar o ódio”.

 

 - Na verdade isso é um termo até que pesado demais.

 

 - Enfim. Foi bom te ver de novo. Só avise a garota para não matar “ele” de uma forma horrível, se é que me entende – então o deus do submundo se levantou, passou a mão na frente de Gwen e ela adormeceu.

 

 

  Quando acordou deveria ser umas sete horas da manhã. Gwen estava deitada em sua cama com a mesma roupa de ontem. Ela sentou na cama e pegou o pergaminho enrolado que recebera do seu pai na noite anterior para abri-lo.

  Gwen abriu o pergaminho, ela reconheceu alguns dos monstros que estavam ali e começou a achar dureza matar todos, mas com a ajuda dos amigos ela achava que conseguiriam. Mas teve um que Gwen viu que fez todos os pelos do seu corpo se arrepiarem. “Mas tem uma coisa nisso que vai ter uma forma de ela...como vocês dizem hoje mesmo? Extravasar o ódio”, lembrou ela do que o pai tinha falado. Pelos deuses, pensou Gwen, se Alanna ver isso a missão vai pelo ralo.

  Então a porta do quarto abriu e Gwen viu que era Alanna.

 

   - Acorda parente dos mortos! – gritou Alanna pelo chalé e olhou para Gwen franzindo a testa. – Você está bem?

  

   - O que? – perguntou Gwen.

 

   - Acordou no horário certo. Quem é você e o que fez com a Gwen de verdade?

  

   - Ha ha – respondeu com um tom irônico para disfarçar e mudar de assunto. – Para quê essa pressa?

 

    - Agora é treinamento dos novatos. Quero ver Eren e Jorge apanhando. E acho que você também.


Notas Finais


Bom eu estou com uma duvida.
Será que agora nos capítulos dos protagonistas, eu boto narração em primeira pessoa ("Pov"), ou continuo com narração em terceira pessoa como já estou fazendo? Eu gostaria de saber para ver se não vai atrapalhar o leitor. :)


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