História Histórias de um prisioneiro - Capítulo 9


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Segunda Guerra Mundial, Violencia, Yaoi
Exibições 28
Palavras 2.054
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Yoo mina -san!!! Tudo bem com vcs?? Sentiram minha falta?? Eu sei que sim ashuahsua :v

Demorei pakas pra atualizar, eu sei, mais a temporada de provas da faculdade começou e não tive tempo pra postar sorry T-T" Mais como não poderia deixar vcs na mão, fiz um esforcinho (sobre -humano diga-se de passagem) e consegui finalizar o capítulo que já estava em aberto (ufa! >.<)

E ai está, e já vou avisando VAI TER LEMON, então se vc não concorda ou acha ofensivo, peço pfvr que pule esse capítulo (mentira) ashuahsua

Enfim, não é grande coisa, mais fiz com muito carinho, espero que gostem e deixe sua opinião pra saber se devo PU não seguir essa linha, a opinião de vcs é fundamental! (๑•̀ㅂ •́)و ✧

Chega de falação e boa leitura! ❤

Capítulo 9 - Capítulo 8 - Proposta indecente


Capítulo 8 –

Pov Matt

“Não gosto que me olhe nos olhos, gosto menos ainda da sua atitude arrogante garoto.” – A voz grave e autoritária de Tatsuo ecoava em minha mente de uma maneira quase assustadora. Foi naquele exato momento que eu percebi que aquele homem não estava pra brincadeiras e teria que tomar muito cuidado a partir de agora.
Depois da apresentação, fomos encaminhados ao pavilhão de alojamentos onde ficavam os prisioneiros, que nada mais era que alguns casebres de madeira velha e ressecada, o telhado era forrado de palha e barro, o chão lamacento completava o cenário precário daquele lugar.
Paramos de frente a um dos casebres de numeração 22 – A. Talvez o menos pior entre todos os barracos que tinham ali.

- Senhores, assim que eu dizer o seus nomes, entrem e escolha onde irá dormir. – Disse um homem de cabelos grisalhos e olhos escuros. – Pois bem, Dylan Smith, Oliver Wood, Matthew Collins...

Assim que ouvi meu nome entrei rapidamente na casa, subindo os poucos degraus na entrada e me assustei com o que vi. Não havia nada lá dentro, ou seja, nada de camas ou beliches, sequer um banheiro havia naquele lugar, somente colchões de palha espalhados por toda sua extensão e um mezanino na parte superior direita onde tinha mais daqueles colchões.
Decidi ficar com a última cama ao lado da parede me jogando no colchão, sentindo o desconforto ao deitar me naquilo.

- Nos primeiros dias, vai ser um inferno dormir nessas porcarias, mais logo você se acostuma . – Disse um rapaz baixinho de cabelos negros – Prazer, sou Dylan. – Retribui o cumprimento firme do moreno ao meu lado.

- Está aqui a quanto tempo? – Perguntei curioso.

- 2 anos e meio...eu acho. Parei de contar depois de 1 ano. – Disse dando uma risada tristonha. – O tempo parece não passar aqui, então desisti de ficar contando  – Terminou mexendo os dedos de maneira agitada.

Preferi ficar quieto e me virei para parede, dando o assunto por encerrado.

- Matthew Collins,  se apresente em frente ao alojamento agora. – Um soldado japonês anunciou do lado de fora.

Me levantei de pressa e encarei Dylan que me olhava com pena, e desejava boa sorte baixinho. “ O que será que eu fiz dessa vez” pensei assustado, me dirigindo para fora.
                      
                         =\\=

- Tenho ordens expressas de levar o senhor até Miyazaki – sama– Disse o soldado de maneira fria – Mais antes, irá tomar banho e comer, siga-me por favor. – Falou andando apressado.

Fui até um banheiro comunitário, onde pela primeira vez depois de tantos meses, tomei um banho quente em uma das cabines disponíveis e lavei os cabelos.
Assim que terminei, recebi roupas limpas e um pente de madeira que aceitei de bom grado desembaraçando os nós que se formaram em toda extensão dos fio.  Depois do banho, fui levado até a cozinha do batalhão, onde um prato de sopa jazia em cima da enorme mesa de pedra disponível ali. O soldado fez um gesto que entendi que poderia comer e fiz sem ao menos perguntar o porque de toda aquela regalia.
Terminei o terceiro prato, e me sentia totalmente revigorado, nunca havia comido tanto quanto agora e sentia que comeria muito mais se não tivesse sido arrastado para fora de forma brusca até a casa principal daquele batalhão.

**Narrador On**

Pararam em frente a uma porta de madeira maciça e escura, onde esta já estava entreaberta. Escutaram um “entre” e assim o fizeram, encontrando Tatsuo em pé olhando a janela de costas para os visitantes.

- Miyazaki – sama, fiz o que mandou – Disse o soldado fazendo uma reverência respeitosa empurrando Matthew a fazer o mesmo.

- Muito bem Higurashi, pode se retirar – Disse simples – Qualquer coisa lhe chamarei. – Falou se virando para encarar o homem que se retirou de forma rápida, deixando-o a sós.

O castanho, assim que se viu sozinho com Tatsuo na sala do mesmo, sentiu o desespero lhe subir à garganta e o medo lhe dominar por completo.

- Vejo que o banho e um pouco de comida fizeram muito bem a você – Disse sentando – se na beirada da mesa, cruzando as pernas. – Acho que mereço ao menos um obrigado por tal gentileza, não acha? – Perguntou encarando Matthew de forma sugestiva.
Vendo que não teria opções, o mais novo limpou a garganta, e respondeu vacilante.

- O- obrigado, senhor – Disse baixo

- Miyazaki – sama. Não está mais na América, quero que se lembre disso – Corrigiu Tatsuo. – Mais vou deixar passar. Dessa vez, que fique claro. – Continuou. – Mais não foi pra ensinar bons modos que lhe chamei aqui. – Falou de forma calma.

- Então porque mandou me chamar? – Perguntou Matt, se arrependendo logo em seguida.

- Eu não lhe dei permissão para perguntas. – Disse o moreno de forma ríspida. – Mais respondendo sua pergunta, te chamei porque tenho uma proposta a fazer. – Falou calmo, esperando um questionamento por parte do mais novo que não veio. “Perfeito” pensou satisfeito e continuou. – Desde que pôs os pés aqui eu percebi que não era um garoto comum, algo chamou minha atenção, e eu gostei disso – Disse se aproximando de Matthew. – Você não foi feito pro serviço pesado, isso é um fato incontestável. – Continuou pousando a mão direita no rosto do castanho, sentindo a maciez da tez branca.

- Onde quer chegar com isso? – Perguntou fechando os olhos com medo de receber uma represália.

- O que estou dizendo, é que a partir de hoje, você me pertence – Tatsuo aproximou, segurando a cintura de Matt com firmeza. – Você terá a obrigação de me satisfazer de todas as formas possíveis, seja como uma empregada ou como prostituta, a minha prostituta e de mais ninguém. – Segurou o queixo do mais novo com força. – Em troca, terá tudo o que quiser. Banho quente, comida, roupas limpas, claro se você fizer o trabalho bem feito.

Matthew sentiu o moreno esfregar a barba por fazer em seu pescoço sentindo os pêlos da nuca se eriçarem  involuntariamente. Fechou os olhos, suspirando baixinho.

- É delicioso demais para ficar misturado com aqueles porcos, então aproveite a oportunidade que estou oferecendo a você de não ir para o trabalho pesado. – Continuou, desabotoando a camisa de Matthew lentamente, encarando os mamilos rosados do mesmo, atacando um deles com vontade arrancando um gemido estrangulado do mais novo.

- E- e...se eu não aceitar? – Perguntou Matthew temendo a resposta.
O moreno que estava entretido em estimular o mamilo do mesmo, parou o que estava fazendo e respondeu de forma assustadoramente calma.

- Bom, se você não aceitar, serei obrigado a matar toda sua família, no caso sua preciosa mãezinha e depois eu te mato. – Disse sorrindo. – Então acho melhor você fazer o que eu mando se não quiser  sofrer as consequências. - Mudou a expressão em uma máscara séria quase assustadora.

Ao ouvir o japonês proferir aquelas palavras, entrou em pânico. Como ele sabia sobre a mãe? Ele seria capaz de fazer tal atrocidade? Pensou desesperado sentindo lágrimas brotarem de seus olhos.

- Por favor não faça isso Miyazaki -sama, eu imploro – Disse quando sentiu Tatsuo abaixando suas calças.

- Você não tem escolha, aceite e sua mãe vive – Disse calmo – Agora fique de  quatro. – Falou autoritário

Antes de fazer o que foi pedido, Matthew sentiu ser empurrado pelo moreno, caindo de bruços em cima da mesa de mogno. Sentiu sua cueca ser tirada de forma urgente, e o membro totalmente desperto de Tatsuo roçar sua intimidade. Tentou relutar, porém sentiu um agarro forte em seus cabelos e a voz feroz do moreno sussurrar em seu ouvido.

- Se tentar fazer força comigo, será pior pra você, então eu sugiro que não banque o espertinho e fique quieto. – Tatsuo puxou os cabelos de Matt com força – Agora seja um bom garoto e me deixe fazer o que tenho que fazer . – Deu um forte tapa na nádega branca do outro, admirando a marca que havia deixado nela.

E antes que pudesse falar qualquer coisa, Matthew sentiu ser penetrado violentamente pelo japonês , fazendo o mesmo soltar um grito de dor que soava como música aos ouvidos do mais velho.

- Isso, hum, sim...grita como uma vadia no cio – Miyazaki dizia entre gemidos, enquanto estocava cada vez mais rápido. – Tão apertado, e quente... parece até uma virgem... – Gemeu fechando os olhos ao sentir a quentura do interior de Matt.

O castanho tinha a sensação de que seria partido ao meio, tamanha era a força que Miyazaki investia em si, porém mesmo contra sua vontade, a dor fora substituída por uma onda de prazer tão intensa que sentiu que perderia a consciência a qualquer momento. Os gemidos que antes eram quase inexistentes, se tornaram alto o suficiente para chegar aos ouvidos do mais alto.

- M-mais rápido Miyazaki -sama, mais rápido por favor. – Tinha vontade de se estapear ao estar implorando para que o japonês lhe fodesse com rapidez

- Com todo prazer Hime – san – Sussurrou de forma sensual, arremetendo-se com mais força, alcançando a próstata do mais novo, ganhando um gemido sôfrego e manhoso de Matthew. 
O som de corpos se chocando preenchia todos os lugares e o cheiro de sexo inebriava os sentidos de Tatsuo, fazendo – o urrar em deleite, enquanto gozava no interior de sua mais nova aquisição. Debruçou sobre o castanho exausto, abraçando a cintura delgada do mesmo enquanto sentia respiração falha e o coração acelerado de Matt se mesclar a sua.

- Acho que alguém precisa de ajuda aqui. – Tatsuo disse sentindo o membro de Matt desperto e o gozo gotejando no carpete vermelho. – Como você foi uma boa menina, vou te fazer o favor de te aliviar da devida maneira. – Disse massageando as bolas entumecidas de Matthew em uma massagem lenta e suave, estimulando – as, para em seguida agarrar o membro rijo e pulsante com a outra mão fazendo movimentos de vai e vem aumentando a velocidade conforme os gemidos de Matthew se intensificavam.

- M-miyazaki – sama eu não vou aguentar por muito tempo, ah... – Gemeu fechando os olhos e liberando o gozo em um jato forte, sujando a mão de Tatsuo.
Vendo que o membro de Matt havia relaxado, saiu de dentro do mesmo e se levantou, admirando a bela imagem do castanho em uma posição tão vulnerável e submissa. A entrada rosada, estava inchada e escorrendo gozo de minutos atrás.
“Uma bela obra de arte” pensou enquanto alcançava uma máquina fotográfica na gaveta de sua mesa e batia uma foto. Guardou o objeto de volta em seu lugar e subiu as calças.

- Acabamos por hoje, pode vestir -se e dar o fora daqui – Disse de maneira fria, despertando Matt do breve cochilo que tirara.
Com o corpo dolorido, Matthew se levantou vagarosamente e começou a vestir as calças e abotoar a camisa.

- Mas, antes de sair, quero que limpe toda essa sujeira que você aprontou, o que meus superiores achariam ao encontrar toda essa porcaria no meu carpete?  - Disse já vestido, e pronto para sair.

- C-como? – Perguntou Matt desacreditado no que acabara de ouvir.

- Você é surdo? Eu mandei limpar toda essa porcaria da minha sala, quero esse carpete limpo até o anoitecer – Disse abrindo a porta – Por que caso contrário, acertaremos as contas mais tarde, e garanto que não será tão prazeroso, pelo menos pra você – Terminou com um sorriso sacana nos lábios finos, fechando a porta deixando o garoto sozinho.

Matthew olhava perdido em algum ponto sem importância  daquele lugar enquanto chorava de forma silenciosa, pensando na humilhação que acabara de passar. “Você é uma vadia, uma puta que não merece respeito nem de um cão sarnento” pensava enquanto olhava o carpete cor de sangue com uma grande mancha esbranquiçada e a mesa com respingos de seu gozo.

- Você é a pessoa mais imbecil que eu conheço Matthew Collins – Disse enquanto saia da sala em busca de um balde com água e sabão e uma escova.

Continua...









Notas Finais


Não sei se alguém reparou, mais Tatsuo tem um grande fetiche por fotos ashuahsua :v

Um lemon de leve pra alegrar a vida de vcs e agitar essa história ashuahsua :3

E é isso pessoal, espero que tenham gostado do cap., comentem, favoritem e divulguem para alguém que curte uma viadagem ok? E mais uma vez obrigada a todos que acompanham essa história, vcs são demais!!!

Até a próxima pessoal! (๑•̀ㅂ •́)و ✧


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