História Histórias de uma Adolescência - Marilina - Capítulo 38


Escrita por: ~

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Categorias Carrossel
Personagens Marcelina Guerra, Mário Ayala
Tags Adolescente, Carrossel, Marilina, Paulicia, Romance
Visualizações 139
Palavras 441
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem a minha demora! 😭 Desculpem o capítulo curto, desculpa mesmo gente!!! Eu to com vários problemas com minhas notas na escola, e vários outros pessoais também, prometo que o próximo será rápido e mais longo!

Capítulo 38 - Ué


Não queria ter que admitir, mas estou nervosa, olhar pra ele me deixa nervosa, até mesmo pensar... Tudo relacionado a ele me deixa completamente nervosa. Já estou na casa da Alícia, trouxe comigo um short e um moletom, nâo fiz questão de estar "maravilhosa" para quando ele chegasse, afinal eu não queria que ele achasse que merecia que eu ficasse horas me arrumando. Mas nada que eu fizesse esconderia o fato de que eu estava curiosa pra caramba.

- Achei que fosse trazer um vestido e um milhão de maquiagem pra se encontrar com o Mario.

- Eu também. - Dei de ombros e voltei a atenção ao celular novamente.

Já era noite e já havíamos jantado com a mãe dela. Tive de comer tudinho, afinal a marcação foi cerrada, por órdens de "Dona Lilian".

Bross ❤: Janela

Fui em direção a janela do quarto de Ally, e ele estava lá em baixo, na rua, em frente ao sobrado segurando sua biscicleta. Sorri tímida, ele estava com seu típico boné virado pra trás, seus olhos brilhavam, não tinha mágoa que censurasse o sentimento bom que eu tinha para com ele quando sorria de lado pra mim.

- Ally, me ajuda a descer.

- Pra já, eu distraio minha mãe e você se manda pela porta, eu deixei ela aberta, mas toma cuidado! Qualquer coisa me liga!

E assim fizemos, Ally começou a enrolar a mãe com assuntos aleatórios e eu saí sem olhar pra trás. Estava ficando expert em fugir ou entrar em lugares  que não  deveria, não que isso fosse bom, mas mostrava para mim pelo menos que eu não sou tão certinha e previsível, certo?

Nos encontramos e ele me aguardava montado em sua biscicleta.

- Você vai de Bike e eu vou correndo atrás? Isso que você planejou? - Ironizei cruzando os braços e encarando-o.

- Não recebo nem um "Oi, Meu Amor!", Poxa? - Ele disse e riu da minha pose de marrenta. - Sobe aqui! - Ele apontou para o cano da biscicleta.

- Que????

- Sobe aqui.

Agradeci aos céus por não ter me arrumado pra isso, cano da biscicleta? Brincadeira, né? Cogitei até dizer que não ia e entrar na casa de Ally novamente. Mas isso seria muito "Maria Joaquina de 4 anos atrás". E apesar de tudo eu o amava. Fiz o que ele pediu.

Enquanto andávamos juntos na biscicleta dele, eu me senti protegida apesar de tudo, até esqueci que estava nervosa, talvez esse fosse o problema de gostar tanto de uma pessoa, ela pode fazer o que for, se ela tem o poder te passar confiança, você sempre fará o que ela pedir e acreditará no que ela disser.

- Chegamos!

- Ué, mas estamos na sua casa?!


Notas Finais


Comentem, e por favor me perdoem vai! To me sentindo até mal por isso 😟 prometo que não vou abandonar a fic


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