História Histórias Hiccstrid- RTTE - Capítulo 30


Escrita por: ~

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Palavras 3.722
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ficção, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi oi lindezas!
Então, é meio que um milagre eu estar postando hoje, 1º porque estou doente e 2º eu consegui quebrar meu 6º carregador( só nesse ano!) eu não sei mais o que fazer com esses carregadores!
Mas, então só comemoremos pelo capítulo sair no prazo né! Kkkk
Boa leitura!

Capítulo 30 - O nascimento..


Fanfic / Fanfiction Histórias Hiccstrid- RTTE - Capítulo 30 - O nascimento..

5 meses se passaram, a barriga já tinha começado a crescer, já estava grande até demais. Alexandra queria saber por que a tia tinha engolido o próprio filho, mas a garotinha entendeu tudo depois de explicarem a ela, como previsto todos queriam se intrometer na gestação, mas as únicas pessoas que Astrid chegava a ouvir era Heather, Cabeça-Quente, Valka e sua mãe. Ela desconfiava que na gestação do seu primeiro filho, aquele que ela perdeu, sua tia,mãe de Daniela, tinha dado algo pra ela que a fez perder o bebê, mas não tinha nenhuma prova e às vezes se sentia mal tentando botar a culpa em outra pessoa, mas de qualquer maneira ela não deixaria ninguém se intrometer de novo, novamente principalmente Leila ou Daniela, elas não iriam aparecer mais depois de Soluço e Astrid brigarem com elas. A felicidade de Leila e Daniela não aparecerem não durou muito, é lógico que a outra tia de Astrid,Belta, iria insistir em cuidar dela, ela não era muito diferente de Leila, gostava muito mais de Daniela do que de Astrid. Certo dia ela estava discutindo nomes com a jovem.
— olha só Pera é um bom nome! — dizia ela.
— não vou dar nome de uma fruta pro meu filho! — disse a loira, revirando os olhos e cansada da companhia. Elas estavam sentadas em poltronas separadas na casa de Astrid.
— o nome do seu marido é Soluço! — lembrou a mulher.
— os Hoffersons não colocam nomes assim nos filhos! — murmurou Astrid.
— você não é mais uma Hofferson, já pensou nisso?!— respondeu Belta.
— tá no sangue, uma vez Hofferson, sempre Hoferson! — Astrid olhou pra porta e sorriu, Soluço.
— boa tarde! — disse ela.
— boa tarde,milady! — ele beijou ela na bochecha. — e boa tarde,neném! — ele se abaixou e beijou a barriga. Astrid sorriu de novo, quase esquecendo da presença da tia.
— estávamos comentando como Pera é um nome ótimo! — disse a tia.
— não acho! — disse ele. Astrid riu.
— como não?! Daniela sempre gostou desse nome! Afasta trolls! — disse Belta.
— acontece que não é o filho da Daniela! — disse Astrid, as únicas três pessoas que ela odiava dentro de sua família era as três pessoas que mais insistiam em persegui-la, ela só queria se livrar logo daquela mulher.
— não reclame comigo se trolls pegarem seu filho! — disse Belta, revirando os olhos.
— ou filha! — lembrou Soluço,gritando do outro cômodo enquanto alimentava Banguela.
Astrid riu de novo, ele queria uma menina.
— por favor! Astrid, você continua fazendo tudo errado! Não me admira que Leila desistiu de você! — murmurou sua tia.
Soluço apareceu de novo pegando a esposa no colo. 
— eu já volto! — disse ele sorrindo pra Belta.
— que isso?! — perguntou a loira em seu colo, enquanto ele saia pro lado de fora da casa.
— me prometi a alguns anos, se uma de suas tias aparecerem eu ia te pegar no colo e sair correndo! — disse ele.
Astrid riu.
— obrigada por me salvar! Já pode me soltar! — disse ela, dando dois tapinhas no peito dele e rindo. Soluço a soltou, Tempestade veio até ela e levou a menina pra treinar alguns Nadders na academia.
— te vejo mais tarde, bebê! — disse ela sorrindo e decolando com a amiga.
Soluço voltou pra casa.
— cadê ela? — perguntou Belta.
— preciso dela na academia! — explicou ele.
— você é doido?! — reclamou ela se levantando.— é isso! A vida toda minha sobrinha não era louca, era você! — gritou a mulher.
Soluço não deu a mínima pra Belta gritando com ele, ele só encarou a mulher com tranquilidade.
— ok, percam outro filho, está claro que não liga! E que está sendo um péssimo líder sem ligar pro futuro de seu povo! — disse ela.
— admito que fale qualquer coisa sobre mim, mas não diga que não me preocupo com Astrid, o bebê que ela carrega ou esta aldeia! Estas são as coisas mais importantes da minha vida! Não me importa se acha nosso jeito errado, ele está funcionando e agradando a todos! Pelo menos a maioria! — respondeu o ruivo, um pouco irritado agora.
Belta virou as costas e foi embora. — obrigado pela preocupação! — disse ele enquanto ela fechava a porta.
Astrid não corria riscos treinando dragões, talvez alguns, mas ela sempre tinha o controle da situação, além de tudo tinha Tempestade ao seu lado.
Quando ela chegou em casa, Soluço já estava lá.
— como foi o treinamento? — perguntou ele.
— normal! Como conseguiu se livrar da minha tia? — perguntou ela, se sentando na cama, com ele.
— sei lá, acho que ela não queria discutir nomes comigo! — disse ele.
Astrid riu.
— Pera é um ótimo nome! — disse ela, fazendo ele rir.
— ok, mas eu gosto de Lynae! " pequena flor azul"! — disse Soluço.
— gosto de Kristen, "semelhante aos deuses" — disse Astrid sorrindo. 
— Lynae! Por favor! — disse ele fazendo beicinho.
— ok... Vou pensar no seu caso! E se for menino? — perguntou ela, Soluço a puxou para seu colo.
— você escolhe! — disse ele beijando o pescoço dela.
— Erick! "Que governa como uma águia!" — disse ela.
— ok.. Eu gostei, apesar de que você já tá planejando o governo dele! — disse Soluço.— a Lynae vai governar bem melhor!
Astrid riu.
*
Mais 2 meses se passaram com rapidez. Chegou um momento dentro dos 8 meses passados que Banguela e Tempestade barravam ela pra sair de casa, eles decidiram seguir o que os dragões indicavam, Astrid passou a ficar em casa repousando.
Soluço chegou em casa e ela estava dormindo na escrivaninha ao lado da cama, a maioria dos dias eram assim, já que não podia sair ela passava o dia todo estudando o livro dos dragões. A loira parecia estar em uma posição nada confortável, ele foi até ela é colocou a mão em seu ombro, acordando-a.
— oi! — disse ela se levantando com rapidez, ela se contorceu um pouco, o bebê estava se mexendo, na verdade constantemente estava se mexendo. 
Banguela a ajudou a levar uma poltrona confortável pro quarto, onde ela estava sentada de pernas cruzadas no momento.
— passou o dia todo aí? — perguntou ele.
— não! Eu dei uma volta, fui ver sua mãe e a Alexandra. — Astrid fez uma pausa e sorriu. — Alexandra perguntou se eu estou comendo demais. 
Soluço sorriu.
— como se sente? — perguntou ele, ajudando-a a se levantar.
— gorda!— murmurou ela.
— você não está gorda, milady! — disse ele sorrindo.
Ela fez uma careta de desconforto.
— às vezes desconfio que são gêmeos! Se mexe muito! E olha o tamanho disso! — ela apontou pra barriga.— fala sério, eu to enorme! E olha eu ainda faço as caminhadas matinais!— murmurou ela.
— pode ser gêmeos! Mas você ainda está linda! — disse ele sorrindo.
Ela parou no meio do caminho e apertou a mão dele e depois sorriu ironicamente. — que foi? — perguntou Soluço.
— decidiu acordar agora que eu ia dormir! — disse ela, ainda sorrindo.
— como você sabe? — perguntou Soluço. Ela pegou a mão dele e colocou sobre a barriga, ele sentiu o bebê chutar e sorriu,não importava quantas vezes ele sentia isso, sempre era emocionante.
Banguela entrou no quarto, ele foi até Astrid e ronronou se esfregando na barriga dela, ela sorriu, e fez carinho nele.
— Banguela, bem que você podia desvendar pra gente se são gêmeos! — disse Soluço.
O dragão não ligou para o comentário, ele sabia mas não iria estragar a surpresa. A loira sorriu pra teimosia do dragão e fez carinho nele.
— vou pegar um leite de Iaque pra mim, quer algo? — perguntou ela.
— não obrigada! — respondeu Soluço.
— eu estava falando com o Banguela! — disse ela sorrindo.
Banguela riu ao seu modo pra Soluço e o mesmo fez uma careta pro dragão, Banguela se aproximou e lambeu o amigo, Soluço se debateu gritando " isso não sai,Banguela! Para! Para!", Astrid sorriu ao ouvir a briga dos dois enquanto descia a escada. Depois de um tempo o dragão apareceu ao seu lado pra lhe fazer companhia e tentar conseguir peixes extras, o que conseguiu.
Quando ela voltou Soluço já estava deitado e Banguela decidiu ir dormir com Tempestade. Ela se deitou com o marido de costas pra ele, o ruivo a abraçou. Esse era o único modo que ela dormia: com ele fazendo carinho na barriga, ela estava começando a ficar incomodada com a barriga na hora de dormir,geralmente sufocava, se ela sentia cólica, colocava a mão por cima da dele e a apertava, isso já ajudava, além de que o ruivo também começava a beijar seu pescoço. 
— eu tenho medo do Drago voltar! — murmurou ele, na verdade esse era um pensamento que o assombrava muito geralmente. 
— mesmo se ele não morreu, duvido que volte! — disse Astrid, ela segurou a mão dele por cima da barriga.
— cólica ou desconforto? — perguntou ele, apertando a mão dela.
— marido preocupado demais! — respondeu ela sorrindo.
Ele sorriu e depositou um beijo no pescoço dela.
— é talvez! — disse ele.
*
Mais um mês se passou, ela estava quase tendo o bebê, a barrigada estava baixa, e ultimamente vinha tendo contrações rápidas, além de estar enxada.
Soluço andava muito preocupado com Drago, então, chamou Eret pra uma reunião, o homem nunca lhe contou tudo que sabia. Quando o mesmo chegou na sua casa ele ouviu Astrid descendo as escadas.
— o que você tá fazendo,milady? — perguntou Soluço, ela deveria ficar de repouso. — está quase tendo um parto!. — murmurou ele.
— não é o nascimento do meu filho que vai me fazer não participar de uma reunião sobre um possível maníaco solto! — disse ela enquanto Soluço a apoiava pra se sentar na cadeira dele, é óbvio que ninguém ligou por ela sentar na cadeira do líder. 
Os presentes eram: os cavaleiros de dragão clássicos, Stoick, Valka e Bocão.
— Eret queremos que conte tudo que sabe sobre Drago! Já me contou, eu sei, mas preciso de detalhes, ele tinha algum aliado? — perguntou Soluço, que acabou ficando em pé ao lado da esposa.
— eu já disse que não sei de nada! Só levava os dragões pra não ser morto! — explicou ele.
— mãe, pai, vocês omitiram algo sobre ele pra mim? — perguntou o ruivo se virando pros Vikings mais velhos.
— não querido! — disse Valka. — ele é um louco, e vamos acha-lo!.
— tá, talvez eu não tenha dito tudo!   — todos na mesa se voltaram para Eret o fuzilando com os olhos. — ok, ok.. Eu não ia sair confiando em vocês assim! — disse ele.
— como assim?! Não pode confiar em quem salvou sua vida te deu um lar e... — Astrid começou a gritar mas parou por causa de uma contração. Soluço segurou a mão dela. Até passar.
— é por isso que mulheres não deviam participar de reuniões! — murmurou Eret mais baixo que podia, mas a loira escutou mesmo assim e quase o atingiu com uma faca, ela ficou cravada a um centímetro da orelha dele na cadeira, o homem se encolheu.
— a próxima eu não erro! — disse ela.
— vai por mim, ela não erra mesmo! — murmurou Melequento.
— agora, conte o que não contou! — disse Soluço.
— ele sabe controlar dragões por que usa uma joia, uma joia que faz com que os dragões façam o que ele manda. — explicou Eret.
— e se destruirmos a joia? — perguntou Heather.
— ele deixa de controlar os dragões! —explicou Valka.
— então o próximo passo é acha-lo. — disse Stoick. — apesar de que não há nenhum sinal dele! — murmurou o homem.
— vamos continuar vigiando! E procurando! — anunciou Soluço. — obrigado por ajudarem e comparecerem! — finalizou ele.
— e se descobrirmos que está escondendo mais alguma coisa você morre! — disse Stoick pra Eret.
Soluço e Valka fizeram Astrid voltar pro quarto, Valka ficou conversando com ela o resto dia, até Soluço chegar mais à tarde. 
Eles estavam dormindo normalmente, como sempre, mas ela começou a ficar se virando de um lado pro outro até que acordou com a dor, as contrações pioraram e pioraram. Soluço acordou junto com ela.
— eu acho que.. — ela começou a respirar com dificuldade — minha bolsa estourou! — murmurou ela. 
Soluço segurou a mão dela, e assobiou pra Banguela e Tempestade  chamarem  alguém.
Em pouco tempo a parteira estava lá, expulsando o jovem líder, ele tentou contrariar mas a mulher disse que a presença dele só iria deixar Astrid mais desesperada e ele ficaria mais desesperado por vê-la com dor, sobre a última parte ele se perguntou se tinha como ficar mais desesperado do que já estava. Soluço depositou um beijo na testa dela e saiu do quarto acompanhado de seu pai.
Ele não parou de andar um segundo sequer no andar debaixo, Banguela tentou dormir de novo, mas não conseguiu, era de madrugada quando o trabalho de parto começou e até agora,4 horas depois Soluço ainda roía as unhas andando de um lado pro outro, a cada grito mais ele se agonizava.
Até que começaram a ouvir uma gritaria lá fora, talvez barulhos de tiros de dragões. Um homem abriu a porta com agressividade e gritando.
— ataque de dragão! — gritou ele.
— como assim?! Mas eles não atacam! — disse Soluço confuso.
— olha isso, chefe! — disse ele.
Soluço e Banguela saíram pro lado de fora, Banguela começou a rugir e os dragões pareceram ficar confusos, eles paravam, alguns continuavam, alguns caíram dos céus.
Soluço olhou mais afrente, A Besta Implacável. Drago estava lá. Stoick passou por ele correndo e montou em Quebra-Miolos.
— pai! — Soluço gritou, o viking olhou pra trás. — cuidado! Estamos atrás de você!.
Stoick concordou com a cabeça e içou voo. Soluço e Banguela voltaram correndo pra dentro da casa e subiram as escadas, abrindo a porta do quarto.
— estamos sendo atacado pelo Drago! — anunciou ele.
Valka se virou pra ele horrorizada. Ele desviou os olhos pra Astrid, ela estava toda suada, fazendo exercícios respiratórios e apertava com muita força a mão de sua mãe ao seu lado na cama.
— você só pode tá brincando comigo! — disse a loira se virando pra ele.
— tá tudo bem! — disse ele se ajoelhando do lado dela.
— Soluço, eu to passando por um trabalho de parto! E um doido está nos atacando! Não tá tudo bem! — gritou ela.
— eu te amo! Não deixe que nada aconteça com nosso bebe! — disse Soluço beijando a testa dela.
Ela agarrou a mão dele e quase quebrando seus ossos.
— você está indo bem querida! — disse a parteira, com um sorriso falso.
— para de repetir isso! — gritou Astrid fazendo mais uma careta dor.
Ela soltou a mão dele.
— boa sorte! — murmurou Astrid olhando Soluço nos olhos.
— eu vou ficar bem! — disse ele, bicando os lábios dela rapidamente.
— mãe, senhora Hofferson precisamos de vocês! — avisou Soluço, as duas deram um rápido beijo em Astrid, a mãe de Astrid murmurou um "você consegue filha" antes de saírem atrás de Soluço.
Ele e Banguela saíram mais rápidos que todos, e chegaram ao campo de batalha em 5 segundos, os dragões não obedeciam mais ao alfa pela simples presença de Banguela, se voltaram contra a Besta implacável. 
— eu cuido do Drago! — gritou Stoick.
— cuidamos de besta implacável, certo amigão?! — perguntou Soluço, Banguela encarou o inimigo e voou até ele. 
Ele atacou com a ajuda de todos os outros dragões, que ajudaram deixando a Besta desorientado,confuso e abatido, foi um questão de tempo até cair morto.
Soluço ouviu um grito de onde Stoick e Drago brigavam, era sua mãe, debruçada sobre o corpo de alguém. Seu pai.
— pai! — ele gritou, saindo de cima de Banguela e indo até ele.
Stoick estava caído, com uma espada cravada na barriga, ainda respirava.
— filho... Sua família!— disse ele num sussurro e ofegante.
O ruivo não entendeu no começo, e começou a ajudar sua mãe a tentar parar o fluxo do sangue, até Banguela rosnar pra casa deles Soluço olhou na direção, Drago estava entrando na casa, onde Astrid estava tendo um bebê, com a parteira.
 Bocão apareceu para ajudar Valka.
— vamos,amigão! — Soluço subiu em Banguela e logo o dragão estava lá.
Chagando lá uma série de dragões selvagens estavam na porta controlados provavelmente  pela joia, suas pulilas estavam pequenas e estavam preparados pra desafiar o alfa pela joia.
*
Drago entrou na casa e Tempestade logo apareceu na sua frente, não foi problema pra joia. Ele subiu as escadas de vagar. Quando chegou a parteira segurava uma criança, enquanto a garota chorava dando um beijo na testa da mesma, provavelmente a parteira iria tentar fugir com o bebê, mas não teve tempo, Drago jogou uma faca nela e a mesma caiu deixando o bebê no colo da mãe. Astrid se virou pra ele, em desespero, ela olhou em direção do guarda roupa, rapidamente,mas ele percebeu, o homem caminhou até o mesmo sorrindo perversamente, outro bebê estava escondido, ele pegou a pequena menina, loira e embrulhada em peles que dormia dentro do guarda roupa.
— solta ela! — gritou a loira, chorando, e apertando o outro bebê, que chorava, contra seu corpo.
— sabe, depois que matar todos vocês, quem sabe eu não tenha compaixão de uma de suas filhas e a crie?! — disse ele.
— nunca vai conseguir poluir algo tão puro, elas têm o sangue dos Holligans! — esbravejou Astrid.
— eu era tão puro quanto elas, olhe só o que a vida faz comigo! — disse ele. — uma hora elas vão aprender isso, você já aprendeu isso minha jovem! — disse ele.
— então nãos as deixe descobrir! Elas não precisam passar por isso! Não com alguém como você! — disse Astrid, ela queria usar qualquer argumento que o fizesse soltar a filha. — mas por favor! Me mate primeiro!.
Drago sorriu e colocou a menina no pequeno berço que tinha no quarto, ela permaneceu dormindo.
— quer ser a primeira a morrer mamãe? — perguntou ele.
Astrid o encarou, desde que ganhasse tempo para Soluço, então ele se aproximou dela com uma lança, ela começou a recuar, com a outra menina nos braços, ela não iria desistir tão fácil assim, dessa forma, na medida que ele se aproximava mais, ela colocou uma mão debaixo da cama e pegou uma espada, Drago ergueu sua lança, pronto pra matar a loira, mas um segundo antes dele chegar a ela, Astrid ergueu a espada, o metal das duas se encontraram em um ruído horrível, bem acima do rosto da bebê ruiva, Astrid segurou firme, ela olhou pra bebê, tentando ganhar forças pra aguentar a força dele, mas ela não aguentaria muito tempo, Drago era 10 vezes mais forte que ela naquele momento.
 Ela fez uma careta de dor, depois que ele conseguiu investir de novo, e conseguiu jogar a espada longe, Drago se afastou pra investir contra ela novamente, com toda sua força, mas antes de chegar a ela novamente, foi atingido por trás e foi jogado pro chão com um tiro, era Banguela e Soluço.
*
Soluço estava tentando treinar os dragões e Banguela tentava dar comandos, nada adiantou, decidiram partir pra briga, tentando não machucar os pobres dragões, eles conseguiram passar quando os dragões se distraíram com o resto dos cavaleiros de dragão. 
Soluço entrou em desespero quando viu Drago com sua bebê no colo, Astrid disse algo que fez o homem largar o bebê, ele parou no meio da escada, ele quase entrou em choque quando percebeu que Astrid segurava outro,ele era pai de gêmeos!  Mas é claro que deu um comando pra Banguela atirar em Drago, assim que acordou do espanto, o dragão também não reagiu antes dele pelo mesmo espanto. Eles não podiam ser irracionais agora, eles precisavam protejer sua família.
Drago se levantou assustado e recuando,olhando horrorizado para algo quebrado abaixo de si, a joia. Drago percebeu isso ao mesmo tempo que Soluço entrou no quarto,Drago se levantou pegando sua lança e esbravejou correndo em direção da loira com a bebê novamente, Soluço foi mais rápido, ele passou sua espada  flamejante pelo corpo do homem antes que ele chegasse a sua esposa, Banguela mordeu seu braço e jogou no canto mais longe do quarto, onde bateu a cabeça e desmaiou, enquanto um sangue negro escorria de seu corpo, Soluço soltou sua espada, sem acreditar no que tinha feito. Mas logo voltou pra realidade,encarando a esposa.
— você tá bem? — perguntou Soluço abraçando Astrid.
Ela se mantinha com os olhos parados, e tentando não chorar, então se concentrou na bebê, em seu colo.
Soluço pegou a outra bebê, a colando junto ao seu corpo, ela continuava calma e dormindo, ele sorriu para as bebês, a outra estava se acalmando no colo da mãe, as duas embrulhadas com toalhas brancas, ainda estavam um pouco ensanguentaras. Banguela se aproximou e Soluço encostou sua testa na do amigo, deixando uma lágrima cair.
— são gêmeas! E são meninas! — murmurou ele sorrindo. — elas são lindas, Astrid! — disse ele beijando o topo da cabeça dela. Astrid sorriu para as pequenas. 
— sim, elas são! — disse a loira sorrindo. Sem querer, rapidamente ela desviou o olhar pro chão, a parteira estava morta ao lado da cama, a loira se virou, enterrando a cabeça no pescoço de Soluço, reprimindo a imagem, Soluço apertou o abraço.— eu preciso sair desse quarto — murmurou Astrid.
— ok, vamos levá-las pro quarto delas! — disse Soluço, pegando a outra menina dos braços dela.
Astrid respirou fundo de olhos fechados.
Então ele ouviu alguém abrir a porta, Banguela cercou o casal, rosnando, Soluço apertou as bebês contra si, mas Heather e Alexandra entraram no quarto, A pequena estava no colo da mãe, mas desceu ao ver a tia Trid, e o Banguela, que parou de rosnar e assumiu uma cara fofa.
— não! Amor, vai brincar com a Tempestade! — disse Astrid, a menina sorriu e desceu as escadas. 
Heather tampou a boca, se assustando, após ver Drago morto no canto do quarto, Alexandra saiu sem vê-lo, graças aos deuses.
— volta pro seu pai! Eu ajudo a Astrid! — disse Heather após se recuperar.
Soluço olhou de novo pra loira e a ruiva em seus braços, não queria soltá-las, na verdade não queria soltá-las nunca mais.
— o que aconteceu? — perguntou Astrid.
— ele foi atingido na batalha! — explicou Heather.
Soluço se voltou para Astrid, ela acenou para que ele fosse, ele beijou a testa da pequena  loira e depois da ruiva, elas dormiam tranquilamente, ele se voltou pra esposa, entregando-lhe as gêmeas, e tocando os lábios dela rapidamente.
— eu amo vocês! — disse ele, forçando um sorriso, Astrid retribuiu o pequeno sorriso, depois voltou a olhar paras recém-nascidas.
— nós também te amamos!— disse ela.
Ele e Banguela encontraram com a mãe de Astrid entrando na casa, Soluço ficou feliz que ela e as filhas estivessem em boas mãos. Mas um pouco dessa felicidade se foi ao ver como Berk estava, e se lembrar de seu pai, ele montou em Banguela e eles foram ajudar os feridos, principalmente seu pai, eles esperavam que Stoick ainda estivesse vivo.


Notas Finais


E aí, o que acharam? Eu sinto muito, mas eu tinha que fazer um nascimento diferentãokkkkk
Será que o Stoick vai sobreviver?! Quem apostou que eram gêmeas acertou! Kkkk
Beijos lindezas💜


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