História Histórias macabras - Capítulo 33


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Colegial, Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Droubble, Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Sobrenatural, Steampunk, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 33 - Contraste


Ah... Como me deleito com o rastro de sangue que fica em seu corpo enquanto o estilete passeia por sua alva pele...


Não negarei, minha querida, sempre quis ver o contraste do vermelho em você. Essa pele tão branquinha parece combinar perfeitamente com o carmesim de seu sangue. Queria muito que você me dissesse que também sente o mesmo prazer que eu, mas acabo de lembrar que cortei sua língua e despejei óleo fervendo em sua garganta. O que posso fazer? Não parava de gritar feito uma cadela inútil no cio. 


Agora são seus olhos que me intrigam... Esses olhos castanhos que não escondem a dor que você sente, por mais que tente. Vejo a lágrima escorrer. Solitária lágrima. Não obstante, passo o estilete em suas pálpebras, pois não faz sentido esconder tão belos olhos. Mas creio que algo deu errado, pois cortei o esquerdo pela metade. Paciência. Vou arrancá-lo. 


Deixo-a presa na cadeira e me afasto para admirar: branco e vermelho. Alvo e carmesim. Sangue escorrendo por cada corte, pelo olho recém arrancado e pela boca, onde uma vez existiu sua afiada língua. 


Minha mais bela obra de arte. Tiro uma fotografia e a jogo no poço de ácido fluorídrico. 


Adeus, Mel. Espero que no inferno reflita e entenda que não deveria ter rejeitado meu amor. Agora me deixe terminar o trabalho com seus filhos, aqueles pelos quais você tanto gritou para que eu p oupasse.




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