História Historicamente Químico - Capítulo 25


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Love, Yaoi
Visualizações 12
Palavras 1.664
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oii gente! Então, eu resolvi postar o último capítulo hoje porque já estava pronto e eu queria que vocês lessem logo. Queria agradecer a vocês que deram apoio a essa história e dizer que amo muito vocês! No final do capítulo vocês terão uma surpresa.

Capítulo 25 - Juntos


Fanfic / Fanfiction Historicamente Químico - Capítulo 25 - Juntos

10 meses depois

Julian POV

Estava arrumando meu terno quando recebi a ligação de Manuel. Ele me falou que já estava na praia e que só faltava eu e Hercule. Falei para ele que eu já estava indo.

Botei um perfume e olhei para o porta retrato de Lewis e eu. Depois que ele morreu eu relevei nossas fotos e coloquei elas pela minha casa.

- Você ia adorar estar aqui hoje - disse olhando a foto -

Amendoim chegou com a bolinha para brincarmos. Fiz um carinho nele e joguei a bolinha. Andei até a porta e saí de casa.

Cachorros sabem quando você está triste. Desde que Lewis se foi, Amendoim fica sempre comigo. Quando começo a chorar ele pega a bolinha e me distrai ou então fica me pedindo carinho.

Havia quase um ano que Lewis morreu e eu estava seguindo o que prometi a ele: Estava tentando seguir em frente. Hoje era o casamento de Manuel e Hercule e eu iria ser o padrinho. Eu estava feliz por eles.

Manuel e Hercule foram dois que não saíram do meu lado. Vamos a lugares juntos e até viagens. Manuel me contou várias vezes que Hercule chora de saudades de Lewis. Nesse tempo eu fiquei mais íntimo de Hercule, na maioria das vezes falamos de Lewis, mas já falamos de outras coisas também.

O assassino de Lewis está na cadeia e deve ficar lá o resto da vida. Eu fiquei feliz com isso, ele matou várias pessoas e causou uma tristeza imensa em várias famílias. A justiça estava sendo feita.

Estava no meu carro dirigindo enquanto tinha esses pensamentos. Olhei para o volante e vi minha aliança. Eu uso ela todo dia e isso de alguma forma diminui a dor. Lewis foi enterrado com a dele.

As vezes eu lembro do enterro dele. Lewis estava de terno, num caixão marrom e estava com uma expressão serena. Ele havia morrido feliz e isso me conforta. Eu fico em paz quando lembro que dei alegria para ele enquanto ele esteve aqui.

Hercule fez um discurso no enterro dele. Ele falou o quanto eles eram bons amigos e que ele nunca o esqueceria. Eu não falei nada. Eu falei tudo que eu tinha para falar no hospital com ele.

Estacionei meu carro perto da praia e fui andando. Manuel nunca foi fã de praia, mas ele iria se casar numa por Hercule. Iria ser engraçado ver ele desconfortável pela areia.

Eles fizeram uma tenda com um tapete que dava ate ela. Havia hibiscos por todo o chão e até nas cadeiras. Encontrei Manuel sentado numa cadeira lá na frente.

- Julian - ele me abraçou - Ainda bem que você chegou antes de Hercule.

- Eu não iria me atrasar num dia desses - disse rindo -

O pai de Manuel chegou e disse que Hercule havia chegado com a mãe. Então eu subi com Manuel num tablado de madeira embaixo da tenda. O juiz de paz estava ao lado de Manuel.

- Com quem estão as alianças? - o senhor perguntou -

- É verdade! - Manuel tirou elas do bolso e me deu - Você me entrega na hora Julian

- Não era para uma daminha de honra ou algo do tipo? - perguntei confuso -

- Quero inovar - ele me respondeu rindo -

Coloquei elas no bolso e esperamos Hercule chegar. A música de casamento começou a tocar e vimos ele andando na praia com a mãe.

Eu ficava pensando em Lewis. Ele iria adorar ver Hercule assim. Ele iria adorar ser padrinho dele. Eu deixei umas lágrimas escaparem. De alegria e de saudades.

Respirei fundo e me acalmei. Eu iria viver o melhor desse dia. Por Lewis!

Manuel POV

Eu vi Hercule chegando com a mãe. Ele estava de braços dados com ela. Hercule usava um termo azul marinho e segurava um buquê de Hibiscos. Essa era a nossa flor favorita, então era o símbolo do casamento.

Meu coração batia rápido e eu já estava chorando. Ele estava lindo e eu estava realizando meu sonho. Tudo parecia tão surreal.

Ele chegou no altar e ficou de frente para mim. Eu limpava as lágrimas do rosto e ele não conseguia conter o sorriso.

O juiz de paz seguiu com a cerimônia e então chegou a famosa hora.

- Hercule Paces, você aceita Manuel como seu legítimo esposo?

Hercule sorriu e deixou lágrimas de felicidade escaparem.

- Aceito

Julian tirou a caixinha de aliança do bolso e estendeu para Hercule. Vi que Julian estava sorrindo. Hercule pegou o anel e colocou no meu dedo.

O juiz de paz se virou para mim.

- Manuel Leister, você avista Hercule como seu legítimo esposo?

Eu esperei essa hora por meses! Peguei a aliança e coloquei em Hercule.

- Aceito! - disse sorrindo -

- Pode beijar o noivo!

Eu agarrei Hercule e rodopiei com ele nos meus braços, sem parar de beijá-lo. Nenhuma palavra é capaz de descrever esse sentimento de alegria. Nem fórmulas da fisica são!

Hercule e eu descemos do tablado e andamos pela praia. Os convidados jogavam arroz em nós, parecia que a chuva tinha ganhado cor e era branca. Hercule sorria e chorava de alegria. Eu também não me continha e chorava junto.

Quando chegamos longe dos convidados, Hercule olhou para trás e jogou o buquê. Quem pegou foi uma prima dele que era adolescente.

Entramos no carro e fomos até o salão de festas. Iríamos fazer a festa em lugar fechado porque de noite na praia poderia ser perigoso. Os convidados já sabiam o lugar e iriam nos encontrar lá.

- Tudo foi muito perfeito! - Hercule disse com as bochechas molhadas pelas lágrimas -

- Foi mesmo e o dia ainda nem acabou.

- Achei muito legal a sua ideia das alianças. Lewis também teria gostado - Hercule disse com ar de tristeza -

Suspirei e abracei ele. Hercule sentia muita falta de Lewis, tanto quanto Julian.

- Ele está feliz - disse fazendo carinho no cabelo dele - De onde ele estiver.

Hercule me beijou e sorriu.

- Obrigada por entender essa dor.

- É o mínimo que posso fazer meu anjo.

Nessa hora, tínhamos chegado ao salão de festas. Descemos do carro e entramos.

Hercule POV

O dia estava correndo perfeitamente. Eu havia chorado de felicidade muitas vezes. Eu sentia falta de Lewis e queria que ele estivesse em meu casamento. Eu achei a atitude de Manuel nobre e eu teria feito o mesmo.

Entramos no salão de festas e a maioria dos convidados já estava lá. Vi Julian sentado numa mesa num canto.

- Vamos cumprimentar os convidados - Manuel disse segurando minha mão-

- Vou num instante - me afastei dele - Vá fazendo isso por mim.

Ele olhou e viu que eu olhava para Julian. Ele fez um sinal com a cabeça de compreensão. Fui andando até a mesa.

- Julian - me sentei de frente a ele - Você está bem?

Ele olhou para mim e vi que ele estava segurando o choro.

- Sim, Hercule. Aproveite sua festa, não se preocupe comigo.

- Julian, eu cumpro todas as promessas que eu faço. Nunca quebrei nenhuma. Eu também estou com saudade dele e sei que você mais do que ninguém também está.

- É verdade, mas eu estou vivendo o melhor desse dia. Por ele. Eu sei que ele queria que eu seguisse em frente e eu estou seguindo a minha maneira.

- Eu não duvido, Julian. - coloquei a mão no ombro dele - Perdão se o incomodei.

- Relaxe, Hercule - ele sorriu - Aproveite o seu dia.

Agradeci e saí. Fui ao encontro de Manuel. Cumprimentei os convidados e o buffet começou a ser servido. Algum tempo depois começaram a tocar músicas.

Os convidados se levantaram para dançar e eu Hercule estávamos sentado numa mesa comendo.

- O que falou com Julian? - Manuel me perguntou comendo um pedaço de bolo -

- Perguntei se ele estava bem. Falei para ele aproveitar o dia.

Manuel assentiu com a cabeça. Nessa hora eu levantei e subi até o palco do salão. Peguei o microfone e comecei a falar.

- Boa noite a todos! Espero que estejam aproveitando.

Os convidados disseram que sim em uníssono.

- Eu queria fazer um discurso. Queria agradecer a vocês por comparecem e nos apoiarem nessa decisão.

Palmas ecoaram por todo o salão.

- Mãe, eu queria agradecer a você! Por me compreender e nunca me abandonar. Por estar comigo nas horas mais tristes e por ter me apoiado nessa decisão tão importante. Eu queria que você nunca apagasse seu sorriso do rosto. Você é a melhor mãe do mundo.

Minha mãe estava em pé com minha prima. Ela estava chorando de alegria e isso me deixava feliz.

- Eu queria agradecer a outra pessoa - dei uma pausa - Ele não está aqui hoje, mas sei que ele está vendo isso de onde ele estiver. Meu melhor amigo Lewis.

Julian continuava sentado na mesma cadeira. Ele olhou para mim com um sorriso saudoso no rosto.

- Ele sempre esteve comigo. Me levou a lugares que jamais pensei em conhecer e me ensinou coisas que nunca vou esquecer. - olhei para cima como se ele pudesse me ouvir - Meu melhor amigo, te mantenho vivo dentro do meu coração e nunca vou deixar sua chama se apagar!

Julian deixou lágrimas escorrerem. Ele estava me aplaudindo, mesmo com saudades de Lewis.

- Há uma última pessoa que eu quero demonstrar meu amor e gratidão. É você Manuel! - apontei para ele -

Ele estava na cadeira. Ele sorriu todo envergonhado.

- Como vou retribuir todo o carinho que você me dá? Como agradecer a sua paciencia comigo? Você foi a melhor coisa que essa vida maluca já me deu e não vou deixar você escapar. Você vai ficar casado comigo até ficarmos velhinhos e virarmos peça de museu! Eu te amo Manuel e depois daqui seguiremos nossas vidas juntos!

Ele começou a chorar, eu desci do palco e o abracei. A partir daqui iríamos trilhar nossos caminhos juntos! 


Notas Finais


*Surpresa*
Votem nos comentários se vocês querem um capítulo extra ou um final alternativo! Quis dar esse presente a vocês!

Também tem outra supresa! Estou com uma nova fanfic e vou postar as terças-feiras. Vou postar a sinopse aqui:

Sob as luzes de Tóquio e além de becos escuros, respira uma organização de mafiosos que encontra prazer na dor de suas tatuagens e nos gritos de agonia de suas vítimas. Takashi Ikeda, destinado a suceder seu irmão na liderança após a morte dele, se vê dividido entre a responsabilidade que carrega em seus ombros e a dificuldade em construir uma vida normal enquanto convive entre assassinos de sangue frio. Na escola, ele conhece Matthew Butler, de descendência americana e filho de policial, e por mais que sua alma curiosa implore para se aproximar dele, Takashi sabe que isso o levará a sua ruína. Pego no meio do fogo cruzado entre autoridades da máfia e investigações policiais, o gato da Yakuza conta uma história de amor impossível que se torna real.


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