História Historinhas e Mini Imagines do Bangtan - Capítulo 6


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Tive uma idéia para esse negócio. Espero que gostem. Por favor, se puderem, comentem o que acharam por que eu fico muito feliz.

Capítulo 6 - Uma História


Fanfic / Fanfiction Historinhas e Mini Imagines do Bangtan - Capítulo 6 - Uma História

Eles eram 7. 

7 amigos;

7 irmãos;

7 pessoas ligadas por algum laço.

Eles tinham sonhos, enormes sonhos. Tão grandes que a ver o sonho de outro, apenas diziam:

"Apenas isso é o seu sonho?"

Eles sempre queriam mais e mais como qualquer outro, mas isso não chegava a ser seus sonhos. Por essa razão as outras pessoas os questionariam e avisaram:

"Desistam!"

Mas não, ele eram à prova de insultos, à prova de inveja, à prova de balas. Então eles disseram NÃO! Eles lutaram pela sua música, quando cantavam era como escutar um tiro harmonioso. Cantavam como click, click, bang bang.

Porém, foram pegos. Um mal tão horrível. Fizeram eles seguirem as regras que os fariam ser iguais aos outros. Até que o seu mais novo, o mais obediente, o que todos achavam ser uma coisa… Disse Não! Acabou com aquilo e eles fugiram para o mundo onde eles sabiam que podiam sonhar.

Eles esqueceram que eram apenas adolescentes e já se comportavam como homens. Até o primeiro caso de amor deles. Uma menina linda e delicada, desejada por todos eles. Eles trabalharam juntos para que ela os notasse. Ela notou e com isso surgiu um amor. 

Aquele amor foi se deteriorando até que ele ficou ameaçado de extinção. Ele estava em perigo. Porém eles necessitavam, precisavam e lutavam por ela apesar de que seu relacionamento era conturbado. 

Depois daquele amor ir embora, eles ficaram arrasados, mas continuaram a vida. Arranjaram seus primeiros empregos, nós quais trabalhavam duro e ganhavam o bastante para se sustentar, quase pouco. Eles para parecer descolados, ficavam falando como era fácil, enquanto todos querendo ou não, se matavam de trabalhar e acabavam secretamente tendo raiva dos outros. Estava indo bem até que outra apareceu. Os hormônios deles afloravam, não tinha como escapar, foi uma verdadeira guerra, onde no final ela escolheu um deles. 

Eles apoiaram o amigo que trabalhava duro por sua amada. Eles o ajudaram. Ele sempre falava para ela:

"Tudo isso é por você!"

Mas aquilo acabou também, era estranho, tudo acabava, tudo ia embora, num piscar de olhos, como se corresse. Então eles iriam correr também, não se importavam com o amanhã, não queriam saber de nada, só queriam correr, ter apenas mais um dia juntos. Mais um dia, apenas mais um pelo menos. 

Eles logo perceberam que queriam ser jovens para sempre, mas não podiam, todas aquelas sensações logo se esvairiam. Todo aquele sentimento, aquela busca, iriam embora.

Um dia eles olhavam o bailar das borboletas num lugar isolado. Eles então fizeram a promessa de que jamais iriam abandonar uns aos outros.

Um deles se levantou. Ele andou até as escadarias e pulou, ele vira algo ali, ele vira a esperança, os meninos precisavam conhecer mais alguma coisa, mas, o quê? Ele pulou, a esperança, mas os outros? O seguiram.

Asas! Abriram-se elas! Eles voaram, conseguiram, porém, fizeram algo errado, não sabiam o quê. Então eles a viram. 

Então eles caíram…

Cada um em um lugar.

Estigmados em feridas profundas pelo pesar…

Adormecidos pelo poder…

Afogados em mentiras…

Persuadidos pelo mal…

Entre espelhos…

Pétalas…

O bater das asas da borboleta eram os segundos…

As asas escureceram e… foram arrancadas brutalmente.

Os meninos conheceram o mal.

Porém, para um deles, aquilo era apenas o ponto de partida.

Ele os curou.

Acordou.

Perdoo.

Guiou.

E tentou libertar.

Eles sacrificaram seu sangue suor e lágrimas e sua ultima dança, um deles, porém, não quis. Ele achou sempre que estava sozinho. Tentando salvá-lo, um outro se prendeu no lugar do inverno eterno. 

Ele então acordou e não ligou para suas doídas cicatrizes, correu para ajudá-lo, a primavera então floresceu naquele lugar. 

Tem um dia em que todos perdem, mas quer dia não era hoje. Eles então correram, lutaram e mostraram:

Liberte suas asas e lute! Não é hoje que você cairá, pois você nunca anda sozinho!


Notas Finais


Ficou meio ruim, mas eu quis botar. Por favor, comentem.


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