História History of Love - Capítulo 10


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Categorias Super Junior
Personagens Cho Kyuhyun, Choi Siwon, Heechul, Kim Heechul, Kim Jongwoon, Kim Ryeowook, Lee Donghae, Lee Hyukjae "Eunhyuk", Lee Sungmin, Park Jungsu, Shindong, Yesung
Tags Couple, Escola, Eunhae, Kyumin, Lemon, Sichul, Super Junior, Yeteuk
Exibições 43
Palavras 1.294
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Fantasia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


HEY PEOPLE!! Tudo bem??

Desculpe a demora!!!! Espero que gostem desse capítulo...
De qualquer forma deixem seu comentário e boa leitura s222

Capítulo 10 - Capítulo 10


Fanfic / Fanfiction History of Love - Capítulo 10 - Capítulo 10

Capitulo anterior

Às 8h da manhã um grupo de garotos conversava animadamente, até verem um garoto, de cabelos castanhos sair do colégio entrando em uma limusine, enquanto um homem forte o seguia, a quem parecia ser um segurança.

–-Ei, aquele não é o RyeoWook? – YeSung perguntava, apontando para o garoto enquanto seus amigos, LeeTeuk, SiWon, DongHae e EunHyuk, seguiam a direção do dedo com o olhar.

–-É sim, mas aonde ele vai? – Era vez de LeeTeuk se pronunciar.

O moreno do grupo, SiWon, lembrava-se o que o namorado tinha dito a KyuHyun no dia anterior, mas HeeChul havia pedido sigilo, então não falara nada.

X-X-X-X-X-X-X

KyuHyun P.O.V.

Ontem, quando o HeeChul, disse aquilo até tentei ir atrás do RyeoWook, mas não descobri onde ele estava. Sendo assim decidi que seria melhor ir dormir e acalmar meus ânimos. Se ele for embora realmente, eu duvido que consiga impedi-lo.

Apesar de ter ido dormir “cedo” - afinal eram 23h12min quando fui dormir- apenas deitei em minha cama, meus olhos se negavam a se fechar e quando o faziam me mostravam como poderia ser a cena quando ele fosse embora, como poderia ser triste minha vida se não conseguisse impedi-lo amanhã.

Por fim, ainda triste e desolado, consegui pegar carona na carruagem dos sonhos.

O dia amanheceu me acordando consigo. Era sábado e não precisaria levantar da cama tão cedo, sendo assim estiquei meu corpo preguiçosamente. Esse pensamento fora cortado por três motivos: um: caí da cama com a “surpresa”; dois: SiWon não estava no quarto, e mesmo que ele durma com o HeeChul, ele sempre vem aqui pro quarto de manhã; três: Eu tinha que impedir RyeoWook de ir embora.

Levantei de supetão, indo em direção ao banheiro, levando comigo até a metade do caminho o cobertor. Fiz minha limpeza matinal bem rápida, e fui logo me vestir. Peguei uma camisa azul com as bordas pretas em degradê e uma bermuda jeans, pelo meu reflexo no espelho pude ver que já eram 10h da manhã!

O que eu faria se RyeoWook já tivesse ido? Se eu não conseguir impedi-lo de ir?

Meneei a cabeça em negação, tentando tirar esses pensamentos inúteis da minha cabeça, e saí do quarto em direção ao seu.

Seu quarto era a terceira porta depois da minha, então segui até lá e bati devagar e quase fraco, mas ninguém atendeu. O desespero estava quase me consumindo, então dessa vez bati mais forte quase desesperado e novamente ninguém atendeu.

Senti meu coração se apertar, e uma dor sufocante vir junto. Levei minha mão até o peito tentando fazer a dor parar, ainda apoiado na porta. Então percebi de que ele poderia estar simplesmente se despedindo de seus amigos ou revendo a escola uma ultima vez.

Fui em direção a escada, um tanto quanto longe, correndo. Assim que cheguei à mesma desci de dois em dois degraus, já sem a mão no peito. Meus olhos já não conseguiam focalizar tanto, pois já estavam marejados e lagrimas ameaçavam cair. Foi quando me bati com uma pessoa, caindo no chão. Meu coração, já acelerado por conta da corrida, acelerou ainda mais.

HeeChul estava parado diante mim, e eu não consegui enxergar sua expressão, mas se ele estava ali talvez RyeoWook já tenha ido.

--Olha por onde anda garoto!!!

--HeeChul?!?! Onde está RyeoWook?

E riu de escárnio.

--Não sei. Procure.

Então passou por mim, subindo as escadas.

Levantei o mais rápido que pude, logo me pondo a correr em direção a entrada e saída do colégio. Era longe, o que me levaria tempo, me desesperando ainda mais com a ameaça de já não vê-lo mais.

Corri pelo pátio, e quando estava passando pelo dormitório avistei SungMin sentado em umas das mesas bebericando um milkshake, então corri até ele, talvez ele pudesse me dar informações.

Assim que cheguei em sua mesa, bati as mãos na mesma, quase a derrubando com o impacto, o que lhe chamou a atenção.

--SungMin, onde está RyeoWook?!? – Eu puxava o ar com todas as forças que podia, tentado me recuperar rapidamente, mas ele parecia relutar em entrar em meu corpo.

--Não sei. – Disse simplesmente, ele pareceu não se importar nenhum pouco com o fato.

Então meneei a cabeça em negação mais uma vez e me pus novamente a correr em direção à entrada.

Corri, tentando ser rápido, o que o meu estado de cansaço e o pensamento um pouco pessimista em minha cabeça me fazia pensar que era uma tentativa falha. Passei por dentro todos os corredores, as pessoas a minha volta me olhavam como alguém que perguntava: “Por que ele está correndo assim?”, e eu com certeza responderia “Porque tenho que salvar meu amor.”.

Quando cheguei aos grandes portões azuis que nos separavam do mundo não havia ninguém. Nenhum pássaro cantarolava perto do local, nenhum misero som era escutado.

Ele havia ido embora. Eu o tinha perdido.

Deixei as lagrimas rolarem livremente por meu rosto, chorando ainda sem pronunciar nenhum som. O silencio parecia fazer parte daquela trilha sonora angustiante que me sufocava agora.  Nem o Sol, que antes sorria pelos céus, agora se escondia por trás das nuvens espessas e cinzas. Uma delas passava em cima de mim, me lançando uma sombra negra. Denunciando meu estado de tristeza. Parecia que eu havia colocado meu coração em cima de uma mesa e pegado um martelo de carnes e então batido nele até velo em pedacinhos. O que me fez lembrar que era provavelmente isso que RyeoWook sentia quando eu o machucava.

Apenas a sua lembrança fazia meu peito se apertar ainda mais. Me trazendo um dor mais sufocante ainda que a primeira. Reunindo forças pra não cair de joelhos no chão, lembrei que talvez ele não tivesse ido embora, isso só o porteiro responderia.

Mesmo já sem esperança alguma, resolvi ir falar com o porteiro. Caminhei vagarosamente até sua cabine, do lado dos portões azuis. A chuva já começava a cair fracamente sobre mim.  Assim que olhei para sua janela, permitindo que ele também me visse, sua expressão passou a ser assustada e ele já iria se pronunciar mas eu o interrompi e fui direto ao assunto.

-- V-você viu um menino com os cabelos castanhos, mais baixo que eu sair por aqui com malas?

--Sim, um garoto um pouco afeminado saiu por aqui hoje cedo, ele saiu em uma limusine com seu segurança levando uma bolsa bem pequena e foi embora. Por que o interesse?

--Na-nada...

Virei-me de costas para si e me deixei deslizar pela parede de sua cabine, com o olhar perdido em direção ao portão.

Ouvia soluços perto, então percebi que eram meus.  Eu chorava desesperadamente como se o mundo fosse acabar aquele instante. Mas era isso que eu sentia que o mundo ia acabar, tamanha a dor que eu sentia. Era como se estivessem me esfaqueando e mesmo depois de morto insistiam em me esfaquear e meu corpo ainda sentia tal dor.

Me encolhi em forma de feto e chorei. Como nunca tinha feito antes, deixei que as lagrimas levassem minha dor de mim, mas cada vez que uma lagrima caia levando consigo um pouco de dor, também levava um pouco de mim, e minha dor só crescia.

O porteiro não se importou comigo, e nem ninguém. Com o que fiz com o RyeoWook, meus amigos se afastaram de mim, talvez só ele se importava comigo de verdade e eu o fiz sofrer. Talvez isso seja exagero, mas minha mente me forçava a pensar desse modo, o modo que mais doesse em meu peito, como se quisesse me punir pelo que fiz.

Senti uma mão afagar minhas costas, mas não me importei. Eu queria me afogar em dor, como se minha dor fosse um rio e eu emergisse nele e não queria nunca mais sair de lá.



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