História Hitorie - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor Platonico, Boy Band, Musica, Originais, Reciprocidade, Romance, Treta
Visualizações 3
Palavras 812
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Era p eu postar na sex e seg? Sim.
Eu nunca consigo realizar isso? Exato.
"Ora pois pq estais aqui, srta?" - pergunta o velho português chamado Bertha
"Ora pois aqui está a resposta, meu bom octogenário: deu vontade. Só isso mesmo, xau"
Enfim curtam ai ou sei lá o q

Capítulo 4 - O terrível branco do maldito inverno


Fanfic / Fanfiction Hitorie - Capítulo 4 - O terrível branco do maldito inverno

📹


Nicholas Schmidt


"Não importa o quanto você se esforce para ser alguém que não é. O espelho sempre revela a verdade."

Todos nós começamos com uma cortina sobre os olhos, e com o tempo você decide se quer ou não abri-la. Eu descobri isso aos 8 anos. As cortinas perguntaram se eu queria abri-las, e eu disse sim. Já estava cam raiva de Emiliana e a forma como me tratava. Depois de ver o que há por trás de tudo passei a ver o mundo como totalmente branco, nada era colorido nem real. Era como se eu não tivesse mais vida, apenas vagava por ai, como um fantasma. Desde então eu procurava algo com cor, qualquer cor que não fosse o branco enjoante das paredes.


E então, em um ano em que eu estava de saco cheio de tudo, uma garota chegou no meio do ano. Ela sorria quando entrou na sala, mas não um sorriso de alegria. Era um sorriso de desespero, eu conseguia enxergar, mas era o único.

  Ela parecia ser uma pessoa normal, ficou amiga de Star Singer e Jack White, tinha notas boas e ficava na dela. Fingia enenhumdo bem, mas ninguém podia ver o quanto ela se esforçava nem as marcas que carregava. Um dia a trancaram no terraço. Era no baile de inverno e o frio estava intenso. Lembro que no outro dia fui eu quem a achei.

Lembrança p.o.v on

- O que você está fazendo aqui?


Ela sorri.


- O mesmo que você. Morrendo aos poucos.


Franzi a testa, e ela continuou.


- Nicholas, né? Você também abriu os olhos?


Abri a boca para falar, mas não o fiz. Ela sorriu mais ainda.


- Sabe, meu plano era morrer aqui e esperar acharem meu cadáver por causa do cheiro.


- Como você vê o mundo? Qual a cor dele?


Perguntei, hesitante.


- Eu vejo numa explosão de cores vivas e brilhantes. Tudo é lindo e ao mesmo tempo um tanto falso. Sou imundada pelo azul escuro e me sinto no fundo do mar, onde correntes me puxam para baixo. E você?


- Vejo tudo branco. É tudo falso e não tem nenhum motivo. A lucidez não me convêm nesse mundo de falso branco, então estou a procura de uma, qualquer uma cor.


Ela ri.


- Você deve odiar o inverno.


Sorrio, mesmo não querendo.


- É, eu o odeio.


Ela começa a agir estranho, tentando puxar o ar frio para os pulmões, e então pega uma bombinha de ar do bolso do casaco e usa. Começa a respirar melhor. Vou até ela.


- Se quer se matar está fazendo errado.


Ela ri.


- Eu não consigo. A maldita esperança me persegue.


Sorrio e estendo a mão para ela.


- Vamos para a enfermaria. Você está horrível.


Ela a pega, mais cai quando tenta se levantar. Eu supiro e a pego no colo. Quando desço as escadas com ela, a mesma diz:


- Eu estou a procura de uma luz, uma luz verdadeira...

Lembrança p.o.v off

Mais tarde viramos amigos. Mais tarde ainda perguntei se ela queria ser a minha cor, e ela perguntou se eu queria ser a luz dela.



📹


10/10/20xm


- Vamos fazer tratos.


- Ok Leh.


- Primeiro: não vamos dizer "eu te amo", é clichê demais para mim. Você é clichê, eu sou clichê e o nossa relação é clichê. Vamos inovar um pouco.


- Mas inovar não é clichê? Se for assim, tudo é clichê.


- De qualquer forma não quero que usemos "eu te amo" é o clichê dos clichêses caso você não saiba, Nih.


- Certo, o que usar então?


- Que tal eu te asmo? Seria engraçado. *ri*


- Não, Leah. Por favor. Nada condizente com sua doença...


- Deixa eu ver então... Que tal ser em outra língua?


- Vamos usar latim, já que eu sei.


- Certo, que tal... Ser como um apelido que também quer dizer um "eu te amo" e tal?


- Tipo?


- Sei lá. Pra mim você é uma luz. E aparentemente pra tu sou como uma cor. De preferência azul escuro porque é minha cor preferida mas enfim...


- Então vamos usar isso.


- Quê ?


- Eu te chamo de "Caerulum" e você me chama de "lux"


- Beleza. Feito então.


Ambos riram por motivo algum e um tempo se passou até que os dois perceberam que estava "namorando" e dizendo "eu te amo" de forma enigmática, coisa que nunca pensaram em fazer. Nicholas estava muito feliz por dentro. Agora seu mundo tinha a cor de um anoitecer cheio de maravilhosas estrelas.


- Pensando agora... Isso também é clichê. É como se fôssemos yin e yang.


- Mas não somos diferentes... Quer dizer, não somos completamente opostos.


- Vamos discutir isso depois, estou com fome.


- Também estou. Quer comer o que?


- Sei lá. Algo à ver com batata.



Notas Finais


N sei se vcs sabem (n devem pq n conheço praticamente ninguém no spirit) mas eu amo batata. Frita, purê, cozida ou sei la como chama. Batata é igual à vida. Batata é amor.
Prox cap sai sei lá quando (provavelmente quando eu quiser)
E é isso. Terminamos hj com um pensamento do velho português chamado Bertha:
"Um dia eu ganhei um passarinho. Sem querer meu irmão o soltou. Eu perdi o passarinho, mas o passarinho ganhou o mundo"
Talvez o pássaro tenha morrido pra uma águia mas de boas, tchau Sr. Bertha. Tchau pessoas que lêem essa frase que estou terminando agora.


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