História Hogwarts - Nova Geração - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Tags Hogwarts
Exibições 52
Palavras 2.016
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Fantasia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, gente! Eu fiquei suficientemente satisfeita com esse capitulo, espero que gostem. No próximo capitulo revelarei algumas informações sobre os personagens, e vários dias irão se passar desse pra ele, um mês pra ser mais exata :3 Espero que gostem do capítulo, boa leitura!

Capítulo 5 - Acidente em Poções


Kelly Black

Escondida na temida Floresta Proibida estava meu maior tesouro. Scarlet, o melhor hipogrifo do mundo. Ela, como todo hipogrifo, parecia uma cruzação bizarra, porém bela, de um cavalo com uma águia gigante. Aproximei me dela e ela me encarou com seus intensos olhos amarelados. Fiz uma reverência que ela retribuiu quase que imediatamente, me aproximei do enorme animal de pelos cinzentos e acariciei seu bico.

— Olá, Scarlet — murmurei baixinho.

— Ela é sua? — uma voz feminina vinda de trás de mim perguntou.

Droga.

Paralisei no mesmo lugar, e girei os calcanhares lentamente. Encarei a pálida menina loura de belíssimos olhos azuis, que me olhava de volta. Ela parecia o tipo de pessoa que é muito bonita sem perceber, e aparentava ser uns dois anos mais nova que eu.

— Ela é sua? — a menina repetiu.

— Quem é você? — perguntei, sem responder a pergunta dela.

Ela riu.

— Allen — disse ela. — meu nome é Allen. E o seu?

Hesitei, desconfiada. Não lembrava de ter visto está menina antes. Mas ela disse seu nome, então eu disse o meu:

— Kelly

— Certo, Kelly — disse ela, experimentando o nome. — Ela é sua?

Quando ela repetiu a pergunta pela terceira vez, resolvi responder:

— Sim, ela é minha. O que faz aqui? Como a encontrou? 

— Ela é muito bonita, deixou eu a acariciar — disse ela, não respondendo minhas perguntas.

Ah, isso era uma vingança?

— Como a encontrou? — repeti a pergunta.

— Esbarrei nela — contou Allen, olhando para Scarlet.

Fiz uma cara feia e cruzei os braços, tentando parecer intimidante

— Não conte dela para ninguém, Allen. Ou vai se arrepender — ameacei.

Allen me encarou com um sorriso sincero, e disse:

— Tudo bem. Não contarei, Kelly. Prometo.

James Sirius Potter

Daniella saiu da ala hospitalar pouco tempo depois, com os cabelos, que antes iam até a cintura, cortados um pouco acima do ombro e sem as suas mechas verdes. Contava para quem quisesse a história, com algumas alterações: A incrível Daniella estava andando inocentemente pelo corredor com suas melhores amigas quando precisa lutar com o cafajeste e desprezível James, que lança uma gosma sobre seus preciosos cabelos e Daniella, raivosa, o atinge com o Feitiço das Cócegas (Rictusempra) e o babaca do James cai no chão se contorcendo de rir, então a monitora da Lufa-Lufa aplica uma merecida detenção nele e em uma menina tola que havia rido dela.

Fred e Sadie riram dessa versão e eu revirei os olhos.

— Ela não mencionou as aranhas — observou Sadie.

— Não acho que teria como ela distorcer isso — falei.

— Sempre tem uma maneira — disse Fred.

Deixei os dois e fui encontrar Alice. Encontrei ela em frente a sala de troféus, ela estava com profundas olheiras nada atraentes e com uma expressão triste, rabiscando algo em um pergaminho. Giulia também estava lá, encarando o chão, claramente tentando não se contagiar com a infelicidade de Alice. Pigareei para anunciar minha presença, ambas as meninas viraram a cabeça em minha direção naquele momento. 

— Está atrasado — disse Alice

Dei de ombros 

— Eu sei

— Limpem os troféus. Sem magia — ordenou ela, abrindo a porta. 

Eu e Giulia entramos, com um silêncio desconfortável no ar. Alice foi embora, nos deixando sozinhos ali.

— Como ela saberia se usamos magia ou não? — perguntei para a Giulia, tentando quebrar a tensão.

— Ela não saberia. Só se pegasse nossas varinhas e lançasse um Priori Incantatem, o feitiço reverso, nelas — disse Giulia.

— Sabe que isso foi muito nerd, certo?

Ela deu de ombros.

— Sim, mas foi você que perguntou.

Sem querer arriscar, comecei a limpar os trofeus, e sorri a um de Quadribol que tinha o nome de James Potter e Sirius Black.

Giulia viu o troféu também e perguntou:

— É deles que veio o seu nome?

— Sim. Do meu avô e o padrinho de meu pai, dois grandes marotos. Eles eram muito corajosos. Meu pai os amava e admirava muito, queria ter tido a chance de conhece-los — falei

— Honre o nome deles — aconselhou Giulia.

— Eu honrarei.

Rose Weasley

Não era tarde quando quatro aguamentis me atingem em cheio e um ar gélido se espalha por cada partícula de meu corpo.

Senti um grito rouco escapar de meus pequenos lábios e ouço risadas altas e descontroladas.

Levanto devagar da cama, de olhos fechados, encharcada e tremendo, e abro lentamente os meus olhos.

A primeira cena que eu vi foi uma menina pálida de extravagantes cabelos roxos se contorcendo de rir em sua cama, sendo acompanhada por Lucy Weasley, uma pequena menina morena de feições graciosas que tinha a mão na boca contendo um riso e Estelar Malfoy rindo abertamente com os olhos pregados em mim.

Cruzei os braços zangada e com um brilho furioso no olhar, perguntei:

— O que vocês tem na cabeça?

— Ainda não foi desvendado pela ciência — disse Estelar, deixando transparecer um pequeno sorriso.

— E não é que funcionou? Achei que não ia dar certo — comentou a pálida Hazel, que é metamorfaga, estupefata.

— Mesmo que tenha precisado de nós quatro, valeu a pena — falou Connie, enrolando seus cabelos negros com o dedo.

— Pelo amor de Merlin, Rose. Finalmente conseguimos te acordar! Quatro aguamentis, hein? Como se sente? — perguntou Lucy, brincalhona.

Eu, que continuava com uma carranca e não havia descruzado os braços, não havia se pronuncionado até o momento, mas falei:

— Vocês vão se arrepender disso, guardem minhas palavras — ameaço, elevando um pouquinho a voz.

Corro em direção ao banheiro, sem olhar para as reações das meninas. 

Encaro meu reflexo no espelho, uma menina com cabelos ruivos ondulados ensopados e de expressão furiosa me encara de volta, minha pele que estava muito pálida apresentava um tom esverdeado doentio, eu parecia um espírito agourento. Me sequei com um feitiço, e encarando o espelho com um raro sorriso maroto, falei:

— Terei minha vingança.

Lily Potter

Milhares de corujas adentraram o salão principal, algumas carregando pacotes e outras cartas, algumas ambos. Sorri ao avistar Nina, coruja de mamãe. Ela trazia várias cartas, e nelas reconheci a caligrafia de meus pais. Peguei as endereçadas a mim e entreguei as de meus irmãos pra eles. Na dúvida sobre qual abrir primeiro, peguei qualquer uma.

Querida Lily, 
Você conhece a palavra carta? Mensagem escrita que se envia? Parece que não, pois não me enviou nenhuma até agora. Tem noção do quanto ficamos preocupados? Ok, do quanto eu fiquei preocupada? Aliás, mocinha, você não pode sair explodindo banheiros. Outro James não, pelo amor de Merlin. Se eu receber mais uma carta da Minerva, você vai desejar não ter nascido. Entendida? Espero que sim. Ah, tomara que esteja bem e tenha tido um bom inicio de ano!
Beijinhos,
Mamãe.

Minha mãe é bipolar, só pode. Meio revirando os olhos, meio nervosa pela ameaça, abro a carta de papai:

Lily, 
Como está sendo o ano? Está sendo boazinha com seus primos e irmãos? Estudando bastante? Pode não ser a coisa mais certa a se dizer como pai, mas fico muito orgulhoso se você ser uma marota como James e Melany, assim como meu pai e os marotos. Ou talvez uma certinha como sua avó, de qualquer jeito eu tenho muito orgulho de você. Mas eu acho que você é uma mistura dos dois, sabe? Tem um brilho especial que faz as pessoas quererem ficar perto de você, uma inteligência muito grande e um espírito maroto. Aliás, mande meus cumprimentos a Teddy.
Atenciosamente,
Harry

As cartas de papai eram sempre bem-vindas, cheias de elogios e de perguntas. Nunca levei uma bronca séria dele, apesar dele ser bem bravo quando quer.

Escrevi duas respostas rapidas, contando sobre as novidades e me desculpando por não ter enviado nenhuma carta ainda.

— O que a diz a sua? — perguntei a Melany, já pegando suas cartas para ler. 

— Quase a mesma coisa que a sua — ela respondeu, dando de ombros. — Vou pedir uma vassoura para o papai, sou a única de nós que não tem uma Firebolt 

— Eu não tenho — discordei.

— Você não é do time de Quadribol, maninha — disse Melany

— Mas eu gosto de Quadribol — repliquei

A ruiva de olhos azuis levantou as mãos, se rendendo. 

— Certo, certo. Mas eu ainda vou pedir a vassoura.

Lerine Longbottom

— AI MEU DEUS! — uma voz masculina gritou.

Se havia uma pessoa nesse mundo pior que eu em poções, esse alguém era Hugo Weasley, meu melhor amigo. Sozinhos já eramos muito ruins, imagine juntos. O maior erro que a professora Susana poderia cometer era nos colocar em dupla, assim o número de desastres dobra. Nesse momento um de nossos caldeirões explodiu, com seu conteúdo encharcando Hugo, dono do grito e do caldeirão.

A Professora Susana balançou a cabeça, meio conformada, meio preocupada. Bolhas começavam a surgir na pele de Hugo com uma rapidez impressionante, se multiplicando mais e mais. Ele tropeçou e caiu, machucando a perna. Senti um forte aperto no coração ao vê-lo daquela maneira.

— Srta. Longbottom, leve o Sr. Weasley para a enfermaria. Sr. Eldwoords, ajude ela — ordenou ela.

Assenti, colocando um dos braços de Hugo em volta de meu pescoço. Dimitri pegou o outro braço de Hugo e fez o mesmo. Juntos, ajudamos Hugo, que xingava em milhares de línguas diferentes.

— Tomara que esteja doendo, ele merece — ouvi Daniella dizer quando estávamos quase saindo da sala.

Com raiva, abri a boca para dar uma boa resposta para ela. Mas antes que eu pudesse falar algo, Dimitri fez isso por mim:

— Cale essa sua boca se não quiser que eu faça um novo corte de cabelo em você, dessa vez você fica careca — ameaçou ele.

Daniella arregalou os olhos, e fingiu que não era com ela.

— Obrigado — Hugo agradeceu, com a voz falhando.

— Daniella mereceu, ela precisa que alguém a coloque em seu lugar — disse ele.

Sorri com seu comentário, ele tinha razão. E, sem perceber, fiz um novo amigo.

Scorpius Malfoy

Indo a aula de História da Magia junto a Alvo, não pude deixar de ficar ansioso. A sala havia mudado bastante, ficado maior e mais aconchegante, com um ar mais fresco e cores mais vivas. 

— Bem vindos — cumprimentou Rick — Sentem-se todos. 

Ele esperou pacientemente todos se acomodarem, e sorriu muito largo. Muito mesmo.

— Estudaremos a Primeira Guerra Bruxa, mas para a entendermos teriamos que conhecer melhor a história de Tom Riddle.

As pessoas começaram a conversar, excitadas. Sabiamos o basico da história, seria bem legal saber dela inteirinha. Pelo menos para mim, que sou um nerd (coisa que Alvo faz questão de jogar na minha cara todo santo dia).

— Um jovem garoto, como vocês, morava em um orfanato trouxa pois sua mãe havia morrido e seu pai, bem, digamos que ele era um desconhecido. O menino tinha uma fascinação por objetos valiosos, ele era digamos que o valentão do orfanato. Mas ele não era gordão e fortão, como você imaginaria um valentão. Ele era, na verdade, muito bonito. Magro, jovem e de aparência que esbajanva beleza, Tom era um menino que desde pequeno aparentava ser uma criança difícil e de personalidade forte. Ele não usava a força bruta como arma, como alguns devem estar imaginando, ele usava sua elegância e seu enorme poder de persuasão. Mas ele era cruel, mal e insensível. Quando completou onze anos, o garoto recebeu uma visita de Alvo Dumbledore — contou ele, cutuquei Alvo nessa parte. — Que lhe contou que ele era um bruxo. 

— Imagina se a Angel estivesse aqui — Alvo sussurrou pra mim. 

— Oh, céus. Não quero nem imaginar — sussurei de volta.

América Scamander

Estava na Biblioteca, que está ocupada agora apenas por meninas. Tinha Clary, Ani, Julie, Katherine, Samira e Mackenzie que conversavam comigo e Angel que lia afastada das outras um livro de aparência estranha. 

— Não vejo a hora de começar a temporada de Quadribol — disse Mackenzie.

— Não vai demorar muito, Mack — disse Ani. — Mas admito que também estou ansiosa.

— Vamos acabar com vocês — disse Viatrix, confiante.

— So no seus sonhos — falou Samira, entrando na conversa.

— O nosso time vai ganhar — falou Julie.

— Não, o nosso é que vai — eu disse.

— O nosso — falou Malia.

— Vocês estão ligadas que estão discutindo Quadribol em uma biblioteca, certo? — perguntou Katherine.

— E que essa discussão não vai mudar nada e não vai levar vocês a lugar nenhum, certo? — completou Clary. 

— Sim — falamos todas nós juntas, dando de ombros.


Notas Finais


Então, o que acharam?
Beijos e até semana que vem :3


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