História Hogwarts e a Ordem da Fênix lendo Harry Potter - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore
Tags Harry Potter
Exibições 267
Palavras 6.775
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Magia, Romance e Novela
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gente desculpa a demora, tava sem internet.
E desculpem os erros , e se as vexes eu trocar "Scorpios" por " Scorpius" relevem.
E obrigada por todos os que favoritaram e comentaram :3

Capítulo 10 - O Homem de duas caras parte 2


Harry fixou o olhar nele. Então se lembrou.

— Professor! A Pedra! Foi Quirrell! Ele apanhou a Pedra! Professor, depressa..

 — Acalme-se, menino, você está um pouco atrasado. Quirrell não apanhou a Pedra.

- Ainda bem! – Falaram os Gêmeos.

— Então quem apanhou? Professor? Eu... — Harry, por favor, relaxe ou Madame Pomfrey vai mandar me expulsar.

 Harry engoliu em seco e olhou a sua volta. Percebeu que devia estar na ala do hospital. Achava-se deitado numa cama com lençóis de linho brancos e do seu lado havia uma mesa atulhada do que parecia ser a metade da loja de doces.

— Presentes dos seus amigos e admiradores — esclareceu Dumbledore, sorrindo. — Aquilo que aconteceu nas masmorras entre você e o professor Quirrell é segredo absoluto, por isso, é claro, a escola inteira já sabe. Acredito que os nossos amigos, os Srs. Fred e Jorge Weasley foram os responsáveis pela tentativa de lhe mandar um assento de vaso sanitário. Com certeza acharam que você ia achar engraçado. Madame Pomfrey, porém, achou que poderia ser pouco higiênico e o confiscou.

Os gêmeos faziam reverências enquanto todos riam, mas pararam ao ver o olhar da sra. Weasley

— Há quanto tempo estou aqui?

 — Três dias. O Sr. Ronald Weasley e a Srta. Granger vão se sentir muito aliviados por você ter voltado a si, estavam muitíssimo preocupados.

— Mas, professor, a Pedra...

-Você é um garoto difícil de enganar Harry – Comentou Tonks rindo.

- Obrigada

- Difícil de enganar quando já entende as coisas , por que se não é lerdo demais – Disse Gina rindo.

-Ei!

— Já vi que você não se deixa distrair. Muito bem. A Pedra. O Professor Quirrell não conseguiu tirá-la de você. Cheguei a tempo de impedir que isto acontecesse, embora você estivesse se defendendo muito bem sozinho, devo dizer.

 — O senhor chegou lá? Recebeu a coruja de Hermione?

— Devemos ter cruzado no ar. Assim que cheguei a Londres, tornou-se claro para mim que o lugar onde deveria estar era aquele de onde acabara de sair. Cheguei a tempo de tirar Quirrell de cima de você...

— Então foi o senhor.

— Receei que tivesse chegado tarde demais.

— Quase chegou eu não poderia ter mantido Quirrell afastado da Pedra por muito mais tempo..

— Não da Pedra, menino, de você. O esforço que você fez quase o matou. Por um instante terrível, receei que tivesse matado. Quanto à Pedra, ela foi destruída.

-O QUÊ.? – Gritou Sirius, Remus e os primeiranistas.

-Então essa pedra idiota podia ser destruída mesmo assim ficou aqui no castelo ?- Perguntou Draco

- Não é bem assim meu Jovem – Falou Dumbledore.

Os outros olhavam para o homem inquisidores , pois parecia que ele tinha feito tudo aquilo apenas para Harry enfrentar Voldemort.

— Destruída! — exclamou Harry sem entender — Mas o seu amigo... Nicolau Flamel..

— Ah! Você já ouviu falar no Nicolau? — perguntou Dumbledore, parecendo encantado. — Você fez mesmo a coisa certa, não foi? Bom, Nicolau e eu tivemos uma conversinha e concordamos que assim era melhor.

-Resta saber quando foi essa conversa – Resmungou Sirius.

— Mas isto quer dizer que ele e a mulher vão morrer, não é?

— Eles têm elixir suficiente para deixar os negócios em ordem e então, é, eles vão morrer.

Dumbledore sorriu ao ver a expressão de surpresa no rosto de Harry.

— Para alguém jovem como você, tenho certeza de que isto parece incrível, mas para Nicolau e Perenelle, na verdade, é como se fossem deitar depois de um dia muito, muito longo. Afinal para a mente bem estruturada, a morte é apenas uma grande aventura seguinte. Você sabe, a Pedra não foi uma coisa tão boa assim. Todo o dinheiro e a vida que a pessoa poderia querer! As duas coisas que a maioria dos seres humanos escolheriam em primeiro lugar. O problema é que os humanos têm o condão de escolher exatamente as coisas que são piores para eles.

 Harry ficou ali deitado, sem encontrar o que responder. Dumbledore cantarolou um pouquinho e sorriu para o teto.

— Professor? — disse Harry, — Estive pensando... Professor, mesmo que a Pedra tenha sido destruída, Vol... Quero dizer, o Senhor-Sabe-Quem...

— Chame-o de Voldemort. Sempre chame as coisas pelo nome que têm. O medo de um nome aumenta o medo da coisa em si.

-Até por que é ridículo ter medo de um nome - Disse Scorpios

-fácil pra vocês, vivem no tempo em que ele não existe - Disse Rony , e Harry revirou os olhos

-E nós também vivemos em um tempo que ele não retornou jovenzinho- Disse a sapa rosa

Todos olharam pra ela que se mantinha calada a leitura inteira

-  Se não quer acreditar em nada o que faz aqui ?- Perguntou James

-Eu leciono nesta escola  e não lhe diz respeito o que faço aqui ou não

- Mesmo assim ainda quer continuar dizendo que  Voldemort não retornou- Disse Rose

-ELE NÃO RETORNOU- Exclamou o ministro

-Acredite no que quiser ministro, cedo ou tarde você verá a verdade - Disse Ginny

-Silencio, vamos continuar a leitura- Disse Minerva

— Sim, senhor. Bem, Voldemort vai tentar outras maneiras de voltar, não vai? Quero dizer, ele não foi de vez, foi? — Não, Harry, não foi. Continua por aí em algum lugar, talvez procurando outro corpo para compartilhar... Sem estar propriamente vivo ele não pode ser morto. Abandonou Quirrell à morte, ele demonstra a mesma falta de piedade tanto com os amigos quanto com os inimigos. No entanto, Harry, embora você talvez tenha apenas retardado a volta dele ao poder, da próxima vez só precisaremos de outro alguém que esteja preparado para lutar o que parece ser uma batalha perdida. E se ele for retardado repetidamente, ora, talvez nunca retome o poder.

-Exatamente -Disse um menino da Sonserina

Todos da ordem e aqueles que acreditavam em Harry encararam o menino.

 Harry concordou com um gesto, mas parou na mesma hora, porque o aceno fez-lhe doer a cabeça. Então disse:

— Professor, há outras coisas que gostaria de saber, se o senhor puder me dizer.. Coisas que eu gostaria de saber, a verdade...

— A verdade — suspirou Dumbledore — é uma coisa bela e terrível, e, portanto deve ser tratada com grande cautela. Mas, vou responder às suas perguntas, a não ser que haja uma boa razão para não fazê-lo, caso em que eu peço que me perdoe. Não vou, é claro, mentir.

-Por tudo que ele passou merece a verdade -disse Sirius

Muitos  concordaram

— Bom... Voldemort disse que só matou minha mãe porque ela tentou impedi-lo de me matar. Mas por que, afinal, ele iria querer me matar? Dumbledore suspirou muito profundamente desta vez.

Muitos da ordem se entreolharam e Harry percebeu.

-Vocês sabem o por que? - Perguntou o garoto

Sirius já iria falar quando percebeu sua voz não sair

Sinto muito cara, não pode falar nada-Disse Rony (Futuro)

— Que pena, a primeira coisa que você me pergunta, eu não vou poder responder. Não hoje. Não agora.. Você vai saber, um dia... Por ora tire isso da cabeça, Harry. Quando você for mais velho... Sei que detesta ouvir isso... Mas quando estiver pronto, você vai saber. E Harry entendeu que não ia adiantar insistir.

— Mas por que Quirrell não podia me tocar?

-Essa é uma questão  interessante - Disse Lino amigo dos  gêmeos.

- Ainda bem que vai ser respondida - completou Dino

— Sua mãe morreu para salvar você. Se existe uma coisa que Voldemort não consegue compreender é o amor. Ele não entende que um amor forte como o de sua mãe por você deixa uma marca própria. Não é uma cicatriz, não é um sinal visível.. Ter sido amado tão profundamente, mesmo que a pessoa que nos amou já tenha morrido, nos confere uma proteção eterna. Está entranhada em nossa pele. Por isso Quirrell, cheio de ódio, avareza e ambição, compartindo a alma com Voldemort, não podia tocá-lo. Era uma agonia tocar uma pessoa marcada por algo tão bom.

Muitas meninas choravam baixinho, Harry baixou a cabeça e sorriu

-Isso é algo  muito bonito Harry- Disse Gina nos ouvidos do garoto quero fez  se arrepiar

-Obrigado

-Sabe, isso só mostra que eles nunca te deixaram de verdade

Harry sorriu bobamente, e concordou,  Rony e seus irmãos estavam para explodir  de tão vermelhos com a proximidade dos dois.

Mas, não era apenas eles, Cho olhava para a garota com ódio.

Então, Dumbledore se interessou muito por um passarinho no peitoril da janela, o que deu tempo a Harry para enxugar os olhos com o lençol. Quando recuperou a voz, disse.

— E a capa da invisibilidade? O senhor sabe quem a mandou para mim?

— Ah, por acaso seu pai deixou-a comigo e eu achei que você talvez gostasse. — Os olhos de Dumbledore faiscaram — Coisas úteis.. Seu pai usava-a principalmente para ir escondido a cozinha roubar comida, quando estava aqui.

— E tem mais uma coisa... — Diga. — Quirrell disse que Snape...

— O Professor Snape, Harry.

— Sim, senhor, ele... Quirrell disse que ele me odeia porque odiava meu pai. Isso é verdade?

— Bom, eles se detestavam bastante. Mas não é diferente de você com o Sr. Malfoy. E, além disso, seu pai fez uma coisa que Snape nunca pôde perdoar.

“Apenas uma? “Pensou Severo com nojo.

 — O quê?

— Salvou a vida dele.

As reações a essa frase foram as mais diversas, alguns olharam para o professor, Sirius olhou para Dumbledore, Harry lembrou-se do terceiro ano, mas com certeza a pior foi a de Snape que estava a ponto de explodir de raiva.

-ISSO É A MAIS PURA MENTIRA - Grunhiu o professor

Sirius gritou que era verdade então Severus se levantou também, ambos com as varinhas em punho , Remus assim como os outros olhavam de um para o outro.

-Você sabe muito bem que se não fosse por ele nem estaria aqui- Brandiu Sirius

-Ó claro, salvar minha vida de um ato que você armou junto com ele não é mesmo Black? - Perguntou Snape sarcástico

-Sirius- chamou Harry e esse olhou para o garoto que fez que não com a cabeça.

-Vamos apenas voltar a ler , não vale apena reviver esse momento novamente - disse Remus

Sirius olhou para ele e voltou a sentar , todos agora estavam em silêncio.

-Não seja modesto Lupin, tenho certeza que todos vão amar o ato de heroísmo do Potter- Cuspiu Severus

-JAMES - Remus frisou o nome - não tinha ideia do que iria acontecer, só soube de última hora Severus

Snape bufou , Harry que sabia da história estava quieto, não culpava seu padrinho nem tanto o achava inocente

-Acho melhor continuarmos a leitura, vai haver mais momentos para vocês estarem relembrando os “belos” momentos do colégio - Disse Draco (Futuro)

Seu tom de voz foi definitivo e todos  silenciaram-se  novamente, mas ainda era possível ouvir alguns murmúrios

— O quê?

— É... — disse Dumbledore sonhador

 — É engraçado como a cabeça das pessoas funciona, não é? O Professor Snape não conseguiu suportar o fato de estar em dívida com o seu pai...

- Tenha dó , como se eu fosse estar em dívida com ele -  disse Severus azedo.

- Até porque não é com ele -  Disse James, e recebeu um tapa de Rony(futuro) na cabeça.

- O que ele quis dizer com isso ? - Perguntou Harry olhando para o garoto e para os outros viajantes

-Não podemos revelar nada, Hermione nos mataria - Disse Malfoy

Severus raciocinava a fala do garoto.

... Acredito que tenha se esforçado para proteger você este ano, porque achou que isso o deixaria quite com o seu pai. Assim podia voltar a odiar a memória do seu pai em paz...

Harry tentou compreender, mas sentiu a cabeça latejar, por isso parou.

 — E, professor, só mais uma coisa... — Só essa?   

— Como foi que tirei a Pedra do espelho?

— Ah, fico satisfeito que você tenha me perguntado. Foi uma das minhas ideias mais brilhantes, e cá entre nós, isto é alguma coisa. Sabe, só uma pessoa que quisesse encontrar a Pedra, encontrar sem usá-la, poderia obtê-la, de outra forma, a pessoa só iria se ver produzindo ouro e bebendo elixir da vida.

Muitos ficaram admirados com a ideia, realmente muito boa.

O meu cérebro às vezes surpreende até a mim... Agora chega de perguntas. Sugiro que comece a comer esses doces. Ah, feijõezinhos de todos os sabores! Quando eu era moço tive a infelicidade de encontrar um com gosto de vômito, e desde então receio que tenha perdido o gosto por eles. Mas acho que não corro perigo com um gostoso caramelo, não acha?

E sorrindo jogou um feijãozinho caramelo escuro na boca. Então se engasgou e disse:

— Que pena! Cera de ouvido!

Muitos fizeram cara de nojo, principalmente as meninas.

- Acho  que sem os sabores ruins,  os feijõezinhos não teriam graça nenhuma - Disse James

- O que dá emoção é tentar não pegar os sabores ruins- comentou Hugo.

Que recebeu a concordância de muitos.

 Madame Pomfrey, a encarregada do hospital, era uma boa pessoa, mas muito rigorosa.

— Só cinco minutos — suplicou Harry.

 — Absolutamente não.

— A senhora deixou o Professor Dumbledore entrar.

-Talvez por que ele seja o diretor - Comentou Astoria

Harry apenas concordou em gesto de “eu sei”

— Bom, é claro, ele é o diretor, é muito diferente. Você precisa descansar.

— Estou descansando, olhe, deitado e tudo. Ah, por favor, Madame Pomfrey.

— Ah, muito bem. Mas só cinco minutos.

E ela deixou Rony e Hermione entrarem.

— Harry!

 Hermione parecia prestes a abraçá-lo outra vez, mas Harry gostou que tivesse se contido porque a cabeça dele ainda estava muito doída.

-Bem dava pra ver na sua cara que você não estava bem - Comentou Hermione.

- Vocês tem uma amizade fantástica , pois mesmo no primeiro ano já conseguiam sentir que o outro não estava bem - Comentou  Astoria 

 -Obrigada Ast. - Disse o trio de ouro sorrindo.

Da mesa da Sonserina Dafne irmã por parte de pai de Astoria olhava para ela com repulsa, não bastava ela ser uma mestiça nojenta, ainda estava se associando aqueles traidores do sangue.

Dafne e Pansy sussurravam uma forma de fazer Astoria pagar por estar roubando Draco, e ainda mais por estar se associando aos Griffanos. 

— Ah, Harry, nos estávamos certos que você ia.... Dumbledore estava tão preocupado...

— A escola inteira não fala em outra coisa — disse Rony — Mas, no duro, o que foi que aconteceu?

Era uma das raras ocasiões em que a historia verdadeira é ainda mais estranha e excitante do que os boatos fantásticos. Harry contou tudo: Quirrell, o espelho, a Pedra e Voldemort. Rony e Hermione eram bons ouvintes, exclamavam nas horas certas e quando Harry lhes disse o que havia sob o turbante de Quirrell, Hermione soltou um grito.

-Não a culpo, se fosse eu teria reagido da mesma forma. - Disse Angelina , artilheira e capitã do time de quadribol.

- Mesmo assim segundo a Umbridge, Quirrell foi o melhor professor que tivemos, ainda acha isso PROFESSORA? - Perguntou  Harry  sarcástico e frisando a última parte.

Dolores estava vermelha de raiva.

— Então a Pedra acabou? — perguntou Rony finalmente.

– Flamel simplesmente vai morrer?

— Foi o que perguntei, mas Dumbledore acha que... Como foi mesmo?... Que para a mente bem estruturada a morte é a grande aventura seguinte.

— Eu sempre disse que ele era biruta

Alguns riram enquanto Rony estava vermelho até as pontas das orelhas.

— disse Rony, parecendo muito impressionado com a grande loucura do seu herói.

— Então o que aconteceu com vocês dois? — perguntou Harry.

— Bom, eu voltei sem problemas — disse Hermione — Fiz Rony voltar a si, isso levou algum tempo, e estávamos correndo para o corujal para nos comunicar com Dumbledore quando o encontramos no saguão de entrada, ele já sabia, e só disse “Harry foi atrás dele, não foi?", e saiu desabalado para o terceiro andar.

-ENTÃO SABIA? ESPERO QUE TENHA UM BOM MOTIVO DUMBLEDORE- Explodiu Sirius

-Calma Sr. Black, tudo a seu tempo- Comentou Luna (futuro) com seu ar sonhador , que fez SIRIUS se acalmar.

— Você acha que ele queria que você fizesse aquilo? — perguntou Rony. — Mandou a capa do seu pai e tudo o mais?

— Bom! — explodiu Hermione — Se ele fez isso... Quero dizer... Isso é horrível... Você podia ter sido morto.

 — Não, não é horrível — disse Harry pensativo — Ele é um homem engraçado, o Dumbledore. Acho que meio que queria me dar uma chance. Acho que sabe mais ou menos tudo o que acontece por aqui, sabe? Imagino que tivesse uma boa idéia do que íamos tentar fazer e em lugar de nos impedir, ele simplesmente ensinou o suficiente para nos ajudar. Não acho que tenha sido por acaso que me deixou descobrir como o espelho funcionava. Era quase como se pensasse que eu tinha o direito de enfrentar Voldemort se pudesse...

- Mas que tolice, vocês poderiam ter sido mortos..- Começou a Sra. Weasley.

- Mas não foi mamãe, está na hora de dar algum crédito à eles - Comentou Carlinho e a matriarca bufou.

Remus não sabia o que dizer, não acreditava que Dumbledore tivesse permitido que eles enfrentassem Quirrell e  consequentemente  Voldemort por simples capricho.

Tonks vendo a perturbação do Loiro afagou seus ombros o que deixou ambos vermelhos, o que não passou despercebido aos olhos maliciosos de Sirius .

Os do futuro olharam com os olhos brilhando.

— É, a marca de Dumbledore, com certeza — disse Rony orgulhoso. — Olhe, você precisa estar bom para a festa de fim de ano, amanhã. Os pontos já foram todos computados e Sonserina ganhou, é claro. Você faltou ao último jogo de Quadribol, fomos estraçalhados por Cornival sem você. Mas a comida vai ser legal.

-Só o Harry não jogando para o apanhador da Corvinal conseguir pegar o pomo-Comentou Gina Alto.

- Eu sou, e era naquele tempo apanhadora da Corvinal - Disse Cho vermelha de raiva

- Isso não muda em nada meu comentário.- Disse a ruiva sorrindo debochada

- Escuda aqui sua sem sal, você só tem inveja por que não pode ser melhor que eu-  Disse a morena convencida.

Gina já ia falar quando Lilian levantou e gargalhou , então falou.

-Minha mãe ,com inveja de você? nos poupe, você é horrível e nunca fará o mesmo sucesso que ela, que foi escolhida melhor artilheira por cinco anos seguidos

Uma onde OOOOOO foi ouvido por todo salão.

- Cale a boca sua moleca, ela é tão frágil assim que não pode se defender.? olhe para você garota, não passa de uma criança  fedelha e repetindo moleca - Disse a corvinal com a voz elevada e quase em cima da garota , Luna e Ginny ( ambas do futuro) já iam para lá quando viram Harry chegar atrás da garota.

- Cho - Chamou Harry com frieza, e a garota se virou.

- Sim Harry  ? - Falou ela jogando charme.

Lilian e as duas Gina ’s tiveram vontade de voar em cima dela.

 -acho bom você nunca mais chamar minha filha  de moleca entendeu ? e se ousar levantar a voz novamente para ela vai se ver comigo.- A voz do garoto ela carregada  de pura frieza.

A garota se assustou , Harry nunca havia falado com ela daquele jeito então se sentou chorosa , Harry revirou os olhos e  recebeu um abraço de Lili.

-Chega de discussão - Disse Dolores.

Quando Harry sentou-se de novo , Gina deu um beijo na bochecha do garoto que ficou mais vermelho que os cabelos Weasley’s.

Sirius gargalhou e falou

- Poder e suas ruivas

Nesse instante, Madame Pomfrey irrompeu no quarto.

— Vocês já estão aí há quinze minutos, agora FORA — disse com firmeza.

-A madame Pomfrey  , que saudade de passar metade do ano letivo na enfermaria - Suspirou Sirius.

- você passou metade do ano letivo na enfermaria? - Perguntou Draco (presente)

-Ah meu novo querido sobrinho, digamos que eu não era o aluno mais comportado - Disse Sirius sorrindo de lado.

- E não era mesmo - Disse Minerva revirando os olhos mas sorrindo minimamente

Draco se assustou por ele o chamar de “novo querido sobrinho” , mas não comentou nada.

Depois de uma boa noite de sono, Harry se sentiu quase normal.

— Quero ir à festa — disse a Madame Pomfrey, quando ela estava arrumando suas muitas caixas de doces

— Posso, não posso?

— O Professor Dumbledore disse que devo deixar você ir — respondeu ela fungando, como se, na sua opinião, o Professor Dumbledore não percebesse os riscos que uma festa pode oferecer

— E você tem outra visita.

— Que bom. Quem é?

Hagrid foi-se esgueirando pela porta enquanto Harry indagava. Em geral quando estava dentro de casa, Hagrid parecia demasiado grande para que o deixassem entrar. Sentou-se ao lado de Harry, deu uma olhada e caiu no choro.

— É... Tudo... Minha... Culpa! — soluçou, o rosto nas mãos. — Eu informei ao mal como passar por Fofo! Eu informei! Era a única coisa que ele não sabia e eu informei! Você podia ter morrido! Tudo por causa de um ovo de dragão! Nunca mais vou beber! Eu devia ser demitido e mandado viver como trouxa!

-Deixe de bobagens Hagrid- Comentou Hermione

-É, se não fosse você , com certeza ele iria achar uma maneira, de um jeito ou de outro - Disse Rose

Hagrid ficou vermelho , e alguns riram.

— Rúbeo! — chamou Harry chocado por vê-lo sacudir de tristeza e remorso, as grandes lágrimas se infiltrando pela barba

— Rúbeo, ele teria descoberto de qualquer maneira, estamos falando de Voldemort, teria descoberto mesmo que você não tivesse informado. — Mas você podia ter morrido! — soluçou Hagrid — E não diga o nome dele!

— VOLDMORT! — berrou Harry, e Hagrid levou um choque tão grande que parou de chorar. — Estive com ele cara a cara e vou chamá-lo pelo nome que tem. Por favor, anime-se, Rúbeo, salvamos a Pedra, ela foi destruída e ele não poderá usála. Coma um sapo de chocolate. Tenho um montão...

 Hagrid secou o nariz como dorso da mão e disse:

— Ah, isso me lembra. Trouxe um presente para você.

— Não é um sanduíche de carne de arminho, é? — perguntou Harry. Abriu-o curioso e, finalmente, Hagrid deu uma risadinha.

Aqueles que conheciam a comida   do meio gigante riram. 

— Não, Dumbledore me deu folga ontem para eu providenciar. Claro, devia mais é ter me demitido. Em todo o caso, trouxe isto para você... Parecia ser um belo livro encadernado em couro. Harry abriu-o, curioso. Estava cheio de retratos de bruxos, de cada página, sorrindo e acenando para ele, estavam sua mãe e seu pai.

— Mandei corujas para todos os velhos amigos de escola de seu pai e sua mãe, pedindo fotos... E sabia que você não tinha nenhuma... Gostou? Harry nem conseguiu falar, mas Hagrid compreendeu.

-Gostaria de ver esse álbum se não se importar Harry - Disse Sirius

- Eu também- Comentou Remus

O moreno concordou

Harry desceu para a festa de fim de ano sozinho aquela noite. Atrasara-se com os cuidados de Madame Pomfrey, que insistiu em lhe fazer um último check-up, de modo que o salão principal já se enchera. Estava decorado com as cores de Sonserina, verde e prata, para comemorar sua conquista do campeonato das casas pelo sétimo ano consecutivo.

- Sete anos consecutivos ? que absurdo - Resmungou Sirius

Os alunos antigos da Grifinória que estavam presente naquela ocasião sorriram, enquanto a Sonserina bufou.

Os primeiranistas e quem não estava na época ficou sem entender pois achavam que as reações estavam contrarias.

Uma enorme bandeira com a serpente de Sonserina cobria a parede atrás da mesa principal. Quando Harry entrou houve um silêncio momentâneo e em seguida todos começaram a falar alto e ao mesmo tempo. Ele se sentou discretamente numa cadeira entre Rony e Hermione à mesa da Grifinória e tentou fingir que não via as pessoas se levantarem para espiá-lo. Felizmente, Dumbledore chegou instantes depois. A algazarra foi serenando.

— Mais um ano que passou! disse Dumbledore alegremente. — E preciso incomodar vocês com a falação asmática de um velho antes de cairmos de boca nesse delicioso banquete. E que ano tivemos! Espero que as suas cabeças estejam um pouquinho menos ocas do que antes... Vocês têm o verão inteiro para esvaziá-las muito bem, antes do próximo ano letivo. Agora, pelo que entendi, a Taça das Casas deve ser entregue e a contagem de pontos é a seguinte:

em quarto lugar Grifinória com trezentos e doze pontos,

A mesa em vermelho comemorou , o que deixou os outros mais intrigados.

em terceiro, Lufa-Lufa, com trezentos e cinqüenta e dois pontos,

Corvinal, com quatrocentos e vinte e seis,

e Sonserina com quatrocentos e setenta e dois pontos.

Nenhum aplauso por parte da casa das cobras.

Draco bufou e Harry riu assim como Ron

E uma tempestade de pés e mãos batendo irrompeu da mesa de Sonserina. Era uma cena nauseante.

— Sim, senhores, Sonserina está de parabéns. No entanto, temos de levarem conta os recentes acontecimentos.

 A sala mergulhou em profundo silêncio.

— Tenho alguns pontos de última hora para conferir. Vejamos. Sim... Primeiro: ao Sr. Ronald Weasley...

O rosto de Rony se coloriu de vermelho vivo, parecia um rabanete que apanhara sol demais na praia.

-Obrigado pela descrição amigo - Resmungou Ron e Harry riu

— ... Pelo melhor jogo de xadrez presenciado por Hogwarts em muitos anos, eu confiro à Grifinória cinquenta pontos.

Agora a mesa começou a comemorar novamente , Scorpios conjurou bandeiras escrito  “ Vai vai Grifinória’

- Seu trairá - Resmungou Draco (futuro)

O que fez os outros rirem 

Os vivas da Grifinória quase levantaram o teto encantado, as estrelas lá no alto pareceram estremecer.. Ouviram Percy dizer aos outros monitores: "É o meu irmão, sabem! O meu irmão caçula! Venceu uma partida no jogo vivo de xadrez de MacGonagall!”

Percy que havia chegado a pouco tempo se  mostrou impassível diante do comentário, o que deixou a família Weasley com raiva , menos os pais do garoto.

 Finalmente voltaram a fazer silêncio.

— Segundo: a Senhorita Hermione Granger... Pelo uso de lógica inabalável diante do fogo, concedo à Grifinória cinqüenta pontos.

Hermione ficou vermelha , enquanto mais uma onda de vivas explodia.

Hermione escondeu o rosto nos braços, Harry teve a forte suspeita de que caíra no choro. Os alunos da Grifinória por volta da mesa não cabiam em si de contentes, tinham subido cem pontos.

— Terceiro: ao Sr. Harry Potter — A sala ficou mortalmente silenciosa. — Pela frieza e excepcional coragem, concedo à Grifinória sessenta pontos. A balbúrdia foi ensurdecedora. Os que conseguiam somar enquanto berravam de ficar roucos sabiam que Grifinória agora chegara a quatrocentos e setenta e dois pontos

A mesa da sonserina ficou carrancuda , enquanto os gêmeos faziam uma dancinha.

— exatamente o mesmo que Sonserina. Precisariam sortear a Taça das Casas, se ao menos Dumbledore tivesse dado a Harry mais um pontinho.

Dumbledore ergueu a mão. A sala gradualmente se aquietou.

 — Existe todo tipo de coragem — disse Dumbledore sorrindo. — É preciso muita audácia para enfrentarmos os nossos inimigos, mas igual audácia para defendermos os nossos amigos.  Portanto, concedo dez pontos ao Sr. Neville Longbottom.

Dessa vez a explosão foi maior, os primeiranistas aplaudiam feliz, Sirius se juntou aos gêmeos na dancinha.

Alguém que estivesse do lado de fora do salão principal poderia ter pensado que ocorrera uma explosão, tão alta foi a barulheira que irrompeu na mesa da Grifinória. Harry, Rony e Hermione se levantaram para gritar e dar vivas enquanto Neville, branco de susto, desaparecia debaixo de uma montanha de gente que o abraçava. Jamais ganhara um único ponto para Grifinória antes. Harry, ainda gritando, cutucou Rony nas costelas indicando Malfoy, que não poderia ter feito uma cara mais perplexa e horrorizada se tivesse acabado de ser encantado com o Feitiço do Corpo Preso.

-EI ! - Exclamou o loiro

O trio riu

- Desculpa doninha- Falou Ron rindo - Mas sua cara era hilária

Harry e Hermione concordaram e o loiro bufou.

-Eu gostaria de ter visto essa cena - Comentou Ast.

-Até você? - Perguntou o loiro incrédulo.

-Não só ela Malfoy - Disse Gina

-Só pode ser um complô - Resmungou Draco

— O que significa — continuou Dumbledore procurando se sobrepor à tempestade de aplausos, porque até Cornival e Lufa-Lufa estavam comemorando a derrota de Sonserina

— Acho que precisamos fazer uma pequena mudança na decoração.

 E, dizendo isto, bateu palmas. Num instante, os panos verdes se tornaram vermelhos e, os prateados, dourados, a grande serpente de Sonserina desapareceu e o imponente leão da Grifinória tomou o seu lugar, Snape apertou a mão da Professora Minerva, com um horrível sorriso amarelo. Seu olhar encontrou o de Harry e o menino percebeu, no mesmo instante, que os sentimentos de Snape com relação a ele não tinham mudado nem um pingo. Isto não o preocupou. Parecia-lhe que sua vida voltaria ao normal no próximo ano, ou tão normal quanto ela poderia ser em Hogwarts. Foi a melhor noite da vida de Harry, melhor do que a vitória no Quadribol ou a ceia de Natal ou o encontro com o trasgo... Jamais esqueceria esta noite.

Harry quase esquecera que os resultados dos exames ainda estavam por vir, mas eles não deixaram de vir, Para sua grande surpresa, tanto ele quanto Rony passaram com boas notas, Hermione, é claro, foi a melhor do ano. Até Neville passou raspando, sua boa nota em Herbologia compensou a péssima nota em Poções. Tinham tido esperanças de que Goyle, que era quase tão burro quanto era mau, fosse expulso, mas ele também passou.

Alguns riram e o citado  olhou para Harry mortalmente que nem se abalou.

 Foi uma pena, mas como disse Rony, não se podia ter tudo na vida.

 E, de repente, seus guarda-roupas ficaram vazios, os malões arrumados, o sapo de Neville foi encontrado escondido em um canto do banheiro, as notas foram entregues a todos os alunos, com o aviso de que não fizessem bruxarias durante as férias.  

— Eu sempre tenho a esperança de que eles se esqueçam de entregar as notas e o aviso — lamentou Fred

O que lhe rendeu um tapa da senhora Weasley na cabeça.

-Ah mas os bruxos menores podem usar magia fora da escola- Disse James

-Claro que não podem, a mais é claro o filho do Potter não se encaixa nas regras- Disse o ministro

-Claro que não foi isso que eu falei maracujá de caveta - Disse James e uns seguraram o riso  e Fudge ficou furioso.

- É so que o ministério só registra a magia em volta, e não quem fez.- Disse Scorpios

- É claro o que prejudica os nascidos trouxas no caso do tio Harry que são  atacados pelo ministério por se defender - Disse Hugo

- O que está insinuando jovenzinho ?- Perguntou Umbridge

- Ele não está insinuando nada, apenas comentando os fatos - Disse Alvo

— Eu sempre tenho a esperança de que eles se esqueçam de entregar as notas e o aviso — lamentou Fred Weasley.

 Hagrid estava a postos para levá-los à flotilha de barcos que fazia a travessia do lago, e, no momento seguinte, estavam embarcando no Expresso de Hogwarts, conversando e rindo à medida que os campos se tornavam mais verdes e mais cuidados, comendo feijõezinhos de todos os sabores enquanto atravessavam as cidades dos trouxas, trocando as vestes de bruxos pelos blusões e paletós, parando na plataforma 9 e ½ na estação de King's Cross. Levou um bom tempo para todos desembarcarem na plataforma.

Um guarda muito velho estava postado na saída e os deixava passar em grupos de dois e três para não chamarem atenção ao irromper todos ao mesmo tempo por uma parede sólida, assustando os trouxas.

— Vocês precisam vir passar uns dias conosco — disse Rony — Os dois. Vou mandar uma coruja para vocês.

-Se quer ter as melhores férias da sua vida- Disse Lilian

- Venha para nosso maravilhoso chiqueiro - continuou Hugo

-A TOCA - Exclamaram todos os do futuro, e até mesmo Malfoy.

- Chiqueiro?- Perguntou Gina

- Um dos apelidos carinhosos , sabe pois não a nada de errado em chamar de chiqueiro, pois é nosso- Disse Rose

- E é depois de Hogwarts, o melhor lugar para se estar - Disse Scorpios.

- Você vai muito lá ? - Perguntou Astoria para o filho, e Draco olhou para o garoto.

- Sempre no Natal e fim de férias, e sabe sou  quase um Weasley apenas espero que uma certa ruivinha me dê uma chance - Suspirou Scorpios e deu pra ver claramente que ele olhava para Rose, que ficou vermelha.

- Nem pense nisso Doninha jr. - Disse Rony  

- Hahahaa no dia que a Rose der uma chance para o coitado  vai chover canivetes - Disse James

- Mas tenho certeza que estou indo no caminho certo - Suspirou o loiro

Malfoy ria do garoto.

- No caminho da Pena isso sim . - Comentou Lilian

- Mas como ele sempre diz “A pena é o começo meu  amigo, o Alicerce para a construção de um palácio...um palácio de amor” - Disse Alvo imitando Scorpios que concordou

- DÁ PRA VOCÊS PARAREM - Explodiu Rose .

Rony ria pois gostava de ver a filha dando foras no doninha jr.

- Tá não se estresse minha rosa

- VOCÊ É IMPOSSIVEL ESC.. MALFOY

Então tomando fôlego , respirou fundo e voltou a ler.

— Obrigado — disse Harry — Preciso ter alguma coisa por que esperar.

As pessoas passavam empurrando-se ao se dirigirem para a saída para o mundo dos trouxas. Alguns gritavam.

— Tchau, Harry!

— Nos vemos por ai, Potter!

— Continua famoso — comentou Rony, sorrindo para o amigo.

— Não aonde eu vou, posso lhe garantir.

 Ele, Rony e Hermione passaram juntos pelo portão.

— Olha lá ele, mamãe, olha lá ele, olha!

Era Gina Weasley, a irmãzinha de Rony, mas não apontava para Rony

Gina enterrou o rosto na mão para esconder a vergonha, enquanto seus irmãos  riam.

- Não tenha vergonha, eu acho fofo essas partes - Disse Harry rindo, Gina levantou a cabeça e quase não coube em si quando viu o lindo sorriso do moreno.. 

— Harry Potter! — gritou com a vozinha fina. — Olhe, mamãe! Estou vendo...

— Fique quieta, Gina, é falta de educação apontar.

A Sra. Weasley sorriu para eles.

— Muito trabalho este ano?

— Muito — respondeu Harry. — Obrigado pelas barrinhas de chocolate e pelo suéter, Sra. Weasley.

— Ah, de nada, querido.

— Está pronto?

Era tio Válter, ainda com a cara vermelhona, ainda bigodudo, ainda parecendo furioso com a audácia de Harry de andar carregando a coruja numa gaiola por uma estação cheia de gente normal. Atrás dele, achava-se tia Petúnia e Duda, parecendo aterrorizados só de olhar para Harry. — Vocês devem ser a família de Harry! — falou a Sra. Weasley.

— Por assim dizer — respondeu tio Válter — Ande logo, menino, não temos o dia inteiro. — E se afastou.

Harry ainda demorou para trocar uma última palavrinha com Rony e Hermione.

 — Vejo vocês durante as férias, então.

— Espero que você tenha... Há... Umas boas férias — disse Hermione, olhando hesitante para tio Válter, espantada que alguém pudesse ser tão desagradável.

-Ele me da repulsa - Disse Hermione - Sem ofensas Harry

- Ofensa? acho que foi até educada de mais

— Ah, claro que sim — respondeu Harry, e eles ficaram surpresos com o sorriso que se espalhava pelo seu rosto.

 — Eles não sabem que não podemos fazer bruxarias em casa. Vou me divertir à beça com o Duda este verão...   

-Acabou - Disse Rose fechando o livro.

Quando Remus ia comentar algo viram o clarão típico e nele aparecer um homem de cabelos arrepiados e olhos verde esmeralda e duas mulheres uma de cabelos castanhos e a outra de cabelos negros como a noite, pareciam aflitos.

- Ginny, me desculpa , sequestraram as crianças, não sei o que aconteceu , já tentamos averiguar tudo, mas nem deles.- Falou o moreno rápido demais com um que de desespero na voz.

-Meus bebês Ronald , eles tem que aparecer – Comentou a castanha que parecia estar muito aflita, e foi abraçada pelo marido.

- Draco, nosso filho , eu ... Não  p-posso perde-lo – Disse Astoria nos braços do marido.

-Se não quiser perde-lo, é só não mata-lo – Disse Draco.

Os três olharam para ele confusos, quando Draco puxou um garoto ao seu lado que tinha lançado Confundus em si mesmo para mudar a aparência.

Rose e Hugo fizeram a mesma coisa, e também foram dedurados por Ginny e Luna.

As mães correram para abraçar os filhos, Harry perguntou a Ginny como eles tinham ido parar lá, e essa explicou tudo.

E aos poucos os olhares fraternais das duas mães se transformaram em pura raiva.

-ROSE E HUGO WEASLEY ,COMO VOCÊS SE ATREVEM A NOS DEIXAR TÃO PRECUPADOS ? HARRY E ASTORIA ESTAVAM SUBINDO PELAS PAREDES, SUA VÓ ESTAVA QUASE MORRENDO, VOCÊS TEM IDEIA DA DOR QUE SENTI? PENSEI QUE ALGUM BRUXO DAS TREVAS TIVESSE SEQUESTRADO VOCÊS , ESPERO SERIAMENTE QUE VOCÊS TENHAM IDEIA DA GRAVIDADE DA SITUAÇÃO..-Gritava Hermione a plenos pulmões.

Os dois garotos abaixaram a cabeça e murmuraram desculpas.

-Mas mãe em minha defesa a culpa foi da besta do Malfoy.

-ISSO NÃO É DESCULPA MOCINHA, O TEMPO DE CULPAR O MALFOY POR TUDO JÁ PASSOU BANQUE SUAS PRÓPRIAS RESPONSABILIDADES .

Rose concordou , então foi a vez de Astoria começar.

-SCORPIOS MALFOY, VOCÊ É UM IDIOTA, COMO SE ATREVE A ME DEIXAR PREOCUPADA? QUASE EU PERDI O EMPREGO DE TANTA PREOCUPAÇÃO, SABE O QUE É PENSAR QUE ALGUÉM NOVAMENTE TINHA TE SEQUESTRADO PARA SE VINGAR DO SEU PAI? ESPERO QUE ESTEJA ENTENDO A GRAVIDADE DA SITUAÇÃO, E SE EU SOUBER QUE VOCÊ ENTROU NO ESCRITÓRIO DO HARRY NOVAMENTE  EU QUEBRO SUA VARINHA.

-Desculpe mamãe.

Então os três olharam para Harry., ele apenas os encarava , o que causava mais pânico nos jovens pois era sinal de que ele estava pensando nos castigos.

Harry foi até Draco(Futuro)  e conversou algo baixinho com o Homem que concordou com a cabeça.

- Ai não – Gemeu Rose, Scorpios  e Hugo.

- Me dê sua varinha Scorpios – Falou Harry estendendo a mão para o garoto, esse se assustou, logo Hermione entendeu e pediu a varinha dos filhos também.

-Mas , padrinho.. Não...não pode ...foi sem querer... E ... Aah que seja – dando-se por vencido entregou Assim como os outros dois.

- Não pensem que esse será o único castigo de vocês – Falou Hermione

-Não, não será, estão proibidos de sair das acomodações do Castelo.- Disse o homem

- Ah não - Suspirou os três.

- Não? tudo bem, também estão proibidos de jogar quadibol até segunda ordem.

- O QUE? MAS NÃO É JUSTO - exclamou Rose e Scorpios que são goleira e batedor respectivamente.

-Não? tudo bem, proibidos de saírem pra algum lugar que não seja a toca e a casa de vocês por um mês  .

Eles já iam protestar quando Rony (Futuro) os calou.

-Da pra calarem a boca, não veem que só tende a piorar?

Então eles se calaram .

- Obrigado pela ajuda papai- Disse scorpios olhando pro pai.

-Como é? Rony como é mesmo que ele fala ? - Perguntou o loiro olhando para Rony(futuro) , esse se aprumou e falou numa imitação do Garoto.

- “Tio Harry é o melhor padrinho que alguém poderia ter”

Todos riram , enquanto o loiro júnior bufou.

- Bom gente, sei que está meio óbvio quem somos, mas sou Astoria Malfoy

Todos cumprimentaram a moça, enquanto Pansy e Dafne faziam cara de nojo.

-Sou Hermione Weasley

Foi o que bastou para os gêmeos começarem a zoar  com os dois  mais jovens, que estavam vermelhos.

-E eu, bom, sou Harry...Harry Potter.

Algumas meninas suspiraram ao ver que era possível alguém ficar ainda mais bonito, o que não agradou em nada as duas Ginas.

O sorriso de todas logo desapareceu quando o homem foi até a mulher e lhe deu um beijo, o que deixou os irmãos da garota de rostos vermelhos e seus pais orgulhosos pois viam a felicidade da filha.

Logo Sirius e Remus foram abraçar o moreno que os deu um abraço apertado que continha saudade.

Harry cumprimentou as versões novas de Rony, Hermione , Draco e Astoria assim como seus outros companheiros de casa.

Apertou  a mão de seu eu mais jovem.

Então Harry foi até a mesa dos professores e abraçou Dumbledore e Minerva e acenou para Severus.

Olhou para Umbridge com repulsa e sentiu a cicatriz no dorso de sua mão esquerda formigar.

- Fudge, Dolores, não é prazer nenhum vê-los - Disse o Homem em uma falsa cordialidade.

- como ousa falar assim com o ministro e com a sub secretária sênior do ministro?

-Eu , e não por ser Harry Potter, mas pelo fato de não gostar de nenhum dos dois.

A mulher assim como o ministro estavam vermelhos de raiva.

-Não gostou do que falei Dolores ? Mas desculpe é a verdade , pois não devo contar mentiras.

Terminou mostrando a cicatriz  que tinha em sua mão esquerda para a mulher.


Notas Finais


Espero que tenham gostado :3


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