História Hogwarts em sangue - Interativa - Capítulo 8


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Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Harry Potter, Hermione Granger, Kingsley Shacklebolt, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Neville Longbottom, Personagens Originais, Rose Weasley, Rúbeo Hagrid, Scorpius Malfoy, Ted Lupin
Tags Harry Potter, Interativa, Investigação, Mistério, Suspense
Exibições 24
Palavras 2.699
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Mais uma capítulo para vocês meus amores💘
Espero que gostem e boa leitura📖💉

Capítulo 8 - Capítulo V


Um novo dia se iniciara em Hogwarts, e mais um dia sem respostas sobre o que acontecera com a garota assassinada. Minerva andava de um lado para o outro, conversava com o ex-colega Dumbledore, por meio de seu quadro, pedindo conselhos e algo que pudesse fazer para afastar esses terror que tomara conta dos alunos. Hogwarts já havia passado por tempos piores, com certeza eles conseguiriam sobreviver a mais esse, muitas mortes já ocorreram entre essas paredes, contudo com a vitória de Harry Potter sobre Voldemort, a paz reinara no mundo bruxo, mas isso não significava que Hogwarts seria uma exceção.

Minerva promoveu tudo o que o detetive precisava, o depoimento de cada um de seus suspeitos, afim de achar algo que levasse ao fim desse mistério, Hogwarts deveria voltar aos seus dias normais, e esquecer o terror desse últimos dias, porém Minerva não estava tão otimista que isso aconteceria tão rápido.

—Senhora Mcgonagall?— Chama a aluna, fazendo com que Minerva acordasse de seus pensamentos, voltando à realidade.— Posso entrar?

—Sim, senhora Megaron.— A ruiva adentrou a sala da diretora desconfiada e um pouco temerosa, já imaginava o motivo de estar aqui.

—Por que a senhora me chamaste?— Perguntou se sentando na mesa ficando frente a frente com a diretora, aquilo lhe trazia arrepios.

—Bem... O detive Smith gostaria de dar uma palavrinha com a senhorita.— Ao dizer isso, o detetive saiu da onde estava, e ficou do lado da diretora, com aparência séria.— Vou deixá-los à sós.— Se levantou da cadeira e saiu pela porta, deixando os dois sozinhos. Lara engole seco.

—Não precisa ficar com medo, não farei nada que não queira.— Disse pacientemente.

—O que o senhor quer comigo?— Perguntou se fazendo de inocente.

—Tem certeza de que não sabe o que faz aqui?— Questionou duvidoso.

—Certo. Sei que me chamou aqui por causa do... Que aconteceu com a Ludmila. Eu não sei de nada, apenas o que dizem por aí.— Respondeu sem perder a postura.

—Será que é só isso que sabe mesmo?— Questionou levantando uma das sobrancelhas, encarando-a.— Bem, pude ver seu histórico, é uma boa aluna senhorita Megaron. Porém sua história não foi fácil, sei de todas as coisas horríveis que guarda para si.

—Quem lhe permitiu invadir minha vida desse jeito!?— Perguntou irritada, passando as mãos nos cabelos, batendo o pé na madeira velha da sala.

—Nesses casos eu tenho que ter acesso a todo o currículo dos meus suspeitos. Sei que a senhorita foi órfã, que nasceu com um problema no pulmão e que os médicos trouxas disseram que não sobreviria, a senhorita é uma guerreira. Fiquei impressionado com sua história, sinceramente não é nem uma pouco parecida com qualquer uma que eu tenha lido.

—O senhor não veio aqui falar da minha vida?— Perguntou desconfiada.— Você não acha que eu seja um suspeito por minha história?

—A história pode dizer muito de uma pessoa. E a sua diz muito mesmo.— A garota mordeu o lábios inferior.— Porém não há nada que possa incriminá-la, pode ficar tranquila.

—Quem disse que eu estou nervosa?— Mordeu novamente o lábio inferior.

—Não precisa bancar de durona, sou um nato observado, posso ver a milhões de distâncias quando alguém está mentido, escondendo ou nervoso.— A garota afundou na cadeira e respirou fundo, voltando ao normal, ou mais o menos.— Bem, a senhorita não tem nenhuma história com a senhorita Perroni, apenas uma discussão no meio do corredor.

—E o senhor acha mesmo que isso me faz uma suspeita. Porque duvido o senhor encontrar alguém que nunca tenha falado mal ou discutido com ela.

—Sim, sei sobre a fama da vítima, é isso o que faz esse caso difícil. O assassino sobe quem escolher. Porém algo que te coloca em uma posição delicada é a sua amizade com a senhorita Malfoy.

—O que a Charlotte tem haver com isso?— Perguntou sem saber realmente o que estava fazendo lá.

—Acho difícil a senhorita não saber da alta inimizade entre a senhorita Malfoy e Ludmila.

—Ah! Sobre isso, saiba que eu não falarei mal de Charlotte, ela é minha amiga e não irei traí-la. Lotte pode ser as vezes muito impulsiva e cabeça quente, e sei como ele odiava Ludmila e as pessoas de sua laia, mas isso não a faz uma assassina. Muito menos eu, que nem se quer conversa ou via Ludmila.

—Sim, senhorita Megaron. Já terminamos por hoje.— A garota se levantou, e sem dizer nada ela se retirou deixando o detetive perdido em seus pensamentos. Porém logo foram interrompidos por uma batida na porta.— Pode entrar.—Ordenou.

Uma garota de cabelos castanhos, ondulados e cumpridos, adentrou estava com um leve sorriso no rosto, e ao ver o detetive mordeu levemente o lábio inferior. Se sentou na cadeira apontada pelo auror, e cruzando as pernas começou a encará-lo.

—Senhorita Irving...

—Sim, as mesma a o vivo e à cores. Qual o prazer da sua companhia?— Diz tentando se fazer desejável.

—Certo. Acho que a senhorita já sabe o porquê de estar aqui?— Perguntou encarando a garota, sem entender o verdadeiro motivo do sorriso estampado no rosto da lufana.

—Eu penso em dois motivos, mas vou chutar os segundo. Você me chamou aqui por causa da morte daquela vadia traíra da Ludmila.

—Sim, mas por que chama-a assim?— Perguntou aproveitando que a garota não sabia o real motivo de estar ali.

—Achei que você fosse mais inteligente.— Diz tocando no peito do detetive.— Acho que já soube o que essa vadia fez antes de morrer.

—O que?— Questionou.

—Naquela noite ela dormiu com o garoto que eu estava a fim, tudo isso porque ela queria se vingar de que eu havia saído com o ex-namorado dela, o que é apenas um boato dessas pessoas que não tem o que fazer.— Responde irritada.

—E quem são eles?

—Caleb Greenhope e Bruce White.— Diz sorrindo novamente.

—Qual o seu relacionamento com os dois?

—Não vou negar que já foi a fim de Bruce, mas isso foi antes dele começar a sair com Ludmila. Eu sou lufana e sei ser fiel aos meus amigos, mesmo que agora todos me desprezam por isso, principalmente a minha casa, dizem que eu lhes trago vergonha. Foi aí que surgiu Caleb, ele ficou furioso ao ver o que estavam dizendo sobre mim, e me ajudou, fez com que todos da minha casa fossem, pelo menos, um pouco mais amigáveis. Foi aí que eu comecei a reparar nele, sempre cavaleiro e gentil, diferente de todos os homens que vi e sai, ele é sincero, e além de ser gostoso, me conquistou.— Finalizou com um suspiro.

—E como você descobriu sobre o que estava acontecendo entre Ludmila e Caleb?

—Pela própria puta. Ela me parou no corredor e me contou tudo, e disse que agora provaria do meu próprio veneno. É lógico que eu não acreditei nela, mas dai eu os peguei no maior amasso no meio do corredor.

—E isso foi que dia?— Finalmente algo que poderia encaixar no infinito quebra-cabeça desse caso.

—Quando ela morreu.— Respondeu dando de ombros.

"Então Caleb, pode ser o último que tenha visto Ludmila antes de morrer."— Pensou o detetive, finalmente uma boa notícia sobre o mistério.

—E depois disso, mesmo que eu goste de Caleb, não consigo perdoá-lo, então eu estava saindo junto de Bruce, só que ontem ele deixou claro que está afim de outra vaca.

—E quem é essa garota?

—Charlotte Granger Malfoy. Então era com ela que Bruce traiu Ludmila, não comigo.

—Interessante. Muito obrigado pelo seu depoimento, senhorita Irving.

—Sabe, Smith, você até que é bonitinho...— A garota já estava indo para cima do detetive, só que ele a segura e levanta.— Tudo bem, quem sabe numa próxima.— Dá uma piscadela e sai da sala rebolando. O detetive respirou fundo e logo depois saiu da sala.

—E então senhor Smith, como foi?— Perguntou Minerva quando o detetive saiu da sala.

— Melhor do que esperava.— Respondeu com um leve sorriso.

—Como assim, senhor Smith?— Perguntou novamente a diretora, sem entender nada.

—Se me dá licença, senhora diretora, tenho assuntos urgentes que não podem ser adiados.

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Era hora do almoço, e o salão principal estava lotado, vários alunos comendo e conversando, porém Hogwarts não era mais a mesma dês do que aconteceu com Ludmila, para os mais novo e mais distantes da vítima, a vida até voltará ao normal, mas para os últimos anos, que tinham mais contato com ela, a vida em Hogwarts jamais seria o mesmo, uns foi até melhor suas morte, talvez a maioria, já outros tinham medo de serem os próximos alvos de um assassino sanguinário.

—Que história é essa, senhor Bruce?— Perguntou Margô surgindo de repente, encarando o colega grifino.

—Calma, Margô.— Pediu o irmão gêmeo, indo ao encontro da irmã, tentando impedir um barraco que poderia se armar.

—Calma o caralho! E não se meta Ty, senão vai sobrar para você!— Ameaçou.

—Se você me dizer, Margaret, porque, por enquanto, eu não estou sabendo de nada.— Disse calmamente, voltando a sua atenção ao seu prato.

—Margô!!!— Enfureceu-se ao ouvir seu nome completo, o qual odiava.— Soube por essas fofoqueiras, que você estava pegando a Roberta. E depois vem me dizer para te ajudar com a Lotte.

—Vai dar uma de gostoso, Bruce.— Zoa Ray, tentando segurar a risada da cara de desaprovação do amigo.

—Vejo como as notícias correm por aqui.— Deu uma colherada, fazendo uma breve pausa.— Sim, eu fiquei com a Roberta. No entanto já deixei claro à ela, que estou a fim é da Charlotte.— Responde com firmeza e sem se precipitar, o que era algo um tanto incomum na personalidade de Bruce

— E você acha que isso muda alguma coisa?— Questionou ainda enfurecida com a atitude do colega.

—Não sei se muda alguma coisa. Charlotte não me dá atenção, aproveitei que Roberta estava carente depois da morte de Ludmila, e aproveitei. Afinal ela também está afim de outro.

—Como você é um canalha, Bruce.— Repreende Ray.— Mas não é novidade nenhuma a Roberta pegar um, e gostar de outro.

—Ela troca de paixão como troca de roupa.— Continuou Tyler.
—O assunto aqui não são as paixões platônicas de Roberta, e sim o Bruce.— Diz Margô chamando atenção dos dois garotos.—  Eu seriamente pensei em te ajudar com Lotte, já que depois do que aconteceu com Ludmila, ela ficou meio em choque. Porém depois do que aconteceu, não tenho a menor chance de te ajudar.

—Não se preocupe, eu não irei precisar de você mesmo.— Responde encarando novamente Margô.

—Então o que você pretende, garanhão?—Perguntou Tyler se servindo.

—Vou conquistar a confiança das amigas dela.

—E eu sou o que!?— Questionou Margô.

—Você é quase a família dela, e por serem de casas diferente isso atrapalha um pouco. A da sua outra irmã, Emma, até poderia servir, já que elas vivem grudadas, contudo ela nunca foi com a minha cara. Minha única alternativa é conquistar Lara.

—O que!?— Indagou Ray, engasgando com a comida.— A minha namorada!?

—Não, Ray. O outra Lara amiga da Charlotte.— Ironiza.— É lógico que é a sua namorada!

—Veja aonde vai se meter, Bruce. Eu não estou brincando, quando o assunto é a Minha namorada.

—Pode ficar tranquilo, Ray, que ela não é meu alvo. Apenas um apoio para conquistar Minha gata, e também vou precisar da sua ajuda.

—Tava demorando.— Comenta revirando os olhos.—Diga logo.

—Dizer o que?— Era Lara, dando um selinho em Ray e se sentando ao seu lado, acompanhada de outras duas sonserinas, Emma e Charlotte.

—Nada, só uma piadinha sem graça que o Bruce ia me contar. Nada demais, né Bruce?—Disse Ray, tentando disfarçar o assunto inacabado, agora encarando o amigo.

—Claro, não tem importância.— Diz dando um sorriso falso, para ajudar a encobrir a conversa.— Quer se sentar do meu lado, Lotte?— Pergunta lançando-a um sorriso safado, apontando para um espaço vazio ao seu lado. A garota simplesmente revira os olhos.

—Muito obrigado.— Diz Emma se sentando no lugar vazio, originalmente direcionado a sua amiga.— Então quais são as novas?

—Pelo visto depois do assassinato da Ludmila, nada mais acontece nesse colégio.— Comenta Tyler.

—Isso é verdade, temos que voltar a ação e causar novamente. Tá de pé, Lotte?— Pergunta Margô, louca para sair aprontando.

—Claro, Margô. O trio da bagunça tem que voltar.— Diz apoiando no gêmeo,e lançando um sorriso para a garota.

—Vão atacar novamente?— Um novo aluno se aproximará do grupo, ficando de pé ao lado da loira sonserina.

—Caleb, cara!— Levanta Ray para cumprimentar o camarada lufano.— Faz tempo que você não vem aqui, me fazer uma visita.

—Ah sim, mas são muitos assuntos de monitor-chefe para resolver.— Responde.

—Não precisa humilhar cara.— Zoa.— "Nossa sou monitor-chefe"—Diz tentando imitar o amigo.

—Eu não falo assim.— Repreende.—E você sabe bem por que não se tornou monitor-chefe também.

—Ser monitor-chefe é muita responsabilidade, não sei se estou preparado para aguentar esse fardo.

—Hey! Esqueceram que também estamos aqui?— Fala Lotte tentando chamar a atenção dos dois amigos... "Os guardiões de Hogwarts"— Sei que você não se veem, a o que...uma semana, mas não vou ficar fazendo papel de palhaça.

—Lotte, tá certa. Somos um grupo, e ele não inclui somente vocês dois.— Continua Emma.

—Okay, então. E vocês, o "trio da bagunça", pretendem fazer o que?— Antes de que a questão de Caleb fosse respondi, a porta do salão principal foi aberta. O detetive Smith veio até o grupo, em passos largos.

—Senhor White, senhor Greenhope e senhorita Malfoy... Por favor poderia me acompanhar até minha sala?

—O que foi que fizemos?— Questionou Charlotte.

—Me acompanham e saberão.— Fez sinal para segui-lo, e sem opções, o grifinório, o lufano e a sonserina acompanharam o detetive até a saída, seguindo-o até, aonde pensavam, a sala precisa.

—Então senhor White, é verdade que já foi namorado da senhorita Perroni?— Perguntou porém sem parar de andar, nem sequer encarando-o.

—Não diria bem que fomos "namorados", entretanto nós ficamos várias vezes.— Confirmou Bruce.

—E é verdade que o senhor traiu Ludmila com a senhorita Malfoy?— Ao perguntar isso os três alunos se assustaram.

—O que!?— Indagou Charlotte, apertando o passo e ficando cara a cara com o detetive.—O senhor acha mesmo que eu ficaria como suposto namorado de uma garota que não o suporto!? E olha bem para ele, nem vale o esforço.
—Olha como diz de mim, Lotte. Posso até estar a fim de você, mas não sou pano de chão para você ficar pisando em mim.— Rebateu.

—Pela amor de Merlin, sem DR na minha frente.— Pede Caleb.

—Calado!— Ordena Charlotte.— Eu nunca te pedi para ficar correndo atrás de mim.

—Chega!— Berra o detetive, enfurecido.—É apenas uma teoria, não era para vocês dois causarem a terceira guerra bruxa.

—Uma teoria!? De muito mal gosto. Já até posso imaginar que, lhe disse essa bobagem... Aquela bruaca da Roberta.

—Olha como diz dela!— Indaga Caleb encarando Charlotte.— Não irei permitir que a chame assim.

—Tu tá afim dela? Eu pensei que fosse o Bruce, ele que estava saindo com ela.— Comenta a loira.

—Como você soube?—Questiono o castanho.

—Querido, as paredes de Hogwarts tem ouvidos. Pensou bem que iria esconder isso de mim.— Diz seguindo em frente.

—Será que pelo menos vocês podem parar de tagarelar um pouco, chamei vocês aqui porque são meus suspeitos, não para ficarem discutindo relações.— Adverte.— Vamos logo, que estamos próximos a minha sala.

Contudo, Merlin tinha outros planos para aquele grupo. Ao virar a esquina que dava no corredor da sala precisa, havia um corpo jogado no chão, com um rio de sangue em volta dele. O detetive correu ao encontro do corpo,e foi seguido pelos três alunos, chocados. Ele estava sem os olhos, com as costelas quebradas, que com o rosto desconfigurado como o de Ludmila, apenas era visível o distintivo em sua capa... Grifinório.

—Detetive... Ali!— Apontou Caleb para a parede oposta, onde se encontrava uma mensagem, escrita com o sangue da vítima.

"Esse não foi apenas um caso isolado. Mais sangue será derramado, se Hogwarts não se entregar. Esse foi apenas o começo de um massacre... Prepare-se Hogwarts, por que a Vingadora não irá desistir de sua vingança"


Notas Finais


Mais um assasinato? Parece que Hogwarts tem mais caso nas mãos? Será que o detetive Smith irá conseguir desvendar esse mistério? Comentem o que acham.
No próximo capítulo iremos descobrir mais sobre esse novo assassinato. Bjus e até o próximo💋🔫


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