História Hogwarts, um rumo diferente - Capítulo 12


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Argo Filch, Arthur Weasley, Astoria Greengrass, Barão Sangrento, Bellatrix Lestrange, Blásio Zabini, Carlinhos Weasley, Cedrico Diggory, Cho Chang, Córmaco Mclaggen, Cornélio Fudge, Daphne Greengrass, Dino Thomas, Dobby, Dolores Umbridge, Draco Malfoy, Fleur Delacour, Fred Weasley, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Horácio Slughorn, Jorge Weasley, Lilá Brown, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Merlin, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Mundungo Fletcher, Murta Que Geme, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Nymphadora Tonks, Padma Patil, Pansy Parkinson, Parvati Patil, Pedro Pettigrew, Percy Weasley, Personagens Originais, Remo Lupin, Ronald Weasley, Rúbeo Hagrid, Salazar Slytherin, Severo Snape, Sibila Trelawney, Sirius Black
Tags Dracomalfoy, Harrypotter, Hogwarts
Visualizações 46
Palavras 1.321
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Lumus.
Juro solenemente não fazer nada de bom.

Capítulo 12 - Capítulo 12


Fanfic / Fanfiction Hogwarts, um rumo diferente - Capítulo 12 - Capítulo 12

🕎

Era um domingo. Makenna decidira por passar o dia na cama. Estava chovendo e ela observava as gotas caindo na janela do seu quarto. Acabou caindo no sono. Acordou exatamente na hora do almoço. Resolveu por se levantar e ir comer alguma coisa.

Enquanto almoçava, os gêmeos vieram até ela e, em pé, Fred pergunta:

- Semana que vem a mesma coisa? Meu irmão vai me abandonar de novo. - a garota ri e concorda.

Makenna começa a pensar sobre tudo o que viverá até ali. Até que seus pensamentos param no momento em que lembra do dia com Dumbledore e que até o momento não obtera respostas. Resolveu ir até a sala do diretor. 

- Como assim eu sumi? Eu achei que tivesse usado a penseira. O que aconteceu comigo então? - Mak perguntava sentada de frente para Alvo em sua mesa.

- Tudo o que tenho feito nos últimos dias é pensar sobre isso, senhorita Gittel. Eu acredito que a senhorita é capaz de fazer coisas inimagináveis com o próprio tempo. Eu irei pesquisar mais, mas obviamente já sabemos que a senhorita pode voltar em um passado com sua própria mente, sem a penseira. Mas eu quero pedir para que não repita isso sozinha. Não se preocupe, pois assim como eu estou pesquisando, eu irei te informar sobre tudo o que descobrir. 

Makenna voltou para sua cama e só quis dormir o restante do dia. Como assim ela fez aquilo com a própria mente? Era impossível. Mas confiava em Dumbledore sua vida se fosse necessário, o homem era O bruxo. 

No dia seguinte, Gittel acordou de bom humor. Estava disposta a dar atenção aos professores dessa vez. Coisa que não fazia muito pois já sabia tudo o que eles estavam ensinando. Ela teve aula de Adivinhação com a professora Trelawney, Poções com Snape e Defesa Contra as Artes das Trevas com Lupin.

Na parte da tarde, teria uma aula nunca antes vista por ela: trato das criatura mágicas; com ninguém menos que Rúbeo Hagrid. O único ponto negativo dessa aula, foi o livro. Makenna teve tanta dificuldade para abrir o seu que resolveu desistir, acompanharia a aula com Emilia. 

Os olhos de Mak brilharam quando avistaram o animal que o professor trazia. Era simplesmente lindo, sabia ser um hipogrifo por tantos livros lidos em casa. Mas vê-lo pessoalmente é algo emocionante, ela teve vontade de se curvar pra ele no momento em que o viu. Porém enquanto Hagrid trazia o animal um tanto quanto longe dos alunos, Malfoy começou mais um tumulto.

Makenna viu se tratar de Potter e, enquanto todos voltaram suas atenções para Hagrid, a Gittel puxou Malfoy pelo braço até para atrás de uma árvore a dez metros de distância dos outros alunos. Malfoy não hesitou afinal não gostava de Rúbeo.

Ela fez com a cabeça para que Draco se encostasse na árvore e passou a falar quando o garoto o fez.

- Você precisa parar com isso. - falava em tom baixo com medo de ser ouvida mesmo estando longe.

- Parar com o quê, Gittel? - Malfoy não estava com cabeça nem para brigar com a loira, no domingo que passou, seu pai o escreveu. Disse que sua mãe estava doente e que ele estava a cuidar dela. Também lembrou o garoto da missão que tem com o Lorde das Trevas. 

- Parar de fazer tumultos grandes contra o Potter, você sabe que todos os professores estão sempre de olho nele e alguma hora vão te pegar. - Mak fala séria sem desviar seus olhos dos azuis do loiro.

- E por quê isso importa pra você? - ele perguntou com o mesmo tom de frieza de sempre sem demonstrar nenhum estresse. Relaxou sua postura encostado na árvore. Makenna encostou-se ao seu lado. Ambos olhavam para as árvores a sua frente.

- Não importa, mas você é o único que aguenta os meus feitiços. Já tentei lançar em outros caras mas eles desmaiam só por eu mostrar a varinha. - ela força uma cara triste e sorri maldosa ao lembrar de quando um aluno da Lufa-Lufa tocou em sua bunda enquanto ela caminhava pelo corredor. Malfoy ri discretamente e balança a cabeça em negação.

- Você fez o cara inchar, Gittel, ele não passava pela porta da enfermaria. Ele nem tinha como reagir. - diz Draco apoiando-se agora de lado na árvore ficando de frente para a garota - que percebeu o movimento do loiro mas continuou olhando para o horizonte.

- Você está defendendo ele, Malfoy? - ele a encara.

- Não. - naquele momento Draco olhava para os cabelos da menina. Longos fios que na luz do sol que batia em seu rosto, pareciam feitos de ouro. Espantou tal imagem de seus pensamentos e voltou à postura fria. - Você está defendendo o Potter, Gittel?

- Eu não tenho nada contra ele, tenho tudo contra você... Mas não, não estou. Só acho que seria ridículo ver você sendo pego por uma discussãozinha qualquer quando escapou por ter quase me matado. - ela ri, ele sorri.

- Eu não vou, esqueceu meu nome? - Makenna percebe esse momento de paz e tenta acabar com ele. Ela precisa de alguém pra descontar sua raiva, não pode ser amiga de Malfoy.

- Não tem como esquecer o quanto você é desprezível, Draco Malfoy. - ela diz virando-se para o loiro. 

- Do que você me chamou?- Draco se aproxima da garota e a encara com o olhar carregado de puro... Nada. 

- Pelo seu nome, ou eu errei? - ela diz, sustentando o olhar do garoto. - Não é isso que você quer que eu me lembre, Malfoy? - ela fala o sobrenome do menino pausadamente.

Malfoy não sabe dizer porque, os lábios bem desenhados da garota ficaram perfeitamente bem dizendo seu nome. Em um momento de pura insanidade e segurança, ele a encosta na árvore ficando a sua frente e roubando, dessa vez, um profundo e intenso beijo. Makenna apenas aceita, como se esperasse aquilo. Foi um beijo doce com o fervor esperado de um Malfoy. Suas línguas brincavam e dançavam juntas num beijo que pareceu durar horas. Mas durou apenas alguns poucos minutos. 

Eles se afastam, se olham. Na cabeça da garota passam todas as outras meninas com quem ele fez isso e depois as tratou como nada. Ela não seria mais uma de ninguém. Não admitiria isso. A única coisa permitida seria ela tratar os garotos dessa maneira, afinal não se imaginava apaixonada por ninguém. Enquanto na cabeça do loiro, estava a cena do, então, sonho deles no vagão com seus lábios se encontrando calmamente. 

Makenna o abraça.

- Não acredito que vou dizer isso. - ela respira fundo. - Me desculpa, por fazer isso de novo com você. - ela pega sua varinha num movimento imperceptível - Oblivi...- é interrompida.

Draco a afasta de si com violência ao perceber o que ela faria. 

- De novo? Como assim de novo? - ele fala enquanto joga a varinha da garota no chão.

- Sem drama ok? - ela revira os olhos sem perceber o quanto o garoto estava furioso.

Ele a imprensa contra a árvore com força e seu braço pressionando o pescoço de Gittel.

- Nunca mais chega perto de mim. - ele fala com os olhos cheios de fúria e vai em direção aos alunos. 

Ao ver o que acontecia, achou ridículo todo o charme para tocar em uma galinha gigante e simplesmente se aproximou com a mesma violência usada contra Makenna. Mas dessa vez não era uma garota. Era um hipogrifo. A pancada não foi tão forte. Mas o ego de Malfoy foi abalado profundamente.

Makenna apenas viu a cena de um Draco caído no chão. Ela estava sentindo ódio. Não sabia do que, nem porquê, apenas estava. Teria que aguentar agora um Malfoy debochando da garota pelo beijo que havia dado. Makenna não era uma menina fácil de se lidar. Ela daria um jeito de mudar essa situação. 

"E se eu fizer ele pensar que ele é que é só mais um?"

🕎



Notas Finais


(Esse especialmente dedicado pra Giulia porque ela gosta de capítulos grandes)

Malfeito, feito.
Nox.


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